EBD – Lição 02: A Deturpação da Doutrina Bíblica do pecado | 3° Trimestre de 2023 | ADULTOS

EBD 3° Trimestre De 2023 | CPAD Adultos – A IGREJA DE CRISTO E O ÍMPERIO DO MAL – Como viver neste mundo dominado pelo Espirito da Babilônia | Escola Biblica Dominical | Lição 02: A Deturpação da Doutrina Bíblica do pecado

TEXTO ÁUREO

“Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem 0 conhecimento do pecado.” (Rm 3.20)

VERDADE PRÁTICA

O pecado de Adão arruinou toda a humanidade. Contudo, Jesus Cristo pode regenerar eficazmente o pecador.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – 1 Jo 3.4 Pecado é transgredir a Lei de Deus
Terça – Rm 5.12 O pecado de Adão passou a toda raça humana
Quarta – 2 Co 5.17 Em Cristo, o pecador torna-se uma nova pessoa
Quinta – 1 Pe 1.15 A santidade é um princípio ético e moral da fé cristã
Sexta – Hb 13.4 A prostituição não pode macular a sexualidade do cristão
Sábado – 1 Co 6.19 O corpo do cristão é morada do Espírito Santo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Romanos 3.9-20
9 – Pois quê? Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma! Pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado,
10 – como está escrito: Não há um justo, nem um sequer
11 – Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus.
12 – Todos se extraviaram e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.
13 – A sua garganta é um sepulcro aberto; com a língua tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo de seus lábios;
14 – cuja boca está cheia de maldição e amargura.
15 – Os seus pés são ligeiros para derramar sangue.
16 – Em seus caminhos há destruição e miséria;
17 – e não conheceram o caminho da paz.
18 – Não há temor de Deus diante de seus olhos.
19 – Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus.
20 – Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.

Hinos Sugeridos: 75, 422, 568 da Harpa Cristã

PLANO DE AULA

1- INTRODUÇÃO
A doutrina bíblica do pecado, por natureza, faz oposição às principais ideologias modernas que buscam enaltecer o homem, destacando sua suposta bondade intrínseca. Quando a doutrina bíblica do pecado é deturpada, então, tudo o mais no campo moral também o é. Talvez essa seja a raiz de fenômenos éticos tão distantes do cristianismo bíblico, que podem ser encontrados em movimentos que se dizem cristãos, tais como: “igreja gay”; “casamentos abertos”; “prática sexual entre solteiros” etc.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Expor o ensino bíblico da natureza pecaminosa;
II) Pontuar teologias modernas que derivam da deturpação da doutrina bíblica do pecado;
III) Mostrar as consequências da normalização do pecado.
B) Motivação: Quando assistimos pessoas influentes dizendo que a Bíblia deve ser atualizada diante dos desafios de gênero, saiba que estamos diante de cristãos que deixaram de lado a visão bíblica do pecado. Nesse senti- do, não há disposição para sustentar uma verdade bíblica tão intragável para o mundo moderno: o homem é por natureza pecador e, por isso, deve se arrepender de seus pecados. Então, se enfraquecemos a doutrina bíblica do pecado, passamos a aceitar tudo o que a Bíblia diz que é pecado.
C) Sugestão de Método: Pergunte aos alunos se eles já ouviram falar de pecado social, teologia da libertação e liberalismo teológico. Ouça as res- postas e, em seguida, diga que essas três expressões são consequências do processo de deturpação da doutrina bíblica do pecado. Em seguida, inicie a exposição do primeiro tópico.


3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Esta lição exorta os alunos a não perderem de vista a doutrina bíblica do pecado. Devemos estar cientes de que a sociedade atual tem dificuldades de aceitar essa visão bíblica, mas ao mesmo tempo devemos estar encorajados a demonstrar que essa doutrina bíblica pode ser provada de maneira concreta em cada esquina onde uma pessoa é assaltada, assassinada e violada sexualmente.
4- SUBSIDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entre- vistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 94, p.37, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

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B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:
1) O texto “A Sombra do Pecado”, localizado depois do primeiro tópico, aprofunda a reflexão a respeito da natureza do pecado;
2) O texto “Questões ambientais e sociais como extensão do pecado”, ao final do segundo tópico, traz uma ampliação a respeito das ênfases que derivam da deturpação da doutrina bíblica do pecado, adequando um eficaz entendimento do lugar social na doutrina bíblica do pecado.

INTRODUÇÃO

Queda no Éden transmitiu à humanidade a inclinação do coração humano ao erro. Por isso, a regeneração é o único meio possível de desfazer as consequências do pecado em que a natureza humana só pode ser transformada pela obra de Cristo (Tt 3.5,6). Não obstante, por influência de teologias modernas, a Doutrina do Pecado vem sendo deturpada e enfraquecida. Esse processo abriu as portas para a normalização do pecado em muitos lugares denominados cristãos. Nesta lição, vamos estudar o perigo dessas teologias para a ortodoxia cristã.

Palavra-Chave: PECADO

I – O ENSINO BÍBLICO DA NATUREZA PECAMINOSA

1- Definição de Pecado. Dentre os termos para “pecado”, destacamos o substantivo hebraico chatá, cuja raiz significa “errar o alvo” (Gn 4.7); e o seu correspondente grego hamartia, que possui conotação de “erro moral” (2 Pe 2.13,14). Assim, a Bíblia define “pecado” como a transgressão da Lei de Deus (1 Jo 3.4). A palavra abrange não apenas errar o alvo, mas deliberadamente acertar o alvo errado. Trata-se de rebelião e desobediência contra Deus e a sua Palavra (1 Sm 15.22,23). Além disso, o pecado afasta o homem de Deus, fazendo-o pecar contra o próximo (1 Jo 1.6,7) e por se omitir em fazer 0 bem (Tg 4.17). Portanto, pecado é a condição do homem não regenerado e só pode ser expelido por meio do Novo Nascimento (Jo 33-7). Essa reconciliação do homem com Deus só é possível em Cristo Jesus (2 Co 5.19).

2- A universalidade do Pecado. O ser humano foi criado em estado de inocência, sem pecado, perfeito (Ec 7.29) e dotado de livre-arbítrio (Gn 2.16,17). Porém, o primeiro homem escolheu desobedecer a Deus e a sua Queda corrompeu toda a humanidade (Gn 3.9-19). O pecado de Adão foi transmitido a toda raça humana (Rm 5.12). Assim, a partir da Queda, todos os seres humanos nascem em pecado (S1 51.5). Portanto, o pecado não é passado adiante meramente pela força do mau exemplo, mas é um mal inerente à natureza humana (Rm 7.14-24). Em consequência disso, todo ser humano está debaixo da escravidão do pecado e da condenação da morte (Rm 3.23; 6.23). Apesar de corrompida pelo pecado, a natureza humana pode ser eficazmente regenerada pela fé em Cristo (Rm 3.24; 2 Co 5.17).

3- Corrupção Total. É o estado de corrupção mental, moral e espiritual da natureza humana (Rm 3.10-18). Nesse aspecto, a inclinação para fazer o errado é resultado do pecado (Gn 6.5; Rm 5.19). Por causa da Queda, todas as áreas de nosso ser foram corrompidas. Essa corrupção impede o homem de tomar a iniciativa no processo de regeneração (Rm 8.7,8). Ele só pode ser liberto do pecado após o convencimento do Espírito (Jo 16.8). Sem essa ajuda divina ninguém pode ser transformado (Tt 3.5), ou seja, o livre-arbítrio precisa ser divinamente restaurado (Rm 2.4). Somente por meio da graça o homem recebe capacidade para crer, arrepender-se e ser salvo (Rm 3.24,25). Dessa forma, a libertação do pecado não provém de nenhum esforço humano, mas é gratuita e divinamente ofertada (6.23; Ef 2.8,9).

SINOPSE I

O pecado é a transgressão da Lei d Deus. Por ele, o ser humano foi totalmente corrompido.

AUXÍLIO TEOLÓGICO

A SOMBRA DO PECADO
“Compreender o pecado nos ajuda : conhecimento de Deus, porém o pecado distorce até mesmo nosso conhecimento do próprio-eu. Mas se a luz iluminação divina consegue penetrar essas trevas, e não somente as trevas, mas também a própria luz, então poderão ser melhor analisadas. Percebe-a importância prática do estudo do pecado na sua gravidade. O pecado é contra Deus. Afeta a totalidade da criação, inclusive a humanidade. Até mesmo o menor dos pecados pode provocar juízo eterno. E o remédio para o pecado é nada menos que a morte de Cristo na cruz” (HORTON, Stanley M (ed Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 201 p.263).

SAIBA MAIS SOBRE ESCOLA DOMINICAL:

Lição 01: Quando a Família Age por Conta Própria | 2° Trimestre de 2023 | EBD – ADULTOS

EBD | 2° Trimestre De 2023 | CPAD – Adultos – TEMA: RELACIONAMENTO EM FAMÍLIA – Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus | Escola Biblica Dominical | Lição 01: Quando a Família Age por Conta Própria

TEXTO ÁUREO

“… Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque e com ele estabelecerei o meu concerto […]” (Gn 17.19)

VERDADE PRÁTICA

Quando o ser humano se precipita a respeito dos planos de Deus, as consequências dessa ação são inevitáveis.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Gn 12.4 A promessa de uma grande descendência
Terça – Gn 15.2 A dúvida do patriarca Abrão
Quarta – Gn 15.4 A promessa de um herdeiro
Quinta – Gn 16.2-6 A precipitação do casal
Sexta – 1 Rs 8.56 Deus cumpre a sua promessa
Sábado – 1 Tm 3.5,6 Mentores espirituais da própria casa
Hinos Sugeridos: 58, 84, 458 da Harpa Cristã

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Genesis 12.1-3; 16.1-5

Gênesis 12
1- Ora, o Senhor disse Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei
2-E far-te ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção
3- E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.

Gênesis 36
1- Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe gerava filhos, e ele tinha uma serva egípcia, cujo nome era Agar.
2- E disse Sarai a Abrão: Eis que o Senhor me tem impedido de gerar; entra, pois, à minha serva; porventura, terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai.
3- Assim, tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar, egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão, seu marido, ao fim de dez anos que Abrão habitara na terra de Canaã.
4- E ele entrou a Agar, e ela concebeu; e, vendo ela que concebera, foi sua senhora desprezada aos seus olhos.
5-Então, disse Sarai a Abrão: Meu agravo seja sobre ti. Minha serva pus eu e, teu regaço; vendo ela, agora, que concebeu, sou menosprezada aos seus olhos. O Senhor julgue entre mim e ti.

PLANO DE AULA

1- INTRODUÇÃO
A família é uma instituição divina, a célula-mater da sociedade. Infelizmente temos vivido períodos tenebrosos em que a família vem sendo atacada, por vezes de forma velada e muitas outras, de forma direta. Além dos ataques externos, o cristão deve cuidar para que os conflitos internos como discórdia e desarmonia não interfiram na unidade familiar. O pastor Elienai Cabral, escritor, conferencista e consultor doutrinário e teológico da CPAD, é o comentarista deste trimestre. Ele nos ajudará, através de sua experiência pastoral, a compreender os relacionamentos familiares e a lidar com as dificuldades pelas quais as famílias cristãs têm passado.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Identificar que as promessas divinas para Abrão passavam também por sua família;
II) Reconhecer que não podemos tentar “interferir” nos planos de Deus;
III) Entender que uma decisão precipitada pode gerar conflitos desnecessários na família.
B) Motivação: Todos sabemos que existem consequências para as ações que praticamos. O que fazemos pode desencadear uma série de acontecimentos que talvez perdurem até muito tempo após a nossa morte. Infelizmente, quando tomamos uma decisão, a maioria de nós pensa somente nas consequências imediatas. Provavelmente seus alunos não sabem os efeitos em longo prazo da maioria das decisões que tomam. Mas, o fato de que haver consequências no humor não deveria fazê-los pensar com cuidado e buscar a direção de Deus nas escolhas de hoje?

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C) Sugestão de Método: Para introduzir a primeira lição, reproduza na lousa, ou no do show, algumas características dos dois personagens da lição, Abraão e Sara. Você pode fazer isso por meio do auxílio da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, páginas 31 e 33. Apresente os pontos fortes e êxitos, fraquezas e erros, lições de vida desses personagens informações essenciais
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: tata primeira lição nos convida a refletir a respeito da nossa responsabilidade diante da nossa família. Somos os responsáveis diretos por conduzi-la dentro da vontade do Senhor .
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão, Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 53, 136, você encontra um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aulad=W251bGwsbnVsbCxudWxsLDNd&ifi=4&uci=a!4&btvi=3&fsb=1&dtd=44687
1) O texto “esposa substituta”, localizado depois do segundo tópico, analisa o costume daquele povo em que o patriarca tinha filhos com a serva de sua esposa, sendo o artifício usado por Sarai para “ajudar” a Deus;
2) O texto “Consequências da união de Abrão com Agar”, ao final do terceiro tópico, traz uma ampliação das consequências do que a atitude de Sarai trouxe para a família.

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INTRODUÇÃO

Ao longo deste trimestre, estudaremos assuntos relacionados à família. Nesta oportunidade, especificamente, ponderamos que, diferentemente de outros trimestres, os assuntos referem-se aos problemas do cotidiano familiar. Veremos o que a Palavra de Deus tem a nos ensinar quanto a problemas de comunicação conjugal, ciúmes, rebeldia, porfias, mentiras, mágoas e educação de filhos, dentre outros assuntos. Nesta lição, em especial, focaremos nas atitudes precipitadas de Sarai e Abrão, ao decidirem não esperar o cumprimento da promessa de Deus e agirem por conta própria, “ajudando-0” no cumprimento da promessa Veremos as consequências de quando deixamos de ouvir a voz de do Senhor para “ouvir” a voz de um coração enganoso.

I- DEUS FAZ PROMESSAS A ABRÃO

1- O encontro de Deus com Abrão. Abrão vinha de uma jornada de conquistas e vitórias pessoais desde que saiu de Ur dos Caldeus e, depois, de Harã (Gn 11.31; 13.1-4). Entretanto, o casal Abrão e Sarai não tinha filhos. No capítulo 12 de Gênesis, o patriarca tinha 75 anos de idade quando Deus lhe prometeu uma grande descendência (Gn 12.4). No capítulo 15, o Senhor lhe faz uma promessa específica de um herdeiro. E, finalmente, quando Isaque, o filho da promessa, nasceu, o patriarca tinha 100 anos (Gn 21.5). Assim, podemos dizer que Abraão esperou por 25 anos pelo cumprimento da promessa divina.

2- A dúvida diante da espera. Após a promessa de uma descendência (G 12), veio uma preocupação a Abrão: “Senhor Jeová, que me hás de dar? Pois ando sem filhos, e o mordomo da minha casa é o damasceno Eliezer” (Gn 15.2). Esse questionamento revela que sua fé estava em crise, Abrão não conseguia ver a realização do sonho do casal, uma vez que Sarai era estéril. Não é diferente conosco também. Às Vezes somos bloqueados por dúvidas que nos impedem de, pela fé, enxergar a operação do sobrenatural.

3- Deus garante a Abrão o cumprimento da promessa. Como vimos, Gênesis 15.4 traz a promessa de um filho. No versículo 7, o Senhor diz ” Eu sou o Senhor” (Gn 15.7). De modo que Ele desfez a preocupação do patriarca, especificando uma promessa: “Este não será o teu herdeiro [Ismael]; mas aquele que de ti será gerada, esse será o teu herdeiro Isaque” (Gn 15.4) Aqui, Deus está afirmando a Abrão que suas promessas sem base no próprio caráter, pois Ele não é homem para mentir, nem filho do homem para se arrependa, “porventura, diria ele e não a faria Ou falaria e não o confirmaria?” (Nm 21.10). Deus cumpre fielmente a sua Palavra (Sl 89.34). Infelizmente, porém Abrão vacilaria na fé e não transmitirá a Sarai confiança na promessa (Gn 16.2,3).

SINOPSE I

Deus fez a promessa de uma grande descendência a Abrão. A espera acabou gerando dúvida, mas o Senhor garante aquilo que promete

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SAIBA MAIS SOBRE ESCOLA DOMINICAL:

Lição 02: A Deturpação da Doutrina Bíblica do pecado | 3° Trimestre de 2023 | EBD ADULTOS

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TEXTO ÁUREO

“Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.” (Rm 3.20)

VERDADE PRÁTICA

O pecado de Adão arruinou toda a humanidade. Contudo, Jesus Cristo pode regenerar eficazmente o pecador.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – 1 Jo 3.4 Pecado é transgredir a Lei de Deus
Terça – Rm 5.12 O pecado de Adão passou a toda raça humana
Quarta – 2 Co 5.17 Em Cristo, o pecador torna-se uma nova pessoa
Quinta – 1 Pe 1.15 A santidade é um princípio ético e moral da fé cristã
Sexta – Hb 13.4 A prostituição não pode macular a sexualidade do cristão
Sábado – 1 Co 6.19 O corpo do cristão é morada do Espírito Santo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Romanos 3.9-20
9 – Pois quê? Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma! Pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado,
10 – como está escrito: Não há um justo, nem um sequer
11 – Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus.
12 – Todos se extraviaram e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.
13 – A sua garganta é um sepulcro aberto; com a língua tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo de seus lábios;
14 – cuja boca está cheia de maldição e amargura.
15 – Os seus pés são ligeiros para derramar sangue.
16 – Em seus caminhos há destruição e miséria;
17 – e não conheceram o caminho da paz.
18 – Não há temor de Deus diante de seus olhos.
19 – Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus.
20 – Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.

Hinos Sugeridos: 75, 422, 568 da Harpa Cristã

PLANO DE AULA

1- INTRODUÇÃO
A doutrina bíblica do pecado, por natureza, faz oposição às principais ideologias modernas que buscam enaltecer o homem, destacando sua suposta bondade intrínseca. Quando a doutrina bíblica do pecado é deturpada, então, tudo o mais no campo moral também o é. Talvez essa seja a raiz de fenômenos éticos tão distantes do cristianismo bíblico, que podem ser encontrados em movimentos que se dizem cristãos, tais como: “igreja gay”; “casamentos abertos”; “prática sexual entre solteiros” etc.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Expor o ensino bíblico da natureza pecaminosa;
II) Pontuar teologias modernas que derivam da deturpação da doutrina bíblica do pecado;
III) Mostrar as consequências da normalização do pecado.
B) Motivação: Quando assistimos pessoas influentes dizendo que a Bíblia deve ser atualizada diante dos desafios de gênero, saiba que estamos diante de cristãos que deixaram de lado a visão bíblica do pecado. Nesse senti- do, não há disposição para sustentar uma verdade bíblica tão intragável para o mundo moderno: o homem é por natureza pecador e, por isso, deve se arrepender de seus pecados. Então, se enfraquecemos a doutrina bíblica do pecado, passamos a aceitar tudo o que a Bíblia diz que é pecado.
C) Sugestão de Método: Pergunte aos alunos se eles já ouviram falar de pecado social, teologia da libertação e liberalismo teológico. Ouça as res- postas e, em seguida, diga que essas três expressões são consequências do processo de deturpação da doutrina bíblica do pecado. Em seguida, inicie a exposição do primeiro tópico.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Esta lição exorta os alunos a não perderem de vista a doutrina bíblica do pecado. Devemos estar cientes de que a sociedade atual tem dificuldades de aceitar essa visão bíblica, mas ao mesmo tempo devemos estar encorajados a demonstrar que essa doutrina bíblica pode ser provada de maneira concreta em cada esquina onde uma pessoa é assaltada, assassinada e violada sexualmente.
4- SUBSIDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entre- vistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 94, p.37, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:
1) O texto “A Sombra do Pecado”, localizado depois do primeiro tópico, aprofunda a reflexão a respeito da natureza do pecado;
2) O texto “Questões ambientais e sociais como extensão do pecado”, ao final do segundo tópico, traz uma ampliação a respeito das ênfases que derivam da deturpação da doutrina bíblica do pecado, adequando um eficaz entendimento do lugar social na doutrina bíblica do pecado.

INTRODUÇÃO

Queda no Éden transmitiu à humanidade a inclinação do coração humano ao erro. Por isso, a regeneração é o único meio possível de desfazer as consequências do pecado em que a natureza humana só pode ser transformada pela obra de Cristo (Tt 3.5,6). Não obstante, por influência de teologias modernas, a Doutrina do Pecado vem sendo deturpada e enfraquecida. Esse processo abriu as portas para a normalização do pecado em muitos lugares denominados cristãos. Nesta lição, vamos estudar o perigo dessas teologias para a ortodoxia cristã.

Palavra-Chave: PECADO

I – O ENSINO BÍBLICO DA NATUREZA PECAMINOSA

1- Definição de Pecado. Dentre os termos para “pecado”, destacamos o substantivo hebraico chatá, cuja raiz significa “errar o alvo” (Gn 4.7); e o seu correspondente grego hamartia, que possui conotação de “erro moral” (2 Pe 2.13,14). Assim, a Bíblia define “pecado” como a transgressão da Lei de Deus (1 Jo 3.4). A palavra abrange não apenas errar o alvo, mas deliberadamente acertar o alvo errado. Trata-se de rebelião e desobediência contra Deus e a sua Palavra (1 Sm 15.22,23). Além disso, o pecado afasta o homem de Deus, fazendo-o pecar contra o próximo (1 Jo 1.6,7) e por se omitir em fazer 0 bem (Tg 4.17). Portanto, pecado é a condição do homem não regenerado e só pode ser expelido por meio do Novo Nascimento (Jo 33-7). Essa reconciliação do homem com Deus só é possível em Cristo Jesus (2 Co 5.19).

2- A universalidade do Pecado. O ser humano foi criado em estado de inocência, sem pecado, perfeito (Ec 7.29) e dotado de livre-arbítrio (Gn 2.16,17). Porém, o primeiro homem escolheu desobedecer a Deus e a sua Queda corrompeu toda a humanidade (Gn 3.9-19). O pecado de Adão foi transmitido a toda raça humana (Rm 5.12). Assim, a partir da Queda, todos os seres humanos nascem em pecado (S1 51.5). Portanto, o pecado não é passado adiante meramente pela força do mau exemplo, mas é um mal inerente à natureza humana (Rm 7.14-24). Em consequência disso, todo ser humano está debaixo da escravidão do pecado e da condenação da morte (Rm 3.23; 6.23). Apesar de corrompida pelo pecado, a natureza humana pode ser eficazmente regenerada pela fé em Cristo (Rm 3.24; 2 Co 5.17).

3- Corrupção Total. É o estado de corrupção mental, moral e espiritual da natureza humana (Rm 3.10-18). Nesse aspecto, a inclinação para fazer o errado é resultado do pecado (Gn 6.5; Rm 5.19). Por causa da Queda, todas as áreas de nosso ser foram corrompidas. Essa corrupção impede o homem de tomar a iniciativa no processo de regeneração (Rm 8.7,8). Ele só pode ser liberto do pecado após o convencimento do Espírito (Jo 16.8). Sem essa ajuda divina ninguém pode ser transformado (Tt 3.5), ou seja, o livre-arbítrio precisa ser divinamente restaurado (Rm 2.4). Somente por meio da graça o homem recebe capacidade para crer, arrepender-se e ser salvo (Rm 3.24,25). Dessa forma, a libertação do pecado não provém de nenhum esforço humano, mas é gratuita e divinamente ofertada (6.23; Ef 2.8,9).

SINOPSE I

O pecado é a transgressão da Lei d Deus. Por ele, o ser humano foi totalmente corrompido.

AUXÍLIO TEOLÓGICO

A SOMBRA DO PECADO
“Compreender o pecado nos ajuda : conhecimento de Deus, porém o pecado distorce até mesmo nosso conhecimento do próprio-eu. Mas se a luz iluminação divina consegue penetrar essas trevas, e não somente as trevas, mas também a própria luz, então poderão ser melhor analisadas. Percebe-a importância prática do estudo do pecado na sua gravidade. O pecado é contra Deus. Afeta a totalidade da criação, inclusive a humanidade. Até mesmo o menor dos pecados pode provocar juízo eterno. E o remédio para o pecado é nada menos que a morte de Cristo na cruz” (HORTON, Stanley M (ed Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 201 p.263).

II – AS TEOLOGIAS MODERNAS

1- Teologia do pecado social. A tese do pecado social remonta aos concílios católicos de Medellin (1968, Colômbia) e Puebla (1979, México). Essa tese defende que o pecado é algo que se constrói por meio de estruturas opressoras, tais como, a pobreza, a injustiça e a desigualdade. Dessa maneira, a redenção do pecado não se restringe ao aspecto espiritual, sendo preciso tratar as questões sociais. O pecado deixa de ser tratado no nível da moral e passa a ser considerado no nível econômico e social. A mudança de ênfase do pecado original (natureza humana) para o pecado social (estrutural) enfraquece a responsabilidade moral do pecador. Então, deixa-se de enfatizar a causa para explorar os sintomas (Mt 23.27,28). A partir daí, resolver as questões da ordem social é visto como solução para o problema do pecado. Naturalmente, essa é uma deturpação do ensino bíblico a respeito do pecado.

2- Teologia da libertação. A teologia da libertação tem afinidade com as ideias socialistas de Karl Marx. Essa teoria busca “libertar” o oprimido das estruturas opressoras da sociedade. Ela nasce na década de 1970 com Gustavo Gutiérrez (Peru) e Leonardo Boff (Brasil). Para eles, o estudo teológico não deve estar centrado em doutrinas bíblicas para libertar 0 homem do pecado, mas na indignação social para libertar 0 homem da injustiça social, econômica e cultural. Desse impulso surgem as teologias de cunho emancipatório de gênero (transexualidade), de sexualidade (homossexualidade) e de raça. Uma de suas vertentes é a Teologia da Missão Integral (TMI). O grande impacto dessas influências é que a fé cristã é reduzida a militância política socialista e marxista. As pautas sociais e progressistas são disfarçadas pela roupagem de Evangelho, postas acima dos valores morais do Reino de Deus. Então, transforma-se o Evangelho em inconformismo, criticismo e assistencialismo (1 Co 15.19; Fp 3.18-20).

Lição 01: Introdução à Primeira Carta a Timóteo | 3° Trimestre de 2023 | EBD JOVENS

EBD | 3° Trimestre De 2023 | CPAD – Revista Jovens – TEMA: Sejam Firmes – Ensino Sadio e Caráter Santo nas Cartas Pastorais | Escola Bíblica Dominical | Lição 01: Introdução à Primeira Carta a Timóteo

Lição 01: Introdução à Primeira Carta a Timóteo EBD Jovens 2023

TEXTO PRINCIPAL

“Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza.” (1 Tm 4.12)

RESUMO DA LIÇÃO

As cartas pastorais, embora escritas em um tempo distinto do nosso, apresentam orientações importantes para a igreja e a liderança atuais.

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – 1 Tm 1.1 Uma carta escrita a Timóteo
TERÇA – 1 Tm 1.3,4 O propósito de Paulo para Timóteo
QUARTA – 1 Tm 1.1-20 Instruções sobre a fé correta
QUINTA – 1 Tm 2.1 – 3.16 Instruções para a igreja
SEXTA – 1 Tm 4.1 – 6.21 Instruções para os presbíteros
SÁBADO – 1 Tm 3.1-7 Instruções para os pastores

OBJETIVOS

APRESENTAR Timóteo no contexto da literatura paulina;
COMPREENDER que Paulo considerava Timóteo como um filho na fé;
EXPLICAR que Timóteo era um jovem ministro, por isso precisava de instrução e cuidado.

INTERAÇÃO

Prezado (a) professor(a), com a graça de Deus iniciamos o terceiro trimestre do ano. Estudaremos treze lições a respeito das Cartas Pastorais. Estas cartas são instruções de Paulo, servo de Deus, para dois jovens pastores: Timóteo e Tito. O comentarista das lições é o pastor Silas Queiroz, membro do Conselho de Comunicação e Imprensa da CGADB. Ele é Jornalista, Bacharel em Teologia e Direito. Especialista em Direito Público, Direito Processual Civil e Docência Universitária. É Procurador Geral do município de Ji-Paraná, RO e atua como pastor nas congregações de Ji-Paraná, cidade na qual reside. Que o estudo de cada lição possa trazer a certeza de que Jesus Cristo, o Sumo Pastor, tem ensinos preciosos para sua vida e Igreja.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor (a), para a primeira aula do trimestre sugerimos que você reproduza o quadro abaixo. Utilize-o na apresentação do primeiro tópico da lição, pois o objetivo é apresentar algumas informações importantes a respeito da Primeira Carta a Timóteo.

PRIMEIRA CARTA DE PAULO A TIMÓTEO

PROPÓSITOProporcionar encorajamento e instrução a Timóteo, um jovem Líder.
AUTORPaulo
DESTINATÁRIOTimóteo, os jovens líderes da igreja, e os cristãos de todo o mundo.
DATAProvavelmente 64 d.C.
PANORAMATimóteo era um dos companheiros mais íntimos de Paulo. Ele enviou Timóteo à igreja em Éfeso para deter o falso ensino que ali havia surgido (1.3,4). Timóteo provavelmente serviu por algum tempo como líder na igreja de Éfeso. Paulo esperava visitá-lo, mas enquanto isso, escreveu esta carta para dar a Timóteo instruções práticas sobre o ministério.
PESSOAS-CHAVESPaulo e Timóteo
LUGAR-CHAVESÉfeso

TEXTO BÍBLICO

1 Timóteo 1.1-7
1 Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, segundo o mandado de Deus, nosso Salvador, e do Senhor Jesus Cristo, esperança nossa.
2 A Timóteo, meu verdadeiro filho na fé: graça, misericórdia e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e da de Cristo Jesus, nosso Senhor.
3 Como te roguei, quando parti para a Macedônia, que ficasses em Éfeso, para advertires a alguns que não ensinem outra doutrina.
4 Nem se deem a fábulas ou a genealogias intermináveis, que mais produzem questões do que edificação de Deus, que consiste na fé; assim o faço agora.
5 Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.
6 Do que desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas.
7 Querendo ser doutores da lei e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam.

INTRODUÇÃO

As cartas pastorais são mensagens de um plantador de igrejas e experiente pastor, o apóstolo Paulo, a dois filhos na fé, vocacionados para o serviço cristão: Timóteo e Tito. Elas nos edificam, de um lado, com o exemplo paulino de afeição e cuidado pastoral, e, de outro, com a devoção, obediência e lealdade desses dois dedicados jovens pastores. A beleza dessas cartas, seu conteúdo doutrinário e sua singular praticidade eclesiástica serão analisados ao longo de todo o trimestre. Vamos conhecer os desafios que Timóteo e Tito enfrentaram e como foram instruídos para atuar como líderes espirituais. Que tenhamos uma compreensão maior da vida eclesiástica sob a ótica pastoral e sejamos mais engajados na sublime obra de servir a Deus na Igreja de Cristo.

I – TIMÓTEO NO CONTEXTO DAS CARTAS DE PAULO

1- Epístolas pastorais. Paulo escreveu 13 dos 27 livros do Novo Testamento. Nove são cartas dirigidas a igrejas e três enviadas a pastores: 1 e 2 Timóteo e Tito. O rol se completa com uma carta pessoal, escrita a Filemon. Dez cartas foram escritas antes e durante a primeira prisão do apóstolo em Roma, que se deu em 61 d.C. e durou dois anos (At 28.16,30). Antes da prisão, escreveu Gálatas, 1 e 2 Tessalonicenses, 1 e 2 Coríntios e Romanos. Colossenses, Efésios, Filipenses e Filemon são as chamadas cartas da prisão.

2- Escrevendo durante as viagens. Paulo escreveu 1 Timóteo e Tito entre 63 e 65 d.C., durante a viagem que realizou depois de seu primeiro aprisionamento em Roma. Seu último livro, a Segunda Carta a Timóteo, foi escrita durante o segundo aprisionamento, de dentro de uma das cadeias romanas (66 ou 67 d.C.). Os fatos narrados nas cartas pastorais, portanto, são posteriores às narrativas contidas em todos os demais textos paulinos e nos registros de Lucas em Atos 28.30,31. Por isso, além da substancial teologia pastoral, essas três cartas enriquecem o contexto neotestamentário com valiosas informações históricas dos últimos anos do ministério de Paulo.

3- De volta às viagens. Não foram apenas os dois anos de prisão domiciliar em Roma que afastaram Paulo de sua lida missionária (At 28.16-30). Antes disso, ficara preso aproximadamente três anos, desde sua prisão em Jerusalém (At 21.33), passando pelos mais de dois anos de encarceramento em Cesareia (At 24.27) até a chegada à capital do império (At 28.16). Somente depois de cinco longos anos privado de sua atividade apostólica e pastoral presencial, Paulo volta a viajar. É possível que, nessa oportunidade, ele tenha realizado seu desejo de ir à Espanha (Rm 15.24,28).

O que se sabe, com certeza, é que visitou algumas das igrejas que havia fundado durante suas três grandes viagens missionárias (At 13—21). Dentre elas, Creta e Éfeso. Como já mencionamos, mesmo aprisionado Paulo continuou vivendo como um fiel e atuante ministro de Cristo. Além das quatro cartas que escreveu, em Roma ele pregava e ensinava “as coisas pertencentes ao Senhor Jesus Cristo” (At 28.31), demonstrando seu profundo compromisso com o seu Salvador. Como ele mesmo escreveu, entendia que era “o prisioneiro de Jesus Cristo [pelos] gentios” (Ef 3.1). Foi fiel em todo o tempo (Jo 16.33; Ap 2.10).

SUBSÍDIO 1

“Prezado (a) professor (a), incentive seus alunos a lerem, no decorrer do trimestre, as Cartas de Paulo a Timóteo e a Tito. Se possível faça uma leitura em que todos possam acompanhar juntos. Para dar início ao primeiro tópico da lição faça a seguinte pergunta: “Qual era o cerne do ensino de Paulo a Timóteo?” Ouça os alunos com atenção e depois explique que “o centro do ensino de Paulo a Timóteo concentra-se no modo de vida que é apropriado dentro da igreja. As suas lições falam de oração (2.1-8), mulheres (2.9-15), a escolha de ‘bispos’ (3.1-7) e ‘diáconos’ (3.8-13) e concluem com uma liturgia de louvor (3. 14-16).

Estas lições têm o objetivo de ajudar Timóteo a saber ‘como convém andar na igreja do Deus vivo’. A seguir, Paulo passa a falar do próprio Timóteo. É aparente que, embora Paulo amasse muito Timóteo, e o enviasse em importantes missões. Timóteo, por natureza, era tímido e hesitante. Por isto as palavras de Paulo parecem, às vezes, ir além do incentivo e da exortação.

Paulo lembra Timóteo de que ele pode esperar falsos ensinos infectando as igrejas, e que é o seu dever ‘propor’ a verdade aos irmãos (4.1-10). Mas Timóteo deve fazer ainda mais. Ele deve ‘mandar e ensinar’ a verdade, e não permitir que alguém ‘despreze’ sua ‘mocidade’. E as exortações prosseguem: Timóteo deve ‘meditar nestas coisas’, ‘ocupar-se nelas’ e ‘perseverar nelas’ (4.10-16).”

II – TIMÓTEO, VERDADEIRO FILHO

1- Sua origem. Timóteo nasceu em Listra, cidade da Licaônia, na província romana da Galácia. Sua mãe, Eunice, e sua avó, Lóide, que eram judias, ensinaram as Escrituras para ele desde a infância (2 Tm 1.5; 3.14,15). Acredita-se que ele, sua mãe e sua avó tenham se tornado cristãos por ocasião da primeira viagem missionária de Paulo, junto com Barnabé, pois em Listra muitos se tornaram discípulos de Cristo pela pregação do apóstolo (At 14.6-23). Quando Paulo retorna à Listra, agora junto com Silas, em sua segunda viagem missionária, encontra Timóteo, “filho de uma judia que era crente, mas de pai grego, do qual davam bom testemunho os irmãos que estavam em Listra e em Icônio” (At 16.1,2).

SAIBA MAIS SOBRE ESCOLA DOMINICAL:

EBD | 3° Trimestre De 2023 | CPAD – Revista Jovens – TEMA: Sejam Firmes – Ensino Sadio e Caráter Santo nas Cartas Pastorais | Escola Bíblica Dominical | Lição 01: Introdução à Primeira Carta a Timóteo

Lição 02: A Deturpação da Doutrina Bíblica do pecado | 3° Trimestre de 2023 | EBD ADULTOS

 EBD 3° Trimestre De 2023 | CPAD Adultos – A IGREJA DE CRISTO E O ÍMPERIO DO MAL – Como viver neste mundo dominado pelo Espirito da Babilônia | Escola Biblica Dominical | Lição 02: A Deturpação da Doutrina Bíblica do pecado

TEXTO ÁUREO

“Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.” (Rm 3.20)

VERDADE PRÁTICA

O pecado de Adão arruinou toda a humanidade. Contudo, Jesus Cristo pode regenerar eficazmente o pecador.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – 1 Jo 3.4 Pecado é transgredir a Lei de Deus
Terça – Rm 5.12 O pecado de Adão passou a toda raça humano
Quarta – 2 Co 5.17 Em Cristo, o pecador torna-se uma nova pessoa
Quinta – 1 Pe 1.15 A santidade é um princípio ético e moral da fé cristã
Sexta – Hb 13.4 A prostituição não pode macular a sexualidade do cristão
Sábado – 1 Co 6.19 O corpo do cristão é morada do Espírito Santo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Romanos 3.9-20
9 – Pois quê? Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma! Pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado,
10 – como está escrito: Não há um justo, nem um sequer
11 – Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus.
12 – Todos se extraviaram e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.
13 – A sua garganta é um sepulcro aberto; com a língua tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo de seus lábios;
14 – cuja boca está cheia de maldição e amargura.
15 – Os seus pés são ligeiros para derramar sangue.
16 – Em seus caminhos há destruição e miséria;
17 – e não conheceram o caminho da paz.
18 – Não há temor de Deus diante de seus olhos.
19 – Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus.
20 – Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.

Hinos Sugeridos: 75, 422, 568 da Harpa Cristã

PLANO DE AULA

1- INTRODUÇÃO
A doutrina bíblica do pecado, por natureza, faz oposição às principais ideologias modernas que buscam enaltecer o homem, destacando sua suposta bondade intrínseca. Quando a doutrina bíblica do pecado é deturpada, então, tudo o mais no campo moral também o é. Talvez essa seja a raiz de fenômenos éticos tão distantes do cristianismo bíblico, que podem ser encontrados em movimentos que se dizem cristãos, tais como: “igreja gay”; “casamentos abertos”; “prática sexual entre solteiros” etc.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Expor o ensino bíblico da natureza pecaminosa;
II) Pontuar teologias modernas que derivam da deturpação da doutrina bíblica do pecado;
III) Mostrar as consequências da normalização do pecado.
B) Motivação: Quando assistimos pessoas influentes dizendo que a Bíblia deve ser atualizada diante dos desafios de gênero, saiba que estamos diante de cristãos que deixaram de lado a visão bíblica do pecado. Nesse senti- do, não há disposição para sustentar uma verdade bíblica tão intragável para o mundo moderno: o homem é por natureza pecador e, por isso, deve se arrepender de seus pecados. Então, se enfraquecemos a doutrina bíblica do pecado, passamos a aceitar tudo o que a Bíblia diz que é pecado.
C) Sugestão de Método: Pergunte aos alunos se eles já ouviram falar de pecado social, teologia da libertação e liberalismo teológico. Ouça as res- postas e, em seguida, diga que essas três expressões são consequências do processo de deturpação da doutrina bíblica do pecado. Em seguida, inicie a exposição do primeiro tópico.

3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Esta lição exorta os alunos a não perderem de vista a doutrina bíblica do pecado. Devemos estar cientes de que a sociedade atual tem dificuldades de aceitar essa visão bíblica, mas ao mesmo tempo devemos estar encorajados a demonstrar que essa doutrina bíblica pode ser provada de maneira concreta em cada esquina onde uma pessoa é assaltada, assassinada e violada sexualmente.
4- SUBSIDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entre- vistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 94, p.37, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:
1) O texto “A Sombra do Pecado”, localizado depois do primeiro tópico, aprofunda a reflexão a respeito da natureza do pecado;
2) O texto “Questões ambientais e sociais como extensão do pecado”, ao final do segundo tópico, traz uma ampliação a respeito das ênfases que derivam da deturpação da doutrina bíblica do pecado, adequando um eficaz entendimento do lugar social na doutrina bíblica do pecado.

INTRODUÇÃO

Queda no Éden transmitiu à humanidade a inclinação do coração humano ao erro. Por isso, a regeneração é o único meio possível de desfazer as consequências do pecado em que a natureza humana só pode ser transformada pela obra de Cristo (Tt 3.5,6). Não obstante, por influência de teologias modernas, a Doutrina do Pecado vem sendo deturpada e enfraquecida. Esse processo abriu as portas para a normalização do pecado em muitos lugares denominados cristãos. Nesta lição, vamos estudar o perigo dessas teologias para a ortodoxia cristã.

Palavra-Chave: PECADO

I – O ENSINO BÍBLICO DA NATUREZA PECAMINOSA

1- Definição de Pecado. Dentre os termos para “pecado”, destacamos o substantivo hebraico chatá, cuja raiz significa “errar o alvo” (Gn 4.7); e o seu correspondente grego hamartia, que possui conotação de “erro moral” (2 Pe 2.13,14). Assim, a Bíblia define “pecado” como a transgressão da Lei de Deus (1 Jo 3.4). A palavra abrange não apenas errar o alvo, mas deliberadamente acertar o alvo errado. Trata-se de rebelião e desobediência contra Deus e a sua Palavra (1 Sm 15.22,23). Além disso, o pecado afasta o homem de Deus, fazendo-o pecar contra o próximo (1 Jo 1.6,7) e por se omitir em fazer 0 bem (Tg 4.17). Portanto, pecado é a condição do homem não regenerado e só pode ser expelido por meio do Novo Nascimento (Jo 33-7). Essa reconciliação do homem com Deus só é possível em Cristo Jesus (2 Co 5.19).

2- A universalidade do Pecado. O ser humano foi criado em estado de inocência, sem pecado, perfeito (Ec 7.29) e dotado de livre-arbítrio (Gn 2.16,17). Porém, o primeiro homem escolheu desobedecer a Deus e a sua Queda corrompeu toda a humanidade (Gn 3.9-19). O pecado de Adão foi transmitido a toda raça humana (Rm 5.12). Assim, a partir da Queda, todos os seres humanos nascem em pecado (S1 51.5). Portanto, o pecado não é passado adiante meramente pela força do mau exemplo, mas é um mal inerente à natureza humana (Rm 7.14-24). Em consequência disso, todo ser humano está debaixo da escravidão do pecado e da condenação da morte (Rm 3.23; 6.23). Apesar de corrompida pelo pecado, a natureza humana pode ser eficazmente regenerada pela fé em Cristo (Rm 3.24; 2 Co 5.17).

3- Corrupção Total. É o estado de corrupção mental, moral e espiritual da natureza humana (Rm 3.10-18). Nesse aspecto, a inclinação para fazer o errado é resultado do pecado (Gn 6.5; Rm 5.19). Por causa da Queda, todas as áreas de nosso ser foram corrompidas. Essa corrupção impede o homem de tomar a iniciativa no processo de regeneração (Rm 8.7,8). Ele só pode ser liberto do pecado após o convencimento do Espírito (Jo 16.8). Sem essa ajuda divina ninguém pode ser transformado (Tt 3.5), ou seja, o livre-arbítrio precisa ser divinamente restaurado (Rm 2.4). Somente por meio da graça o homem recebe capacidade para crer, arrepender-se e ser salvo (Rm 3.24,25). Dessa forma, a libertação do pecado não provém de nenhum esforço humano, mas é gratuita e divinamente ofertada (6.23; Ef 2.8,9).

SINOPSE I

O pecado é a transgressão da Lei d Deus. Por ele, o ser humano foi totalmente corrompido.

AUXÍLIO TEOLÓGICO

A SOMBRA DO PECADO
“Compreender o pecado nos ajuda : conhecimento de Deus, porém o pecado distorce até mesmo nosso conhecimento do próprio-eu. Mas se a luz iluminação divina consegue penetrar essas trevas, e não somente as trevas, mas também a própria luz, então poderão ser melhor analisadas. Percebe-a importância prática do estudo do pecado na sua gravidade. O pecado é contra Deus. Afeta a totalidade da criação, inclusive a humanidade. Até mesmo o menor dos pecados pode provocar juízo eterno. E o remédio para o pecado é nada menos que a morte de Cristo na cruz” (HORTON, Stanley M (ed Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 201 p.263).

II – AS TEOLOGIAS MODERNAS

1- Teologia do pecado social. A tese do pecado social remonta aos concílios católicos de Medellin (1968, Colômbia) e Puebla (1979, México). Essa tese defende que o pecado é algo que se constrói por meio de estruturas opressoras, tais como, a pobreza, a injustiça e a desigualdade. Dessa maneira, a redenção do pecado não se restringe ao aspecto espiritual, sendo preciso tratar as questões sociais. O pecado deixa de ser tratado no nível da moral e passa a ser considerado no nível econômico e social. A mudança de ênfase do pecado original (natureza humana) para o pecado social (estrutural) enfraquece a responsabilidade moral do pecador. Então, deixa-se de enfatizar a causa para explorar os sintomas (Mt 23.27,28). A partir daí, resolver as questões da ordem social é visto como solução para o problema do pecado. Naturalmente, essa é uma deturpação do ensino bíblico a respeito do pecado.

2- Teologia da libertação. A teologia da libertação tem afinidade com as ideias socialistas de Karl Marx. Essa teoria busca “libertar” o oprimido das estruturas opressoras da sociedade. Ela nasce na década de 1970 com Gustavo Gutiérrez (Peru) e Leonardo Boff (Brasil). Para eles, o estudo teológico não deve estar centrado em doutrinas bíblicas para libertar 0 homem do pecado, mas na indignação social para libertar 0 homem da injustiça social, econômica e cultural. Desse impulso surgem as teologias de cunho emancipatório de gênero (transexualidade), de sexualidade (homossexualidade) e de raça. Uma de suas vertentes é a Teologia da Missão Integral (TMI). O grande impacto dessas influências é que a fé cristã é reduzida a militância política socialista e marxista. As pautas sociais e progressistas são disfarçadas pela roupagem de Evangelho, postas acima dos valores morais do Reino de Deus. Então, transforma-se o Evangelho em inconformismo, criticismo e assistencialismo (1 Co 15.19; Fp 3.18-20).

3- Liberalismo teológico. Após a Reforma Protestante (1517), floresce o liberalismo teológico, onde a razão é colocada acima da revelação divina. Como resultado disso, a inspiração, inerrância e infalibilidade das Escrituras são questionadas; os milagres e o sobrenatural são considerados mitológicos; as doutrinas da fé são reinterpretadas e ressignificadas. Troca-se a mensagem da salvação de arrependimento, confissão de pecados e mudança de caráter por uma visão progressista que enfatiza a transformação social pelo paradigma do marxismo. Assim, o pecado é relativizado, o ecumenismo religioso é propagado e toda experiência espiritual é considerada válida. O ideário da teologia liberal é de oposição às antigas doutrinas bíblicas que se fundamentam na revelação das Escrituras (2 Tm 4.3).

SINOPSE II

A teologia do pecado social, da libertação e o liberalismo teológico derivam da deturpação da doutrina bíblica do pecado.

SAIBA MAIS SOBRE ESCOLA DOMINICAL:

Lição 01: A Igreja diante do Espírito da Babilônia | 3° Trimestre de 2023 | EBD ADULTOS

 EBD 3° Trimestre De 2023 | CPAD Adultos – A IGREJA DE CRISTO E O ÍMPERIO DO MAL – Como viver neste mundo dominado pelo Espirito da Babilônia | Escola Biblica Dominical | Lição 01: A Igreja diante do Espírito da Babilônia

3° Trim 2023 - Lição 01: A Igreja diante do Espírito da Babilônia EBD ADULTOS CPAD

TEXTO ÁUREO

“E, na sua testa, estava escrito o nome: Mistério, a Grande Babilônia, a Mãe das Prostituições e Abominações da Terra.” (Ap 17.5)

VERDADE PRÁTICA

A igreja deve resistir ao “espírito da Babilônia” presente no cenário atual. Isso deve ser feito por meio do compromisso inegociável com a autoridade da Palavra de Deus.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Na 3.4 A idolatria como símbolo da prostituição espiritual

Terça – 2 Ts 2.4,9,10 O Anticristo, por meio de Satanás, fará oposição a Cristo Jesus

Quarta – 2 Tm 4.3 O relativismo cultural contra a doutrina e a autoridade bíblicas

Quinta – Is 5.20 A busca pela desconstrução da ética e da moral cristãs

Sexta – Mt 24.35 A Palavra de Deus é a verdade absoluta e imutável

Sábado – Mc 13.33 Aguardando a volta de Cristo em constante oração e vigilância

Hinos Sugeridos: 206, 469, 473 da Harpa Cristã

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Apocalipse 17.1-6

1 – E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas,
2 – com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição.
3 – E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta decor escarlate, que estava cheia de nomes de
blasfêmia e tinha sete cabeças e dez chifres.
4 – E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas, e tinha na mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição.
5 – E, na sua testa, estava escrito o nome: Mistério, a Grande Babilônia, a Mãe das Prostituições e Abominações da Terra.
6 – E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a , maravilhei-me com grande admiração.

PLANO DE AULA

1- INTRODUÇÃO – Estamos assistindo a uma grande organização que faz oposição ao cristianismo bíblico. Essa oposição se desenvolve em escalas religiosa, política, econômica e cultural. Diante desse quadro, cabe à Igreja usar de quais armas para continuar a sua marcha no mundo até a volta de Jesus? Para responder essa e outras perguntas pertinentes aos desafios de nosso tempo, contaremos com o auxílio do pastor Douglas Baptista. Ele é doutor em Teologia, presidente da Assembleia de Deus de Missão (DF), presidente do Conselho de Educação e Cultura da CGADB.

2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Apresentar os significados de Babilônia;
II) Elencar os sistemas que formam o “espírito da Babilônia”;
III) Demarcar a posição que se espera da Igreja nesse contexto.
B) Motivação: Sua classe tem plena consciência do contexto de opressão que está se formando no mundo contra o cristianismo bíblico? Seus alunos se sentem livres em falar que Jesus é o único caminho, a verdade e a vida em detrimento de outras opções
religiosas? Eles se sentem livres em expressar no meio em que se relacionam que são contra o aborto?


C) Sugestão de Método: Para introduzir a primeira lição, procure
levar reportagens de líderes evangélicos sendo encaminhados para prestar depoimentos porque falou algo a respeito da fé que contraria a agenda progressista da atualidade. Não são poucas lideranças cristãs ameaçadas juridicamente por causa da crença. Então, a partir dessa amostra apresente o tema geral do trimestre e a exposição da primeira lição.

3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO

A) Aplicação: Esta primeira lição nos estimula a marcar a nossa posição como cristãos bíblicos. Nesse sentido, devemos ser encorajados a perseverar na ortodoxia bíblica; desenvolver a cada dia o caráter de Cristo por meio do Espírito Santo; e cultivar dia a dia a iminência da volta do Senhor Jesus Cristo, pois Ele pode voltar a qualquer momento.

4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR

A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 94, p.36, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:1) O texto “Capítulo 17 [de Apocalipse]”, localizado depois do primeiro tópico, aprofunda a reflexão a respeito dos símbolos da expressão “babilônia”;
2) O texto “Estais sempre preparados para responder”, ao final do tópico três, traz uma ampliação a respeito da posição da Igreja de Cristo diante desse contexto desafiador.

INTRODUÇÃO

O Apocalipse é a “Revelação de Jesus Cristo” (Ap 1.1a) cujo propósito é mostrar “as coisas que brevemente devem acontecer” (Ap 1.1b). Por ser de natureza escatológica, o livro não é de fácil interpretação. Por isso, convém esclarecer que, nesta lição, não se pretende identificar a babilônia literal nem listar os eventos da Grande Tribulação. Nosso objetivo é alertar a Igreja acerca dos aspectos gerais do “espírito da Babilônia” presente no cenário global em que vivemos.

Palavra-Chave: BABILÔNIA

I – BABILÔNIA E SEUS SIGNIFICADOS

1- A Grande Prostituta. A personagem é apresentada como a grande meretriz com a qual os reis da terra se prostituíram (Ap 17.1,2). No texto bíblico destacam-se três termos gregos: pórne (prostituta); pornéuo (prostituir-se); e porneia (prostituição). Na mensagem dos profetas do Antigo Testamento, essas expressões apontam para a idolatria, isto é, a prostituição espiritual (Na 3.4; Is 23.15; Jr 2.20; Os 2.5). Em Apocalipse, as muitas águas onde a prostituta se assenta simboliza multidões seduzidas pela idolatria, paganismo e sua oposição à fé cristã (Ap 17.15). Assim, a prostituta é identificada como uma das facetas da imoralidade e do falso sistema religioso representado pelo “espírito da Babilônia” (Ap 14.8; 17.5).

2- A Mulher e a besta Escarlata. A mulher montada sobre a Besta é a descrição da grande prostituta (Ap 17.3a). Ela se veste de púrpura e de escarlata (Ap 17.4a) o que significa reinado e luxo (Mt 27.28; Mc 15.17; Lc 16.19). Ela também se adorna com ouro, pedras preciosas e pérolas (Ap 17.4b), o que sinaliza o materialismo e o poder econômico. O cálice em sua mão diz respeito às abominações e as imundícias da sua prostituição (Ap 17.4c), o que representa toda a forma obscena e impura de contaminação moral e espiritual da sociedade. A fera na qual a mulher está montada é a Besta que saiu do mar (Ap 13.1). Trata-se do Anticristo que, pelo poder de Satanás, faz oposição a Jesus (2 Ts 2.4,9,10). Ele profere blasfêmias em consciente repulsa ao senhorio de Cristo (Ap 13.6; 17.3b). Suas sete cabeças e dez chifres simbolizam os poderes do mundo e a sua força política (Ap 17.3c,10,12). A união entre o cavaleiro (mulher) e a montaria (besta) simboliza a nefasta força dos sistemas religioso, econômico e político do “espírito da Babilônia”.

3- Mistério: a Grande Babilônia. Na sequência da revelação, o nome da prostituta é desvendado: “Mistério, a Grande Babilônia” (Ap 17.5a). O termo “mistério” indica que o nome “babilônia” não é meramente geográfico, mas simbólico. Babilônia é descrita como grande porque é poderosa e de vasto alcance. Refere-se à “Mãe das Prostituições e Abominações da Terra” (Ap 17.5b). Ela é a mentora de toda a rebelião contra Deus e a consequente depravação da sociedade. Babilônia é a responsável pelo assassinato dos santos e das testemunhas de Jesus (Ap 17.6a), simboliza o espírito de perseguição e a desconstrução da fé bíblica. Não se trata apenas de uma cultura sem Deus, mas de uma cultura contra Deus. Assim, o “espírito da Babilônia” é um sistema global deliberadamente anticristão.

SINOPSE I

O “espírito da Babilônia” representa uma cultura que é completamente contra Deus.

AMPLIANDO O CONHECIMENTO

BABILÔNIA
“(1) Babilônia (v.5) é o símbolo para todo o sistema mundial que tem sido dominado por Satanás ao longo da história, aplicando seus planos perversos aos aspectos político, religioso, econômico e comercial […].
(2) Esta Babilônia será completamente destruída durante os últimos três anos e meio desta era (isto é, durante a grande tribulação) pelos juízos de Deus sobre a terra.” Amplie mais o seu conhecimento, lendo a Bíblia de Estudo Pentecostal, editada pela CPAD, p.2455.

AUXÍLIO TEOLÓGICO

“CAPÍTULO 17 [APOCALIPSE]
O capítulo 17 começa apresentando uma série de visões que revelam três quedas. Juntamente com o capítulo 18, somos informados quanto aos detalhes da queda de Babilônia, anunciada nos capítulos 14.8 e 16.19. O capítulo 19 celebra a sua queda com um hino de louvor a Deus. Apocalipse 19.11,12 descreve a queda do Anticristo e de seu reinado. O capítulo 20 mostra a queda e o julgamento final de Satanás e de todos os que o seguem. Temos aqui o interlúdio do Milênio. Esta seção é concluída com o capítulo 21.1-8, confirmando o destino final dos justos e dos ímpios. Embora a Babilônia venha identificada das mais diversas formas (vide comentário nos capítulos 14.8 e 16.17-21), ela representa, na verdade, o presente sistema mundial – o mundo que a Bíblia diz estar no maligno (1 Jo 5.19), e que é simbolizado pela besta vestida de escarlate” (HORTON, Stanley M. Apocalipse: As coisas que brevemente
devem acontecer. Vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, pp.227-28).

II – O ESPÍRITO DA BABILÔNIA

1- No sistema religioso. O “espírito da Babilônia” faz com que as pessoas sejam seduzidas pela “prostituição espiritual” (Ap 17.2). Nesse sentido, o culto ao ego torna o ser humano amante de si mesmo, do dinheiro e dos deleites (2 Tm 3.2-4). Além disso, o argumento de “liberdade” estimula a devassidão por meio do afrouxamento da moral (2 Pe 2.19); o ecumenismo doutrinário provoca a erosão da fé bíblica (Gl 1.6,8); o relativismo rejeita a doutrina dos apóstolos e a autoridade bíblica (2 Tm 4.3); o humanismo reinterpreta e ressignificar os mandamentos divinos (2 Pe 3.16); o sincretismo mistura o sagrado e o profano (2 Co 6.16,17). Assim, tudo passa a ser permitido e a verdade é desconstruída (2 Tm 3.7). Em consequência disso, a Igreja verdadeira é brutalmente perseguida (Mt 24.9).

2- No sistema político e cultural. O “espírito da Babilônia” exerce forte influência na política e na cultura (Mt 13.38;1 Jo 5.19). Pautas progressistas de inversão de valores são impostas em afronta à cultura cristã, tais como: apologia ao aborto, ideologia de gênero, legalização das drogas e da prostituição (Is 5.20). Logo, o patrulhamento ideológico estigmatiza como “fundamentalista” quem ousa discordar dessas pautas (Lc 6.22; 1Pe 4.4); há censura contra quem defende os valores bíblicos (Lc 12.11,12; 1 Tm 6.3-5); a grande mídia, as artes, a literatura e a educação promovem o doutrinamento contrário à fé cristã (Jo 15.19). Coagida pelo “politicamente correto”, a sociedade assimila e defende a “nova cultura” (1Jo 4.5,6). Nesse contexto, cristãos são perseguidos e julgados (Lc 21.16,17).

3- No sistema econômico. O Livro de Apocalipse registra o enriquecimento dos mercadores por meio da exploração da luxúria e da licenciosidade do “espírito da Babilônia” (Ap 18.3). Ele mostra como o comércio e o governo subornam os cidadãos por avareza, dinheiro e poder (Mq 2.1-3; Ap 18.12,13); as pessoas são motivadas a levar vantagem financeira, ilícita e imoral em prejuízo do próximo (Pv 16.29; Mq 3.11); a sociedade é extorquida em troca da satisfação dos prazeres pecaminosos e consumismo desenfreado (Is 55.2; Lc 12.15). Nesse sentido, o materialismo, os deleites e a autossuficiência conduzem o ser humano a confiar no dinheiro (1 Tm 6.9,10, 17) e os que controlam a economia impõe embargos, tributos e multas em desfavor do cidadão impotente (Tg 2.6,7; Ap 13.16,17).

SINOPSE II

O “espírito da Babilônia” se revela nos sistemas religioso, político, cultural e econômico.

SAIBA MAIS SOBRE A ESCOLA DOMINICAL:

Lição 06: Pai Zelosos e Filhos Rebeldes | 2° Trimestre de 2023 | EBD ADULTOS

EBD | 2° Trimestre De 2023 | CPAD Adultos TEMA: RELACIONAMENTO EM FAMÍLIA – Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus | Escola Biblica Dominical | Lição 06: Pai Zelosos e Filhos Rebeldes

TEXTO ÁUREO

“Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor.” (Cl 3.20)

VERDADE PRÁTICA

O modo de criar e educar tem impacto no comportamento de nossos filhos no mundo, mas não anula a responsabilidade individual das escolhas deles.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Cl 3.21; Ef 6.4 O papel dos Pais na educação dos filhos
Terça – 2Tm 3.16,17 A Bíblia como fundamento da educação dos filhos


Quarta – 1Sm 15.22,23 A obediência como virtude dos filhos
Quinta – 2Co 12.14 A responsabilidade dos Pais para com os filhos
Sexta – 1Pe 5.8 É preciso ser sóbrios e vigilantes contra as armadilhas do diabo
Sábado – Nm 6.13-21 Uma descrição do nazireado
Hinos Sugeridos: 225, 256, 354 da Harpa Cristã

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Juízes 13.1-7,24; 14.1-3

Juízes 13
1 – E os filhos de Israel tornaram a fazer 0 que parecia mal aos olhos do Senhor, e o Senhor os entregou na mão dos filisteus por quarenta anos.
2 – E havia um homem de Zorá, da tribo de Dã, cujo nome era Manoá; e sua mulher era estéril e não tinha filhos.

33
3 – E o Anjo do Senhor apareceu a esta mulher e disse-lhe: Eis que, agora, é estéril e nunca tens concebido; porém conceberás e terás um filho.
4 – Agora, pois, guarda-te de que bebas vinho ou bebida forte, nem comas coisa imunda.
5 – Porque eis que tu conceberás e terás um filho sobre cuja cabeça não passará navalha; porquanto o menino será nazireu de Deus desde o ventre e ele começará a livrar Israel da mão dos filisteus.

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6 – Então a mulher entrou e falou a seu marido, dizendo: Um homem de Deus veio a mim, cuja vista de um anjo de Deus, terribilíssima; e não lhe perguntei de onde era, nem ele me disse o seu nome.
7 – Porém disse-me: Eis que conceberás e terás um filho, agora, pois, não bebas vinho nem bebida forte e não comas coisa imunda; porque o menino será nazireu de Deus, desde o ventre até o dia da sua morte.
24 – Depois, teve esta mulher um filho e chamou o seu nome Sansão; e o menino cresceu e o Senhor o abençoou.

PLANO DE AULA

1- INTRODUÇÃO
Nesta lição vamos estudar a criação de Sansão a fim de extrair importantes lições sobre a educação dos filhos. Embora vivessem num período de desvio espiritual coletivo e de décadas de jugo, Manoá e sua esposa seguiram as orientações do Anjo do Senhor com zelo e temor. Assim, Sansão nasceu e cresceu nazireu, sendo muito abençoado por Deus. Contudo, como sabemos, a despeito do comprometimento de seus pais em criá-lo nos caminhos do Senhor para cumprir a importante missão de libertar o seu povo, Sansão usou seu livre-arbítrio para quebrar alguns desses ensinos. Ao longo desta aula, vamos compreender que, a nossa fidelidade a Deus, ainda que seja valiosa como exemplo aos nossos filhos, não é hereditária e nem compulsória. Como pais temos a responsabilidade de semear a Palavra do Senhor, ensinando aos nossos filhos no caminho que se deve andar (Cf. Pv 22.6). Contudo, cientes de que a consequência dessa criação foge ao nosso controle, ela não escapa da soberania do Todo-Poderoso. Não obstante, o último juiz de Israel ter feito más escolhas, por fim , houve um quebrantamento e retorno às preciosas lições deixadas por seus pais, cumprindo assim 0 desígnio divino.

INTRODUÇÃO

A história da família de Sansão se dá num contexto de pressão social, escassez e sofrimento impostos pelos filisteus sobre os israelitas, por volta do século XI a.C. O filho de Manoá nasceu por um desígnio de Deus no tempo dos juízes, sendo o 12° e o último juiz em Israel. Apesar de ele ter nascido para cumprir um desígnio divino, na defesa de Israel, tinha um temperamento irascível e rebelde. É possível constatar isso ao longo de sua vida pessoal de acordo com a Bíblia. Na presente lição, veremos que os pais de Sansão foram zelosos em sua educação, mas seu filho tornou-se rebelde.

PALAVRA-CHAVE: INSTRUÇÃO

I – OS PAIS DE SANSÃO

1- Uma situação espiritualmente deplorável. O capítulo 13 de Juízes mostra que “os filhos de Israel tornaram a fazer 0 que parecia mal aos olhos do Senhor” (v.1). Por isso, Deus entregou Israel na mão dos filisteus por 40 anos (Jz 13.1). Era um contexto em que o povo vivia na prática do pecado, onde poucas famílias temiam a Deus e procuravam guardar seus mandamentos. Entretanto, havia um casal fiel ao Eterno, que recebeu uma visita do Anjo do Senhor.

2- A mulher agraciada era formada por um homem chamado Manoá, da tribo de Dã, e sua esposa, que era estéril (Jz 13.2). Foi para essa mulher que o Anjo do Senhor apareceu, dizendo: “Eis que, agora, és estéril e nunca tens concebido; porém conceberás e terás um filho” (Jz 13.3). Dessa forma, a mulher de Manoá surge no cenário do livro de Juízes, escolhida pelo Senhor para ser mãe do “remidor de Israel”. Sua história é semelhante à de Sara, Rebeca e Ana, que tiveram a esterilidade revertida para gerar vidas que desempenhariam uma função importante para a glória de Deus. Sob uma fé inabalável, a mulher de Manoá, devido ao favor gracioso de Deus, geraria um filho que libertaria 0 povo judeu do jugo dos filisteus.

3- Recebendo orientações divinas. O Anjo do Senhor deu orientações bem precisas a respeito da criança que iria nascer Isso porque Sansão seria um nazireu desde o ventre materno (Jz 13.5), ou seja, ele seria um homem separado e consagrado para cumprir um desígnio de Deus (Nm 6.13-21). Cabia aos seus pais ensiná-lo e orientá-lo quanto aos requisitos do nazireado. Sansão não poderia beber vinho ou qualquer outra bebida considerada forte; não poderia comer coisa considerada imunda (Jz 13.4.); não poderia ter os cabelos cortados e, finalmente, não poderia tocar em cadáver ou quaisquer outras coisas que representassem uma quebra de voto de nazireu.

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ESBOÇO DE PREGAÇÃO

Lição 05: Motim em Família | 2° Trimestre de 2023 | EBD ADULTOS

TEXTO ÁUREO

“Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas (Fp 2.14)

VERDADE PRÁTICA

Das murmurações derivam as contendas. Por isso, devemos evitá-las em nossa família.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – 1 Sm 15.23 A rebelião é como o pecado de feitiçaria
Terça – 1 Co 10.10 A murmuração faz a família perecer
Quarta – Sl 31.13 A murmuração é o combustível do conluio
Quinta – At 6.1 A murmuração nos primórdios da Igreja
Sexta – Fp 2.14 A murmuração faz Fazendo todas as coisas sem murmuração
Sábado – 1 Co 3.3 Paulo repreendeu a inveja entre os irmãos
Hinos Sugeridos: 121, 232, 474 da Harpa Cristã

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Números 11.1-7; 12.1-8

Números 11
1 – E aconteceu que, queixando-se o povo, era mal aos ouvidos do Senhor; porque o Senhor ouviu-o, e a sua ira se acendeu, e 0 fogo do Senhor ardeu entre eles e consumiu os que estavam na última parte do arraial.
2 – Então o povo clamou a Moisés, e Moisés orou ao Senhor, e ofogo se apagou.
3 – Pelo que chamou aquele lugar Taberá, porquanto o fogo do Senhor se acendera entre eles.
4 – E o vulgo, que estava no meio deles, veio a ter grande desejo; pelo que os filhos de Israel tornaram a chorar e disseram: Quem nos dará carne a comer?
5 – Lembramo-nos dos peixes que, no Egito, comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos. 6 – Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.
7 – E era o maná como semente de coentro, e a sua cor como a cor de bélico.

Números 12
1 – E falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cuxita, que tomara; porquanto tinha tomado a mulher cuxita.
2 – E disseram: Porventura, falou o Senhor somente por Moisés? Não falou também por nós? E o Senhor o ouviu.
3 – E era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra.
4- E logo o SENHOR disse a Moisés, e a Arão, e a Miriã: Vós três saí à tenda da congregação. E saíram eles três.
5 – Então, o SENHOR desceu na coluna de nuvem e se pôs à porta da tenda; depois, chamou a Arão e a Miriã, e eles saíram ambos.
6 – E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o Senhor, em visão a ele me farei conhecer ou em sonhos falarei com ele.
7 – Não é assim com o meu servo Moisés, que é fiel em toda a minha casa.
8 – Boca a boca falo com ele, e de vista, e não por figuras; pois, ele vê a semelhança do Senhor; porque, pois, não tivestes temor de falar contra o meu servo, contra Moisés?

PLANO DE AULA

1- INTRODUÇÃO – A insurreição de Miriã e Arão à liderança de Moisés é um exemplo perfeito para aprofundar o estudo de algumas das causas de desunião e contendas na família até os dias de hoje. Deus nos criou para a comunhão. Dessa forma, a família, como o primeiro e principal meio social humano, deve ser um ambiente seguro de cooperação e valorização das potencialidades e papéis individuais. Entretanto, como as Escrituras nos mostram desde a Queda, a primeira família já foi marcada por uma inveja tão corrosiva que culminou trata com tamanho rigor a murmuração de Miriã. Essa atitude foi usada contra o casamento de Moisés com uma midianita, para atacar o irmão, secretamente invejado. Por meio desse estudo, vamos nos munir da sabedoria para que tais mazelas não adoeçam nossos lares, como a contagiosa lepra que acometeu a Miriã.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Apresentar as raízes e danos causados pela murmuração entre o povo de Deus;
II) Identificar o real motivo que culminou a rebelião dos irmãos contra Moisés;


III) Conscientizar de que Deus honra o líder manso e humilde, punindo os que lhe intentam o mal.


B) Motivação: Como proteger a nossa casa dos males impregnados em nossa cultura e sociedade, tais como: a murmuração, inveja, disputa e rebelião? Quantas vezes, sem nem mesmo perceberem, os pais instigam os filhos à rivalidade, utilizando a comparação como: “Por que você não é obediente como o seu irmão?” Por meio desse estudo, propomos a anatomia desse clássico episódio familiar a fim de aprendermos a identificar e a combater traços tão comuns à nossa cultura que, se não vigiarmos, poderão entrar em nossos lares, causando grandes mazelas e rupturas familiares.


C) Sugestão de Método: Leve alguns dicionários e distribua-os entre voluntários dispostos a ler em alta voz. No decorrer da aula, de acordo com o tópico, peça que abram na página correspondente (previamente marcada por você para otimizar o tempo) e leiam o significado de palavras-chaves da lição, como por exemplo: Murmuração; insatisfação; insurreição, ciúme e, inveja, manso, humilde e/ ou qual mais julgar pertinente para ampliar e fixar o entendimento dos objetivos propostos.


3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: A falta de gratidão e insatisfação constante por muitas vezes são sintomas de um problema oculto no interior do murmurador. Que saibamos identificar as causas e consequências desse mal, vigiando para que o nosso lar seja um ambiente de paz, no qual cada papel desempenhado no seio da família seja respeitado e apoiado mutuamente, como tão sabiamente o apóstolo Paulo aconselhou aos pais, filhos, esposas e maridos, quanto aos deveres domésticos (Ef 5.22-33; 6.1-4).


4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 93, p. 38, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:
1) O texto “O Pecado de Miriã e Arão”, localizado ao final do primeiro tópico, aprofunda o contexto e a motivação por trás das críticas e insurreição dos irmãos contra Moisés;
2) O texto “A inveja causa a rebelião”, localizado depois do segundo tópico, elenca emblemáticos exemplos nos quais este terrível sentimento corrompeu corações e continua no âmago de uma infinidade de problemas pessoais, familiares e sociais.

INTRODUÇÃO

Nesta lição, estudaremos o motim formado por Miriã e Arão contra a liderança de Moisés. Veremos que esse motim foi em família, pois Moisés, Miriã e Arão eram irmãos. A presente lição nos exorta a respeito do cuidado com as murmurações e as contendas na família, que contribuem com a desarmonia familiar. Por isso, aprendemos que é prudente evitar as contendas familiares para que a paz e a harmonia reinem entre os santos.

PALAVRA-CHAVE: MURMURAÇÃO

I – A INFLUÊNCIA NEGATIVA DA MURMURAÇÃO

1- Assim nasce um motim. A palavra “ motim ” refere-se aos atos explícitos de desobediência ou a uma reação negativa contra as regras e as ordens estabelecidas num grupo social. É o que vemos em Números 11 e 12. Nesses capítulos há uma descrição de murmurações que culminaram na rebelião familiar contra a liderança de Moisés. Vejamos agora três queixas que remontam à rebelião na família do legislador de Israel.

2- A primeira queixa. Israel havia saído da região ao redor do Sinai, no qual havia relativa fertilidade para a produção de grãos e água. De repente, depois de andarem para além do Sinai e depararem -se com o inóspito deserto, os israelitas começaram a reclamar de que Moisés os havia trazido para morrerem naquele lugar, quando poderiam ter ficado no Egito. Aquela murmuração não só entristeceu a Moisés, mas a Deus, que havia libertado o povo do cativeiro egípcio. Por isso, Ele operou um juízo de fogo, destruindo um grupo de israelitas que vivia reclamando. O Senhor chamou aquele lugar de “ Taberá ” que significa “ queimar” (Nm 11.1-3).

3- A segunda queixa (Nm 11.4-7). Após experimentar o juízo de fogo, no lugar de se humilhar diante de Deus, o povo começou a murmurar contra o “maná” que a cada manhã Deus enviava, e a lembrar com saudades dos alimentos do Egito (Nm 11.4-6). Facilmente esqueceu-se de todas as privações experimentadas com os escravos no Egito. Esse povo esqueceu-se também dos milagres operados pelo Senhor, quando abriu o Mar Vermelho, quando transformou a água amarga em água doce e outros muitos milagres. A murmuração nos faz esquecer das boas coisas vivenciadas com Deus.

4- A terceira queixa (Nm 12.1-3). No capítulo 12, após todo um contexto de murmuração apresentado no capítulo 11, temos a rebelião de Miriã e Arão contra a liderança de Moisés. Trata-se de uma rebelião na família de MoisésArão e Miriã. Em primeiro lugar, Miriã e Arão não aceitavam o casamento de Moisés com uma mulher cuxita, que por não ser de nenhuma família hebreia, mas da descendência de Cam, filho de Noé, teve muita resistência de aceitação, pois esse povo era considerado vil e desprezível. Porém, essa murmuração ia mais longe. Por serem mais velhos que Moisés, Miriã e Arão queriam ter um tratamento protagonista como o de Moisés (Nm 12.2). A inveja na família é um sentimento perigoso.

SINOPSE I

Os episódios de murmuração estão na origem do motim produzido pelos irmãos de Moisés.

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ESBOÇO DE PREGAÇÃO 

Lição 02: A Predileção dos Pais por um dos Filhos | 2° Trimestre de 2023 | EBD – ADULTOS

EBD | 2° Trimestre De 2023 | CPAD – Adultos – TEMA: RELACIONAMENTO EM FAMÍLIA – Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus | Escola Biblica Dominical | Lição 03: Ciúme, o Mal que Prejudica a Família

TEXTO ÁUREO

“Porque, onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa”. (Tg 3.16)

VERDADE PRÁTICA

O ciúme é uma obra da carne e só o fruto do Espírito é capaz de superar as consequências ruins dessa emoção.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Pv 6.34 O ciúme desperta a fúria das pessoas
Terça – 1 Co 3.3 Onde há ciúme há carnalidade
Quarta – Mc 15.10 Pessoas perseguiram Jesus por causa do ciúme
Quinta – Gl 5.25 Rejeitando o ciúme de maneira convicta


Sexta – Fp 4.8; Pv 4.23 Protegendo a mente e o coração do ciúme
Sábado – 1 Co 13.4 O antídoto do perfeito entendimento do amor
Hinos Sugeridos: 20, 425, 432 da Harpa Cristã

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Gênesis 37.1-4,11,18,23,24,28

1 – E Jacó habitou na terra das peregrinações de seu pai, na terra de Canaã.
2 – Estas são as gerações de Jacó: Sendo José de dezessete anos, apascentava as ovelhas com seus irmãos; e estava este com os filhos de Bila e com os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e José trazia uma má fama deles a seu pai,
3 – E Israel amava a José mais do que todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica de várias cores.
4 – Vendo, pois, seus irmãos que seu pai o amava mais do que a todos os seus irmãos, aborreceram-no e não podiam falar com ele pacificamente.

11 – Seus irmãos, pois, o invejavam; seu pai, porém, guardava este negócio no seu coração.
18 – E viram-no de longe e, antes que chegasse a eles, conspiraram contra ele, para 0 matarem.

23 – E aconteceu que, chegando José a seus irmãos, tiram a José a sua túnica, a túnica de várias cores que trazia.
24 – E tomaram-no e lançaram-no na cova; porém a cova estava vazia, não havia água nela.

28 – Passando, pois, os mercadores midianitas; tiraram, e alçaram a José da cova, e venderam José por vinte moedas de prata aos ismaelitas, os quais levaram José ao Egito.

PLANO DE AULA

1- INTRODUÇÃO
O ciúme é uma emoção humana que pode levar a grandes proporções. Todas as pessoas sentem ciúmes em algum momento da vida; às vezes é por alguém da família, outras vezes é por amigos ou por algum bem que é considerado precioso. Há pessoas que sentem ciúmes por cargos e funções e isso pode acontecer tanto no ambiente profissional como no ambiente eclesiástico. Nesta lição, temos o propósito de refletir a respeito das consequências do ciúme na família.


2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Refletir sobre as consequências do favoritismo e do ciúme na família de Jacó;
II) Identificar os males que o ciúme provoca nos relacionamentos;
III) Compreender que o homem precisa orientar seu coração pela Palavra de Deus e não por suas emoções carnais.
B) Motivação: Nesta lição veremos que o ciúme é uma emoção carnal e, se for cultivado, pode chegar ao descontrole, causando consequências gravíssimas para as famílias e para os relacionamentos em geral. O cristão não pode ter ações dirigidas por seus impulsos ou emoções carnais. Assim, veremos como ele pode lidar com essa emoção.
C) Sugestão de Método: O tema desta lição é uma emoção comum a todos os alunos. Comece a aula propondo um diálogo sobre o ciúme. Pergunte à sua classe: “Alguém aqui é ciumento? Você costuma sentir ciúme por alguém ou por alguma coisa? Você já foi alvo de ciúmes? Se sim, como você se sentiu”? Após alguns minutos de compartilhamento, inicie a exposição da lição.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Esta lição nos convida a refletir sobre as emoções que permeiam nosso coração e que costumam influenciar nosso comportamento. O ciúme não deve ser naturalizado ou fantasiado como uma “prova de amor e cuidado”, porque ele traz consigo sérias consequências. Devemos lembrar que a Bíblia diz que “o amor não arde em ciúmes” (l Co 13.4 – NAA). Portanto, como cristãos, nosso coração precisa ser regido pelo amor e não por emoções carnais.
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 93, p.37, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:
1) O texto “Quem era José”, que ajuda a aprofundar o primeiro tópico, mostra o perfil de José, apresentando o contexto histórico do seu nascimento e sua dinâmica familiar.
2) O texto “As consequências do favoritismo e do ciúme”, que expande o segundo tópico, traz um alerta quanto às consequências da emoção do ciúme.

INTRODUÇÃO

A história dos filhos de Jacó não só é comovente, mas dramática. José, filho amado do patriarca, foi alvo do ciúme dos seus irmãos. É verdade que Jacó tinha certa preferência por ele. Por isso, tornou-se uma pessoa de confiança do velho pai. José delatava todas as más ações de seus irmãos para o patriarca da família. Por esse motivo, eles o viam como um delator e merecedor das hostilidades deles. A lição de hoje não tem o objetivo de tratar dos aspectos gerais da história de José, mas enfatizar essa relação de conflito dentro da família de Jacó. Vejamos as consequências para uma família em que a inveja e o ciúme estão presentes.

Palavra-Chave: CIÚME

I – A FALHA NO TRATAMENTO DOS FILHOS

1- A preferência de Jacó. Em Gênesis 37, lemos que “Jacó amava a José mais do que a todos os seus filhos” (Gn 37.3). É possível que o patriarca , tenha percebido que havia algo especial em relação a José. Entretanto, independentemente de ser o filho da sua velhice, José era um dos muitos filhos que ele havia gerado. Naturalmente, quando são conscientes do seu papel paterno e materno dentro do lar, os pais percebem as diferenças de personalidade e de temperamento de cada um dos filhos. Por isso, é preciso muita atenção no relacionamento com eles. Na lição 2, estudamos a respeito do problema que foi gerado pela predileção de Isaque e Rebeca entre Esaú e Jacó. Aqui, na história de José, veremos que a predileção de Jacó produziu o ciúme e a inveja entre os irmãos, as consequências graves dessa prática dentro da família.

2- O ciúme em meio à preferência. Jacó não mediu as consequências ao presentear seu filho José com “uma capa de várias cores” numa clara atitude de preferência. Isso provocou ciúmes nos demais filhos, os quais entenderam que o pai não lhes dava o devido valor. Ora, José era o décimo primeiro filho de Jacó, e quando os mais velhos se sentiram alijados do amor do pai, encheram-se de fúria. Eles viam que esse traje especial significava o favoritismo da parte do pai e, por isso, “ aborreceram-no” (v.4).

3- A inveja não permite compreender os desígnios de Deus. Além desse presente do pai a José, também havia os sonhos de José que o colocavam sempre em superioridade em relação aos seus irmãos. O sonho dos molhos de trigo e o sonho dos corpos celestes que se inclinavam diante de José (vv.5-9), quando contado para seus irmãos, fizeram com que eles entendessem que José agia com arrogância e despeito em relação a eles e, por isso, o rejeitavam. Os sonhos tinham um caráter profético, mas seus irmãos entenderam como uma atitude presunçosa da parte de José. Não podiam enxergar o que aconteceria alguns anos depois, quando José tornou-se governador do Egito (Gn 41.41-43).

SINOPSE I

Jacó tinha um favoritismo por seu filho José. Tal prática prejudicou sua família e provocou dissensão entre os irmãos.

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ESBOÇO DE PREGAÇÃO 

Lição 02: A Predileção dos Pais por um dos Filhos | 2° Trimestre de 2023 | EBD – ADULTOS

TEXTO ÁUREO

“E amava Isaque a Esaú, porque a caça era do seu gosto, mas Rebeca amava a Jacó.” (Gn 25.28)

VERDADE PRÁTICA

A preferência de filhos dentro do lar gera divisão e promove o egoísmo na formação deles.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Rm 12.2 A vontade de Deus sempre é perfeita

Terça – Gn 25.21 Deus abre a madre da mulher estéril
Quarta – Sl 127.3-5 Os filhos são herança para os pais
Quinta – Gn 49.3; cf. Sl 78.51 A primazia do filho primogênito na família
Sexta – Ef 6.1-3 Os filhos devem honrar e obedecer a seus pais

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Gênesis 25.19-28

19 – E estas são as gerações de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou a Isaque;

PLANO AULA

1- INTRODUÇÃO
Na lição desta semana, veremos que, quando desviamos das normas de convivência saudável que Deus estabeleceu em sua Palavra, o relacionamento familiar é profundamente prejudicado. No Livro de Gênesis, encontramos a predileção dos filhos por parte do casal Isaque e Rebeca. O presente relato bíblico nos ensina que é uma tragédia moral e espiritual quando os pais preferem qualquer um dos filhos. Estes são herança do Senhor (SL 127.3) e cabe aos pais a responsabilidade com o desenvolvimento saudável e equilibrado do ponto de vista físico, emocional e espiritual dos filhos (Ef 6.4). Vale destacar que a formação do caráter dos filhos tem como referência o relacionamento sadio entre os pais, o qual é a principal referência para os filhos.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição:
I) Apresentar o plano de Deus para a família de Isaque e Rebeca;

II) Apontar a predileção dos filhos como uma das principais causas de conflito familiar;
III) Explicar os malefícios da predileção na formação e desenvolvimento físico, emocional e espiritual dos filhos.
B) Motivação: Isaque e Rebeca foram infelizes na criação dos filhos porque não souberam esperar o cumprimento das promessas divinas e não atentaram para os malefícios emocionais que a predileção pode trazer para as relações familiares. Para que os filhos cresçam de maneira saudável é fundamental que os pais entendam que o amor de Deus não faz acepção de pessoas (Rm 2.11). Cada ser humano tem as suas características peculiares e é relevante no plano de Deus para alcançar as famílias.
C) Sugestão de Método: Realize um painel com seus alunos. Convi­de pastores e ministros que fazem parte do ministério da igreja para um

diálogo sobre a criação dos filhos. É importante que você, professor(a), seja o(a) mediador(a). Peça que cada um deles expresse um conselho sobre a predileção em relação aos filhos. Em seguida, abra espaço para os alunos perguntarem sobre o tema. Ao final, ore ao Senhor para que haja cura das possíveis decepções causadas em razão da predileção. Reforce que devemos pedir a Deus sabedoria para não cometermos injustiça no cumprimento de nossos papéis familiares.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Depois de apontar os malefícios da predileção para a
formação do caráter dos filhos, faz a seguinte pergunta: Como a predileção tem afetado a relação entre pais e filhos no seio familiar atual? Que exercícios devem ser praticados para evitar esse tipo de conflito entre irmãos?

INTRODUÇÃO

A história de Isaque e Rebeca parece uma infeliz repetição da de Abraão e Sara. Por algumas vezes, Abraão não soube lidar com os sentimentos de sua esposa, cometendo erros pelos quais pagou um alto preço. Nesta lição, estudaremos a respeito da predileção de filhos pelo casal Isaque e Rebeca. Veremos que quando isso acontece na família, os resultados são conflitos intermináveis que fazem do lar um ambiente hostil para a criação dos filhos. Obviamente, essa não é a vontade de Deus para a família cristã.

PALAVRA CHAVE: PREDILEÇÃO

I – O PLANO DE DEUS PARA A FAMÍLIA E SUA PRESCIÊNCIA

1- O Plano divino para a famí­lia de Isaque e Rebeca. Isaque e Rebeca faziam parte de um plano maior de Deus. Ao conhecer Rebeca e tomá-la por esposa, Isaque não esperava o que viria pela frente. Quando ele descobre a esterilidade de Rebeca, a Bíblia diz que o patriarca orou ao Senhor para que a mãe de sua esposa fosse aberta (Gn 25.21). Somente
20 anos depois dessa oração, com 60 anos de idade, Isaque recebeu a notícia de que Rebeca estava grávida (Gn 25.26; cf. 25.20). Portanto, nada pode impedir o plano de Deus, pois quando Ele opera, seus desígnios se cumprem no tempo certo. Assim, no tempo perfeito de Deus, Rebeca gerou dois meninos.

2- O propósito presciente de Deus. Deus sabia antecipadamente o futuro de Esaú e de Jacó. Ele sabia de antemão o que haveria de acontecer com os filhos gêmeos de Isaque e Rebeca (Gn 25.23). Isso indepen­dia das circunstâncias que envolvessem essa história. Por isso, o Senhor atendeu a oração de Isaque e Rebeca concebeu filhos gêmeos (Gn 25.21). Entretanto, conforme as crianças se desenvolviam, alguns meses depois os gêmeos já lutavam entre si no ventre da esposa de Isaque (Gn 25.22).

No caso dos gêmeos, Esaú e Jacó, Deus sabia que, criados como agentes livres, eles seriam rivais. Aqui, estamos abordando a presciência de Deus, um atributo divino que indica o pre-conhecimento de todas as coisas. Devemos ressaltar que esse atributo não é causativo, isto é, ele não implica determinismo na vida do ser humano. Contudo, o Senhor tem um propósito para a vida de cada pessoa; muitas vezes não o compreendemos, mas sabemos que a vontade dEle é perfeita (Rm 12.2).

SINOPSE I

Os desígnios de Deus se cum­prem no tempo certo.

AUXÍLIO VIDA CRISTÃ

“ENTENDA COMO SEUS FILHOS SE SENTEM
Para estabelecer os seus filhos numa identidade forte e positiva, em primeiro lugar você precisa entender como eles se sentem. Sempre que um filho diz ao seu pai: ‘Você não entende’, sinais de alarme deveriam disparar na mente desse pai. Isso não quer dizer que seus filhos tenham razão quanto ao que sentem. No entanto, o passo essencial para ajudar uma pessoa a lidar com as suas percepções. A criança que diz que o seu pai não a compreende pode estar desejando que a escutem – e ouçam. Sempre que os nossos filhos nos dizem isso, a maioria de nós faz a coisa mais fácil – fica zangado se afasta. Afinal, sempre é mais fácil reagir do que compreender. […] Tiago deu o seguinte conselho: ‘Todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar’ (Tg 1.19). Acho que isso é particularmente necessário para os pais. As crianças irão romper as suas regras e o seu coração, mas quando você se comunicar com os sentimentos delas, estabelecerá uma conexão que tornará a cura muito mais fácil” (YOUNG, Ed. Os 10 Mandamentos da Criação dos Filhos: O que fazer e o que não fazer para criar ótimos filhos? Rio de Janeiro: CPAD, 2017, p.44).

II – O CONFLITO FAMILIAR

1- A esterilidade de Rebeca. Na antiguidade, uma mulher estéril era vista como uma pessoa amaldiçoada. Por serem impedidas de procriar, mulheres inférteis eram consideradas inferiores a ponto de, num casamento, os maridos terem o direito de repudiá-las. No caso de Isaque, ao perceber que Rebeca não podia dar-lhe filhos, orou ao Senhor para que a esterilidade de Rebeca fosse desfeita e ela pudesse gerar. Como vimos, Deus ouviu o clamor de Isaque (Gn 25.21).

2- O conflito: “E os filhos lutavam no ventre dela” (Gn 25.22). Naquele tempo, do ponto de vista social, a geração de filhos herdeiros era importante para as famílias (Sl 127.3-5). Por isso, Abraão e Sara precipitaram-se na promessa de Deus com uma substituta, a serva Agar, para gerar o filho desejado, e pagaram um preço alto. Diferentemente de seu pai, Isaque buscou ajuda do alto para superar o problema da esterilidade de Rebeca. Entretanto, uma vez grávida, para a felicidade do casal, Rebeca começou a afligir-se por causa de um movimento excessivo dentro do seu ventre. A esposa de Isaque orou ao Senhor a respeito da questão e ouviu de Deus que havia dois povos no seu ventre, e que o menor dominaria sobre o maior (Gn 25.23).

3- O favoritismo do casal pelos filhos. Em termos de personalidade e de temperamento, Esaú e Jacó cresceram como pessoas diferentes. Em Gênesis 25.25-28, Deus revela a Rebeca as diferenças entre os gêmeos. O ‘’menor’’ (Jacó) teria uma descendência forte e o ‘’maior’’ (o mais velho e, por isso, primogênito, Esaú) servirá ao menor. No capitulo 27, já idoso e cego, Isaque achava que logo morreria. Por isso, preocupava-se em abençoar a Esaú com a bênção patriarcal do ‘’direito da primogenitura’’. Alicerçado nos padrões legais do direito daquele tempo, dedicava-se a Esaú, pois este o satisfazia com o prazer das caças que levava para o patriarca. Entretanto, sabendo que havia um plano especial de Deus para o filho mais novo, Rebeca favorecia Jacó. Essa predileção praticada pelos pais de Esaú e Jacó produziria um grande conflito na família.

SINOPSE II

A predileção dos filhos é uma das causas de conflito na família.

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