Lição 12: Zacarias: O Messias, a Pedra Angular | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 12: Zacarias: O Messias, a Pedra Angular

OBJETIVOS

EXPLICAR a estrutura do livro de Zacarias; 

COMENTAR como as oito visões do profeta contribuíram para motivar os judeus na reconstrução do Templo 

APRESENTAR as profecias messiânicas de Zacarias.

TEXTO DO DIA

“E, se alguém lhe disser: Que feridas são essas nas tuas mãos? dirá ele: São as feridas com que fui ferido em casa dos meus amigos. (Zc 13.6)

SÍNTESE

Zacarias apresentou Cristo como o Servo-Sofredor que salvará a humanidade e o Rei-Vitorioso que mostrará o seu poder sobre tudo e sobre todos

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Ed 6.14 Zacarias e Ageu motivaram os judeus na reconstrução do Templo

TERÇA  -Zc 6.13 Cristo, o Rei-Sacerdote

QUARTA – Zc 9.9 A humildade do Messias

QUINTA – Zc 11.12,13 Jesus é traído

SEXTA – Zc 12.10 A morte do Messias

SÁBADO – Zc 14.9-11 O futuro glorioso de Jerusalém

INTERAÇÃO

Professor(a) a mensagem de Zacarias, assim como a de Ageu teve como objetivo incentivar os judeus que retornaram do exílio a investirem na reconstrução do Templo. Podemos extrair de seu livro três importantes lições para a Igreja do Senhor na atualidade. A primeira é que os servos de Deus devem colocar todas as suas competências, talentos e dons espirituais a serviço do Senhor. Os dons espirituais, assim como os talentos jamais devem ser escondidos ou negligenciados, mas usados para a glória do Todo-Poderoso. A segunda é que o jejum continua valendo para os dias atuais. Jesus ratificou a prática do jejum, contudo temos que ter o cuidado para que tal prática não se torne apenas um ato ritualístico. O jejum precisa ser visto pelo crente como uma forma voluntária de adoração ao Senhor (Zc 8.19). A terceira lição é que Jesus Cristo na sua primeira vinda ao mundo, veio em carne, foi concebido pelo Espírito Santo no ventre da virgem Maria, nasceu como um bebê para morrer na cruz por nossos pecados. Porém, em sua segunda vinda. Ele voltará em glória e como um Rei vitorioso para julgar as nações.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Professor(a) reproduza o quadro abaixo Utilize-o para fazer um resumo do livro do profeta Zacarias e apresente-o na introdução da lição.

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 12: Zacarias: O Messias, a Pedra Angular

TEXTO BÍBLICO

Zacarias 13.8.9

8- E acontecerá em toda a terra, diz o Senhor, que as duas partes dela serão extirpadas, e expirarão; mas a terceira parte restará nela.

9- E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O Senhor é o meu Deus.

INTRODUÇÃO

Zacarias desenvolveu o seu ministério para o primeiro grupo que retornou à Jerusalém após o decreto assinado por Ciro em 538 a.C. que autorizou a repatriação dos judeus exilados Cinquenta mil judeus sem contar as mulheres e crianças retornaram sob a liderança do príncipe Zorobabel e do sumo sacerdote Josué. O propósito era reconstruir o Templo. Com a oposição dos samaritanos muitos desanimaram e o projeto acabou sendo abandonado.

I – ZACARIAS

1. Sacerdote e profeta. Zacarias desenvolveu a responsabilidade sacerdotal do ensino ao lado da força encorajadora de um profeta Ele foi sacerdote e profeta. Oriundo da tribo de Levi era descendente de uma família de sacerdotes (Zc 1.1,7). Seu nome significa ‘o Senhor lembra’. Ele nasceu em terra estrangeira, quando os judeus estavam exilados na Babilônia. Fez parte do primeiro grupo composto de cinquenta miljudeus que retomou a Jerusalém sob a liderança de Zorobabel (Ne 12.1,4,7,10,12,16).

2. Data. O livro de Zacarias começou a ser escrito em 520 a.C.: diferente de Ageu que entregou quatro mensagens em um período curto de tempo. Zacarias, sendo mais jovem do que Ageu, viveu muito mais tempo e deste modo, teve um ministério profético mais longevo. Algumas datas são apresentadas no seu livro: 1 de novembro de 520 a.C (Ag 1.1), 24 de fevereiro de 519 aC (Zc 17-615); 4 de dezembro de 518 a.C (Zc 7.8). Acreditamos que a parte final do Livro apresenta profecias entregues próximo ao ano 480 a.C. (Zc 9-14). Esta é uma hipótese. Sabemos que Zacarias citou os gregos.

Tendo em vista que a Grécia começou a se tornar uma potência mundial ao derrotar Dario I em 400 aC e Assuero em 480 aC., os estudiosos apontam que a parte final do Livro provavelmente foi escrita quando os gregos começaram a despontar no cenário, por volta do ano 480 aC. Se Isto for verdade. Zacarias permaneceu durante décadas profetizando para o seu povo. Ao lado de Ageu, incentivou o retomo da reconstrução do Templo, todavia, sua profecia não se limitou unicamente a este propósito, ele também se inteirou pela renovação espiritual de Jerusalém e de seu povo, por isso entregou mensagens messiânicas que traziam esperança para o povo.

3. Estrutura e mensagem do livro. O livro de Zacarias possui algumas singularidades: É o livro mais apocalíptico e escatológico de todo o Antigo Testamento, também é o livro mais extenso entre os profetas menores de igual modo, é considerado o livro mais difícil de ser interpretado e isto acontece por causa de suas visões, símbolos e parábolas Sua profecia é composta de visão (Zc 1-6) e palavra (Zc 7-14). Os capítulos 1-8 encorajaram os judeus na reconstrução do Templo, enquanto os capítulos 9-14 apresentaram profecias sobre Israel e o Messias. Ele profetizou sobre as funções que Cristo exerceria como o “Servo do Senhor” (Zc 3.8), o Rei-Sacerdote (Zc 6.13), o verdadeiro Pastor (Zc 11.4-11).

Também relatou episódios da vida de Cristo: sua traição (Zc 11.12,13); sua crucificação (Zc 12.10), seus sofrimentos (Zc 13.7) e sua segunda vinda em glória retratando Jesus como o Rei-guerreiro que reinará sobre Jerusalém (Zc 14.4). O Novo Testamento apresenta diversas referências diretas e indiretas das profecias de Zacarias (Zc .9 e Ml 21.5; Zc 11.13 e Zc 12.10 e Ap .7),

II – A ATUAÇÃO DE ZACARIAS

1.O primeiro sermão. A primeira mensagem de Zacarias tinha como propósito exortar o povo ao arrependimento (Zc 11-6). Ela foi entregue entre o segundo e o terceiro sermão profético de Ageu (Ag 2.1-9, 2.10-19). O profeta exortou os judeus a observarem os erros dos seus antepassados que recusaram ouvir os profetas que os antecederam (Is 31.6; Jr 3.12; 18.11;Os 14.1).

2. As oito visões. Os capítulos 1-6 apresentam oito visões que contribuíram para encorajar os judeus que trabalhavam na reconstrução do Templo. A primeira visão foi dada quando a obra já estava em andamento há cinco meses (Zc 1.7), as outras sete não registram suas datas provavelmente uma seguiu a outra.com rápida sucessão, sendo imediatamente registrados por isto não se fez necessário as datações seguintes. As visões indicavam que os olhos do Senhor estavam voltados para Jerusalém, pois a Casa do Senhor estava sendo edificada (Zc 1.7-17), e que qualquer poder que se levantasse contra o povo de Deus, cedo ou tarde, seria destruído (Zc 1.18-21) pois Jerusalém estava sendo medida e protegida por Deus (Zc 2); e seu sacerdócio seria restaurado (Zc 3).

A reconstrução do Templo não poderia ser vista apenas como uma obra humana, mas como resultado da influência operada pelo Espírito do Senhor nos corações (Zc 4). A justiça deveria ser uma marca nesta reconstrução social (Zc 5.1-4), visto que o cativeiro babilónico tinha purificado o povo de Deus (Zc 5.5-12). As visões terminam com a descrição dos juízos divinos que seriam derramados contra as nações inimigas (Zc 6.1-8). Todas as visões visavam motivar o povo.

3. Uma adoração sincera. Durante o cativeiro, o povo de Judá desenvolveu o hábito de jejuar no quarto, quinto, sétimo e décimo mês, como sinal de luto pela destruição do Templo (Zc 8.19). Quando a reconstrução já se encontrava bem avançada, surgiu uma pergunta no novo Templo: os jejuns deveriam continuar? (Zc 7.3). Uma comitiva veio de Betel para interrogar os sacerdotes de Jerusalém. A primeira geração de exilados havia sentido profundamente a queda de Jerusalém e chorava com sinceridade, porém a segunda geração não conseguia entender a profundidade da atitude e a cumpria apenas como um ritual.

jejum parecia um incômodo para eles Este tem sido o problema de coração que “nasce na Igreja”. Há filhos de crentes que cumprem rituais porque se acostumaram, mas não se conscientizaram sobre o porquê de tais atitudes. Zacarias respondeu que depois de restaurar e abençoar Jerusalém, os jejuns deveriam permanecer o que mudaria seria a atitude dos homens em relação no ritual. A adoração triste. compulsória e nostálgica dania lugar a uma adoração festiva regada por atos sagrados de honra em louvor a Deus.

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OBJETIVOS

EXPLICAR a estrutura do livro de Zacarias; 

COMENTAR como as oito visões do profeta contribuíram para motivar os judeus na reconstrução do Templo 

APRESENTAR as profecias messiânicas de Zacarias.

TEXTO DO DIA

“E, se alguém lhe disser: Que feridas são essas nas tuas mãos? dirá ele: São as feridas com que fui ferido em casa dos meus amigos. (Zc 13.6)

SÍNTESE

Zacarias apresentou Cristo como o Servo-Sofredor que salvará a humanidade e o Rei-Vitorioso que mostrará o seu poder sobre tudo e sobre todos

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Ed 6.14 Zacarias e Ageu motivaram os judeus na reconstrução do Templo

TERÇA  -Zc 6.13 Cristo, o Rei-Sacerdote

QUARTA – Zc 9.9 A humildade do Messias

QUINTA – Zc 11.12,13 Jesus é traído

SEXTA – Zc 12.10 A morte do Messias

SÁBADO – Zc 14.9-11 O futuro glorioso de Jerusalém

INTERAÇÃO

Professor(a) a mensagem de Zacarias, assim como a de Ageu teve como objetivo incentivar os judeus que retornaram do exílio a investirem na reconstrução do Templo. Podemos extrair de seu livro três importantes lições para a Igreja do Senhor na atualidade. A primeira é que os servos de Deus devem colocar todas as suas competências, talentos e dons espirituais a serviço do Senhor. Os dons espirituais, assim como os talentos jamais devem ser escondidos ou negligenciados, mas usados para a glória do Todo-Poderoso. A segunda é que o jejum continua valendo para os dias atuais. Jesus ratificou a prática do jejum, contudo temos que ter o cuidado para que tal prática não se torne apenas um ato ritualístico. O jejum precisa ser visto pelo crente como uma forma voluntária de adoração ao Senhor (Zc 8.19). A terceira lição é que Jesus Cristo na sua primeira vinda ao mundo, veio em carne, foi concebido pelo Espírito Santo no ventre da virgem Maria, nasceu como um bebê para morrer na cruz por nossos pecados. Porém, em sua segunda vinda. Ele voltará em glória e como um Rei vitorioso para julgar as nações.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Professor(a) reproduza o quadro abaixo Utilize-o para fazer um resumo do livro do profeta Zacarias e apresente-o na introdução da lição.

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 12: Zacarias: O Messias, a Pedra Angular

TEXTO BÍBLICO

Zacarias 13.8.9

8- E acontecerá em toda a terra, diz o Senhor, que as duas partes dela serão extirpadas, e expirarão; mas a terceira parte restará nela.

9- E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O Senhor é o meu Deus.

INTRODUÇÃO

Zacarias desenvolveu o seu ministério para o primeiro grupo que retornou à Jerusalém após o decreto assinado por Ciro em 538 a.C. que autorizou a repatriação dos judeus exilados Cinquenta mil judeus sem contar as mulheres e crianças retornaram sob a liderança do príncipe Zorobabel e do sumo sacerdote Josué. O propósito era reconstruir o Templo. Com a oposição dos samaritanos muitos desanimaram e o projeto acabou sendo abandonado.

I – ZACARIAS

1. Sacerdote e profeta. Zacarias desenvolveu a responsabilidade sacerdotal do ensino ao lado da força encorajadora de um profeta Ele foi sacerdote e profeta. Oriundo da tribo de Levi era descendente de uma família de sacerdotes (Zc 1.1,7). Seu nome significa ‘o Senhor lembra’. Ele nasceu em terra estrangeira, quando os judeus estavam exilados na Babilônia. Fez parte do primeiro grupo composto de cinquenta miljudeus que retomou a Jerusalém sob a liderança de Zorobabel (Ne 12.1,4,7,10,12,16).

2. Data. O livro de Zacarias começou a ser escrito em 520 a.C.: diferente de Ageu que entregou quatro mensagens em um período curto de tempo. Zacarias, sendo mais jovem do que Ageu, viveu muito mais tempo e deste modo, teve um ministério profético mais longevo. Algumas datas são apresentadas no seu livro: 1 de novembro de 520 a.C (Ag 1.1), 24 de fevereiro de 519 aC (Zc 17-615); 4 de dezembro de 518 a.C (Zc 7.8). Acreditamos que a parte final do Livro apresenta profecias entregues próximo ao ano 480 a.C. (Zc 9-14). Esta é uma hipótese. Sabemos que Zacarias citou os gregos.

Tendo em vista que a Grécia começou a se tornar uma potência mundial ao derrotar Dario I em 400 aC e Assuero em 480 aC., os estudiosos apontam que a parte final do Livro provavelmente foi escrita quando os gregos começaram a despontar no cenário, por volta do ano 480 aC. Se Isto for verdade. Zacarias permaneceu durante décadas profetizando para o seu povo. Ao lado de Ageu, incentivou o retomo da reconstrução do Templo, todavia, sua profecia não se limitou unicamente a este propósito, ele também se inteirou pela renovação espiritual de Jerusalém e de seu povo, por isso entregou mensagens messiânicas que traziam esperança para o povo.

3. Estrutura e mensagem do livro. O livro de Zacarias possui algumas singularidades: É o livro mais apocalíptico e escatológico de todo o Antigo Testamento, também é o livro mais extenso entre os profetas menores de igual modo, é considerado o livro mais difícil de ser interpretado e isto acontece por causa de suas visões, símbolos e parábolas Sua profecia é composta de visão (Zc 1-6) e palavra (Zc 7-14). Os capítulos 1-8 encorajaram os judeus na reconstrução do Templo, enquanto os capítulos 9-14 apresentaram profecias sobre Israel e o Messias. Ele profetizou sobre as funções que Cristo exerceria como o “Servo do Senhor” (Zc 3.8), o Rei-Sacerdote (Zc 6.13), o verdadeiro Pastor (Zc 11.4-11).

Também relatou episódios da vida de Cristo: sua traição (Zc 11.12,13); sua crucificação (Zc 12.10), seus sofrimentos (Zc 13.7) e sua segunda vinda em glória retratando Jesus como o Rei-guerreiro que reinará sobre Jerusalém (Zc 14.4). O Novo Testamento apresenta diversas referências diretas e indiretas das profecias de Zacarias (Zc .9 e Ml 21.5; Zc 11.13 e Zc 12.10 e Ap .7),

II – A ATUAÇÃO DE ZACARIAS

1.O primeiro sermão. A primeira mensagem de Zacarias tinha como propósito exortar o povo ao arrependimento (Zc 11-6). Ela foi entregue entre o segundo e o terceiro sermão profético de Ageu (Ag 2.1-9, 2.10-19). O profeta exortou os judeus a observarem os erros dos seus antepassados que recusaram ouvir os profetas que os antecederam (Is 31.6; Jr 3.12; 18.11;Os 14.1).

2. As oito visões. Os capítulos 1-6 apresentam oito visões que contribuíram para encorajar os judeus que trabalhavam na reconstrução do Templo. A primeira visão foi dada quando a obra já estava em andamento há cinco meses (Zc 1.7), as outras sete não registram suas datas provavelmente uma seguiu a outra.com rápida sucessão, sendo imediatamente registrados por isto não se fez necessário as datações seguintes. As visões indicavam que os olhos do Senhor estavam voltados para Jerusalém, pois a Casa do Senhor estava sendo edificada (Zc 1.7-17), e que qualquer poder que se levantasse contra o povo de Deus, cedo ou tarde, seria destruído (Zc 1.18-21) pois Jerusalém estava sendo medida e protegida por Deus (Zc 2); e seu sacerdócio seria restaurado (Zc 3).

A reconstrução do Templo não poderia ser vista apenas como uma obra humana, mas como resultado da influência operada pelo Espírito do Senhor nos corações (Zc 4). A justiça deveria ser uma marca nesta reconstrução social (Zc 5.1-4), visto que o cativeiro babilónico tinha purificado o povo de Deus (Zc 5.5-12). As visões terminam com a descrição dos juízos divinos que seriam derramados contra as nações inimigas (Zc 6.1-8). Todas as visões visavam motivar o povo.

3. Uma adoração sincera. Durante o cativeiro, o povo de Judá desenvolveu o hábito de jejuar no quarto, quinto, sétimo e décimo mês, como sinal de luto pela destruição do Templo (Zc 8.19). Quando a reconstrução já se encontrava bem avançada, surgiu uma pergunta no novo Templo: os jejuns deveriam continuar? (Zc 7.3). Uma comitiva veio de Betel para interrogar os sacerdotes de Jerusalém. A primeira geração de exilados havia sentido profundamente a queda de Jerusalém e chorava com sinceridade, porém a segunda geração não conseguia entender a profundidade da atitude e a cumpria apenas como um ritual.

jejum parecia um incômodo para eles Este tem sido o problema de coração que “nasce na Igreja”. Há filhos de crentes que cumprem rituais porque se acostumaram, mas não se conscientizaram sobre o porquê de tais atitudes. Zacarias respondeu que depois de restaurar e abençoar Jerusalém, os jejuns deveriam permanecer o que mudaria seria a atitude dos homens em relação no ritual. A adoração triste. compulsória e nostálgica dania lugar a uma adoração festiva regada por atos sagrados de honra em louvor a Deus.

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Lição 11: Ageu: Atenção para com a casa de Deus | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

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OBJETIVOS

• EXPLICAR o contexto histórico que abrangeu as pregações de Ageu

• MOSTRAR como o profeta Ageu exerceu um papel fundamental entre o primeiro grupo de judeus que retornou a Jerusalém: 

• ENTENDER que devemos dar a Deus a primeiro lugar em nossas vidas

TEXTO DO DIA

Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Aplicai o vosso coração aos vossos caminhos. Subi o monte, e trazei madeira e edificai a casa e dela me agradarei e eu serei glorificado. diz o SENHOR.” (Ag 1.7.8)

SÍNTESE

A ação do Espírito de Deus nos liberta do comodismo e da indiferença, fazendo-nos valorizar aquilo que realmente é importante para Deus.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – 2 Cr 36.23 A permissão do rei da Pérsia para a construção do templo

TERÇA – Ed 3.6-10 Os alicerces do templo são fundados

QUARTA – Ed 4.23,24 A forte oposição que resultou no embargo da construção do templo

QUINTA – Ag 1.13,14 Ageu anima Zorobabel e Josué na edificação do templo 

SEXTA – Ed 5.1,2 Sob a palavra dos profetas Ageu e Zacarias a obra de reconstrução é reiniciada 

SÁBADO – Ag 2.9 A promessa da glória da segunda casa

INTERAÇÃO 

Professor(a), a mensagem de Ageu que serviu como profeta de Judá, tem como objetivo incentivar os judeus que retornaram do exílio a reconstruírem o Templo (1.1). Por intermédio da mensagem do profeta aprendemos importantes lições para a nossa vida. A primeira é que não devemos focar no passado e permitir que o saudosismo nos domine. Precisamos erguer nossos olhos com expectativa para o futuro. A fé precisa suplantar o saudosismo, A segunda lição é que Deus atenta para a reconstrução do Templo, um lugar de adoração e comunhão. O culto oferecido ao Senhor não poderia e não pode ser de qualquer jeito. A terceira lição é que as lutas e provações devem ser vistas como oportunidade para nos aproximar mais de Deus. Em meio as dificuldade precisamos aprender a olhar para o céu e confiar na promessa divina de que todas as situações, por mais adversas que sejam, contribuem para o nosso bem (Rm 8:28)

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Professor(a), reproduza o quadro abaixo. Utilize-o para fazer um resumo do livro do profeta Ageu e apresente-o na introdução da lição.

Lição 11 Ageu Atenção para com a casa de Deus
EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 11: Ageu: Atenção para com a casa de Deus

TEXTO BÍBLICO

Ageu 1.1-8 

1 No segundo ano do rei Dario, no sexto mês, no primeiro dia do mês, veio a palavra do SENHOR, por intermédio do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Sealtiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, dizendo:

2 Assim fala o Senhor dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do Senhor deve ser edificada.

3 Veio, pois, a palavra do Senhor, por intermédio do profeta Ageu, dizendo:

4 Porventura é para vós tempo de habitardes nas vossas casas forradas, enquanto esta casa fica deserta?

5 Ora, pois, assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos.

6 Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vestis-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado.

7 Assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos.

8 Subi ao monte, e trazei madeira, e edifiquei a casa; e dela me agradarei, e serei glorificado, diz o Senhor.

INTRODUÇÃO

Dos doze profetas menores apenas três desenvolveram seus ministérios após o cativeiro babilónico, são eles Ageu, Zacarias e Malaquias. Ageu foi o primeiro a profetizar após o exílio sendo contemporâneo de Zacarias. Não temos informações bíblicas sobre seu passado e nem conhecimento dos seus antecedentes familiares. Ele foi um dos exilados que retornou a Jerusalém no objetivo de reconstruir o Templo, neste período, grandes foram as dificuldades enfrentadas e por meio da sua ação profética. Ageu conseguiu mobilizar e motivar os judeus no fito de concluírem a reconstrução da obra. O templo era o símbolo visível da aliança de Deus com os descendentes de Abraão, por isso, motivou seus compatriotas a não desanimarem no trabalho da obra de Deus. Em uma época em que os judeus mostravam-se indiferentes Ageu ensinou-lhes que eles deviam dar a Deus a prioridade em suas vidas.

I – AGEU

1. Festivo. Seu nome significa “festivo” ou “festividade”. É provável que seu nascimento coincidisse com um feriado judaico, isso justifica o significado do seu nome. Há quem acredite que seu nome foi profético, desse modo, seus pais piedosos lhes atribuíram esse nome na expectativa da restauração do povo judeu, anunciando através desse ato que em breve haveria motivos para se festejar, pois a restauração do Templo implicaria o reinício das festas religiosas em Jerusalém. Ageu foi uma figura fundamental para a reconstrução do segundo Templo (Ed 5.1; 6.14).

Ele proporcionou aos seus compatriotas a motivação necessária para não esmorecer em face às dificuldades que enfrentavam. Ageu profetizou dois meses antes de Zacarias (Ag 1.1; Zc 1.1). Foi o primeiro profeta do pós-exílio. Ele acreditou quando poucos acreditavam e foi o responsável direto pelo retorno das festas em Jerusalém. Que sejamos como Ageu, promotores da fé e agentes da alegria!

2. Contexto histórico. Ageu profetizou no segundo ano do rei Dario, por volta do ano 520 a.C, para o primeiro grupo de exilados que retornou do cativeiro babilônico (Ed 1.1-4). O primeiro grupo a retornar foi movido por um fervor religioso. Estes repatriados deixaram o conforto conquistado na Babilônia para viverem junto às ruínas de Jerusalém, em uma cidade assolada pela destruição. Era preciso muito trabalho e disposição para reconstruir uma cidade cicatrizada pela guerra Na espinha dorsal deste grupo estavam os sacerdotes, os homens de fé, que nutriam um carinho especial pela “Cidade de Deus’ e pelo seu Templo. Dois anos após a chegada desse grupo, os edificadores lançaram os alicerces do templo provocando uma grande comoção entre o povo (Ed 3.8-13).

Todavia, as perseguições dos samaritanos e as dificuldades enfrentadas contribuíram para desanimá-los, atrasando a execução e conclusão do projeto (Ed 41-5. 23. 24). O povo estava abatido. O interesse dos judeus se voltou para as questões seculares. A letargia espiritual levou o povo a reconstruir suas próprias casas, deixando o projeto do Templo do Senhor em segundo plano. Foi neste contexto histórico que Ageu entregou sua mensagem (Ed 5.1-2. Ag 1.1-8).

3. Estrutura e mensagem do livro. O livro de Ageu é o segundo menor do Antigo Testamento, ficando atrás apenas de Obadias. A expressão “diz o Senhor dos Exércitos” aparece 26 vezes em 38 versículos. Em todo instante o profeta anunciou que suas palavras vieram de Deus e possuíam o selo da autoridade profética. Seu livro é composto de quatro mensagens que foram entregues ao povo Na primeira mensagem, Ageu repreendeu o povo pela falta de envolvimento no projeto de reconstrução do templo (Ag 1.2-15). Na segunda mensagem, após o início das obras de reconstrução a aparência do Templo apresentou-se modesta, e por causa disso o povo desanimou-se, nesse momento, o profeta motivou-os dizendo que a glória daquele templo seria maior que a glória do antigo templo (Ag 2:1-9).

Na terceira mensagem, ensinou que o fato de alguém morar na Terra Santa não o torna santo, portanto, o povo deveria viver a verdadeira santidade para usufruir das bênçãos prometidas (Ag 210-19). Por fim, na sua última mensagem, profetizou uma benção especial para a dinastia de Davi, na pessoa de Zorobabel (Ag 2.20-23).

II – A MENSAGEM DO PROFETA

1. Motivação. Em agosto-setembro de 520 a.C. Ageu começou a entregar a sua profecia (Ag 1.1). O povo tinha abandonado a obra por causa da oposição dos samaritanos e do decreto de Cambises, o rei Persa. Ageu incentivou o retorno da reconstrução do Templo. Ele apresentou Deus como o Senhor dos Exércitos, cujo poder é sobre todos os exércitos (Ag 1.2). O Todo-Poderoso é mais poderoso que todos os poderosos desta terra! Que palavra para o nosso coração! Confiando no Senhor devemos prosseguir. Não podemos esmorecer diante das adversidades. A segunda profecia foi entregue no vigésimo primeiro dia do sétimo mês, no último dia da Festa dos Tabernáculos (Ag 2.1).

Ao iniciar a reconstrução, depois de tirar os entulhos, o povo percebeu que aquela reconstrução jamais teria a beleza e o esplendor do templo de Salomão, por isto ficaram nostálgicos e desanimados (Ag 2.1-3). Mais uma vez. Ageu encorajou o povo a prosseguir dando pelo menos três motivos: O Senhor estaria com eles (Ag 2.4): o pacto divino permanecia de pé (Ag 2.5) e a glória daquele Templo seria ainda maior (Ag 2.9). Enquanto as pessoas se desanimavam com os desafios do presente. Ageu prosseguiu de olho na glória do futuro. Devemos focar a nossa atenção naquilo que nos traz esperança (Lm 3.21).

2. Exortação. Ageu demonstrou a tristeza de Deus ao ser colocado em segundo plano. O povo se acomodou dizendo que ainda não era o momento da reconstrução do Templo. Percebemos que faz parte da natureza humana justificar as omissões criando argumentos plausíveis para esconder os fracassos. Esse recurso mental atenua a frustração de não ter conseguido o que um dia se pretendeu. Os homens da época de Ageu se valiam dessa retórica escapista. Buscavam frases e pensamentos para justificar os seus erros (Ag 1.2). Preocupavam-se, com seus negócios e vidas pessoais e não davam mais ao Templo o devido valor (Ag 1.4).

Os projetos humanos tinham prioridade, enquanto os interesses de Deus tornaram-se secundários. Ageu enfatizou que o abandono da obra de Deus provocou a seca e a escassez (Ag 1.6-11). Deus reteve os céus para despertar o seu povo (Ag 1.10,11). Ageu inquiriu seus compatriotas: O fato de vocês colocarem Deus de lado provocou progresso ou regresso? A resposta era simples. Ao colocarem Deus em segundo plano, eles abandonaram o único elemento essencial para o sucesso.

3. Consolação. Enquanto a primeira profecia repreendia o povo pela falta de compromisso (Ag 11-15), a segunda trazia consolação ao destacar a glória daquele Templo (Ag 2.1-9). A presença de Cristo emprestaria ao segundo Templo uma glória que o Templo de Salomão jamais conheceu (Ag 2.6-9). A “glória” não se referia ao ouro ou a prata, mas a presença de Deus. A terceira profecia foi uma exortação, um verdadeiro apelo à santidade (Ag 2.10-19), porém, a quarta mensagem trouxe novamente consolação ao apresentar uma promessa de segurança para Israel com o estabelecimento da linhagem de Zorobabel (Ag 2.20-23).

Podemos dizer que 50% da mensagem de Ageu foi consolação, outros 50% foi exortação. E onde se encontra a motivação? Entretecida na exortação e no consolo (Ag 2.4). As repreensões de Deus, assim como suas promessas são combustíveis de ânimo que nos empurram para frente.

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Lição 11: Ageu: Atenção para com a casa de Deus | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 11: Ageu: Atenção para com a casa de Deus

OBJETIVOS

• EXPLICAR o contexto histórico que abrangeu as pregações de Ageu

• MOSTRAR como o profeta Ageu exerceu um papel fundamental entre o primeiro grupo de judeus que retornou a Jerusalém: 

• ENTENDER que devemos dar a Deus a primeiro lugar em nossas vidas

TEXTO DO DIA

Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Aplicai o vosso coração aos vossos caminhos. Subi o monte, e trazei madeira e edificai a casa e dela me agradarei e eu serei glorificado. diz o SENHOR.” (Ag 1.7.8)

SÍNTESE

A ação do Espírito de Deus nos liberta do comodismo e da indiferença, fazendo-nos valorizar aquilo que realmente é importante para Deus.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – 2 Cr 36.23 A permissão do rei da Pérsia para a construção do templo

TERÇA – Ed 3.6-10 Os alicerces do templo são fundados

QUARTA – Ed 4.23,24 A forte oposição que resultou no embargo da construção do templo

QUINTA – Ag 1.13,14 Ageu anima Zorobabel e Josué na edificação do templo 

SEXTA – Ed 5.1,2 Sob a palavra dos profetas Ageu e Zacarias a obra de reconstrução é reiniciada 

SÁBADO – Ag 2.9 A promessa da glória da segunda casa

INTERAÇÃO 

Professor(a), a mensagem de Ageu que serviu como profeta de Judá, tem como objetivo incentivar os judeus que retornaram do exílio a reconstruírem o Templo (1.1). Por intermédio da mensagem do profeta aprendemos importantes lições para a nossa vida. A primeira é que não devemos focar no passado e permitir que o saudosismo nos domine. Precisamos erguer nossos olhos com expectativa para o futuro. A fé precisa suplantar o saudosismo, A segunda lição é que Deus atenta para a reconstrução do Templo, um lugar de adoração e comunhão. O culto oferecido ao Senhor não poderia e não pode ser de qualquer jeito. A terceira lição é que as lutas e provações devem ser vistas como oportunidade para nos aproximar mais de Deus. Em meio as dificuldade precisamos aprender a olhar para o céu e confiar na promessa divina de que todas as situações, por mais adversas que sejam, contribuem para o nosso bem (Rm 8:28)

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Professor(a), reproduza o quadro abaixo. Utilize-o para fazer um resumo do livro do profeta Ageu e apresente-o na introdução da lição.

Lição 11 Ageu Atenção para com a casa de Deus
EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 11: Ageu: Atenção para com a casa de Deus

TEXTO BÍBLICO

Ageu 1.1-8 

1 No segundo ano do rei Dario, no sexto mês, no primeiro dia do mês, veio a palavra do SENHOR, por intermédio do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Sealtiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, dizendo:

2 Assim fala o Senhor dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do Senhor deve ser edificada.

3 Veio, pois, a palavra do Senhor, por intermédio do profeta Ageu, dizendo:

4 Porventura é para vós tempo de habitardes nas vossas casas forradas, enquanto esta casa fica deserta?

5 Ora, pois, assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos.

6 Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vestis-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado.

7 Assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos.

8 Subi ao monte, e trazei madeira, e edifiquei a casa; e dela me agradarei, e serei glorificado, diz o Senhor.

INTRODUÇÃO

Dos doze profetas menores apenas três desenvolveram seus ministérios após o cativeiro babilónico, são eles Ageu, Zacarias e Malaquias. Ageu foi o primeiro a profetizar após o exílio sendo contemporâneo de Zacarias. Não temos informações bíblicas sobre seu passado e nem conhecimento dos seus antecedentes familiares. Ele foi um dos exilados que retornou a Jerusalém no objetivo de reconstruir o Templo, neste período, grandes foram as dificuldades enfrentadas e por meio da sua ação profética. Ageu conseguiu mobilizar e motivar os judeus no fito de concluírem a reconstrução da obra. O templo era o símbolo visível da aliança de Deus com os descendentes de Abraão, por isso, motivou seus compatriotas a não desanimarem no trabalho da obra de Deus. Em uma época em que os judeus mostravam-se indiferentes Ageu ensinou-lhes que eles deviam dar a Deus a prioridade em suas vidas.

I – AGEU

1. Festivo. Seu nome significa “festivo” ou “festividade”. É provável que seu nascimento coincidisse com um feriado judaico, isso justifica o significado do seu nome. Há quem acredite que seu nome foi profético, desse modo, seus pais piedosos lhes atribuíram esse nome na expectativa da restauração do povo judeu, anunciando através desse ato que em breve haveria motivos para se festejar, pois a restauração do Templo implicaria o reinício das festas religiosas em Jerusalém. Ageu foi uma figura fundamental para a reconstrução do segundo Templo (Ed 5.1; 6.14).

Ele proporcionou aos seus compatriotas a motivação necessária para não esmorecer em face às dificuldades que enfrentavam. Ageu profetizou dois meses antes de Zacarias (Ag 1.1; Zc 1.1). Foi o primeiro profeta do pós-exílio. Ele acreditou quando poucos acreditavam e foi o responsável direto pelo retorno das festas em Jerusalém. Que sejamos como Ageu, promotores da fé e agentes da alegria!

2. Contexto histórico. Ageu profetizou no segundo ano do rei Dario, por volta do ano 520 a.C, para o primeiro grupo de exilados que retornou do cativeiro babilônico (Ed 1.1-4). O primeiro grupo a retornar foi movido por um fervor religioso. Estes repatriados deixaram o conforto conquistado na Babilônia para viverem junto às ruínas de Jerusalém, em uma cidade assolada pela destruição. Era preciso muito trabalho e disposição para reconstruir uma cidade cicatrizada pela guerra Na espinha dorsal deste grupo estavam os sacerdotes, os homens de fé, que nutriam um carinho especial pela “Cidade de Deus’ e pelo seu Templo. Dois anos após a chegada desse grupo, os edificadores lançaram os alicerces do templo provocando uma grande comoção entre o povo (Ed 3.8-13).

Todavia, as perseguições dos samaritanos e as dificuldades enfrentadas contribuíram para desanimá-los, atrasando a execução e conclusão do projeto (Ed 41-5. 23. 24). O povo estava abatido. O interesse dos judeus se voltou para as questões seculares. A letargia espiritual levou o povo a reconstruir suas próprias casas, deixando o projeto do Templo do Senhor em segundo plano. Foi neste contexto histórico que Ageu entregou sua mensagem (Ed 5.1-2. Ag 1.1-8).

3. Estrutura e mensagem do livro. O livro de Ageu é o segundo menor do Antigo Testamento, ficando atrás apenas de Obadias. A expressão “diz o Senhor dos Exércitos” aparece 26 vezes em 38 versículos. Em todo instante o profeta anunciou que suas palavras vieram de Deus e possuíam o selo da autoridade profética. Seu livro é composto de quatro mensagens que foram entregues ao povo Na primeira mensagem, Ageu repreendeu o povo pela falta de envolvimento no projeto de reconstrução do templo (Ag 1.2-15). Na segunda mensagem, após o início das obras de reconstrução a aparência do Templo apresentou-se modesta, e por causa disso o povo desanimou-se, nesse momento, o profeta motivou-os dizendo que a glória daquele templo seria maior que a glória do antigo templo (Ag 2:1-9).

Na terceira mensagem, ensinou que o fato de alguém morar na Terra Santa não o torna santo, portanto, o povo deveria viver a verdadeira santidade para usufruir das bênçãos prometidas (Ag 210-19). Por fim, na sua última mensagem, profetizou uma benção especial para a dinastia de Davi, na pessoa de Zorobabel (Ag 2.20-23).

II – A MENSAGEM DO PROFETA

1. Motivação. Em agosto-setembro de 520 a.C. Ageu começou a entregar a sua profecia (Ag 1.1). O povo tinha abandonado a obra por causa da oposição dos samaritanos e do decreto de Cambises, o rei Persa. Ageu incentivou o retorno da reconstrução do Templo. Ele apresentou Deus como o Senhor dos Exércitos, cujo poder é sobre todos os exércitos (Ag 1.2). O Todo-Poderoso é mais poderoso que todos os poderosos desta terra! Que palavra para o nosso coração! Confiando no Senhor devemos prosseguir. Não podemos esmorecer diante das adversidades. A segunda profecia foi entregue no vigésimo primeiro dia do sétimo mês, no último dia da Festa dos Tabernáculos (Ag 2.1).

Ao iniciar a reconstrução, depois de tirar os entulhos, o povo percebeu que aquela reconstrução jamais teria a beleza e o esplendor do templo de Salomão, por isto ficaram nostálgicos e desanimados (Ag 2.1-3). Mais uma vez. Ageu encorajou o povo a prosseguir dando pelo menos três motivos: O Senhor estaria com eles (Ag 2.4): o pacto divino permanecia de pé (Ag 2.5) e a glória daquele Templo seria ainda maior (Ag 2.9). Enquanto as pessoas se desanimavam com os desafios do presente. Ageu prosseguiu de olho na glória do futuro. Devemos focar a nossa atenção naquilo que nos traz esperança (Lm 3.21).

2. Exortação. Ageu demonstrou a tristeza de Deus ao ser colocado em segundo plano. O povo se acomodou dizendo que ainda não era o momento da reconstrução do Templo. Percebemos que faz parte da natureza humana justificar as omissões criando argumentos plausíveis para esconder os fracassos. Esse recurso mental atenua a frustração de não ter conseguido o que um dia se pretendeu. Os homens da época de Ageu se valiam dessa retórica escapista. Buscavam frases e pensamentos para justificar os seus erros (Ag 1.2). Preocupavam-se, com seus negócios e vidas pessoais e não davam mais ao Templo o devido valor (Ag 1.4).

Os projetos humanos tinham prioridade, enquanto os interesses de Deus tornaram-se secundários. Ageu enfatizou que o abandono da obra de Deus provocou a seca e a escassez (Ag 1.6-11). Deus reteve os céus para despertar o seu povo (Ag 1.10,11). Ageu inquiriu seus compatriotas: O fato de vocês colocarem Deus de lado provocou progresso ou regresso? A resposta era simples. Ao colocarem Deus em segundo plano, eles abandonaram o único elemento essencial para o sucesso.

3. Consolação. Enquanto a primeira profecia repreendia o povo pela falta de compromisso (Ag 11-15), a segunda trazia consolação ao destacar a glória daquele Templo (Ag 2.1-9). A presença de Cristo emprestaria ao segundo Templo uma glória que o Templo de Salomão jamais conheceu (Ag 2.6-9). A “glória” não se referia ao ouro ou a prata, mas a presença de Deus. A terceira profecia foi uma exortação, um verdadeiro apelo à santidade (Ag 2.10-19), porém, a quarta mensagem trouxe novamente consolação ao apresentar uma promessa de segurança para Israel com o estabelecimento da linhagem de Zorobabel (Ag 2.20-23).

Podemos dizer que 50% da mensagem de Ageu foi consolação, outros 50% foi exortação. E onde se encontra a motivação? Entretecida na exortação e no consolo (Ag 2.4). As repreensões de Deus, assim como suas promessas são combustíveis de ânimo que nos empurram para frente.

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Lição 11: Ageu: Atenção para com a casa de Deus | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 11: Ageu: Atenção para com a casa de Deus

OBJETIVOS

• EXPLICAR o contexto histórico que abrangeu as pregações de Ageu

• MOSTRAR como o profeta Ageu exerceu um papel fundamental entre o primeiro grupo de judeus que retornou a Jerusalém: 

• ENTENDER que devemos dar a Deus a primeiro lugar em nossas vidas

TEXTO DO DIA

Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Aplicai o vosso coração aos vossos caminhos. Subi o monte, e trazei madeira e edificai a casa e dela me agradarei e eu serei glorificado. diz o SENHOR.” (Ag 1.7.8)

SÍNTESE

A ação do Espírito de Deus nos liberta do comodismo e da indiferença, fazendo-nos valorizar aquilo que realmente é importante para Deus.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – 2 Cr 36.23 A permissão do rei da Pérsia para a construção do templo

TERÇA – Ed 3.6-10 Os alicerces do templo são fundados

QUARTA – Ed 4.23,24 A forte oposição que resultou no embargo da construção do templo

QUINTA – Ag 1.13,14 Ageu anima Zorobabel e Josué na edificação do templo 

SEXTA – Ed 5.1,2 Sob a palavra dos profetas Ageu e Zacarias a obra de reconstrução é reiniciada 

SÁBADO – Ag 2.9 A promessa da glória da segunda casa

INTERAÇÃO 

Professor(a), a mensagem de Ageu que serviu como profeta de Judá, tem como objetivo incentivar os judeus que retornaram do exílio a reconstruírem o Templo (1.1). Por intermédio da mensagem do profeta aprendemos importantes lições para a nossa vida. A primeira é que não devemos focar no passado e permitir que o saudosismo nos domine. Precisamos erguer nossos olhos com expectativa para o futuro. A fé precisa suplantar o saudosismo, A segunda lição é que Deus atenta para a reconstrução do Templo, um lugar de adoração e comunhão. O culto oferecido ao Senhor não poderia e não pode ser de qualquer jeito. A terceira lição é que as lutas e provações devem ser vistas como oportunidade para nos aproximar mais de Deus. Em meio as dificuldade precisamos aprender a olhar para o céu e confiar na promessa divina de que todas as situações, por mais adversas que sejam, contribuem para o nosso bem (Rm 8:28)

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Professor(a), reproduza o quadro abaixo. Utilize-o para fazer um resumo do livro do profeta Ageu e apresente-o na introdução da lição.

Lição 11 Ageu Atenção para com a casa de Deus
EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 11: Ageu: Atenção para com a casa de Deus

TEXTO BÍBLICO

Ageu 1.1-8 

1 No segundo ano do rei Dario, no sexto mês, no primeiro dia do mês, veio a palavra do SENHOR, por intermédio do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Sealtiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, dizendo:

2 Assim fala o Senhor dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do Senhor deve ser edificada.

3 Veio, pois, a palavra do Senhor, por intermédio do profeta Ageu, dizendo:

4 Porventura é para vós tempo de habitardes nas vossas casas forradas, enquanto esta casa fica deserta?

5 Ora, pois, assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos.

6 Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vestis-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado.

7 Assim diz o Senhor dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos.

8 Subi ao monte, e trazei madeira, e edifiquei a casa; e dela me agradarei, e serei glorificado, diz o Senhor.

INTRODUÇÃO

Dos doze profetas menores apenas três desenvolveram seus ministérios após o cativeiro babilónico, são eles Ageu, Zacarias e Malaquias. Ageu foi o primeiro a profetizar após o exílio sendo contemporâneo de Zacarias. Não temos informações bíblicas sobre seu passado e nem conhecimento dos seus antecedentes familiares. Ele foi um dos exilados que retornou a Jerusalém no objetivo de reconstruir o Templo, neste período, grandes foram as dificuldades enfrentadas e por meio da sua ação profética. Ageu conseguiu mobilizar e motivar os judeus no fito de concluírem a reconstrução da obra. O templo era o símbolo visível da aliança de Deus com os descendentes de Abraão, por isso, motivou seus compatriotas a não desanimarem no trabalho da obra de Deus. Em uma época em que os judeus mostravam-se indiferentes Ageu ensinou-lhes que eles deviam dar a Deus a prioridade em suas vidas.

I – AGEU

1. Festivo. Seu nome significa “festivo” ou “festividade”. É provável que seu nascimento coincidisse com um feriado judaico, isso justifica o significado do seu nome. Há quem acredite que seu nome foi profético, desse modo, seus pais piedosos lhes atribuíram esse nome na expectativa da restauração do povo judeu, anunciando através desse ato que em breve haveria motivos para se festejar, pois a restauração do Templo implicaria o reinício das festas religiosas em Jerusalém. Ageu foi uma figura fundamental para a reconstrução do segundo Templo (Ed 5.1; 6.14).

Ele proporcionou aos seus compatriotas a motivação necessária para não esmorecer em face às dificuldades que enfrentavam. Ageu profetizou dois meses antes de Zacarias (Ag 1.1; Zc 1.1). Foi o primeiro profeta do pós-exílio. Ele acreditou quando poucos acreditavam e foi o responsável direto pelo retorno das festas em Jerusalém. Que sejamos como Ageu, promotores da fé e agentes da alegria!

2. Contexto histórico. Ageu profetizou no segundo ano do rei Dario, por volta do ano 520 a.C, para o primeiro grupo de exilados que retornou do cativeiro babilônico (Ed 1.1-4). O primeiro grupo a retornar foi movido por um fervor religioso. Estes repatriados deixaram o conforto conquistado na Babilônia para viverem junto às ruínas de Jerusalém, em uma cidade assolada pela destruição. Era preciso muito trabalho e disposição para reconstruir uma cidade cicatrizada pela guerra Na espinha dorsal deste grupo estavam os sacerdotes, os homens de fé, que nutriam um carinho especial pela “Cidade de Deus’ e pelo seu Templo. Dois anos após a chegada desse grupo, os edificadores lançaram os alicerces do templo provocando uma grande comoção entre o povo (Ed 3.8-13).

Todavia, as perseguições dos samaritanos e as dificuldades enfrentadas contribuíram para desanimá-los, atrasando a execução e conclusão do projeto (Ed 41-5. 23. 24). O povo estava abatido. O interesse dos judeus se voltou para as questões seculares. A letargia espiritual levou o povo a reconstruir suas próprias casas, deixando o projeto do Templo do Senhor em segundo plano. Foi neste contexto histórico que Ageu entregou sua mensagem (Ed 5.1-2. Ag 1.1-8).

3. Estrutura e mensagem do livro. O livro de Ageu é o segundo menor do Antigo Testamento, ficando atrás apenas de Obadias. A expressão “diz o Senhor dos Exércitos” aparece 26 vezes em 38 versículos. Em todo instante o profeta anunciou que suas palavras vieram de Deus e possuíam o selo da autoridade profética. Seu livro é composto de quatro mensagens que foram entregues ao povo Na primeira mensagem, Ageu repreendeu o povo pela falta de envolvimento no projeto de reconstrução do templo (Ag 1.2-15). Na segunda mensagem, após o início das obras de reconstrução a aparência do Templo apresentou-se modesta, e por causa disso o povo desanimou-se, nesse momento, o profeta motivou-os dizendo que a glória daquele templo seria maior que a glória do antigo templo (Ag 2:1-9).

Na terceira mensagem, ensinou que o fato de alguém morar na Terra Santa não o torna santo, portanto, o povo deveria viver a verdadeira santidade para usufruir das bênçãos prometidas (Ag 210-19). Por fim, na sua última mensagem, profetizou uma benção especial para a dinastia de Davi, na pessoa de Zorobabel (Ag 2.20-23).

II – A MENSAGEM DO PROFETA

1. Motivação. Em agosto-setembro de 520 a.C. Ageu começou a entregar a sua profecia (Ag 1.1). O povo tinha abandonado a obra por causa da oposição dos samaritanos e do decreto de Cambises, o rei Persa. Ageu incentivou o retorno da reconstrução do Templo. Ele apresentou Deus como o Senhor dos Exércitos, cujo poder é sobre todos os exércitos (Ag 1.2). O Todo-Poderoso é mais poderoso que todos os poderosos desta terra! Que palavra para o nosso coração! Confiando no Senhor devemos prosseguir. Não podemos esmorecer diante das adversidades. A segunda profecia foi entregue no vigésimo primeiro dia do sétimo mês, no último dia da Festa dos Tabernáculos (Ag 2.1).

Ao iniciar a reconstrução, depois de tirar os entulhos, o povo percebeu que aquela reconstrução jamais teria a beleza e o esplendor do templo de Salomão, por isto ficaram nostálgicos e desanimados (Ag 2.1-3). Mais uma vez. Ageu encorajou o povo a prosseguir dando pelo menos três motivos: O Senhor estaria com eles (Ag 2.4): o pacto divino permanecia de pé (Ag 2.5) e a glória daquele Templo seria ainda maior (Ag 2.9). Enquanto as pessoas se desanimavam com os desafios do presente. Ageu prosseguiu de olho na glória do futuro. Devemos focar a nossa atenção naquilo que nos traz esperança (Lm 3.21).

2. Exortação. Ageu demonstrou a tristeza de Deus ao ser colocado em segundo plano. O povo se acomodou dizendo que ainda não era o momento da reconstrução do Templo. Percebemos que faz parte da natureza humana justificar as omissões criando argumentos plausíveis para esconder os fracassos. Esse recurso mental atenua a frustração de não ter conseguido o que um dia se pretendeu. Os homens da época de Ageu se valiam dessa retórica escapista. Buscavam frases e pensamentos para justificar os seus erros (Ag 1.2). Preocupavam-se, com seus negócios e vidas pessoais e não davam mais ao Templo o devido valor (Ag 1.4).

Os projetos humanos tinham prioridade, enquanto os interesses de Deus tornaram-se secundários. Ageu enfatizou que o abandono da obra de Deus provocou a seca e a escassez (Ag 1.6-11). Deus reteve os céus para despertar o seu povo (Ag 1.10,11). Ageu inquiriu seus compatriotas: O fato de vocês colocarem Deus de lado provocou progresso ou regresso? A resposta era simples. Ao colocarem Deus em segundo plano, eles abandonaram o único elemento essencial para o sucesso.

3. Consolação. Enquanto a primeira profecia repreendia o povo pela falta de compromisso (Ag 11-15), a segunda trazia consolação ao destacar a glória daquele Templo (Ag 2.1-9). A presença de Cristo emprestaria ao segundo Templo uma glória que o Templo de Salomão jamais conheceu (Ag 2.6-9). A “glória” não se referia ao ouro ou a prata, mas a presença de Deus. A terceira profecia foi uma exortação, um verdadeiro apelo à santidade (Ag 2.10-19), porém, a quarta mensagem trouxe novamente consolação ao apresentar uma promessa de segurança para Israel com o estabelecimento da linhagem de Zorobabel (Ag 2.20-23).

Podemos dizer que 50% da mensagem de Ageu foi consolação, outros 50% foi exortação. E onde se encontra a motivação? Entretecida na exortação e no consolo (Ag 2.4). As repreensões de Deus, assim como suas promessas são combustíveis de ânimo que nos empurram para frente.

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Lição 10: Sofonias: O Dia do Juízo está Chegando | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

 EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 10: Sofonias: O Dia do Juízo está Chegando

OBJETIVOS

EXPLICAR o contexto histórico e a mensagem principal do livro de Sofonias

COMENTAR o significado do “Dia do Senhor”. 

EXORTAR sobre a necessidade constante da vigilância para nos mantermos preparados para o encontro com Cristo

TEXTO DO DIA

*Buscai o SENHOR, vós todos os mansos da terra. que pondes por obra o seu juízo, buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura sereis escondidos no dia da ira do SENHOR. (Sf 2.3)

SÍNTESE

A profecia de Sofonias forneceu os fundamentos teológicos para a compreensão de um juízo vindouro que alcançará toda a humanidade.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – SL 96.13 O Senhor vem julgar a terra

TERÇA – Hb 4.13 Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos de Deus QUARTA – Lm 4.11 A ira de Deus derramada sobre Sião

QUINTA – Pv 18.10 O justo e protegido por Deus

SEXTA – Tg 1.21.22 A Palavra de Deus traz salvação do juízo vindouro

SÁBADO – 1 Ts 5.5-8 A necessidade da vigilância e da sobriedade

 INTERAÇÃO

Os profetas do Senhor, em especial no Antigo Testamento, nunca se preocuparam com a popularidade ou com a própria vida. A única preocupação deles era declarar ao povo a mensagem de Deus de forma precisa. Na maioria das vezes a mensagem era de juízo e julgamento e com Sofonias não foi diferente Ele trouxe uma mensagem contundente a respeito da destruição de Judá e das nações vizinhas (1.1) O livro de Sofonias trata a respeito da punição pelo pecado. Temos um Deus amoroso, justo e santo e que pune o pecado, caso não haja um arrependimento sincero.

Cremos que assim como o juízo divino veio contra Judá, um dia o Senhor também julgará o pecado das nações. Acreditamos no Juízo Final, no acerto de contas da humanidade com o seu Criador. Não sabemos quando se dará esse dia, por isso, somos exortados, segundo as Escrituras Sagradas a vivermos em obediência e a aproveitarmos o tempo da graça.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Professor(a), reproduza o quadro abaixo. Utilize-o para fazer um resumo do livro do profeta Sofonias e apresente-o na introdução da lição.

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 10: Sofonias: O Dia do Juízo está Chegando

TEXTO BÍBLICO

Sofonias 1.1-2

1- Palavra do SENHOR vindo a Sofonias filho de Cusi, filho de Gedalias, filho de Ananias, filho de Ezequias, filho de Josias filho de Amom, rei de Judá.

2- Inteiramente consumirei tudo sobre a face da terra, diz o Senhor.

INTRODUÇÃO

O livro de Sofonias adicionou um tom final à compreensão teológica do juízo divina. As oportunidades de Deus foram desperdiçadas pelos israelitas, por causa disto, o “Dia do Senhor” se aproximava. Este livro nos traz uma advertência muito bem fundamentada a respeito da abominação de Deus pelo pecado. Igualmente, contém a revelação mais completa do Antigo Testamento sobre o conceito dos profetas em relação ao “Dia de Senhor”.

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 10: Sofonias: O Dia do Juízo está Chegando

1 – SOFONIAS

1. Sua vida. Sofonias significa “o Senhor esconde”. Ele nasceu durante o reinado de Manassés, uma época marcada pelo derramamento de muito sangue inocente (2 Rs 2116; 24.3-4). É provável que o seu nome seja uma menção à proteção que o Senhor lhe deu, visto que foi escondido pelo Senhor das maldades do rei. Enquanto Isaías – segundo a tradição morreu durante este reinado ímpio. Sofonias nasceu e, posteriormente, começou a desenvolver o seu ministério. É o único dentre os profetas menores que possuía o sangue da realeza, sendo tataraneto do rei Ezequias (Sf 1.1).

Diferente dos outros profetas, sua genealogia retrocede quatro gerações para destacar a sua linhagem real. Por causa de sua nobreza, provavelmente desfrutou do acesso ao palácio durante o reinado de Josias, seu primo distante (640-609 a.C). Alguns estudiosos chegaram a propor que a reforma religiosa do jovem rei Josias iniciou-se por influência de Sofonias.

2. Contexto histórico. Os pecados de Judá descritos parecem refletir os momentos que a nação viveu antes do início da reforma religiosa de Josias iniciada apenas no décimo segundo ano do seu reinado (aproximadamente 627 a.C.). O rei Josias se empenhou em banir a idolatria de Judá, purificando os locais sagrados e restabelecendo o verdadeiro culto ao Senhor (2 Rs 23.1-25). Acreditamos que Sofonias profetizou por volta de 630 a.C., antes destes acontecimentos, pois a condição de pecado retratada pelo profeta indica que sua profecia se deu em um período por-reforma, nos primeiros anos do reinado de Josias, visto que o livro denuncia um estado de apostasia em Judá.

Sabemos que depois do reinado de Ezequias em Judá, o Reino do Sul sofreu durante cinco décadas com os reinados dos ímpios Manassés e Amom. Foram cinquenta anos de escuridão, pecado, idolatria, assassinatos de profetas, corrupção religiosa e judiciária paganismo, sincretismo e apostasia em Jerusalém. Sofonias também profetizou a destruição da Assíria sendo assim sua mensagem foi entregue antes da queda de Nínive em 612 a. C., ele também não fez menção a Babilônia, indicando que esta nação ainda não tinha se consolidado como uma grande potência internacional. Portanto a data de 630 aC.se ajusta a estas conjecturas.

3. Estrutura e mensagem do livro. O livro possui um estilo predominantemente poético e está organizado em três partes principais. Começa anunciando o juízo sobre as nações da terra, incluindo de modo mais detalhado a situação de Judá (Sf 1.1;2.3). Na segunda parte há uma particularização de nações estrangeiras que prestarão contas com Deus neste julgamento: Filístia, Moabe, Amom, Etiópia e Assíria (Sf 2.4-15). Por fim, trata do juízo divino sobre Judá apresentando a purificação do povo e a restauração dos remanescentes fiéis (Sf 3.1-20). “O Dia do Senhor é um tema que atravessa toda a profecia de Sofonias no fito de indicar o agir de Deus na história, no propósito de concretizar Seus planos.

Esse ‘Dia’ tinha como objetivo a instalação da ordem divina no mundo Logo, antes do Dia do Senhor escatológico existem diversos ‘dias do Senhor’. A queda de Nínive da  Babilónia e a própria derrocada de Jerusalém são considerados como “dias do Senhor! Foi a partir desta expressão que surgiu a compreensão de um “Dia do Senhor” escatológica e final: Cremos que há momentos específicos na história em que Deus “se levanta do trono’ para fazer valer sua justiça por isso devemos viver como servos tementes e vigilantes (Mt 24.42; 25 13)

II – O JUÍZO VINDOURO

1. A ira do Senhor. Sofonias iniciou sua mensagem com severidade destacando que a ira do Senhor consumia tudo sobre a face da terra (Sf 1.2,3). A Ira do Senhor não pouparia Judá, pois Jerusalém praticava o sincretismo religioso e a idolatria (Sf 1.4,5). Naquela época os homens se inclinavam diante de Baal, o deus cananeu da fertilidade. Influenciados pela astrologia, os judeus também adoravam o “exército do céu”, expressão que aponta para os corpos celestiais. Eles desprezaram o verdadeiro culto ao Senhor introduzindo novas formas de adoração em Judá. Eles tentaram misturar o culto ao Senhor com práticas pagãs.

Como estamos prestando o nosso culto a Deus? O Senhor estava preparando o holocausto. Os babilônios eram os convidados e Judá seria o sacrifício (Sf 1.7). Em Judá havia idolatria (Sf 1.4-6); líderes corruptos (Sf 1.8); violência e fraude (Sf 1.9). Devemos repensar nossas ações pois prestaremos contas a Deus de tudo o que fizermos (Sl 96.13), Nossa vida precisa ser santa. assim como nosso culto.

2. Judá não teria imunidade. Os judeus se iludiam com a ideia de que o Dia do Senhor seria um dia de livramento e festa, onde Deus destruiria para sempre os seus inimigos. Jamais esperavam que também fossem julgados neste dia. Amós foi o primeiro profeta a desmistificar esse pensamento (Am 5.18-20). O juízo do ‘Dia do Senhor’ viria, não contra os inimigos do povo de Deus, mas contra os inimigos do Senhor. Neste contexto, Judá agia como um inimigo do Senhor. Israel já tinha sido destruído em 722 a.C, e agora estava chegando a hora do juízo ser executado em Judá (Sf 1.14). Sofonias descreve esse momento como “dia de angústia e de ânsia, dia de alvoroço e desolação” (Sf 1.15).

Nesse dia, os homens ficariam angustiados por causa dos seus pecados (Sf 1.16) e nem mesmo a riqueza os livraria (Sf 1.17). Sofonias nos ensina que os recursos humanos jamais reverterão a sentença de Deus. Se não andarmos em conformidade com a Palavra de Deus o “Dia do Senhor” trará espanto em vez de alegria. E por este motivo que há crentes que se assustam quando pensam sobre a “Segunda Vinda de Cristo”. Mesmo frequentando a igreja, crentes infiéis não serão poupados da ira do Senhor. Não é o lugar ou a adesão a um grupo social que nos salvará, mas a forma como vivemos diante de Deus (Mt 7.20-23)

3. O juízo sobre as outras nações. Para os ímpios judeus, não adiantava tentar se esconder do juízo buscando abrigo em outras nações (Na 1.6) A única atitude que os esconderia do “Dia do Senhor” era o arrependimento (Am 5.4-6; Sf 2.3). Assim como Judá, todas as outras nações ímpias provariam da ira do Senhor (Sf 2.11). No capítulo dois, as cidades e locais especificados representavam todas as nações que cercavam territorialmente Israel: Filistia (oeste). Moabe e Amon (leste), Etiópia (sul) e Assíria (norte).

A citação destes povos aponta para a amplitude do juízo divino que não ficaria circunscrito apenas em Judá. O Dia do Senhor abarcaria todos os povos pagãos que foram hostis ao Senhor, Sofonias apresenta um Deus ativo que não apenas observa, mas faz a própria história acontecer (Sf 2.9). O profeta nos ensina que aqueles que não querem entregar-se nas mãos da misericórdia de Deus, não serão livrados do derramar de sua justiça.

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Lição 10: Sofonias: O Dia do Juízo está Chegando | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

 EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 10: Sofonias: O Dia do Juízo está Chegando

OBJETIVOS

EXPLICAR o contexto histórico e a mensagem principal do livro de Sofonias

COMENTAR o significado do “Dia do Senhor”. 

EXORTAR sobre a necessidade constante da vigilância para nos mantermos preparados para o encontro com Cristo

TEXTO DO DIA

*Buscai o SENHOR, vós todos os mansos da terra. que pondes por obra o seu juízo, buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura sereis escondidos no dia da ira do SENHOR. (Sf 2.3)

SÍNTESE

A profecia de Sofonias forneceu os fundamentos teológicos para a compreensão de um juízo vindouro que alcançará toda a humanidade.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – SL 96.13 O Senhor vem julgar a terra

TERÇA – Hb 4.13 Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos de Deus QUARTA – Lm 4.11 A ira de Deus derramada sobre Sião

QUINTA – Pv 18.10 O justo e protegido por Deus

SEXTA – Tg 1.21.22 A Palavra de Deus traz salvação do juízo vindouro

SÁBADO – 1 Ts 5.5-8 A necessidade da vigilância e da sobriedade

 INTERAÇÃO

Os profetas do Senhor, em especial no Antigo Testamento, nunca se preocuparam com a popularidade ou com a própria vida. A única preocupação deles era declarar ao povo a mensagem de Deus de forma precisa. Na maioria das vezes a mensagem era de juízo e julgamento e com Sofonias não foi diferente Ele trouxe uma mensagem contundente a respeito da destruição de Judá e das nações vizinhas (1.1) O livro de Sofonias trata a respeito da punição pelo pecado. Temos um Deus amoroso, justo e santo e que pune o pecado, caso não haja um arrependimento sincero.

Cremos que assim como o juízo divino veio contra Judá, um dia o Senhor também julgará o pecado das nações. Acreditamos no Juízo Final, no acerto de contas da humanidade com o seu Criador. Não sabemos quando se dará esse dia, por isso, somos exortados, segundo as Escrituras Sagradas a vivermos em obediência e a aproveitarmos o tempo da graça.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Professor(a), reproduza o quadro abaixo. Utilize-o para fazer um resumo do livro do profeta Sofonias e apresente-o na introdução da lição.

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 10: Sofonias: O Dia do Juízo está Chegando

TEXTO BÍBLICO

Sofonias 1.1-2

1- Palavra do SENHOR vindo a Sofonias filho de Cusi, filho de Gedalias, filho de Ananias, filho de Ezequias, filho de Josias filho de Amom, rei de Judá.

2- Inteiramente consumirei tudo sobre a face da terra, diz o Senhor.

INTRODUÇÃO

O livro de Sofonias adicionou um tom final à compreensão teológica do juízo divina. As oportunidades de Deus foram desperdiçadas pelos israelitas, por causa disto, o “Dia do Senhor” se aproximava. Este livro nos traz uma advertência muito bem fundamentada a respeito da abominação de Deus pelo pecado. Igualmente, contém a revelação mais completa do Antigo Testamento sobre o conceito dos profetas em relação ao “Dia de Senhor”.

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 10: Sofonias: O Dia do Juízo está Chegando

1 – SOFONIAS

1. Sua vida. Sofonias significa “o Senhor esconde”. Ele nasceu durante o reinado de Manassés, uma época marcada pelo derramamento de muito sangue inocente (2 Rs 2116; 24.3-4). É provável que o seu nome seja uma menção à proteção que o Senhor lhe deu, visto que foi escondido pelo Senhor das maldades do rei. Enquanto Isaías – segundo a tradição morreu durante este reinado ímpio. Sofonias nasceu e, posteriormente, começou a desenvolver o seu ministério. É o único dentre os profetas menores que possuía o sangue da realeza, sendo tataraneto do rei Ezequias (Sf 1.1).

Diferente dos outros profetas, sua genealogia retrocede quatro gerações para destacar a sua linhagem real. Por causa de sua nobreza, provavelmente desfrutou do acesso ao palácio durante o reinado de Josias, seu primo distante (640-609 a.C). Alguns estudiosos chegaram a propor que a reforma religiosa do jovem rei Josias iniciou-se por influência de Sofonias.

2. Contexto histórico. Os pecados de Judá descritos parecem refletir os momentos que a nação viveu antes do início da reforma religiosa de Josias iniciada apenas no décimo segundo ano do seu reinado (aproximadamente 627 a.C.). O rei Josias se empenhou em banir a idolatria de Judá, purificando os locais sagrados e restabelecendo o verdadeiro culto ao Senhor (2 Rs 23.1-25). Acreditamos que Sofonias profetizou por volta de 630 a.C., antes destes acontecimentos, pois a condição de pecado retratada pelo profeta indica que sua profecia se deu em um período por-reforma, nos primeiros anos do reinado de Josias, visto que o livro denuncia um estado de apostasia em Judá.

Sabemos que depois do reinado de Ezequias em Judá, o Reino do Sul sofreu durante cinco décadas com os reinados dos ímpios Manassés e Amom. Foram cinquenta anos de escuridão, pecado, idolatria, assassinatos de profetas, corrupção religiosa e judiciária paganismo, sincretismo e apostasia em Jerusalém. Sofonias também profetizou a destruição da Assíria sendo assim sua mensagem foi entregue antes da queda de Nínive em 612 a. C., ele também não fez menção a Babilônia, indicando que esta nação ainda não tinha se consolidado como uma grande potência internacional. Portanto a data de 630 aC.se ajusta a estas conjecturas.

3. Estrutura e mensagem do livro. O livro possui um estilo predominantemente poético e está organizado em três partes principais. Começa anunciando o juízo sobre as nações da terra, incluindo de modo mais detalhado a situação de Judá (Sf 1.1;2.3). Na segunda parte há uma particularização de nações estrangeiras que prestarão contas com Deus neste julgamento: Filístia, Moabe, Amom, Etiópia e Assíria (Sf 2.4-15). Por fim, trata do juízo divino sobre Judá apresentando a purificação do povo e a restauração dos remanescentes fiéis (Sf 3.1-20). “O Dia do Senhor é um tema que atravessa toda a profecia de Sofonias no fito de indicar o agir de Deus na história, no propósito de concretizar Seus planos.

Esse ‘Dia’ tinha como objetivo a instalação da ordem divina no mundo Logo, antes do Dia do Senhor escatológico existem diversos ‘dias do Senhor’. A queda de Nínive da  Babilónia e a própria derrocada de Jerusalém são considerados como “dias do Senhor! Foi a partir desta expressão que surgiu a compreensão de um “Dia do Senhor” escatológica e final: Cremos que há momentos específicos na história em que Deus “se levanta do trono’ para fazer valer sua justiça por isso devemos viver como servos tementes e vigilantes (Mt 24.42; 25 13)

II – O JUÍZO VINDOURO

1. A ira do Senhor. Sofonias iniciou sua mensagem com severidade destacando que a ira do Senhor consumia tudo sobre a face da terra (Sf 1.2,3). A Ira do Senhor não pouparia Judá, pois Jerusalém praticava o sincretismo religioso e a idolatria (Sf 1.4,5). Naquela época os homens se inclinavam diante de Baal, o deus cananeu da fertilidade. Influenciados pela astrologia, os judeus também adoravam o “exército do céu”, expressão que aponta para os corpos celestiais. Eles desprezaram o verdadeiro culto ao Senhor introduzindo novas formas de adoração em Judá. Eles tentaram misturar o culto ao Senhor com práticas pagãs.

Como estamos prestando o nosso culto a Deus? O Senhor estava preparando o holocausto. Os babilônios eram os convidados e Judá seria o sacrifício (Sf 1.7). Em Judá havia idolatria (Sf 1.4-6); líderes corruptos (Sf 1.8); violência e fraude (Sf 1.9). Devemos repensar nossas ações pois prestaremos contas a Deus de tudo o que fizermos (Sl 96.13), Nossa vida precisa ser santa. assim como nosso culto.

2. Judá não teria imunidade. Os judeus se iludiam com a ideia de que o Dia do Senhor seria um dia de livramento e festa, onde Deus destruiria para sempre os seus inimigos. Jamais esperavam que também fossem julgados neste dia. Amós foi o primeiro profeta a desmistificar esse pensamento (Am 5.18-20). O juízo do ‘Dia do Senhor’ viria, não contra os inimigos do povo de Deus, mas contra os inimigos do Senhor. Neste contexto, Judá agia como um inimigo do Senhor. Israel já tinha sido destruído em 722 a.C, e agora estava chegando a hora do juízo ser executado em Judá (Sf 1.14). Sofonias descreve esse momento como “dia de angústia e de ânsia, dia de alvoroço e desolação” (Sf 1.15).

Nesse dia, os homens ficariam angustiados por causa dos seus pecados (Sf 1.16) e nem mesmo a riqueza os livraria (Sf 1.17). Sofonias nos ensina que os recursos humanos jamais reverterão a sentença de Deus. Se não andarmos em conformidade com a Palavra de Deus o “Dia do Senhor” trará espanto em vez de alegria. E por este motivo que há crentes que se assustam quando pensam sobre a “Segunda Vinda de Cristo”. Mesmo frequentando a igreja, crentes infiéis não serão poupados da ira do Senhor. Não é o lugar ou a adesão a um grupo social que nos salvará, mas a forma como vivemos diante de Deus (Mt 7.20-23)

3. O juízo sobre as outras nações. Para os ímpios judeus, não adiantava tentar se esconder do juízo buscando abrigo em outras nações (Na 1.6) A única atitude que os esconderia do “Dia do Senhor” era o arrependimento (Am 5.4-6; Sf 2.3). Assim como Judá, todas as outras nações ímpias provariam da ira do Senhor (Sf 2.11). No capítulo dois, as cidades e locais especificados representavam todas as nações que cercavam territorialmente Israel: Filistia (oeste). Moabe e Amon (leste), Etiópia (sul) e Assíria (norte).

A citação destes povos aponta para a amplitude do juízo divino que não ficaria circunscrito apenas em Judá. O Dia do Senhor abarcaria todos os povos pagãos que foram hostis ao Senhor, Sofonias apresenta um Deus ativo que não apenas observa, mas faz a própria história acontecer (Sf 2.9). O profeta nos ensina que aqueles que não querem entregar-se nas mãos da misericórdia de Deus, não serão livrados do derramar de sua justiça.

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Lição 10: Sofonias: O Dia do Juízo está Chegando | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

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OBJETIVOS

EXPLICAR o contexto histórico e a mensagem principal do livro de Sofonias

COMENTAR o significado do “Dia do Senhor”. 

EXORTAR sobre a necessidade constante da vigilância para nos mantermos preparados para o encontro com Cristo

TEXTO DO DIA

*Buscai o SENHOR, vós todos os mansos da terra. que pondes por obra o seu juízo, buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura sereis escondidos no dia da ira do SENHOR. (Sf 2.3)

SÍNTESE

A profecia de Sofonias forneceu os fundamentos teológicos para a compreensão de um juízo vindouro que alcançará toda a humanidade.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – SL 96.13 O Senhor vem julgar a terra

TERÇA – Hb 4.13 Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos de Deus QUARTA – Lm 4.11 A ira de Deus derramada sobre Sião

QUINTA – Pv 18.10 O justo e protegido por Deus

SEXTA – Tg 1.21.22 A Palavra de Deus traz salvação do juízo vindouro

SÁBADO – 1 Ts 5.5-8 A necessidade da vigilância e da sobriedade

 INTERAÇÃO

Os profetas do Senhor, em especial no Antigo Testamento, nunca se preocuparam com a popularidade ou com a própria vida. A única preocupação deles era declarar ao povo a mensagem de Deus de forma precisa. Na maioria das vezes a mensagem era de juízo e julgamento e com Sofonias não foi diferente Ele trouxe uma mensagem contundente a respeito da destruição de Judá e das nações vizinhas (1.1) O livro de Sofonias trata a respeito da punição pelo pecado. Temos um Deus amoroso, justo e santo e que pune o pecado, caso não haja um arrependimento sincero.

Cremos que assim como o juízo divino veio contra Judá, um dia o Senhor também julgará o pecado das nações. Acreditamos no Juízo Final, no acerto de contas da humanidade com o seu Criador. Não sabemos quando se dará esse dia, por isso, somos exortados, segundo as Escrituras Sagradas a vivermos em obediência e a aproveitarmos o tempo da graça.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Professor(a), reproduza o quadro abaixo. Utilize-o para fazer um resumo do livro do profeta Sofonias e apresente-o na introdução da lição.

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TEXTO BÍBLICO

Sofonias 1.1-2

1- Palavra do SENHOR vindo a Sofonias filho de Cusi, filho de Gedalias, filho de Ananias, filho de Ezequias, filho de Josias filho de Amom, rei de Judá.

2- Inteiramente consumirei tudo sobre a face da terra, diz o Senhor.

INTRODUÇÃO

O livro de Sofonias adicionou um tom final à compreensão teológica do juízo divina. As oportunidades de Deus foram desperdiçadas pelos israelitas, por causa disto, o “Dia do Senhor” se aproximava. Este livro nos traz uma advertência muito bem fundamentada a respeito da abominação de Deus pelo pecado. Igualmente, contém a revelação mais completa do Antigo Testamento sobre o conceito dos profetas em relação ao “Dia de Senhor”.

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 10: Sofonias: O Dia do Juízo está Chegando

1 – SOFONIAS

1. Sua vida. Sofonias significa “o Senhor esconde”. Ele nasceu durante o reinado de Manassés, uma época marcada pelo derramamento de muito sangue inocente (2 Rs 2116; 24.3-4). É provável que o seu nome seja uma menção à proteção que o Senhor lhe deu, visto que foi escondido pelo Senhor das maldades do rei. Enquanto Isaías – segundo a tradição morreu durante este reinado ímpio. Sofonias nasceu e, posteriormente, começou a desenvolver o seu ministério. É o único dentre os profetas menores que possuía o sangue da realeza, sendo tataraneto do rei Ezequias (Sf 1.1).

Diferente dos outros profetas, sua genealogia retrocede quatro gerações para destacar a sua linhagem real. Por causa de sua nobreza, provavelmente desfrutou do acesso ao palácio durante o reinado de Josias, seu primo distante (640-609 a.C). Alguns estudiosos chegaram a propor que a reforma religiosa do jovem rei Josias iniciou-se por influência de Sofonias.

2. Contexto histórico. Os pecados de Judá descritos parecem refletir os momentos que a nação viveu antes do início da reforma religiosa de Josias iniciada apenas no décimo segundo ano do seu reinado (aproximadamente 627 a.C.). O rei Josias se empenhou em banir a idolatria de Judá, purificando os locais sagrados e restabelecendo o verdadeiro culto ao Senhor (2 Rs 23.1-25). Acreditamos que Sofonias profetizou por volta de 630 a.C., antes destes acontecimentos, pois a condição de pecado retratada pelo profeta indica que sua profecia se deu em um período por-reforma, nos primeiros anos do reinado de Josias, visto que o livro denuncia um estado de apostasia em Judá.

3. Estrutura e mensagem do livro. O livro possui um estilo predominantemente poético e está organizado em três partes principais. Começa anunciando o juízo sobre as nações da terra, incluindo de modo mais detalhado a situação de Judá (Sf 1.1;2.3). Na segunda parte há uma particularização de nações estrangeiras que prestarão contas com Deus neste julgamento: Filístia, Moabe, Amom, Etiópia e Assíria (Sf 2.4-15). Por fim, trata do juízo divino sobre Judá apresentando a purificação do povo e a restauração dos remanescentes fiéis (Sf 3.1-20). “O Dia do Senhor é um tema que atravessa toda a profecia de Sofonias no fito de indicar o agir de Deus na história, no propósito de concretizar Seus planos.

Esse ‘Dia’ tinha como objetivo a instalação da ordem divina no mundo Logo, antes do Dia do Senhor escatológico existem diversos ‘dias do Senhor’. A queda de Nínive da  Babilónia e a própria derrocada de Jerusalém são considerados como “dias do Senhor! Foi a partir desta expressão que surgiu a compreensão de um “Dia do Senhor” escatológica e final: Cremos que há momentos específicos na história em que Deus “se levanta do trono’ para fazer valer sua justiça por isso devemos viver como servos tementes e vigilantes (Mt 24.42; 25 13)

II – O JUÍZO VINDOURO

1. A ira do Senhor. Sofonias iniciou sua mensagem com severidade destacando que a ira do Senhor consumia tudo sobre a face da terra (Sf 1.2,3). A Ira do Senhor não pouparia Judá, pois Jerusalém praticava o sincretismo religioso e a idolatria (Sf 1.4,5). Naquela época os homens se inclinavam diante de Baal, o deus cananeu da fertilidade. Influenciados pela astrologia, os judeus também adoravam o “exército do céu”, expressão que aponta para os corpos celestiais. Eles desprezaram o verdadeiro culto ao Senhor introduzindo novas formas de adoração em Judá. Eles tentaram misturar o culto ao Senhor com práticas pagãs.

Como estamos prestando o nosso culto a Deus? O Senhor estava preparando o holocausto. Os babilônios eram os convidados e Judá seria o sacrifício (Sf 1.7). Em Judá havia idolatria (Sf 1.4-6); líderes corruptos (Sf 1.8); violência e fraude (Sf 1.9). Devemos repensar nossas ações pois prestaremos contas a Deus de tudo o que fizermos (Sl 96.13), Nossa vida precisa ser santa. assim como nosso culto.

2. Judá não teria imunidade. Os judeus se iludiam com a ideia de que o Dia do Senhor seria um dia de livramento e festa, onde Deus destruiria para sempre os seus inimigos. Jamais esperavam que também fossem julgados neste dia. Amós foi o primeiro profeta a desmistificar esse pensamento (Am 5.18-20). O juízo do ‘Dia do Senhor’ viria, não contra os inimigos do povo de Deus, mas contra os inimigos do Senhor. Neste contexto, Judá agia como um inimigo do Senhor. Israel já tinha sido destruído em 722 a.C, e agora estava chegando a hora do juízo ser executado em Judá (Sf 1.14). Sofonias descreve esse momento como “dia de angústia e de ânsia, dia de alvoroço e desolação” (Sf 1.15).

Nesse dia, os homens ficariam angustiados por causa dos seus pecados (Sf 1.16) e nem mesmo a riqueza os livraria (Sf 1.17). Sofonias nos ensina que os recursos humanos jamais reverterão a sentença de Deus. Se não andarmos em conformidade com a Palavra de Deus o “Dia do Senhor” trará espanto em vez de alegria. E por este motivo que há crentes que se assustam quando pensam sobre a “Segunda Vinda de Cristo”. Mesmo frequentando a igreja, crentes infiéis não serão poupados da ira do Senhor. Não é o lugar ou a adesão a um grupo social que nos salvará, mas a forma como vivemos diante de Deus (Mt 7.20-23)

3. O juízo sobre as outras nações. Para os ímpios judeus, não adiantava tentar se esconder do juízo buscando abrigo em outras nações (Na 1.6) A única atitude que os esconderia do “Dia do Senhor” era o arrependimento (Am 5.4-6; Sf 2.3). Assim como Judá, todas as outras nações ímpias provariam da ira do Senhor (Sf 2.11). No capítulo dois, as cidades e locais especificados representavam todas as nações que cercavam territorialmente Israel: Filistia (oeste). Moabe e Amon (leste), Etiópia (sul) e Assíria (norte).

A citação destes povos aponta para a amplitude do juízo divino que não ficaria circunscrito apenas em Judá. O Dia do Senhor abarcaria todos os povos pagãos que foram hostis ao Senhor, Sofonias apresenta um Deus ativo que não apenas observa, mas faz a própria história acontecer (Sf 2.9). O profeta nos ensina que aqueles que não querem entregar-se nas mãos da misericórdia de Deus, não serão livrados do derramar de sua justiça.

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Lição 09: Habacuque: A Fé como forma de Vida | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

 EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 09: Habacuque: A Fé como forma de Vida

✓ OBJETIVOS

EXPLICAR o contexto histórico, estrutura e mensagem do livro de Habacuque;

APRESENTAR as dificuldades do profeta Habacuque em compreender os caminhos de Deus: 

ESCLARECER a importância da fé como elemento essencial de vida cristã

TEXTO DO DIA

“Então, o SENHOR me respondeu e disse Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler o que está correndo passa. Els que a sua alma se incha, não é reta nele: mas o justo, pela sua fé viverá” (Hc 2.2.4)

SÍNTESE

A fé é o fundamento da vida cristã. Devemos confiar em Deus mesmo quando aparentemente as peças não se encaixam, pois Ele está no controle de todas as coisas.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Rm 5.1 O cristão é justificado pela fé

TERÇA – GL 3.11 Ninguém é justificado diante de Deus pelas obras, mas pela fé

QUARTA – Rm 11.20 O cristão se mantém firme pela fé

QUINTA – Hb 11.6 Sem fé é impossível agradar a Deus

SEXTA – SL 73.28 A confiança do cristão está em Deus

SÁBADO – Rm 1.17 Em Cristo se descobre a justiça de Deus de fé em fé

 INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a) estudaremos na lição deste domingo o livro do profeta Habacuque. Ele profetizou em Judá e o tema central do seu livro é na verdade a grande indagação de todo cristão: “Onde está Deus, quando os seus filhos sofrem?”. Habacuque não conseguia entender como os babilônios que ignoravam as leis de Deus, saqueavam as nações, violentavam as mulheres e matavam tantas pessoas seriam usados para punir o povo do Senhor por seus pecados. Muitas vezes, em nossa limitação, não conseguimos compreender o agir de Deus. Contudo, precisamos confiar no seu operar, na sua misericórdia e na justiça. Com Habacuque aprendemos que Deus é soberano e Ele jamais perde o controle de toda e qualquer situação. Nós temos e que confiar, pois o justo, pela sua fé viverá (2.4)

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a) reproduza o quadro abaixo. Utilize-o para fazer um resumo do livro do profeta Habacuque e apresente-o na introdução da lição. 

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 09: Habacuque: A Fé como forma de Vida

TEXTO BÍBLICO

Habacuque 2.1.2

1- Sobre a minha guarda estarei e sobre a fortaleza me apresentarei, e vigiarei para ver o que fala comigo e o que eu responderei, quando ou for arguido

2- Então o SENHOR me respondeu disse: Escreve a visão e toma-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler o que correndo passa.

INTRODUÇÃO

Em seu livro. Habacuque abre seu coração, expondo a Deus suas percepções e incompreensões Durante este diálogo, uma grande descoberta teológica acontece: “A fé como forma de vida na relação do crente com Deus”. Uma fé que jamais foi confrontada não passa de fantasia, pois a fé é provada real e verdadeiramente nos conflitos da vida

I – HABACUQUE

1. Sua vida. Não temos muitas informações a respeito da vida de Habacuque, tudo o que sabemos sobre ele é por dedução. Seu nome, cujo significado é abraço, aparece duas vezes em toda a Bíblia, exclusivamente no seu livro (Hc 1.1; 3.1). Não temos informações sobre sua cidade de origem, sua profissão e sua filiação. A literatura rabínica apoiava a ideia que ele fosse de origem sacerdotal Considerando que o texto bíblico apresenta-o diretamente como profeta inferimos que ele fosse um profeta formado e reconhecido que estudou na escola de profetas um estabelecimento formal (Hc 1.1).

O mesmo se aplica a Ageu Zacarias (Ag 1.1. Zc 1.1). O texto de Habacuque 3.19 também parece apresentar o profeta como um levita oficial qualificado para participar do cântico litúrgico no Templo de Jerusalém. O pós-escrito da oração de Habacuque foi destinado ao cantor-mor (mestre de música) e certamente será aplicada ao coro dos levitas, sendo também acompanhado com instrumentos de corda.

2. Data do livro. O profeta não cita nomes de reis. Sem essa referência histórica fica difícil especificar uma data. Ao ler o livro encontramos algumas informações que nos levam a propor por dedução uma possível data Ele parece surpreso ao saber que Deus levantará a Babilônia (os caldeus) para subjugar Judá. Sabemos que o livro foi escrito um pouco antes da primeira invasão da Babilônia em Jerusalém no ano 605 aC.

3. Estrutura e mensagem do livro. A profecia de Habacuque foi um peso para Judá, termo que indica uma sentença pesada entregue por meio de profecia (Hc 1.1). O oráculo lhe foi revelado em forma de visão. Seu livro tem três capítulos e contém pelo menos três formas literárias diferentes diálogo” (Hc 1.2-2.5); “ais proféticos” (Hc 2.6-20) e louvor (Hc 3). O Livro é um diálogo, uma profecia ou até mesmo um poema. Foi escrito no hebraico mais puro e sua mensagem está cheia de metáforas inusitadas e comparações (Hc 1.8,11,14,15; 2.5.11.14,16,17; 3.6,8-11).

primeiro capítulo denuncia o estado de apostasia da nação e a resposta de Deus aos questionamentos de Habacuque (Hc 1.1-27). O segundo capítulo apresenta uma resposta mais detalhada de Deus sobre seus planos e desígnios diante de novos questionamentos apresentados pelo profeta (Hc 2.1-20). O terceiro capítulo é uma oração de louvor que destaca a importância da fé (Hc 3.1-19).

II – A CRISE DO PROFETA

1. A maldade de Jerusalém. O profeta demonstra inconformidade com o pecado que crescia vertiginosamente entre seu povo. A violência, os atos de crueldade e a injustiça permeavam a vida pública e privada de Judá (Hc 1.3). Para o profeta, aquela situação era insuportável. Como Deus poderia ver tudo aquilo e não fazer nada? (Hc .2). Todo aquele antro de perversidade aumentava a demanda das contendas e litígios. Os tribunais estavam cheios de problemas a serem resolvidos. Contudo, a lei estava sendo manuseada de forma escusa e o juízo estava sendo pervertido (Hc 1.4).

A lei era o dispositivo legal para garantir a ordem pública e os direitos dos cidadãos, mas como o sistema judiciário de Judá estava corrompido a injustiça prevalecia. Os anciãos aceitavam suborno e as testemunhas locais mentiam. O indefeso que aguardava o emprego da justiça ficava frustrado. O profeta questionou como Deus poderia tolerar tudo aquilo e não intervir. Quando vemos uma injustiça somos levados a recorrer a Deus. Às vezes, entramos em crise neste processo. Não somos tão diferentes de Habacuque. É difícil lidar com a injustiça e a sensação de impunidade

2. O questionamento do profeta. Seria este questionamento uma murmuração perversa? Cremos que não! A murmuração tem o propósito de deteriorar a imagem de Deus, colocando em dúvida. Seu caráter perfeito Habacuque faz o contrário, apela para a justiça divina no propósito de zelar pela imagem do Altíssimo. Ele podia não entender o agir de Deus, contudo, posteriormente comprovou sua confiança inabalável nas ações divinas por mais contraditórias e paradoxais que pudessem parecer aos seus próprios olhos (Hc 2.4). Seus questionamentos apenas revelaram suas limitações face aos caminhos inescrutáveis de Deus.

É interessante como o texto bíblico faz questão de mostrar as vulnerabilidades e incompreensões de Habacuque. Deste modo, fica claro que a origem de sua proclamação não tinha como fonte a sua mentalidade perspicaz mas a própria revelação de Deus. Como Habacuque temos liberdade para apresentar a Deus nossas dúvidas e questionamentos. O que Deus espera de nós em nossa oração não são palavras rebuscadas, ditas de forma mecânica, mas um diálogo sincero com Ele (Mt 6.6,7).

3. A resposta de Deus. Deus responde aos questionamentos do profeta dizendo que colocaria um fim na maldade de Judá suscitando a Babilônia para castigar o seu povo (Hc 15-11). Na Bíblia o silêncio divino é sempre precedido por um grande feito Os caldeus representavam a solução divina para aquela situação (Hc 1.6). Durante muito tempo os erros de Judá ficaram sem castigo, porém o juízo estava sendo instaurado (Hc 1.7). O profeta demonstrou não entender a ação divina, pois como poderia Deus usar uma maldade maior (Babilônia) para punir uma maldade menor (Judá)? A Crise instaurou no seu interior (Hc 1.13).

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Lição 13: O Cativeiro de Judá | EBD – Adultos | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 13: O Cativeiro de Judá

OBJETIVO GERAL

Sinalizar o efeito dos pecados cometidos pelo povo de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

Apontar os motivos da decadência de Judá,

Revelar a teimosia do rei Zedequias;

Relatar a queda de Judá.

Texto Áureo

“Porém zombaram dos mensageiros de Deus, e desprezaram as suas palavras, e escarneceram dos seus profetas, até que o furor do Senhor subiu tanto, contra o seu povo, que mais nenhum remédio houve.” (2 Cr 36.16)

Verdade Prática

Todo o ser humano se torna cativo de suas escolhas e das consequências delas.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Lm 3.22,23 A misericórdia de Deus se renova todo dia, por isso nEle deve estar a nossa esperança 

Terça – Mt 24.32-35 A Palavra de Deus permanece para sempre

Quarta – Cl 1.27,28 Cristo é a esperança da glória

Quinta – Mt 24.14 Antes do fim a Palavra de Deus será levada para todas as nações

Sexta – Jr 23.16,17 Falsos profetas se levantam, mas cada um de nós deve estar atento à voz de Deus

Sábado – Rm 10,20,21 Deus sempre está pronto para salvar os pecadores que o buscam

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Reis 24.18-20; 25.1-10

2 Reis 24

18 – Tinha Zedequias vinte e um anos de idade quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Hamutal, filha de Jeremias, de Libna.

19 – E fez o que era mal aos olhos do Senhor, conforme tudo quanto fizera Jeoaquim.

20 – Pois assim sucedeu por causa da ira do Senhor contra Jerusalém e contra Judá, até os rejeitar de diante da sua face; e Zedequias se revoltou contra o rei de Babilônia.

2 Reis 25

1- E sucedeu que, no nono ano do reinado de Zedequias, no mês décimo, aos dez do mês, Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio contra Jerusalém, ele e todo o seu exército, e se acamparam contra ela, e levantaram contra ela tranqueiras em redor.

2- E a cidade foi sitiada até ao undécimo ano do rei Zedequias.

3 – Aos nove dias do quarto mês, quando a cidade se via apertada da fome, nem havia pão para o povo da terra,

4- Então, a cidade foi arrombada, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta que está entre os dois muros junto ao jardim do rei (porque os caldeus estavam contra a cidade em redor); e o rei se foi pelo caminho da campina.

5- Porém o exército dos caldeus perseguiu o rei e o alcançou nas campinas de Jericó; e todo o seu exército se dispersou.

6- E tomaram o rei e o fizeram subir ao rei de Babilônia, a Ribla; e procederam contra ele.

7- E os filhos de Zedequias degolaram diante dos seus olhos; e vazaram os olhos a Zedequias, e o ataram com duas cadeias de bronze, e o levaram a Babilônia.

8- E, no quinto mês, no sétimo dia do mês (este era o ano décimo nono de Nabucodonosor, rei de Babilônia), veio Nebuzaradã, capitão da guarda, servo do rei de Babilônia, a Jerusalém.

9- E queimou a Casa do Senhor e a casa do rei, como também todas as casas de Jerusalém; todas as casas dos grandes igualmente queimou.

10- E todo o exército dos caldeus, que estava com o capitão da guarda derribou os muros em redor de Jerusalém.

HINOS SUGERIDOS: 15, 47, 515 da Harpa Cristã

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Ao introduzir a lição, converse com seus alunos sobre a fidelidade de Deus diante de suas promessas. Deus demonstrou sua misericórdia por Judá dando ao povo, diante do juízo merecido, repetidas oportunidades para arrependimento. Mas, infelizmente, eles viraram as costas para o Eterno. Embora as promessas de juízo de Deus pelos pecados de Judá tenham se cumprido, o Senhor continuou a falar com seu povo por meio de seus profetas e em oração. Mesmo com seu juízo pelo pecado, Deus permanece fiel às suas promessas.

Ponto Central: A justiça de Deus é aplicada àqueles que insistem em permanecer e, seus erros.

INTRODUÇÃO

A fase final do reino de Judá foi protagonizada por quatro reis: Joacaz, filho do rei Josias (2 Cr 36.1); Jeoaquim, que reinou por ocasião do primeiro grupo de prisioneiros levados para Babilônia, em 605 a.C. (2 Cr 36.5,6); Joaquim, que reinado, vivenciou o cerco de Jerusalém por Nabucodonosor, que resultou em dez mil pessoas presas, em 597 a.C. (2 Cr 36.9,10); e Zedequias, o rei entronizado por Nabucodonosor no lugar de Joaquim (2 Cr 36.10,11). Nesta lição, veremos Zedequias rebelando-se contra o rei de Babilônia, causando um novo cerco que durou dezoito meses e, finalmente, resultou na queda definitiva de Jerusalém, em 586 a.C.

1- O DECLÍNIO ESPIRITUAL DE JUDÁ

1. As advertências dos profetas. Os profetas do Antigo Testamento foram unânimes e incansáveis em denunciar as injustiças e as terríveis transgressões do povo e dos líderes da nação (Jr 11.9-12). Todos foram taxativos em dizer que aquelas vindicações, especialmente contra o pecado de idolatria, já estavam excedendo as medidas de Deus.

2. Previsão dos acontecimentos que levaram Judá ao exílio. O ministério de Jeremias foi o mais importante desse período. Ele iniciou suas atividades proféticas no reinado de Josias e deu continuidade durante os quatro reinos seguintes ( Jr 1.1-3).

No tempo desse grande profeta, havia muita discórdia e confusão sobre o que era a de Deus. Por isso precisamos estar atentos para discernirmos a Palavra do Senhor. Ao advertir o povo sobre os pseudo profetas, Jeremias o fez de modo tão peculiar, que parece estar se referindo aos falsos profetas dos nossos dias (Jr 23.16,17).

3. Motivos que levaram Judá ao cativeiro. O cativeiro aconteceu especialmente por causa da obstinada desobediência da liderança judaica. Essa posição é consolidada por vários outros profetas, dentre eles, Miquéias (Mq 3.9-11). Além da idolatria, pecados abomináveis foram cometidos contra Deus: derramaram sangue inocente (2 Cr 24.17-22); cometeram todo tipo de corrupção e injustiça social (Hc 1.2-4); não observaram o descanso sabático e ainda mataram muitos dos seus profetas (Mt 23.35).

A situação de Judá é uma triste realidade para um povo que recebeu tantas profecias, avisos e oportunidades de arrependimento, mas decidiu pela apostasia. Ao olhar para a história de Judá, cultivemos o sentimento de humildade em nosso coração (cf. Rm 20.21) para que o temor a Deus nos previne de toda apostasia (Hb 12.16,17). Andar com Ele é a melhor maneira de remover os obstáculos da alma. que nos atrapalham na caminhada cristā

SÍNTESE DO TÓPICO I

Os motivos da ruína de Judd foram: a idolatria, a rebeldia, a injustiça e a desobediência por parte da liderança

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

A fim de estimular o raciocínio e a participação em sua classe, leve seus alunos a discutir um ponto relacionado com a lição ou com um texto bíblico, usando o seguinte plano: De a cada membro da classe uma cópia do ponto a ser discutido ou texto a ser interpretado. De alguns minutos para que cada um possa escrever suas ideias Depois distribua a classe em grupos de três ou quatro, a fim de falarem do que escreveram. Cada grupo deverá escolher um membro para apresentar as opiniões do grupo, quando a classe se juntar novamente. Depois de quatro ou seis minutos, junte a classe e deixe que os grupos falem da conclusão a que chegaram. A medida que cada representante expuser suas ideias, anote-as no quadro de escrever. Conclua a discussão fazendo um resumo do trabalho apresentado pelos grupos. Esta dinâmica de grupo envolve toda a classe e promove valiosas ideias para o desenvolvimento da lição.

2 – A OBSTINAÇÃO DE ZEDEQUIAS E SUA QUEDA

1. A teimosia de Zedequias. Zedequias, o último rei de Judá, não entendeu bem a exata conjuntura em que a nação se encontrava; e, por sua própria conta, resolveu não dar ouvidos à voz do profeta (Jr 38.14-28). Zedequias fez constantes ameaças a Jeremias e até tentou mantê-lo submisso aos seus caprichos. Mas, Jeremias, como homem de Deus, não se deixou corromper, antes, proferiu toda a palavra do Senhor (Jr 38.17,18).

2. Surdos aos avisos dos profetas. Jeremias advertiu ao rei Zedequias dizendo que, caso se rendesse à Babilônia, sua integridade seria preservada. Todavia, o rei não deu ouvidos ao profeta, razão de acontecer o que estava previsto. O poderoso exército babilônico invadiu e destruiu Jerusalém (Jr 39.1). Zedequias e povo de Judá estavam tão confiantes em sua religiosidade e escolha divina em relação às demais nações, que nem pensavam na hipótese de serem quase aniquilados (3r 7.4).

SÍNTESE DO TÓPICO II

O erro de Zedequias e do povo de Judá estava em fechar os ouvidos aos profetas e não buscar o arrependimento de seus pecados diante do Senhor.

SUBSÍDIO HISTÓRICO

“Zedequias, entretanto, era o rei de facto de todo o Judá deixado na terra em 597. Mau como foram seus irmãos, ele não atentou para as admoestações do profeta Jeremias, para aceitar a soberania dos babilônios como a vontade de Deus para a nação. Rebelou-se contra Nabucodonosor, ocasionando o desastre fatal para o reino. Não é possível precisar esta data (ver Ez 17.11-18), mas em 588, Nabucodonosor lançou um ataque contra Jerusalém, por meio de um cerco que culminou na queda da cidade e no fim da monarquia judaica, em julho de 586 (2 Rs 25.2-7).

Zedequias conseguiu escapar por uma abertura na muralha da cidade e fugiu para os lados de Jericó, mas logo foi capturado e conduzido à presença de Nabucodonosor que, na ocasião, estava alojado na Síria, na cidade de Ribla. Nesta cidade, o rei de Jerusalém teve de presenciar a execução de seus filhos. Depois, vazaram-lhe os olhos e conduziram-no assim para Babilônia” (MERRILL, Eugene H. História O de Israel no Antigo Testamento: O reino • de sacerdotes que Deus colocou entre as nações. 6. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.480).

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