Lição 12: O Reinado de Josias | EBD -Adultos | 3° Trimestre De 2021

 EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 12: O Reinado de Josias

Objetivos Geral 

Pontuar o Avivamento gerado por Josias.

Objetivos Específicos

Abaixo, os objetivos específicos, referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo refere-se aos tópicos com os seus respectivos subtópicos

Destacar a dedicação de Josias na destruição dos ídolos; 

Evidenciar o encontro de Josias com o livro da Lei

Identificar o retorno da celebração da Páscoa

Texto Áureo

“Então, disse o sumo sacerdote Hilquias ao escrivão Safã; Achei o livro da Lei na Casa do Senhor. E Hilquias deu o livro a Safã , e ele o leu ” (2 Rs 22.8)

Verdade Prática

Nos dias de hoje, Deus ainda levanta homens e mulheres dispostos a combater a cultura da idolatria que se perpetua através das gerações.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Mq 6.8 Deus adverte para que todos sejam obedientes e que amem uns aos outros

Terça – Sl 121.2-5 O Senhor Deus é aquele que sempre está ao lado do seu povo para socorrer e guardar

Quarta – Is 6.12,13 Deus, por sua infinita graça, sempre tem um recomeço para o seu povo

Quinta – Tg 1.22-24 Quem conhece a Palavra de Deus deve colocá-la em prática

Sexta – Lv 26.1 A Bíblia enfatiza que a idolatria deve ser abandonada

Sábado – 1 Pe 2.9 Deus usa os seus filhos para levar as Boa-Novas

Leitura Bíblica em Classe

2 Reis 22.3-5,8;23.2-5,21,22,25

3- Sucedeu que, no ano décimo oitavo do rei Josias, o rei mandou ao escrivão Safã, filho de Azalias, filho de Mesulão, à casa do Senhor, dizendo:

4- Sobe a Hilquias, o sumo sacerdote, para que tome o dinheiro que se trouxe à casa do Senhor, o qual os guardas do umbral da porta ajuntaram do povo,

5- E que o deem na mão dos que têm cargo da obra, e estão encarregados da casa do Senhor; para que o deem àqueles que fazem a obra que há na casa do Senhor, para repararem as fendas da casa;

8- Então disse o sumo sacerdote Hilquias ao escrivão Safã: Achei o livro da lei na casa do Senhor. E Hilquias deu o livro a Safã, e ele o leu.

2- O rei subiu à casa do Senhor, e com ele todos os homens de Judá, e todos os moradores de Jerusalém, os sacerdotes, os profetas e todo o povo, desde o menor até ao maior; e leu aos ouvidos deles todas as palavras do livro da aliança, que se achou na casa do Senhor.

3- E o rei se pôs em pé junto à coluna, e fez a aliança perante o Senhor, para seguirem o Senhor, e guardarem os seus mandamentos, os seus testemunhos e os seus estatutos, com todo o coração e com toda a alma, confirmando as palavras desta aliança, que estavam escritas naquele livro; e todo o povo apoiou esta aliança.

4- E o rei mandou ao sumo sacerdote Hilquias, aos sacerdotes da segunda ordem, e aos guardas do umbral da porta, que tirassem do templo do Senhor todos os vasos que se tinham feito para Baal, para o bosque e para todo o exército dos céus e os queimou fora de Jerusalém, nos campos de Cedrom e levou as cinzas deles a Betel.

5- Também destituiu os sacerdotes que os reis de Judá estabeleceram para incensarem sobre os altos nas cidades de Judá e ao redor de Jerusalém, como também os que queimavam incenso a Baal, ao sol, à lua, e aos planetas, e a todo o exército dos céus.

21- O rei deu ordem a todo o povo, dizendo: Celebrai a páscoa ao Senhor vosso Deus, como está escrito no livro da aliança

22- Porque nunca se celebrou tal páscoa como esta desde os dias dos juízes que julgaram a Israel, nem em todos os dias dos reis de Israel, nem tampouco dos reis de Judá.

25- E antes dele não houve rei semelhante, que se convertesse ao Senhor com todo o seu coração, com toda a sua alma e com todas as suas forças, conforme toda a lei de Moisés; e depois dele nunca se levantou outro tal.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Nesta lição aprenderemos que Deus não exige que sejamos bem-sucedidos em todas as coisas que fazemos para Ele, mas nos chama para sermos totalmente comprometidos e obedientes à sua Palavra. A despeito dos 31 anos de reinado de Josias, Judá não mudou de direção nem abandonou seus maus costumes. Entretanto, os constantes esforços desse grande rei para servir ao Senhor com fidelidade lhe renderam a honra divina. O castigo de Judá somente veio depois da morte de Josias.

Ponto Central: Não importa o quão  distantes estamos de Deus, sempre podemos nos aproximar.

INTRODUÇÃO

Josias foi o último dos reis justos de Judá. Nunca houve um rei como ele que se voltasse para o Senhor de todo o coração. Este grande monarca e fiel homem de Deus expurgou o país de todas as falsas divindades ali colocadas por seus ancestrais. E ao saber que o livro da Lei havia sido encontrado dentro do Templo, iniciou em seu reino a maior e mais impactante renovação espiritual vista entre todas as tribos de Israel.

I – JOSIAS REPARA O TEMPLO

1. “Achei o livro da Lei no Templo do Senhor”. Com seu desejo de realizar reparos na Casa do Senhor, Josias ordenou a Safã, o escrivão, e a outros assessores, que fossem ao encontro do sumo sacerdote Hilquias e arrecadassem todos os possíveis recursos financeiros (2 Rs 22.4). Pode-se imaginar a enorme surpresa que teve o escrivão do rei ao receber do sumo sacerdote Hilquias a notícia de que o Livro do Senhor havia sido achado dentro da Casa do Senhor (2 Rs 22.8). Por este relato percebe-se como era o nível de desinteresse das coisas de Deus por quem deveria zelar, não apenas pelo sagrado Livro, mas pelo cumprimento das leis divinas expressas nele.

2. O rei rasgou suas vestes. Ao saber do conteúdo do livro, Safã, o escrivão, levou-o imediatamente ao rei Josias (2 Rs 22.10). O rei lê o livro tão avidamente, e ficou tão fascinado diante da realidade de haver descumprido seu conteúdo, que não tardou em rasgar suas próprias vestes em sinal de profunda tristeza e consternação (2 Rs 22.11). Ao ser impactado pela mensagem do livro, Josias não se justificou em razão dos próprios pecados, como fazem os que não querem confirmar suas vidas à vontade Soberana de Deus. O reino ocupou a ninguém; simplesmente se humilhou rasgando suas vestes, demonstrando a piedade do seu coração.

3. Entendendo a vontade de Deus. Por ordem de Josias, o sumo sacerdote Hilquias e seus auxiliares foram consultar a profetisa Hulda para saberem se os pecados de Judá tinham atingido o nível do juízo divino (2 Rs 22.12-14; 2 Cr 34.22). Então a profetiza confirmou que Jerusalém realmente seria destruída, mas que por amor a Josias, isso aconteceria somente após a morte dele (2 Rs 22.18-20). Assim Deus demonstrou que ouviu a oração do rei; embora, a condenação de Judá estivesse sendo apenas adiada (Jr 11.9 17; 13.27).

SÍNTESE DO TÓPICO I

A prática da leitura e da meditação da Palavra de Deus nos conscientiza sobre os nossos pecados.

SUBSÍDIO DIDÁTICO -PEDAGÓGICO

Para alcançarmos os objetivos fundamentais que formulamos, quais deverão ser os nossos objetivos imediatos? O que planejamos fazer neste trimestre, neste mês, nesta lição? Esses planos variam com as situações. Os interesses e as necessidades de nossos alunos deverão determinar nossos objetivos para cada lição em particular, muitas vezes o comentarista da lição fundamental. Essas metas poderão  ou não coincidir com as necessidades da classe. Por isso, deve o professor determinar seus objetivos de acordo com a realidade de sua classe. Tendo em mente o assunto da lição a ser ensinada, o professor poderá perguntar se;

  •  Quais conhecimentos desejo que meus alunos adquiram?
  •  Quais situações desejo que eles enfrentam?
  •  Quais atitudes e decisões desejam que eles tomem?

II – A RENOVAÇÃO DO PACTO COM O SENHOR

1. A leitura do livro diante do povo. Josias, como um líder zeloso pelo cum primento da Palavra de Deus, sabia que a reforma não teria êxito se todos não fossem envolvidos. Por isso convocou todas as autoridades de Judá e de Jerusalém, e todo o povo; do mais simples ao mais importante, para se reunirem no Templo do Senhor e ouvirem a leitura da Lei de Deus (2 Rs 23.1,2). Ouvindo a mensagem, o povo preparou o coração para uma nova aliança com o Senhor. O verdadeiro avivamento começa com a escuta da Palavra de Deus. Quando a Bíblia passa a ser ouvida com seriedade, o coração é quebrantado, a nossa vida é avivada e o Espírito Santo faz morada. O avivamento por meio da Palavra é duradouro.

2. A destruição dos ídolos. No início de sua reforma, quando tinha completado oito anos de reinado, o rei Josias reparou o Templo, tirando todos os utensílios que tinham sido feitos para Baal (2 Rs 22.1; 23.2). Além disso, ele expurgou as s imundícies idolátricas de todas as cidades de Judá, e só voltou à Jerusalém quando e todo o trabalho de limpeza havia terminado (2 Rs 23.4-20). O coração de Josias fervia de amor pelo Deus de Abraão, tão ultrajado por seu povo. 

CONHEÇA MAIS

“Atualmente não podemos dizer que as Escrituras estão perdidas no sentido literal; ao contrário, a Bíblia é o livro de maior circulação. Contudo é um livro perdido para multidões em todo o mundo. Mas como foi perdido? Foi perdido por falta de lê-lo às crianças. É só fazermos perguntas aos nossos filhos e descobriremos que há uma ignorância surpreendente da Palavra de Deus entre eles. Pode se perder as Escrituras por causa do pecado. A experiência prova a veracidade do ditado: a leitura deste Livro evita o pecado, e o pecado evita a leitura deste Livro. Para saber mais leia: Coleção Lições Bíblicas. Vol. 04. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p. 615.

SÍNTESE DO TÓPICO II

O coração que transborda Deus não tolera ídolos ou qualquer outra prática que desagrade ao Senhor.

SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO

“O compromisso religioso inicial de Josias foi demonstrado por seus esforços para reparar o Templo do Senhor. Ele – estava desorientado, pois aparentemente durante o reinado de Manassés a maioria das cópias das escritura do Antigo Testamento foi destruída. Então na cópia da lei, que alguns acreditam compreender todos os cinco livros de Moisés, foi achada Um Josias abalado percebeu quão desobediente Judá tinha sido. Perguntas dirigidas a Hulda, uma profetisa, trouxe de volta a palavra de que o destino de Judá estava selado. Mas em razão de Josias ter sido humilde e sensível a Deus, o desastre viria apenas depois de sua morte. Deus ainda está à procura de pessoas que estão abaladas pelo abandono da sociedade sobre os princípios bíblicos de santidade e de justiça.

Quando formos humildes e sensíveis, Deus nos abençoará individualmente a despeito do que possa acontecer a nossa terra. O zelo de Josias era tão grande que ele começou a livrar Judá de todas aquelas práticas contra as quais a Palavra de Deus falava. A lista das suas ações sugere a extensão da apostasia de Judá. O que podemos apreciar sobre Josias é o seu exemplo de total compromisso. Nenhum de nós poderia fazer um pedido mais importante do que sermos como Josias, que ‘se [converteu] ao Senhor com todo o seu coração, e com toda a sua alma, e com todas as suas forças’ (23.25). 

O reinado de 31 anos de Josias sobre Judá não mudou a direção da sua nação. Mas os seus constantes esforços para servir ao Senhor lhe renderam a honra divina. Deus não exige que sejamos bem-sucedidos. Ele nos chama, porém, para sermos totalmente comprometidos” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, pp. 226,27)

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Lição 11: O Reinado de Ezequias | EBD -Adultos | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 11: O Reinado de Ezequias

OBJETIVO GERAL

Asseverar que o Senhor ouve a oração dos que o temem.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos

I- Apresentar o íntegro reinado de Ezequias;

II- Sinalizar as afrontas de Senaqueribe: 

III- Registrar o fim de Senaqueribe

Texto Áureo

“No Senhor, Deus de Israel, confiou, de maneira que, depois dele, não houve seu semelhante entre todos os reis de Judá, nem entre os que foram antes dele.” (2 Rs 18.5)

Verdade Prática

Deus sempre ouve e guarda os sinceros de coração, que o obedecem e procuram agradá-Lo.

Leitura diária

Segunda -1 Ts 4.1 Viver para obedecer e agradar a Deus deve ser o objetivo de vida de todo cristão

Terça – Mt 28.20 O Senhor prometeu estar com os seus até o fim dos tempos

Quarta – Sl 9.10 Quem conhece Deus sabe que Ele jamais abandona quem o busca

Quinta – Is 26.3 Quem está com o pensamento firme em Deus é guardado por Ele

Sexta – 2 5m 22.31 O Senhor é escudo para os que nEle confiam

Sábado – Is 41.10 Deus sustenta os seus filhos com sua mão

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Reis 18.1-3,13,28,29; 19.1,5-7,15,16,20,21

2 Reis 18

1- E sucedeu que, no terceiro ano de Oséias, o filho de Elá, rei de Israel, começou a reinar Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá.

2- Tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar e vinte e nove anos reinou em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Abi, filha de Zacarias.

3- E fez o que era reto aos olhos do SENHOR, conforme tudo o que fizera Davi, seu pai.

13- Porém, no ano décimo quarto do rei Ezequias subiu Senaqueribe, rei da Assíria, contra todas as cidades fortes de Judá e as tomou.

28- Rabsaqué, pois, se pôs em pé, e clamou em alta voz em judaico, e falou, e disse: Ouvi a palavra do grande rei, do rei da Assíria.

29- Assim diz o rei: Não vos engane Ezequias; porque não vos poderá livrar da sua mão;

2 Reis 19

1- E aconteceu que Ezequias, tendo-o ouvido, rasgou as suas vestes, e se cobriu de pano de saco, e entrou na Casa do SENHOR.

5- E os servos do rei Ezequias vieram a Isaías.

6- E Isaías lhes disse: Assim direis a vosso senhor: Assim diz o SENHOR: Não temas as palavras que ouviste, com as quais os servos do rei da Assíria me blasfemaram.

7- Eis que meterei nele um espírito e ele ouvirá um ruído e voltará para a sua terra; à espada o farei cair na sua terra.

15- E orou Ezequias perante o SENHOR e disse: Ó SENHOR, Deus de Israel, que habitas entre os querubins, tu mesmo, só tu és Deus de todos os reinos da terra; tu fizeste os céus e a terra.

16- Inclina, SENHOR, o teu ouvido e ouve; abre, SENHOR, os teus olhos e olha: e ouve as palavras de Senaqueribe, que ele enviou para afrontar o Deus vivo.

20- Então, Isaías, filho de Amoz, mandou dizer a Ezequias: Assim diz o SENHOR, Deus de Israel: O que me pediste acerca de Senaqueribe, rei da Assíria, eu o ouvi.

21- Esta é a palavra que o SENHOR falou dele: A virgem, a filha de Sião, te despreza, de ti zomba; a filha de Jerusalém meneia a cabeça por detrás de ti.

HINOS SUGERIDOS: 526, 467, 178 da Harpa Cristā

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Inicie esta lição falando sobre a destacada fé do rei Ezequias. Sua fé não foi superada por nenhum dos reis de Judá (v.5). Ezequias não dependia de nenhuma aliança com outras nações porque a bênção de Deus, que estava sobre ele, lhe era suficiente. Este grande rei não se apartou dos caminhos do Todo-Poderoso. O modo como o Senhor foi com ele, libertando-o de Senaqueribe, era um sinal de sua grande fé, fidelidade e justiça. Enfatize para seus alunos o quanto vale a pena ser fiel a Deus em tempos de grande crise.

Ponto Central: Somos Honrados pelo Senhor sempre que permanecemos fiéis e temente a Ele

INTRODUÇÃO

O reinado de Ezequias foi um dos melhores de Judá. Seu governo foi reto, justo, honesto e agradável aos olhos do Senhor. Ele fez importantes reformas no culto e na adoração a Deus. A partir da destruição dos ídolos de Judá, reestruturou todo o sistema religioso, o que culminou num grande avivamento para o povo de Deus. 

I – O JUSTO REINADO DE EZEQUIAS

1. Um rei reformista. Ezequias instaurou uma ampla renovação espiritual do povo de Deus, em Jerusalém. Reuniu os sacerdotes e levitas e lhes propôs uma nova aliança com Deus (2 Cr 29.4-11). Esta aliança incluiria uma reforma radical no comportamento e na espiritualidade do povo. O rei mandou destruir os altares pagãos; reabrir as portas do Templo; restabelecer as ofertas e os sacrifícios; restituir os ofícios sacerdotais e, ainda, celebrar a Páscoa.

A despeito de tudo isso, o que mais se destaca nas atitudes de Ezequias é que ele “se chegou ao SENHOR, não se apartou de após ele e guardou os mandamentos que o SENHOR tinha dado a Moisés” (2 Rs 18.6). Assim, o rei Ezequias tinha um coração disposto a fazer a vontade de Deus no Reino de Judá. Por isso ele reuniu os sacerdotes, demais levitas e lideranças para reconhecer o verdadeiro estado pecaminoso da nação (2 Cr 29.4-11). Ezequias tinha um coração quebrantado e, por honrados isso, foi reformista.

2. A purificação dos lugares sagrados. Com a convocação de Ezequias, os sacerdotes e os levitas se reuniram e se prontificaram a purificar e santificar a casa do Senhor (2 Cr 29.3-5). Retiraram e jogaram fora todas as coisas impuras que estavam no Templo e restabeleceram o culto e os sacrifícios, conforme a Lei de Moisés (2 Cr 29.18-21). A purificação foi tão completa que, no relato do segundo livro de Crônicas, capítulo 29 e versículos 18 e 19, a palavra “todos” é repetida várias vezes no texto. Nada ficou de fora!

3. A adoração nacional. A fim de restabelecer o culto a Deus, Ezequias convocou os maiorais da cidade para estarem na Casa do Senhor (2 Cr 29.20). Ali foram oferecidos diversos sacrifícios para a reconciliação de todo o Israel. Foi nesse momento de muita comoção, que o rei, seus assessores, e toda a congregação de Israel se prostraram diante do Senhor (2 Cr 29.28,29). Que cenário maravilhoso! Uma nação inteira se prostrando e adorando àquele que é digno de toda honra, glória e louvor.

Além de toda a reforma, Ezequias também mandou celebrar a Festa da Páscoa, que há muito tempo não se via (2 Cr 30.1). Todos foram convidados a participar, inclusive as tribos do Norte. Houve um grande ajuntamento de pessoas em Jerusalém. Depois, Ezequias, aos sacerdotes e os levitas, oraram pela cura e santificação do povo (2 Cr 30.27).

A convocação do rei Ezequias ao povo para a santidade, adoração a Deus e amplas reformas espirituais ocasionou um dos maiores avivamentos do Antigo Testamento. Houve um impacto espiritual tão grande que, ao voltar para a casa, o povo destruiu as estátuas dos falsos deuses, rompeu com a idolatria. Deus ainda levanta líderes para promover verdadeiras reformas espirituais

SÍNTESE DO TÓPICO I

Quando nos voltamos para Deus, as mudanças de comportamento e atitude são inevitáveis, pois sua Santidade nos constrange.

SUBSÍDIO DIDÁTICO -PEDAGÓGICO

O professor deve entender que a forma como conduz os trabalhos na classe e a linguagem utilizada são fundamentais no processo de aprendizagem. Portanto:

O PROFESSOR NÃO DEVE: 

Dar início à lição sem antes certificar-se da presença do material necessário às atividades planejadas, desde pincel para lousa (ou giz), o apagador, os livros, mapas, figuras e outros recursos;
Ao iniciar a aula, pôr-se desde logo a discorrer sobre o assunto do domingo sem antes certificar-se do aproveitamento real, pelos alunos, do conteúdo da lição anterior;
Impacientar-se com o escasso aproveitamento de certos alunos e abandoná-los, dando como razão que “não convém perder tempo com eles”

O PROFESSOR DEVE:

Estudar constante e cuidadosamente a linguagem dos alunos, para ficar sabendo quais as palavras que usam e que significados dão a ela
Quando possível procurar obter dos alunos a expressão dos seus conhecimentos, ou a medida deles sobre o assunto, para ficar ciente de suas ideias e modos de expressá-las e assim ajudá-los a corrigir em seus conhecimentos.
Expressar-se, quanto possível, na linguagem dos alunos, corrigindo cuidadosamente quaisquer erros do significado que dão as suas palavras.

II – SENAQUERIBE INVADE JUDÁ

1. As ameaças de Senaqueribe. O Império Assírio estava em franco crescimento. Ele havia invadido várias nações do Oriente Médio, inclusive, Israel, que fora levado para o cativeiro (2 Rs 18.11,12). Agora, Senaqueribe, rei da Assíria, expedir seu poderoso exército para sitiar Jerusalém e ameaçar o rei Ezequias, visto que ele havia se rebelado contra o governo assírio (2 Cr 32.1). Durante o cerco a Jerusalém, Senaqueribe, por meio de seus oficiais, usou como estratégia intimista a difamação de Ezequias e o afrontamento da grandeza de seu Deus (2 Cr 32.10-15). Como seu propósito era abalar o moral do rei e do povo, todas essas injúrias foram pronunciadas em hebraico.

2. O temor do rei Ezequias. As ameaças dos assírios pasmaram Ezequias e o medo se espalhou por toda a corte de Judá (2 Rs 18.37: 19.1); o que levou o rei a consultar o profeta Isaías (Is 37.1-7). E a palavra dele foi de vitória para o povo de Deus. Aqui aprendemos que a obediência a Deus não é sinônimo da ausência de problemas e enfrentamentos. Entretanto, a mão protetora do Altíssimo nunca deixa seu povo desamparado.

SÍNTESE DO TÓPICO II

Nosso inimigo não tem nenhum poder sobre nós. Todas as suas pretensões passam pelo crivo e aprovação do Senhor.

SUBSÍDIO HISTÓRICO

“Rabsaque adverte Ezequias (18.19-25). A mensagem de Rabsaqué era uma típica ostentação assíria planejada para destruir a confiança de Ezequias. Deve-se observar a partir de suas advertências que o rei de Judá estava, naquele momento, resoluto e determinado em sua revolta contra Senaqueribe. O grande rei, o rei da Assíria (19) é apenas parte do título frequentemente usado pelos reis da Assíria. Os anais deste rei tem início da seguinte forma: “Senaqueribe, o grande rei, o poderoso rei, rei do universo, rei da Assíria… A aliança estabelecida entre Judá e o Egito era tão frágil quanto a palavra de lábios (20), com o bordão de cana quebrada como suporte (21). O Faraó é Tiraca (Taharqo), que foi coerente com seu irmão a partir de 690/89. Ele era o líder das forças egípcias que Senaqueribe enfrentou (19.9)” (Comentário Bíblico Beacon: Josué a Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp 376,77).

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Lição 10: O Cativeiro de Israel: Reino do Norte | EBD – Adultos | 3° Trimestre De 2021

  EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 10: O Cativeiro de Israel: Reino do Norte

OBJETIVO GERAL

Compreender que nossas transgressões nos afastam de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I- Destacar as injustiças cometidas por Israel;

II- Ressaltar a insistência de Israel no pecado da idolatria;

III- Salientar o sincretismo em Samaria.

Texto Áureo

“Vinde, e tornemos para o Senhor, porque ele despedaçou e nos sarará. fez a ferida e a ligará.” (Os 6.1)

Verdade Prática

Deus sempre adverte seu povo sobre os perigos da idolatria e suas terri veis consequências.

LEITURA DIÁRIA

Segunda- Jó 5.18 Infinitamente maior é a cura que Deus traz do que a dor da desobediência 

Terça- 1 Sm 2.6 O Senhor é quem tem poder para dar a vida e tirá-la

Quarta- Jr 30.17 A cura e o restabelecimento da saúde física e espiritual estão em Deus 

Quinta- Sl 89.14 Justiça e Misericórdia são atributos do Reino de Deus

Sexta- Ef 2.4,5 A vida de Cristo é o maior exemplo da misericórdia e amor de Deus 

Sábado- Mt 6.24 Ninguém pode seguir a dois senhores, Deus é o único a quem devemos servir

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Reis 17.1-14,17-20,29

1- No ano duodécimo de Acaz, rei de Judá, começou a reinar Oséias, filho de Eld, e reinou sobre Israel, em Samaria, nove anos.

2- E fez o que era mal aos olhos do

SENHOR, contudo, não como os reis de Israel que foram antes dele.

11- E queimaram ali incenso em todos os altos, como as nações que o SENHOR transportara diante deles; e fizeram coisas ruins, para provocarem à ira o SENHOR.

12- E serviram os ídolos, dos quais o SENHOR lhes dissera: Não fareis estas coisas.

13- E o SENHOR protestou a Israel e a Judá, pelo ministério de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: Convertei-vos de vossos maus caminhos e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, conforme toda a Lei que ordenei a vossos pais e que eu vos enviei pelo ministério de meus servos, os profetas.

14- Porém não deram ouvidos; antes, endureceram a sua cerviz, como a cerviz de seus pais, que não creram no Senhor, seu Deus.

17- Também fizeram passar pelo fogo a seus filhos e suas filhas, e deram-se a adivinhações, e criam em agouros; e venderam-se para fazer o que era mal aos olhos do SENHOR, para o provocarem à ira.

18- Pelo que o SENHOR muito se indignou contra Israel e os tirou de diante da sua face; nada mais ficou, senão a tribo de Judá.

19- Até Judá não guardou os mandamentos do Senhor, seu Deus; antes, andaram nos estatutos que Israel fizera.

20- Pelo que o Senhor rejeitou a toda semente de Israel, e os oprimiu, e os deu nas mãos dos despojadores, até que os tirou de diante da sua presença.

29- Porém cada nação fez os seus deuses, e os puseram nas casas dos altos que os samaritanos fizeram, cada nação nas suas cidades, nas quais habitavam.

HINOS SUGERIDOS: 193, 545, 370 da Harpa Cristã

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Deus sempre abominou o sincretismo religioso no meio do seu povo; porque nele a verdade de Deus se mistura com a mentira da idolatria. No sincretismo, partes das crenças e dos rituais de religiões distintas são combinadas em uma só prática.

Escreva no quadro ou prepare um slide com a seguinte proposição: “O que representa o sincretismo religioso nos dias de hoje?” Recomponha sua classe em três ou quatro grupos. Cada grupo deverá relatar um episódio bíblico em que o sincretismo se evidencia, é relacionado a realidade de hoje, em muitos segmentos religiosos. Depois, reúna os grupos e analise com eles todas as respostas.

Ponto Central: O Senhor disciplinou Israel através de sua misericórdia e justiça.

INTRODUÇÃO

cativeiro de Israel ocorreu durante o reinado do rei Oséias. Nessa época, a Assíria começava a crescer e a se tornar um grandioso império, controlando várias nações, inclusive Israel. Durante os últimos trinta anos de Israel, o país foi acometido de muitas tragédias, injustiças e assassinatos, em razão de desprezarem e mandamentos de Deus. A nação israelita entrou em decadência política, social, econômica e religiosa.

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 10: O Cativeiro de Israel: Reino do Norte

I – SAMARIA È CERCADA PELO REI DA ASSÍRIA

1. Israel sob o reinado de Jeroboão II. A nação de Israel experimentou prosperidade económica e conquistas de territórios perdidos para a Síria que, durante algum tempo, dominava a Palestina. Mas infelizmente, conforme nos adverte os profetas Amós e Oséias, esses resultados foram alcançados através de corrupção, injustiça social, hipocrisia religiosa e sincretismo (2 Rs 17.2,29-33). Os períodos de prosperidade não fizeram o povo retornar a Deus para adorá-lo, conforme a Lei. 

2. A traição do rei Oséias. O rei da Assíria, Salmaneser, descobriu que Oseias, seu vassalo, o traíra ao buscar apoio do Egito e interromper o pagamento dos tributos ao seu reino (2 Rs 17.3.4). Enfurecido, o soberano mandou prender Oseias, marchou com seus exércitos contra Samaria, e a sitiou por três anos (2 Rs 17.5). A partir daí, Israel não teria mais chances de negociação; só lhe restaria a guerra e a consequente deportação.

3. A advertência dos profetas. O aumento da riqueza nacional, especialmente sob o reinado de Jeroboão II, fez com que pequenos proprietários fossem espoliados pelos mais ricos, até que se tornassem pobres e servos desses usurpadores. Enquanto os mais abastados viviam na extravagância, os pobres eram vilipendiados e permaneciam na miséria.

Essas injustiças fizeram com que os profetas Amós e Oséias formalizassem graves denúncias (Am 5.6-9). Todos estes brutais pecados da nação de Israel foram apontados pelos profetas com pesadas advertências ao arrependimento, e apelos à misericórdia e ao amor de Deus (Os 7.11-14).

O Todo-Poderoso sempre abominou o sincretismo em Israel, em que o povo adorava os ídolos e ao mesmo tempo oferecia cultos a Deus. Foi por isso que o profeta Amós advertiu àquela obstinada nação com tanta severidade (Am 5.21-27). Deus não se deixa escarnecer, e não tolera um coração dividido com outros deuses ou objetos de adoração. Esses falsos deuses influenciavam o coração do povo, inclinando-o contra a vontade de Deus declarada em sua Palavra.

SÍNTESE DO TÓPICO I

Nossa natureza pode produzir perversão e maldade, porém, cabe a nós combater essas atitudes dia a dia e extingui-las de nossas vidas.

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

professor deve ser capaz de escolher, usar e eventualmente desenvolver métodos de ensino. Há dois componentes nessa tarefa. Primeiro, o docente deve ser capaz de trabalhar de forma independente com os métodos pedagógicos habituais, abrangendo os seguintes componentes; objetivos, conteúdo, recursos, modo de operar, formas de prover acompanhamento, organização de ensino e avaliação. Segundo, também deve conhecer as diversas formas de se conceber um método pedagógico. 

Espera-se do professor que:

Escolha objetivos pedagógicos e didáticos coerentes com a sua identidade, seu trabalho e com o programa de sua Escola Dominical;
Escolha e maneje com eficácia as diferentes formas de trabalho e atividades didáticas.
Conheça diferentes tipos de métodos pedagógicos; 
Assegure um bom manejo de classe.

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – TemaDo Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 10: O Cativeiro de Israel: Reino do Norte

II – OS PECADOS DO POVO E SUA QUEDA

1. O terrível pecado da idolatria. Desde que o reino de Israel foi dividido, o Norte se inclinou mais intensamente à idolatria que o Sul. Provavelmente esta foi a razão de Israel ter sido levado para o cativeiro algumas dezenas de anos antes de Judá.

Apesar do caos espiritual e rejeição de Israel, Deus queria salvar o povo. Foi então que o Senhor convocou o profeta Oséias para uma situação bastante estranha. Pediu que ele se casasse com uma prostituta e tivesse filhos com ela (Os 1.2). Essa prostituta representaria a nação de Israel.

Oseias cumpriu a ordem do Senhor e se casou com Gômer (Os 1.3) e teve três filhos. Cada filho que o profeta tinha com a prostituta mostrava a desaprovação divina com o povo de Israel. Deus colocou o casamento do profeta Oséias como uma lição prática da infidelidade do reino do Norte. Nesta metáfora, a prostituta (Israel) deixa seu marido (Deus) para se deleitar com seus amantes (Egito e Assíria) e ainda pagava para estar com eles. Hoje se pode ver o mesmo padrão de vida imoral sempre que o povo de Deus se desvia da genuína dedicação ao Todo-poderoso (Pv 5.3).

2. Outras causas do cativeiro. Os pecados relacionados à exploração e indiferença para com o pobre foram duramente criticados pelos profetas. Percebe-se que tais iniquidades são colocadas em pé de igualdade com a idolatria. O profeta Amós condenou estas transgressões de maneira implacável: “Ouvi esta palavra, vós, vacas de Basã, que estais no monte de Samaria, que oprimis os pobres, que quebrantam os necessitados […] Ouvi isto, vós que anelais o abatimento do necessitado e destruís os miseráveis da terra (Am 4.1; 8.4). A situação era tão grave que até os sacerdotes fizeram um conluio com os governantes para extorquir o povo (Os 6.9,10). Deus fez um juramento dizendo que jamais se esqueceria das maldades de Israel (Am 8.4-7).

SÍNTESE DO TÓPICO II

O Senhor não divide a sua glória com ninguém. Quando colocamos algo ou alguém acima de Deus, o desonramos.

SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO

“A Aversão de Deus à idolatria. Deus não tolerará nenhuma forma de idolatria (1) Ele advertia frequentemente contra ela no AT. (a) Nos dez mandamentos, os dois primeiros mandamentos são contrários diretamente à adoração a qualquer deus que não seja o Senhor Deus de Israel (ver Êx 20.3,4 notas). (b) Esta ordem foi repetida por Deus noutras ocasiões (e.g., Êx 23.13.24: 34.14-17; Dt 4.23,24; 6.14; 1s 23.7: Jz 6.10; 2 Rs 17.35.37.38). (c) Vinculada à proibição de servir outros deuses, havia a ordem de destruir todos os ídolos e quebrar as imagens de nações pagãs na terra de Canaã (Êx 23.24: 34.13: Dt 7.4,5; 12.2,3).

(2) A história dos israelitas foi, em grande parte, a história da idolatria. Deus muito se irou com o seu povo por não destruir todos os ídolos na Terra Prometida. Ao contrário, passou a adorar os falsos deuses. Daí Deus castigar os israelitas, permitindo que seus inimigos tivessem domínio sobre eles. 

(a) O livro de Juízes apresenta um ciclo constantemente repetido, em que os israelitas começaram a adorar deuses-ídolos das nações que eles deixaram de conquistar. Deus permitia que os inimigos os dominassem; o povo clamava ao Senhor, o Senhor atendia o povo e enviava um juiz para libertá -lo. 

(b) A idolatria no Reino do Norte continuou sem dificuldade por quase dois séculos. Finalmente, a paciência de Deus esgotou-se e Ele permitiu que os assírios destruissem a capital de Israel e removeu dali as dez tribos (2 Rs 17.6-18). 

(c) O Reino do Sul (Judá) teve vários reis que foram tementes a Deus, como Ezequias e Josias, mas por causa dos reis ímpios como Manassés, a idolatria se arraigou na nação de Judá (2 Rs 21.1-11). Como resultado, Deus disse, através dos profetas, que Ele deixaria Jerusalém ser destruída (2 Rs 21.10-16). A despeito dessas advertências, a idolatria continuou (e.g., Is 48.4-5: Jr 2.4-30; 16.18-21; Ez 8) e, finalmente, Deus cumpriu a sua palavra profética por meio do rei Nabucodonosor de Babilônia, que capturou Jerusalém, incendiou o templo e saqueou a cidade (2 Rs 25).

(3) O Novo Testamento também adverte todos os crentes contra a idolatria.

(a) A idolatria manifesta-se de várias formas hoje em dia. Aparece abertamente nas falsas religiões mundiais, bem como na feitiçaria, no satanismo e noutras formas de ocultismo. A idolatria está presente sempre que as pessoas dão lugar à cobiça e ao materialismo, ao invés de confiarem em Deus somente. Finalmente, ela ocorre dentro da igreja, quando seus membros acreditam que, a um só tempo, poderão servir a Deus, desfrutar da experiência da salvação e as bênçãos divinas, e também participar das práticas imorais e ímpias do mundo. 

(b) Daí, o NT nos admoestar a não sermos cobiçosos, avarentos nem imorais” (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, p.447).

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 10: O Cativeiro de Israel: Reino do Norte

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Lição 09: O Reinado de Joás | EBD – Adultos | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 09: O Reinado de Joás

OBJETIVO GERAL

Afirmar que o pecado leva o homem à ruína

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingem cada percussivo refere-se ao tópicos seus respectivos subtópicos. 

Apontar o livramento de Joás das mãos de Atalia.

Assinalar a restauração do Templo 

Caracterizar idolatria de Joás e a decadência de seu reinado

Texto Áureo

“No te desamparem a benignidade e a fidelidade ota-os ao teu pescoço escreve-as no tábua do teu coração e achando graça e bom entendimento aos olhos de Deus e dos homens.” (Pv 3.3.4)

Verdade Prática

Para ter uma vida de constante comunhão com Deus é necessário abandonar todo tipo de idolatria, e confiar nEle inteiramente.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Pv 16.20-22  Quem confia no Senhor e aceita sua palavra, encontra vida

Terça – Sl 1.1 Bem-aventurado é aquele que não ouve maus conselhos

Quarta -1 Tm 6.11 O Senhor nos orienta a nos mantermos firmes na fé e na justiça

Quinta –  Pv 13.13 Há esperança para os que ouvem e obedecem aos sábios conselhos da Palavra

Sexta – Rm 15.4 A Bíblia é a base para se manter a constância e a esperança

Sábado – 2 Co 13.11 A unidade contribui para o amor e a paz

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Reis 11.1-3; 12.1-5,17-21 

2 Reis 11

1- Vendo, pois, Atalia, mãe de Acazias, que seu filho era morto, levantou-se e destruiu toda a descendência real 

2- Mas Jeoseba, filho do rei Jeorão, Irmã de Acazias, tomou a Jods, filho de Acazias, e o furtou dentre os filhos do rel aos quais matavam, e o pós, a ele e à sua ama, na recâmara, e o escondeu de Atalia, e assim não o mataram.

3- E Jeoseba o teve escondido na Casa de SENHOR seis anos; e Atalia reinava sobre a terra. 

2 Reis 12

1- No ano sétimo de Jeù, começou a reinar Joás e quarenta anos reinou em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Zíbia, de Berseba.

2- E fez Joás o que era reto aos olhos do SENHOR todos os dias em que o sacerdote Joiada o dirigia.

3- Tão-somente os altos se não tiraram; porque ainda o povo sacrificava e queimava incenso nos altos.

4-E disse Joás aos sacerdotes: Todo o dinheiro das coisas santas que se trouxer à Casa do SENHOR, a saber, o dinheiro daquele que passa o arrolamento, o dinheiro de cada uma das pessoas, segundo a sua avaliação, e todo o dinheiro que trouxer cada um voluntariamente para a Casa do SENHOR,

5- os sacerdotes o recebam, cada um dos seus conhecidos; e eles repararem as fendas do caso, segundo toda fenda que se achar nela. 

17- Então, subiu Hazael, rei do Siriá, e pelejou contra Gate, e a tomou, depois, Hazael resolveu marchar contra Jerusalém.

18- Parem, Jods, rel de Judd, tomou todas as coisas santas que Josafá,  Jeorão e Acazias, seus pais, reis de Judd, consagraram, como também todo o ouro que se achou nos tesouros da Casa do SENHOR e na casa do rei; e os mandou a Hazael, rei do Siriá; e este, então, se retirou de Jerusalém

19- Ora, o mais dos atos de Jods e tudo quanto fez mais, porventura, não estão escritos no livro das Crônicas dos Reis de Judá?

20- E Levantaram-se os seus servos, e conspiraram contra ele e feriram loas na casa de Milo, que desce para Sila.

21- Porque Jozacar, filho de Simeate, e Jozabade, filho de Somer, seus servos, o feriram, e morreu; e o sepultaram com seus pais na Cidade de Davi; e Amazias, seu filho, reinou em seu lugar. 

HINOS SUGERIDOS:180, 238, 422 da Harpa Cristã

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Enquanto Joas seguiu os passos do sumo-sacerdote Joiada, fez o que era reto diante do Senhor. Eliminou o baalismo, renovou a Aliança e restaurou o culto a  Yahweh, reparou o Templo etc. Todavia, depois da morte do homem de Deus, Joás se deixou seduzir pelos príncipes do povo, e mergulhou na impiedade, injustiça e idolatria. O castigo divino foi implacável. Seu reino foi invadido pela Síria, seus próprios servos voltaram-se contra ele e o mataram. Converse com seus alunos sobre o perigo de não se ter um caráter firme e depender da boa ou má influência dos outros.

Ponto Central: Quando pecamos nos afastamos de Deus, tomamos decisões ruins e perdemos tudo o que conquistamos.

INTRODUÇÃO

Com apenas sete anos de idade, Joás começou a reinar. Como era muito jovem, recebia orientações e conselhos do sacerdote Joiada. Durante os anos em que foi orientado, teve um brilhante reinado e fez o que era reto aos olhos do Senhor. Porém, como as suas convicções sobre Deus não eram suficientemente fortes, após a morte de Joiada, Joás deixou-se influenciar por maus conselhos que fizeram Judá retornar à idolatria.

1- O LIVRAMENTO DE JOÁS 

1. As tramas reais. Tanto em Israel quanto em Judá, existiam acirradas disputas pelo poder, envolvendo interesses políticos e econômicos. A casa real de Judá havia se aparência com a casa real de Israel através de Atalia, neta de Acabe e Jezabel Atalia se casou com Jorão, filho de josafá, rei de Judá. Quando Jorão foi assassinado por Jeú (2 Rs 9.241, Atalia usurpou o trono e começou a reinar em seu lugar 12 Cr 22.12b).

2. A coragem do sacerdote Joiada. Atalia herdara a perversidade de Acabe e Jezabel. Para se assentar no trono ela matou todos os membros da família real, incluindo seus próprios netos (2 Cr 22.10). Apenas Joás, filho de Acazias, escapou. Ele tinha um ano uma sala por sua tia Jeoseba, esposa do sacerdote Joiada, e lá ficou durante seis anos (2 Rs 11.2,3). Nesse período, Joiada preparou lhe ensinou as leis mosaicas.

3. A estratégia bem-sucedida. Quando Joás completou sete anos, Joiada armou uma estratégia para empossar o legítimo rei. Combinou com os capitães da guarda e, no dia planejado por eles, destituíram Atalia do trono e proclamaram Joás como rei (2 Cr 23.11). Joiada naturalmente passou a ser corregente com Joás, pois este não tinha condições de reinar por ainda ser criança (2 Rs 12.2). O sacerdote, como um homem temente a Deus, destruiu os sacerdotes de Baal e conclamou o povo para remover seu templo, despedaçar imagens e altares, e refazer a aliança com Deus (2 Cr 23.16,17).

SÍNTESE DO TÓPICO I

Há momentos em que o perigo nos cerca sem que o percebamos. São nessas horas que o Senhor intervém nos concedendo escape e proteção.

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

Um elemento importante para se conseguir e conservar a atenção é o envolvimento pessoal dos alunos. Qualquer tempo gasto sem que o aluno esteja profundamente envolvido na lição é tempo perdido. O que fazer para se obter esse interesse? Primeiro precisamos conhecer bem as necessidades básicas de cada aluno, e os problemas que aparecem em cada área da vida deles. O que os motiva? De que gostam? Nós professores não temos obrigação de criar a atenção, mas de captá-la, de tornar cativante até mesmo a situação mais desinteressante. Temos que fazer o aluno envolver-se na lição,

II – O REINADO DE JOÁS E A REPARAÇÃO DO TEMPLO

1. A arrecadação para reparar o templo. O reinado de Joás foi muito próspero enquanto Joiada o aconselhava (2 Rs 12.2). Como a adoração a Baal havia sido muito incentivada pelos reis anteriores, nenhuma manutenção fora feita no Templo do Senhor e, por isso, ele estava em condições precárias. Logo, Joás incentivou o povo e os sacerdotes a arrecadarem ofertas para a manutenção do Templo (2 Rs 12.4.5).

2. A fidelidade dos tesoureiros. Um detalhe muito importante nessa arrecadação foi a fidelidade com que os sacerdotes e tesoureiros reais administravam o dinheiro (2 Rs 12.15). Numa época, como hoje, esse exemplo dos funcionários de Joás é um importante modelo a ser seguido para desfrutarmos das bênçãos do Senhor.

3. Fidelidade, um atributo que enobrece. Não importa a quantia que está sendo administrada. Deus jamais se agradará de qualquer subtração de valores financeiros ou vantagens pessoais. A Palavra de Deus incentiva a prática da fidelidade: “Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as na tábua do teu coração e acharás graça e bom entendimento aos olhos de Deus e dos homens” (Pv 3.3.4). A fidelidade enobrece a alma e traz respeito a quem a pratica.

SÍNTESE DO TÓPICO II

Aqueles que administram os bens destinados para a obra de Deus devem fazê-lo com dedicação, verdade e amor.

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

“A religião de Baal, introduzida por Atalia, havia ocasionado uma séria negligência em relação aos serviços e a adoração no Templo. A rainha, de fato, era a responsável por uma considerável destruição do ambiente sagrado e de seus objetos, e pelo confisco de ofertas destinadas a Deus, que ela reverteu para a causa de Baal (2 Cr 24:7). Joás confia aos sacerdotes a tarefa de reparar o Templo (12.4-8). Os recursos destinados aos sacerdotes e a manutenção do Templo normalmente provinham de três origens: (a) o dinheiro daquele que passa (4), isto é, o dinheiro da análise do censo (Êx 30.13); (b) o dinheiro de cada uma das pessoas, o dinheiro da alma ou da redenção (cf. Nm 18.15.16), e, (c) o dinheiro que trouxer cada um voluntariamente, as ofertas espontâneas.

Os sacerdotes deveriam utilizar esses recursos para reparar o Templo. O fato de terem deixado de fazer esses reparos quando Joas já tinha chegado aos vinte e três anos não indica necessariamente que houve uma apropriação indébita. Parece, antes, que os proventos esperados, através das fontes naturais, não eram tão elevados quanto o necessário, e que os sacerdotes talvez não tivessem sido muito cuidadosos a respeito da apropriação do dinheiro para seu uso pessoal, como deveriam ser. “Conhecidos” (5,7) significa ‘eleitores ou ‘apoiadores” (Comentário Bíblico Beacon: Josué a Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp.358,359),

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Lição 04: Amós: Adoração com Justiça | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 04: Amós: Adoração com Justiça

OBJETIVOS

EXPOR os principais conteúdos apresentados na profecia de Amós:
COMPREENDER quem foi o profeta Amos, sua origem. trabalho e estilo profético,
DEFENDER que a prática da justiça e um elemento insubstituível para a verdadeira adoração

TEXTO DO DIA

“Vos que dilatais o dia mau e vos chegais ao lugar de violência que cantais ao som do alaúde e inventais para vós instrumentos músicos, como Davi.” (Am 6.3.5.)

SÍNTESE

A profecia de Amós nos ensina que justiça e retidão são elementos fundamentais para a adoração.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Am 2.6,7 A injustiça social é um pecado grave contra Deus
TERÇA – Am 5.14,15 Fazer o bem é uma expressão de adoração ao Senhor
QUARTA – Mt 5.20 O cristão é identificado pela prática da justiça
QUINTA – Tg 1.27 Ajudar a quem precisa é parte da adoração
SEXTA – Is 1.13-15 O culto pode se tornar uma abominação ao Senhor
SÁBADO– Jo 4.23.24 Deus procura verdadeiros adoradores

INTERAÇÃO

Professor(a) na lição deste domingo estudaremos o livro de Amos Veremos que o profeta, pastor e cultivador de figas (11) foi enviado ao seu povo com uma palavra contundente contra a idolatria que havia se tornado uma ‘praga no meio do povo de Deus. Ele também fez graves denuncias contra as injustiças sociais. O livro de Amós nos mostra que a prosperidade de Israel foi à causa da corrupção da nação Infelizmente, algumas pessoas ainda hoje depois de prosperarem se esquecem do Senhor e das ordenanças da sua Palavra.

As prédicas de Amós foram precisas e alcançaram o âmago da nação israelita. Contudo, ele não apenas assinalou o pecado, mas advertiu o povo a buscar o arrependimento, pois Deus é bom e misericordioso, ‘e se arrepende do mal” (Jl 213).

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a) sugerimos que para a aula de hoje você divida a classe em grupos. Peça que os grupos façam um resumo com 4 temas principais abordados pelo profeta Amós. Depois, solicite que apresentem à turma formando um único grupo. Em seguida escreva no quadro o conteúdo abaixo e discuta com os alunos algumas características especiais do livro de Amós.

É um grito profético em favor da justiça e da retidão, baseado no caráter de Deus
Ilustra vividamente quando abominável é para Deus a religião quando divorciada de uma conduta reta
É uma confrontação radical e vigorosa entre Amós e o sacerdote Amazias (7.10-17)
Seu estilo audaz e enérgico, reflete a inabalável lealdade do profeta a Deus em usar pessoas que lhe são tementes ainda que desprovidas de credenciais formais para que proclamem a sua mensagem numa era de profissionalismo

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 04: Amós: Adoração com Justiça

TEXTO BÍBLICO

Amós 5.21-23

21 Aborreço desprezo as vossas festas e as vossas assembleias solenes não me dão nenhum prazer.

22 E, ainda que me ofereçais holocaustos e ofertas de manjares, não me agradarei delas nem atentarei para as ofertas pacificas de vossos animais gordos.

23 Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos porque não ouvirei as melodias dos teus instrumentos.

INTRODUÇÃO

O livro de Amós é surpreendentemente atual. Sua profecia condena a idolatria e denuncia as injustiças sociais que às vezes são normatizadas pelo “status quo de um determinado grupo social. O mais triste é saber que o sistema religioso, assim como os demais (politico, jurídico e social) podem se mancomunar junto à corrupção. Amós não pensou duas vezes em tocar a dedo na ferida de Israel e desafiá-los ao arrependimento, caso contrário, a nação receberia o juízo de Deus.

Ele profetizou aproximadamente três décadas antes da destruição de Israel pelas tropas da Assíria. Ainda hoje. a voz do profeta continua a ecoar alteando a bandeira da justiça no estandarte da adoração cristã. O livro de Amós é conhecido como o livro da justiça de Deus e nos ensina que a adoração não pode desassociar-se da retidão e dos princípios bíblicos e justos” revelados na Palavra de Deus.

1- O PROFETA AMÓS

1. Sua vida. O nome Amós significa ‘carregador de fardos’. Em . alusão ao seu nome, podemos dizer que sua fala era pesada e a sua palavra, uma carga do Senhor. Por causa de sua origem humilde o profeta não apresenta seu sobrenome, indicando que sua família não era conhecida (Am 11). Ele provinha de uma classe trabalhadora portanto estava acostumado a “carregar fardos” Deus chamou um homem calejado para uma dura tarefa. Amós permaneceu m soluto em cumprir sua missão.

Foi duro nas denuncias e exortações porque sabia que se o povo não ouvisse suas palavras o peso do juízo divino derramado sobre Israel seria ainda maior. Ele era natural de Tecoa (Am 1.1). Essa cidade ficava a uns 20 km ao sul de Jerusalém junto ao deserto da Judeia. Essa região ficava próxima à estrada que ligava Jerusalém a Hebrom e Berseba. Foi nessa região que João Batista se levantou como profeta. Amos foi um profeta sulista que atuou como missionário no Reino do Norte (Israel). A certeza do chamado divino revestiu o profeta da coragem para denunciar

2. Um homem simples. Amós fala a partir de sua realidade, por isso se apresenta como um legitimo representante de uma classe explorada, que não tinha voz nem vez. Ele era pastor boleiro e cultivador de sicômoros (Am 11: 7:14). Possuía múltiplos empregos. Era um homem trabalhador que fez questão de identificar sua origem humilde (Am 7.54 15). Sabia que seu ministério era ratificado, não pela tradição por trás de um nome, mas pelo chamado divino: Tal como Davi, era pastor, entretanto, suplementava o seu trabalho cultivando sicômoros (figueiras bravas). Durante os meses de verão, os pastores mudavam o rebanho para lugares mais baixos e pegavam serviços paralelos como “boieiro” ou “cultivador de sicômoros para terem o direito de pastar com seus gados naquelas regiões.

Sicômoros era a fruta consumida pelos mais pobres. Os ricos se deliciavam com o figo comum. O pecado do orgulho combatido por ele, não fazia parte de sua vida Ele era um homem simples. Joao Crisostomo ensinou que a humildade é a raiz a mãe a ama-de-leite, o alicerce o vinculo de todas as virtudes. O cristão deve expressar a humildade em sua vida, pois Deus se agrada dos simples (SI 24.4). Israel ensoberbou-se; por isto foi humilhado de modo contrastante, os humildes são honrados por Deus (Tg 4.10).

3. Um homem preparado. Como pastor, ele passava muito tempo sozinho, meditando e observando a natureza. As ilustrações utilizadas em suas profecias foram extraídas da vida diária, indicando a originalidade dos seus pensamentos, Era leigo no sentido que não havia recebido formação em um estabelecimento oficial, visto que não tinha estudado nas escolas de profetas. No entanto, não era um homem ignorante. Embora não tivesse passado por uma educação profética formal, cie demonstrou muito conhecimento.

Assim como Moisés e Davi, o tempo com o gado lhe proporcionou uma cultura mental destinada a reflexão Amos demonstrou um grande conheci- mento da lei de Moisés. Não devemos desprezar as pessoas que não tiveram a oportunidade de passar por um sistema de formação oficial pois aprendemos com Amos que todos podem ser usados por Deus, independente da classe social ou do currículo formativo Deus procura ‘corações piedosos’ e não somente ‘mentes brilhantes’, pois seu Espirito capacita aqueles que são chamados (Dn 2.21; Tg 1.5).

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II – O CONTEXTO HISTÓRICO DE SUA PROFECIA

1. Período de paz. Amós desenvolveu o seu ministério na época em que Jeroboão II reinava em Israel, e Uzias, em Juda. Foi um período de grande prosperidade para ambos os reinos. De acordo com o Antigo Testamento ele foi contemporâneo de Oseias, Jonas Isaias e Miqueias O clima do governo entre Jeroboão II e Uzias era amistoso. As nações que poderiam perturbar Israel tinham sido dominadas. A luta contra a Síria terminou com a vitória de Israel. O rei tinha restabelecido os termos de Israel Rs 14.25). Os reinos do Norte e Sul expandiram seus territórios de tal modo que conseguiram recuperar quase todo o território do império davidico-salomónico.

Esse período ficou conhecido como a idade de ouro para ambos os reinos. A ideia de um juízo divino parecia não se adequar as circunstancias daquela época. As ameaças assírias de Tiglate-Pileser III (745-727 aC.) se manifestariam apenas algum tempo depois. A paz experimentada pelos israelitas lhes trouxe uma sensação enganosas de segurança, por isto rejeitaram a mensagem de Amós. Que Deus nos livre das sensações enganosas da vida! Devemos guardar o nosso coração (Pv 4.23 Jr 17.9) entregando-o a autoridade de Cristo.

2. Período de prosperidade. A paz politica e a expansão territorial conduziram Israel para um periodo de prosperidade material. As nações vizinhas eram tributarias do Norte. As riquezas a afluíam para Israel Os novos ricos perdiam a paciência com as restrições de trabalho impostas pelas lei do sábado. A vontade de acumular riquezas se tomou maior do que o anseio de obedecer a Lei do Senhor. A ganancia tem sido uma fonte de tropeço para multos (1 Tm 6.9.10). Os pobres não eram tratados de forma justa (Dt 15.11; 24.15). A luxuria dos ricos era conseguir à custa da opressão e exploração (Am 2.6-8).

Os ricos controlavam tudo inclusive o judiciário. As decisões dos tribunais eram todas favoráveis aos ricos e extremamente opressivas aos pobres, Amós se levantou contra as injustiças sociais e combateu os sistemas desonestos que pervertiam o direito dos necessitados. Os homens de sua época estavam tão contumazes em acumular riquezas que se esqueciam de atentar para a necessidade de seus irmãos. Lembremo-nos de que o desprezo ao pobre e um grave pecado diante de Deus (Dt 24.15: Is 3.15)

3. Paganismo religioso. A força material de Israel contrastava com sua fraqueza moral. O sumo sacerdote Amacias, por exemplo, era de classe leiga e não provinha da descendência sacerdotal; tal questão era um grande ultraje a fé verdadeira em Israel. Quando Amós profetizou que Israel só achava fora do prumo por causa dos pecados de idolatria e materialismo introduzidos pela casa de Jeroboão (Am 77-9), Amazias demonstrou que era um ”sacerdote comprado” defendendo os interesses do rei ao tentar proibi-lo de continuar profetizando (Am 7.12.13).

As leis divinas estavam sendo burladas, a religião tinha se corrompido (Am 7.10-14), Jeroboão II incentivou a prática dos cultos a fertilidade por meio de um sistema de adoração ao bezerro de ouro (2 Rs 14.24-25). A adoração a Jeová permanecia concomitantemente ac paganismo (Os 2.13,16,17). Centros pagãos foram construídas nas principais cidades do Norte Gilgal Betel, Da Samaria (Am 4.4: 8.14). Alguém precisava combater estes pecados, o por este motivo, Deus levantou o corajoso Amós

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Lição 03: Joel: O Poder do Espirito Santo nos Últimos dias | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

 EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 03: Joel: O Poder do Espirito Santo nos Últimos dias

OBJETIVOS

EXPOR o contexto histórico de calamidade pública apresentada na profecia de Joel;
EXPLICAR a importância de uma conversão sincera como ato antecipatório ao recebimento do batismo com o Espírito Santo:
EXPLANAR o cumprimento da profecia de Joel na dispensação da Igreja.

TEXTO DO DIA

“E há de ser que depois. derramarei o meu Espirito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. “(Jl 2.28)

SÍNTESE

Mesmo em um contexto de desastre natural e apatia religiosa, Joel profetizou o derramar do Espirito Santo sobre toda a carne

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Joel 11-4 A descrição de uma calamidade publica

TERÇA – Joel 113 A interrupção do culto ao Senhor

QUARTA – Joel 2.12,13 O apelo a uma conversão sincera

QUINTA – Joel 223-27 Promessa de restauração e restituição

SEXTA – At 2.14-17 O cumprimento da promessa do Espirito Santo

SÁBADO – Jo 14.26 A capacitação do Espirito Santo

INTERAÇÃO

Joel iniciou sua pregação a partir do anúncio de que alguns desastres naturais viriam praga de gafanhotos vinda do deserto, seca, fome, incêndios, invasões militares e desastres nos céus. A terra, outrora dada pelo Senhor, seria ferida com uma devastação jamais vista. Os desastres eram uma forma de punição pelos pecados.

O profeta Joel revela ao povo os acontecimentos futuros e o que eles deveriam fazer para que as catástrofes não os atingissem Ele os advertiu dizendo Convertei-vos a mim de todo o vosso coração” (2.2-12). Somente um arrependi mento sincero e verdadeiro poderia fazer com que o povo de Deus escapasse de um terrível juízo.

Que jamais venhamos nos esquecermos do ensinamento de Joel Deus é santo e pune o pecado com justiça! Contudo Ele é bondoso e misericordioso e capaz de liberar o perdão diante de um arrependimento sincero Joel também nos mostra que a bênção espiritual vem acompanhada de bênção material e ambas são ativadas pelo arrependimento sincero.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Sugerimos que para a aula de hoje você reproduza o quadro abaixo Utilize-o para mostrar aos alunos algumas características especiais do livro de Joel.

É uma das obras literárias mais esmeradas do AT.
Contém a profecia mais profunda no AT a respeito de derramamento do Espírito Santo sobre toda a humanidade.
Registra numerosas calamidades nacionais – pragas de gafanhotos, seca, formes, incêndios, invasões militares desastres nos céus – como juízos divinos em decorrência da desintegração espiritual e moral do povo de Deus.
Enfatiza que Deus as vezes, opera sobrenaturalmente na história através de calamidades naturais e conflitos militares a fim de levar a efeito arrependimento, o avivamento e a redenção da humanidade.
Oferece o exemplo de um pregador que, em virtude de sua estreita comunhão com Deus a estatura espiritual conclama o povo de Deus ao arrependimento de modo decisivo

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TEXTO BÍBLICO

Joel 2:28-32

28 E há de ser que depois derramarei o meu Espirito sobre toda a carne, e vossos filhos o vossas filhas profetizarão os vossos velhos terão sonhos, as vossos jovens terão visões.

29 E também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o Espirito

30 E mostrarei prodígios no céu e na terra sangue, fogo, e colunas de fumaça

31. O sol se convertera em treva e a lua em sangue antes que venha grande e terrível dia do SENHOR.

32 E há de ser que todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo; porque no monte Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o SENHOR tem dito e nos restantes que o SENHOR chamar.

INTRODUÇÃO

Joel iniciou sua pregação a partir de um desastre natural. A praga dos gafanhotos. Enquanto Oseias se apropriou de uma tragédia pessoal para compor a sua mensagem. Joel se utilizou de uma calamidade nacional para escrever as linhas do seu sermão profético. O livro de Joel pode ser dividido em duas partes. Na primeira, há uma descrição histórica da devastação de Judá imposta por uma praga de gafanhotos na segunda. o profeta anunciou o juízo divino que viria sobre o povo de Deus, seguido por uma restauração futura sem precedentes O profeta não ficou limitado as dificuldades do presente à tragédia natural ou ao indiferentismo religioso, mas transportou sua visão para uma época vindoura e enxergou o derramar do Espirito sobre toda a carne

1 – O PROFETA JOEL

1. Seu nome.

Joel, no hebraico “Yo e significa “Yahweh é Deus” ou “O Senhor é Deus’. Na cultura hebraica o nome do individuo apresentava uma conexão muito forte com sua vida Diferente da cultura ocidental os judeus não escolhiam o nome dos seus filhos pela beleza, mas pelo significado espiritual. O pai de Joel se chamava ‘Petuel que significa “persuadido por Deus” (Jl11). Concluímos que seu pai era um homem temente a Deus sendo a nome “Joel uma confissão de te da parte de Petuel. Joel surgiu no cenário para pregar o significado do seu nome “O Senhor é Deus. Esta mensagem não foi pregada em um período de prosperidade o bonança, mas em um momento de agonia e infortúnio.

O momento de dor, às vezes gera um colapso na fé, de modo que muitos chegam a arguir a gestão divina. Como Joel, devemos testemunhar nossa fé no Criador, independente das circunstancias, sejam elas favoráveis ou desfavoráveis (2 Co 6.10).

3. Para quem profetizou.

Em toda a Bíblia o profeta Joel é citado apenas em duas ocasiões sendo uma única vez em ambos os Testamentos, a primeira na apresentação do seu livro ( JL 1.1) e a segunda, em lembrança ao cumprimento de sua profecia (At 2.16). O texto bibico não fornece informações pessoais sobre ele o que sabemos é por inferência. Devido à sua familiaridade com o Templo. em sido identificado como um profeta do Templo ou até mesmo um sacerdote (JL 1.13,14; 2.17), uma vez que suas profecias demonstram muita familiaridade com as cerimônias do templo (Jl 2.1,15. 32;3.17,20,21). Joel profetizou para Jerusalém os “filhos de Sião”.

Em principio, Joel fala para o sou povo (Reino do Sul), no entanto, sua profecia abrangeu a igreja, conforme o próprio apóstolo Pedro reconheceu (At 2.16.17), Não podemos negar que também existe um caráter abrangente e escatológico em sua mensagem (Jl 3.1-21).

3. Quando profetizou.

Há muitos debates sobre o tempo em que Joel profetizou Alguns consideram que ele tenha sido contemporâneo de Amós. outros acreditam que ele viveu na época de Eliseu A tradição judaica considerava o livro de Joel o mais antigo entre os Profetas Maiores e Menores. E presumível que muitos profetas posteriores tenham bebido da fonte de Joel. Acreditamos que Joel representou a ponte entre os profetas antigos com os demais profetas escritores do Antigo Testamento. De acordo com as evidencias internas do livro, ele profetizou no tempo de rei Joas, de Judá por volta de 835 aC. a 830 aC. pois o livro não cita o nome de nenhum rei, visto que isto era o período de menoridade do governo de Joas quando o sacerdote Joiada respondia pela liderança da nação (2 Rs 12:2).

O livro não faz nenhuma alusão a Babilônia, Assíria ou Síria, pois os inimigos desta época eram outros (Jl 3.4,19). A idolatria não representou um problema em sua profecia considerando que durante a reinado de Joas, o período da adoração a Baal tinha terminado (2 Rs 10 e 11).O problema do povo não era a idolatria, mas a apatia. O indiferentismo religioso é tão grave quanto à apostasia religiosa. Podemos dizer que a apatia é o prelúdio da apostasia.

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II – O CONTEXTO HISTÓRICO DE SUA PROFECIA

1. A praga dos gafanhotos.

Joel apresentou a devastação, a seca e a fome que atingiu a nação de Judá ao ser atacada por uma praga de do profeta e registrar para as gerações posteriores o relato da catástrofe que atingiu a nação (Jl 13). Trata-se de um evento histórico e de um texto narrativo A devastação foi total. O que ficou da lagarta, comeu o gafanhoto, e o que ficou do gafanhoto, comeu a locusta e o que ficou da locusta, o comeu o pulgão” (Jl 14). No original hebraico “lagarta gafanhoto, locusta e pulgão” não indicam insetos de diferentes espécies mas o mesmo inseto o gafanhoto em quatro fases de seu desenvolvimento.

A lagarta’ representa o gafanhoto em seu estagio inicial ao nascer sem asas quando apenas consegue roer. O gafanhoto representa o estágio que começa a procriar e se multiplicar. No estagio de locusta” desenvolve asas, mas ainda não voa, apenas salta e já começa a devorar. Ao se tomar pulgão já está plenamente desenvolvido, com asas completas. Juda foi desolada por causa deste ataque de gafanhotos em seus vários estágios de desenvolvimento. O descaso para com Deus precipitou o povo a assolação. O fruto de quem vira as costas para Deus sempre será amargo.

2. A indiferença de sua geração.

Os compatriotas de Joel agiram com indiferença diante da tragédia. Acreditavam que essas situações simplesmente aconteciam. O profeta começou sua mensagem fazendo uma invocação solene para chamar a atenção do seu povo Suas palavras iniciais foram ouviste (Jl 12) Os ébrios deveriam se despertar (Jl 15) a virgem deveria lamentar (Jl 18) e os sacerdotes deveriam gemer e clamar (Jl1.13). A devastação foi tão grande que não havia material para oferecer a oferta de manjar (Jl19. O mesmo ocorria com as libações e com o vinho. A seca se alastrou pela terra (Jl112). Não havia matérias para o culto. A interrupção da adoração ao Senhor deveria ser considerada uma grande calamidade (Jl 1.13). Joel se incomodou com a indiferença de sua geração por isto chamou a atenção deles dizendo que mais calamidades estavam por vir.

As vezes, Deus permite certas situações no proposto de despertar-nos permanecer indiferente diante da adversidade e um sinal claro de insensibilidade espiritual, O verdadeiro cristão se vale de todos os momentos para buscar ao Senhor, na tristeza clama pelo consolo, na alegria, louva o com gratidão.

3. O simbolismo da tragédia.

Enquanto o primeiro capitulo narrava um acontecimento histórico, o segundo previa uma calamidade que assombraria a nação A derrota para uma nação estrangeira. Parecia que Joel estava descrevendo um futuro ataque de gafanhotos, pois falava de um diluvio escuro com milhares de gafanhotos cobrindo as céus (Jl 2-2), Ele comparou os insetos ao fogo (2-3) e descreveu-os com a aparência de um cavalo (em miniatura) (2-4). Em suas palavras o exército invasor seria obstinado. Como valentes correriam cada um polo seu carreiro (Jl 2.7,8) Joel se valeu do simbolismo do ataque dos gafanhotos para prever um ataque militar como resultado de um juízo divino sobre o povo.

Provavelmente o profeta estava se referindo ao futuro ataque da Babilônia. Para Joel, a praga dos gafanhotos prefigurava uma desolação muito maior. Não era tempo de ficar indiferente ou passivo era preciso se voltar para Deus. Quando não aprendemos nessas primeiras lições, outras nos alcançarão. Por isto, é fundamental que desenvolvamos, o quanto antes, a maturidade para entendermos o que Deus deseja de nós diante das situações que estamos vivendo.

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Lição 04: Elias e os Profetas de Aserá e Baal | EBD – Adultos | 3° Trimestre De 2021

 EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 04: Elias e os Profetas de Aserá e Baal

OBJETIVO GERAL

Revelar que Deus opera milagres através de seus filhos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos

Salientar que é necessário e urgente enfrentar o pecado;
Relatar que Deus responde às nossas súplicas;
Expor as fragilidades do ser humano

Texto Áureo

“Então, caiu fogo do SENHOR, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e o po, e ainda lambeu a água que estava no rego.” (1 Rs 18.38)

Verdade Prática

O Senhor sustenta com sua forte mão todos os que estão dispostos a proclamar a verdade de que Ele é o único Deus digno de adoração

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Sl 37.18,19 Deus cuida de seus filhos e não os deixa desamparados
Terça – SL 7.9 Deus conhece a sinceridade do coração dos seus filhos
Quarta – Is 42.8 O único digno de glória e honra é o Senhor Deus
Quinta – Ex 20.3.4 O Senhor impõe como mandamento não ter outros deuses além dEle
Sexta – Sl 145.14-18 Deus é aquele que sustenta seus filhos, mesmo em tempo de dificuldades
Sábado – 1Co 8.6 Quem serve a Deus de coração compreende que há um só Deus e que tudo pertence a Ele

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Reis 18.22-24,26,29,30,38,39; 19.8-14

1 Reis 18

22-Então, disse Elias ao povo: Só eu fiquei por profeta do Senhor, e os profetas de Baal são quatrocentos e cinquenta homens

23-Dêem-se-nos, pois, dois bezerros, e eles escolham para si um dos bezerros, e o dividam em pedaços, e o ponham sobre a lenha, porém não lhe metam fogo, e eu prepararei o outro bezerro, e o porei sobre a lenha, e não lhe meterei fogo.

24-Então, invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do Senhor, e há de ser que o deus que responder por fogo esse será Deus. E todo o povo respondeu e disse: É boa esta palavra

26-E tomaram o bezerro que lhes dera e o prepararam; e invocaram o nome de Baal, desde a manhã até ao meio-dia, dizendo: Ah! Baal, responde- -nos! Porém nem havia voz, nem quem respondesse; e saltavam sobre o altar que se tinha feito.

29-E sucedeu que, passado o meio-dia, profetizaram eles, até que a oferta de manjares se oferecesse; porém não houve voz, nem resposta, nem atenção alguma.

30 Então, Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele; e reparou o altar do Senhor, que estava quebrado.

38-Então, calu fogo do SENHOR, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e o pó, e ainda lambeu a água que estava no rego.

39-0 que vendo todo o povo, caiu sobre os seus rostos e disse: Só o SENHOR é Deus! Só o SENHOR é Deus!

1 Reis 19

8-Levantou-se, pois, e comeu, e bebeu, e, com a força daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus.

9-Eati entrou numa caverna e passou ali a noite e eis que a palavra do SENHOR veio a ele e lhe disse. Que fazes aqui. Etnias?

10-E ele disse: Tenha sido muito zeloso pelo SENHOR, Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram o teu concerto, derrubaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada: e eu fiquei só, e buscam a minha vida para ma tirarem.

11-E ele me disse: Sal para fora e Põe- te neste monte perante a face do SENHOR. E eis que passava o SENHOR, como também um grande e forte vento, que fendia os montes e quebrava as penhas diante da face do SENHOR: porém o SENHOR não estava no vento; e, depois do vento, um terremoto; também o SENHOR não estava no terremoto;

12-e, depois do terremoto, um fogo; porém também o SENHOR não estava no fogo; e, depois do fogo, uma voz mansa e delicada.

13-E sucedeu que, ouvindo-a Elias envolveu o seu rosto na sua capa, e saiu para fora, e pôs-se à entrada da caverna; e eis que veio a ele uma voz, que dizia: Que fazes aqui, Elias?

14-E ele disse: Eu tenho sido em extremo zeloso pelo SENHOR, Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram o teu concerto, derrubaram as teus altares e mataram os teus profetas à espada; e eu fiquei só, e buscam a minha vida para ma tirarem.

HINOS SUGERIDOS: 45, 377,459 da Harpa Crista

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Antes de convocar os profetas de Baal para o grande desafio, Elias indagou ao povo: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o” (1 Rs 18.21). Comece a aula perguntando o significado de “pensar”,”caxear”, e “conectar entre dois pensamentos”. Pensar para decidir ou escolher algo é como pôr as coisas numa balança para se avaliar o peso de cada uma.

Ora a balança pende para um lado, ora pende para o outro. Coxear significa mancar como um coxo, capenga, claudicar, pender de um lado para o outro. Quem confia dá um passo e se inclina para o direito e no próximo passo se inclina para a esquerda. É por isso que “CoNar entre dois pensamentos” tem o sentido figurado de hesitar, vacilar Isso era o que Elias quis dizer sobre a situação espiritual do povo de Israel.

Ponto Central: O Senhor sempre intervém ao nosso favor diante da adversidade 

INTRODUÇÃO

O profeta Elias é um dos mais relevantes personagens da Bíblia. Foi ele que apareceu com Moisés no Monte da Transfiguração conversando com Jesus Este destacado profeta é, sem dúvida, um modelo de servo perseverante e fiel para todo cristão. Nesta lição, veremos como Elias desafiou corajosamente a idolatria em Israel; como orava de modo simples, mas cheio de tudo o que fez, expôs sua humanidade ao cair em Desânimo.

1 – O DESAFIO NO MONTE CARMELO

1. O zelo de Elias o pôs diante de um confronto. Devido à apostasia do povo e à falta de liderança espiritual do rei Acabe, e de outros que lhe antecederam, Elias como alguém que conhece muito bem o Deus que serve, viu-se na condição de lançar um grande desafio diante de todos. Mandou chamar os profetas de Baal e lhes incitou dizendo: “o deus que responder por fogo esse será Deus” (1 Rs 18.24). O profeta foi levado a fazer isso em função da pergunta, sem resposta, que lançou antes do confronto: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o” (1 Rs 18.21). O povo não tinha resposta para esta pergunta porque estava em dúvida sobre quem, de fato, era o verdadeiro Deus.

2. O problema de não saber a quem adorar. Este triste dilema espiritual se faz presente todas as vezes que o povo de Deus se envolve com a idolatria, pois os que adoram ídolos não conseguem enxergar o verdadeiro amor e cuidado divinos, uma vez que, a despeito de terem todas as características de divindade, esses pretensos deuses não passam de ilusão inventada pelo homem. Entretanto, mesmo sendo falsos, esses ídolos exercem muita força e influência sobre o coração do homem, tornando-o tão ignorante quanto eles próprios (Sl 135.18). Vale destacar que os ídolos não precisam necessariamente ser físicos, pois podem estar camuflados no coração humano a fim de controlarem as decisões e toda a vida de uma pessoa. Jesus nos alertou sobre isso (Mt 6.24).

3. O desafio do fogo. Elias tinha certeza de que Deus estava com ele e, por isso, propôs o desafio: o Deus que respondesse com fogo deveria ser adorado. Os que andam com Deus não precisam desafiá-lo para testar sua lealdade e seu amor. Tais pessoas são tão íntimas de Deus que são impelidas, guiadas, conduzidas em seu coração para aquilo que o Senhor quer fazer. Portanto, não foi a vontade de Elias lançar o desafio, mas a do próprio Deus para, mais uma vez, mostrar ao povo de Israel que Ele era, sempre foi e sempre será o único Deus verdadeira, a quem deveria servir.

SÍNTESE DO TÓPICO

Assim como Elias confrontou os profetas de Baal diante da idolatria, os servos do Senhor devem estar dispostos a enfrentar todo tipo de pecado.

SUBSÍDIO DIDÁTICO – PEDAGÓGICO

Em sentido amplo a idolatria pode indicar a veneração ou adoração a qualquer objeto, pessoa, instituição ou ambição que tome o lugar de Deus, ou que diminua a honra que lhe devemos Deus nunca admitiu outro além dEle. O Todo-Poderoso não divide seu louvor com quem quer que seja: Ele é o único O Senhor é Deus zeloso e requer exclusividade. Jamais repetiria seu povo com um suposto rival. Por esta razão assevera enfaticamente: “Não terá outros deuses diante de mim” (Ex 20.3).

Promova um pequeno debate em sua turma fazendo uma simples pergunta: “O que é idolatria hoje?” Todas as imagens, esculturas ou quaisquer outras inovações com o objetivo de tornar o culto mais atraente pelo seu visual divergem do sincero propósito de cultuar a Deus em espírito e verdade e, por isso, constituem um tropeço para uma verdadeira adoração.

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II – A ORAÇÃO DE ELIAS

1. Os preparativos de Elias. Diante da impossibilidade de resposta de Baal aos apelos de seus adoradores, Elias começou os preparativos para a operação do milagre (1 Rs 18.23). A primeira coisa que fez foi reparar o altar do Senhor, que estava quebrado; consequência imediata da idolatria (1 Rs 18.30). A seguir, juntou doze pedras que simbolizam as doze tribos de Israel, cavou um rego em volta do altar, colocou a lenha, dividiu o bezerro em pedaços sobre a lenha e pediu para que se derramasse doze cântaros de água sobre o altar, de tal modo que ficasse totalmente encharcado; o que estava nele, e o rego em sua volta (1 Rs 18.31-35).

2. Uma oração confiante. A oração de Elias foi simples e curta, contrastando com as súplicas dos profetas de Baal (1 Rs 18.36,37). Elias queria mostrar que, para Deus responder, não são necessárias cerimônias especiais, sacrifícios ou mutilações. Basta o exercício da fé no verdadeiro Deus. É relevante ressaltar que o profeta Elias, em sua oração, declarou, diante do povo, que o Deus a quem ele orava era o mesmo Deus dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó, e que, pelo fato de também ser um servo de Deus e estar cumprindo a vontade dEle, tinha direito à manifestação divina como resposta.

Nesta oração, o profeta expõe o verdadeiro motivo de ter erigido aquele altar, e da necessidade de Deus responder com fogo: “para que este povo conheça que tu, Senhor, és Deus e que tu fizeste tornar o seu coração para trás” (1 Rs 18.37).

3. A misericórdia de Deus. Na oração de Elias está claro que o desejo de Deus era que seu povo se voltasse para Ele através daquela demonstração de poder. A descida do fogo que consumiu o holocausto, a lenha, as pedras, o pó e ainda secou toda a água que estava ao redor do altar (1 Rs 18.38) é uma exata comprovação, não apenas de que Ele é Deus e está acima de tudo e de todos, mas de que Ele estava dando a Israel uma nova oportunidade de comunhão. A reação do povo foi unânime em reconhecer que o Eterno é o Deus verdadeiro (1 Rs 18.39). Com isso, a seca que já durava três anos e meio terminou (1 Rs 18.41,44). Elias subiu ao cume do monte Carmelo, orou a Deus e caiu uma abundante chuva (1 Rs 18.45).

SÍNTESE DO TÓPICO II

Quando exercitamos a nossa fé e confiança no Senhor, Ele responde nossas orações e nos livra de qualquer adversidade.

SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

“Elias rapidamente obtém do seu Deus uma resposta por fogo. Os profetas de Baal são forçados a desistir de sua causa e, agora, é a vez de Elias apresentar a sua. Vejamos se ele se dá bem:

1. Ele reparou o altar. Ele jamais usaria o deles, que tinha sido contaminado com as orações a Baal, mas, encontrando em ruínas um altar ali, que anteriormente tinha sido usado no culto ao Senhor, ele escolheu reparar aquele (v.30) para insinuar a eles que ele não estava ali para introduzir nenhuma nova religião, mas reviver a fé e a adoração do Deus de seus pais e convertê-los ao primeiro amor que tiveram e às primeiras obras que praticaram.

Ele não podia levá-los ao altar em Jerusalém a menos que pudesse unir dos dois reinos novamente (o que, para a correção de ambos, Deus determinou que agora isso não devia ser feito), por isso, pela sua autoridade profética, ele constrói um altar no monte Carmelo e assim reconhecer aquele que anteriormente tinha sido edificado ali. [-]

4. Então ele solenemente dirigiu-se a Deus em oração diante do seu altar, suplicando-lhe humildemente: lembre-se de todas as suas ofertas e aceite os teus holocaustos (St 20.3), e para comprovar a sua aceitação. A sua oração não foi longa, pois ele não usou vãs repetições nem pensou que por muito falar seria ouvido; mas ela foi muito séria e serena, e mostrou que a sua mente estava calma e tranquila, e longe do ardor e das desordens em que se encontravam os profetas de Baal (vv. 36,57).

Embora ele não estivesse no lugar designado, escolheu a hora prescrita da oferta de manjares, para testificar com isso sua comunhão com o altar em Jerusalém. Embora ele esperasse uma resposta por fogo, ainda assim aproximou-se do altar com coragem, e não temeu aquele fogo” Matthew. Comentário Bíblico (HENRY, Antigo Testamento: Josué o Éster Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p.519,20). 

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Lição 03: Acabe e o Profeta Elias | EBD – Adultos | 3° Trimestre De 2021

 EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 03: Acabe e o Profeta Elias

OBJETIVO GERAL

Asseverar que todo pecado gera uma consequência.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo i refere-se ao tópico com seus respectivos subtopicos.

I – Apresentar a perversidade de Acabe e Jezabel;

II – Demonstrar o cuidado de Deus para com os seus filhos:

III – Registrar a aridez espiritual do rei Acabe.

Texto Áureo

“Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel que guarda o conserto e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos” (Dt 7.9)

Verdade Prática

Deus é pai de amor, bondade e misericórdia abundantes, contudo, todo pecado e desobediência ao Senhor trazem consequências inevitáveis à vida humana.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Sl 31.19 As bondades do Senhor são inesgotáveis para os que o temem

Terça – Ex 33.19 Misericórdia é um atributo que pertence a Deus

Quarta – Jó 4.8 Tudo o que é semeado será colhido na mesma proporção

Quinta – SL 23.6 A misericórdia e a bondade de Deus acompanham o ser humano por toda vida

Sexta – 1 Pe 1.14 Os filhos de Deus devem ser obedientes e abandonar o mau caminho

Sábado – Dt 5.29 o desejo do Senhor é que seus filhos

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Reis 16.29,30; 17.1-7; 18.17-21

1 Reis 16

29-E Acabe, filho de Onri, começou a reinar sobre Israel no ano trigésimo oitavo de Aso, rei de Judá; e reinou Acabe, filho de Onri, sobre Israel em Samaria, vinte e dois anos.

30-E fez Acabe, filho de Onri, o que era mal aos olhos do SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele.

1 Reis 17

1- Então, Elias, o tisbita, dos mora- dores de Gileade, disse a Acabe: Vive o Senhor, Deus de Israel perante cuja face estou que nestes anos nem orvalho nem chuva haverd, senão segundo a minha palavra.

2- Depois, veio a ele a palavra do SENHOR, dizendo

3- Vai-te daqui, e vira-te para o oriente, e esconde-te junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão.

4 – E ha de ser que beberás do ribeiro; e eu tenho ordenado aos corvos que ali te sustentem.

5-foi, pois, e fez conforme a palavra do SENHOR porque foi e habitou junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão

6-E os corvos the traziam pão e carne pela manhd, como também pão e carne à noite: e bebia do ribeiro.7-E sucedeu que, passados dias, o ribeiro se secou, porque não tinha havido chuva na terra.1 Reis 1817-E sucedeu que, vendo Acabe a Elias, disse-lhe Acabe: Es tu o perturbador de Israel?18-Então, disse ele: Eu não tenho per turbado a Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do SENHOR e seguistes os baatins.19-Agora, pois, envia, ajunta a mim todo o Israel no monte Carmelo, como também os quatrocentos e cinquenta profetas de Baat e os quatrocentos profetas de Asera, que comem da mesa de Jezabel.20-Então, enviou Acabe os mensagei ros a todos os filhos de Israel e ajuntou os profetas no monte Carmelo21 – Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o. Porém o povo the não respondeu nada.

HINOS SUGERIDOS:

60, 111, 577 da Harpa Crista

INTERAGINDO COM O PROFESSORO
 profeta Elias apareceu em um período critico da história de Israel. Época em que Acabe, influenciado por Jezabel, sua maléfica esposa, fez de tudo para eliminar a adoração a Javé em israel. Mas o próprio Deus, usando o profeta Elias, entrou no conflito e decisivamente derrotou os deuses pagãos, trazendo o povo de volta a verdadeira fé. Em tempos de apostasia, quando imperam a rebeldia insolente e a dureza de coração contra os mandamentos do Senhor, o Todo-poderoso sempre envia seus profetas para combater o sistema religioso corrupto e proclamar o autêntico sentido e o propósito do seu reino (1 Rs 17.1).EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – 

Tema Do Trimestre:O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 03: Acabe e o Profeta Elias

INTRODUÇÃO

Acabe foi um dos mais perversos reis de Israel. Durante seu reinado, ele permitiu que seus terríveis pecados o desviassem completamente dos mandamentos sagrados e do temor a Deus (1 Rs 16.30). Além da desobediência já instalada em seu coração, casou-se com a ímpia Jezabel, que o induziu aos caminhos de morte (1 Rs 16.31). Suas grande seca em Israel, episódio que, mais tarde, o colocou frente a frente com o profeta Elias (1 Rs 17.1).PONTO CENTRALÉ essencial estar em alerta diante dos chamados de Deus ao arrependimento.

1 – O CASAMENTO DE ACABE COM JEZABEL

1. Consequências de escolhas

Acabe induziu o povo a se aprofundar no pecado da idolatria de maneira bem mais intensa que os reis que o antecederam. Além disso, cometeu o crasso erro de se casar com uma princesa do reino de Sidom, chamada Jezabel. Essa mulher era devota de Baal e Aserá, dois deuses adorados pelas nações vizinhas de Israel (1 Rs 16.31; 18.19). Essa princesa dos sidônios incitou tanto a maldade em Acabe que ele chegou ao ponto de se vender para fazer o que era mau aos olhos do Senhor (1 Rs 21.25).

2. A rainha perversa.

Dentre tantas perversidades, Jezabel destruiu os profetas do Senhor (1 Rs 18.4), ameaçou a vida de Elias (1 Rs 19.2), ordenou injustamente a morte de Nabote para satisfazer a ganância do marido (1 Rs 21.10), e ainda praticou a prostituição e a feitiçaria (2 Rs 9.22). O trágico fim de Jezabel foi profetizado por Elias. O homem de Deus disse que ela não seria sepulta da, mas que os cães a devorariam, pois sua maldade e abominação contrariaram a justiça divina (1 Rs 21.23-27). Deus é misericordioso, mas julga com rigor àqueles que insistem em permanecer na prática do mal.

SÍNTESE DO TÓPICO I

Deus é rico em misericórdia, porém, pode ser impiedoso contra aqueles que perseveram em se manter na prática do mal.

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

Relacione na lousa as várias formas de idolatria discriminadas abaixo. A seguir, leia com seus alunos as referências indicadas, não esquecendo de estabelecer as diferenças entre os falsos deuses reverenciados por Israel no passado e os ídolos condenados pelos apóstolos no Novo Testamento, como a cobiça e a glutonaria. Deixe claro para seus alunos que, independente da forma e motivos, a idolatria é odiosa e abominável ao Senhor.

FORMAS DE IDOLATRIA NA BÍBLIA

a) A adoração a imagens (Is 44.17)

.b) O oferecimento de sacrifícios a imagens (Sl 106.38)

.c) A adoração a deuses falsos (Dt 30.17: Sl 81.9)

.d) O serviço prestado a outros deuses (Dt 7.4)

.e) O temor a outros deuses (2 Rs 17.35

).f) A adoração ao verdadeiro Deus, mas por meio de alguma imagem (Ex 32.46: SL 10.6,18,20)

g) A adoração a demônios (Mt 4.8.10: 1 Co 10.20).

h) Manter ídolos no próprio coração (Ez 14.3,4).

i) A adoração aos espíritos dos mortos (Sl 106.28)

.j) A cobiça (Ef 5.5; CL3.5)

.k) A sensualidade (Fp 3.19).

II – ELIAS PREVE A GRANDE SECA

1. A intervenção divina.Em razão de sua idolatria e atrocidades, Acabe é considerado o pior rei de todo o Israel (1 Rs 16.33). Por causa de seus atos per versos e pecaminosos, o profeta Elias, em obediência a Deus, confrontou esse rei e lhe deu a sentença de que não mais haveria chuva, a não ser pela palavra do profeta, dada por Deus (1 Rs 17.1). Com a seca veio a fome, porém, nem mesmo diante de tal situação Acabe se arrependeu dos seus pecados diante de Deus.

2. O preço da obediência a Deus.O episódio da seca em Israel demonstra que todo homem e mulher de Deus precisam ter fé e coragem para enfrentar os resultados de sua obediência ao Senhor. No caso de Elias, ele teve de enfrentar as dificuldades da falta d’água e alimento e mais tarde, fugir de Acabe e Jezabel, que o ameaçaram de morte (1 Rs 19.2). Entretanto, apesar das dificuldades pelas quais passou o profeta, a bondade e o cuidado de Deus o acompanharam, pois foi alimentado por corvos com pão e carne duas vezes ao dia (1 Rs 17.6). E, quando a água do ribeiro de Querite secou, o Senhor mais uma vez o sustentou usando a viúva de Sarepta (1 Rs 17.9).

3. Deus sempre cuida dos seus filhos.Na casa da viúva, Elias realizou o milagre da multiplicação da farinha e do azeite. A mulher argumentou que dispunha apenas de uma pequena quantidade desses ingredientes para alimentar a si e ao seu filho. Mesmo diante desse triste cenário, o profeta pediu que ela fizesse primeiro um bolo para ele. A viúva obedeceu a ordem de Elias e lhe preparou a comida. A partir daí, pela palavra do Senhor, nada faltou para aquela família até o fim da seca (1 Rs 17.14). Essa história nos mostra o quanto Deus cuida dos que proferem a sua verdade, e defende a causa do órfão e da viúva (Dt 10.17,18; 24.21: 26.12: Sl 68.5: 146.9).

SÍNTESE DO TÓPICO II

O Senhor sempre cuida de seus filhos. Não importa quão dificil seja o caminho, Deus suprirá todas as suas necessidades

.SUBSÍDIO DEVOCIONAL

“1 Rs 17.13-16-Quando a viúva de Sarepta encontrou Elias, pensou que estivesse preparando sua última refeição. Mas um simples ato de fé realizou o milagre. Ela confiou em Elias e lhe deu tudo o que tinha de comer. A fé é o passo entre a promessa e a certeza. Os milagres parecem extremamente fora de alcance para a nossa fé frágil Mas cada milagre, grande ou pequeno, começa com um ato de obediência. Não podemos ver a solução até que demos o primeiro passo de fé.

”1 Rs 17.17 – Mesmo depois que Deus realiza um milagre em nossas vidas, nossos problemas podem não estar terminados. A fome era uma experiência terrível, mas o pior ainda estava por vir. A provisão de Deus nunca é dada para que descansemos nela. Precisamos confiar nEle ao enfrentar cada provação” (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2015, pp.728,729).

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Lição 02: Rute 1 – Noemi retorna a Belém | EBD Pecc | 3° Trimestre De 2021

RUTE 1 – NOEMI RETORNA A BELÉM

Texto Áureo

 “Assim, voltou Noemi da terra de Moabe, com Rute, sua nora, a moabita; e chegaram a Belém no princípio da sega da cevada.” Rt 1.22

Leitura Bíblica Para Estudo

Rute 1.6-22

Verdade Prática

A providência de Deus faz da longa e árdua caminhada um venturoso retorno ao lar.

INTRODUÇÃO
I. PERSONAGENS PRINCIPAIS Rt 1.20-21

1- Noemi Rt 1:20
2- Rute, a moabita RE116
3- Boaz Rt 2.1

II. RETORNANDO A BELÉM Rt 6-18
1- Boas noticias de Belém Rt 1.6
2- O retomo das três viúvas Rt1.7
3- Declaração de Rute R1.18

III. CHEGADA EM BELÉM Rt 1.19-22
1- A recepção em Belém Rt.1.15
2- A reação amarga de Noemi Ri 1.20
3- Época de colheita Rt 1.22
APLICAÇÃO PESSOAL

Devocional Diário

Segunda – Rt 1.6
Terça – Rt 1.9
Quarta – Rt 1.10
Quinta – Rt 1.15
Sexta – Rt 1.19
Sábado – Rt 1.22

Hinos da Harpa: 204 – 193

INTRODUÇÃO

Rute é um livro brilhante que nos convida a refletir sobre a questão de como Deus está envolvido nas alegrias e dificuldades do dia a dia de nossas vidas. A providência de Deus está evidenciada em cada cena dessa história aparentemente mundana e comum, tornando real a grande história de redenção para esta família e para o mundo inteiro.

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I – PERSONAGENS PRINCIPAIS (Rt 1.20; 2.1)

Os nomes são significativos. Na maneira hebraica de pensar, saber o nome de uma pessoa é conhecer o seu caráter, conhecer a pessoa. O nome é a pessoa. As três personagens principais no livro são: Noemi, a matriarca judia; Rute, a jovem viúva gentia; e Boaz, o agricultor solteiro israelita. Sem desmerecer Elimeleque, Malom, Quiliom e Orfa.

1. Noemi (Rt 1.20) “Porém ela lhes dizia: Não me chameis Noemi; chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso.”

Noemi significa “amável, encantadora, agradável”. E o comovente significado deste nome destaca-se mais tarde, quando Noemi volta de Moabe com sua nora Rute, entristecida pelas experiências amargas que ela cria ter recebido da mão do Senhor. “Não me chamem de Noemi”, ela diz às suas conterrâneas, “chamai-me Mara; porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso” (1.20). 

Noemi não tem mais motivos para ficar em Moabe, e ela diz às suas noras que está voltando para casa. Ela sabe que a vida de uma viúva e estrangeira em Israel é muito difícil; e então, compele suas noras a ficarem. Orfa concorda: Rute, não. O capítulo termina com Noemi propondo mudar o seu nome para Mara, que significa amargura em hebraico, e ela lamenta o seu destino trágico. Noemi, em quem se concentra este primeiro capítulo de Rute, ficou sozinha, sem lar, sem marido, sem filhos, sem amigos, sem esperança, sem herança.

2. Rute, a moabita (Rt 1.16) “Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.”

O nome de Rute significa “companheira”. Nas Escrituras, Rute é mencionada catorze vezes no livro que leva o seu nome (na versão ARA) e uma vez em Mateus. Ela é uma das mulheres mais importantes da Bíblia. Por causa de sua fé no Deus de Israel, veio a participar da genealogia de Jesus, o Messias prometido (Mt 1.5). Como moabita, portanto gentia, ela não poderia pertencer a Israel (Dt 23.3). Mas constitui-se uma exceção à regra, por sua excelência de caráter e também por se declarar pertencente àquele povo e confessar a sua fé no Deus de Israel (Rt 1.16). Assim, também, são feitos os caminhos da providência divina. Rute demonstra uma lealdade notável a Noemi e “Aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (1.16). E assim, as duas retornaram juntas a Israel.

3. Boaz (Rt 2.1) “Tinha Noemi um parente de seu marido, senhor de muitos bens, da família de Elimeleque, o qual se chamava Boaz.”

Boaz significa “rapidez”. Ele era um fazendeiro israelita, abastado, que morava em Belém. Muito respeitado na cidade. É o segundo marido de Rute. Boaz pertencia à tribo de Judá, era parente de Elimeleque, o falecido marido de Noemi. É citado 28 vezes na Bíblia como pertencente à tribo de Judá, vindo a ser bisavô do rei Davi. 

A família era de efrateus. Efrata é uma palavra geralmente associada com Belém. A família era bem situada na cidade. Talvez pertencesse à aristocracia local, uma família que, quando partiu para Moabe, era conhecida como de pessoas ricas (“Ditosa eu parti”, 1.21). Mas a riqueza e o prestígio não são garantias de felicidade ou de ausência de sofrimento. Certamente, quando Noemi voltou, não era uma pessoa sem importância (1.19).

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II – RETORNANDO A BELÉM (Rt 1.6-18)

1. Boas notícias de Belém (Rt 1.6) “Então, se dispôs ela com as suas noras e voltou da terra de Moabe, porquanto, nesta, ouviu que o Senhor se lembrará do seu povo, dando lhe pão.”

Enfim, Noemi ouviu a boa notícia de que o Senhor se lembrará do Seu povo, dando-lhe pão. Depois das mortes e da pré-condição de extinção da família de Noemi, ao ouvir essa notícia, inicia-se um novo período para redirecionar a sua vida. Observe o movimento dela nos textos a seguir: “Então se dispôs ela…voltou da terra de Moabe… saiu, pois ela” (Rt 16,7). Agora, ela tem o domínio da situação e, com suas forças renovadas, faz o caminho de volta para Belém, “a casa do pão”. Por sua atitude, Noemi mostra que sua fé em Deus se mantivera viva para seguir em frente, e então, lidera o êxodo do lugar onde estava, e suas noras a seguiram.

2. O retorno das três viúvas (Rt 1.7) “Saiu, pois, ela com suas duas noras do lugar onde estivera; e, indo elas caminhando, de volta para a terra de Judá.”

As três mulheres seguem estrada afora, quando inesperadamente, Noemi suplica às suas noras: “Ide, voltai cada uma à casa de sua mãe”. Pode-se inferir que, enquanto caminhava, Noemi refletia sobre o futuro de suas noras e não desejava que elas se sacrificassem por causa dela. Em Belém, ela não poderia garantir que elas tivessem um lar; mas em Moabe, na casa dos pais, elas teriam maior probabilidade de se casarem novamente.

Noemi deseja a bênção do Senhor sobre elas, e disse: “Que o Senhor use convosco de benevolência”. E ainda, pede que o “Senhor lhes de que sejais felizes, cada uma em casa de seu marido”: isto é, que o Senhor as guiasse a novos casamentos, para seguirem suas vidas felizes e em segurança. Assim, Noemi coloca suas noras nas mãos de Deus. Em seguida, Noemi se despede, beijando Orfa e Rute; e elas, porém, choraram em alta voz. Dada a intensa emoção, pode-se intuir que as três mulheres choraram, como em uma lamentação de luto. Pelas circunstâncias, talvez elas nunca mais iriam se ver novamente.

As noras, Orfa e Rute, declararam lealdade à sogra quando disseram que pretendiam voltar com ela para o seu povo, e esperavam que Noemi aceitasse a decisão delas. Assim acontece a primeira conversa entre as mulheres, no caminho de retorno.

3. Declaração de Rute (Rt 1.16) “Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.”

Noemi tenta convencer Rute e Orfa a voltarem para Moabe. Com uma questão hipotética – “Sou veIha demais para ter marido. Ainda quando eu dissesse: tenho esperança ou ainda que esta noite tivesse marido e tivesse filhos, esperá-los-eis até que viessem a ser grandes? Abster-vos-fez de tomardes marido?” E prossegue: “Não, filhas minhas! Porque, por vossa causa, a mim me amarga o ter o Senhor descarregado contra mim a sua mão.” (1.13). Novamente as mulheres choram em voz alta, mas desta vez, “Orfa, com um beijo se despediu de sua sogra” e ‘voltou ao seu povo e aos seus deuses”, foi para casa de sua mãe. Diferentemente, Rute se apegou à sua sogra, decidida a ficar junto dela, numa manifestação de profundo vínculo emocional e de lealdade.

Depois de ouvir em silêncio as ordens de Noemi, Rute se manifesta pela primeira vez na história e diz: “Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te”. Para Rute, voltar era abandonar Noemi e deixá-la mais vulnerável ainda. E fez uma declaração de fidelidade à sua sogra: que iria seguir e viver com ela; que estava disposta a renunciar à sua terra natal e aos seus deuses e identificar-se com o povo e o Deus dela; que permaneceria pelo resto da vida com ela e que até mesmo seria sepultada na mesma sepultura. E finaliza com um juramento, em nome do Deus de Israel, sua lealdade para com Noemi e o reconhecimento de Javé como o seu Deus (v.16).

Assim, a primeira fala de Rute para Noemi pode ser sintetizada assim: “Onde quer que o futuro nos leve, eu ficarei ao seu lado e fiel ao seu Deus”. A partir daquele ponto, ambas seguiram caminho para Belém de Judá

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Lição 1: Rute 1 – A Trágica Emigração De Belém Para Moabe – EBD Pecc 3° Trimestre De 2021

Texto Áureo

“Nos dias em que julgavam as juízes, houve fome na terra; e um homem de Belém de Judá saiu a habitar na terra de Moabe, com sua mulher e seus dois filhos.” Rt 1.1

Leitura Biblica para Estudo

Rute 1.1-6

Verdade Prática

As tragédias humanas jamais podem anular os soberanos propósitos de Deus.

INTRODUÇÃO
I – O LIVRO DE RUTE Rt 1.1

1- Nome Rt 1.4
2-Autor e Data Rt 4.17
3- O drama da Emigração Rt 1.1

II – O DRAMA DA FOME Rt 1.1-2
1- Fome em Belém de Judá Rt 1.1
2- A terra de Moabe Rt 1.2
3- Possíveis alternativas Rt 1.2

III – A MORTE E A VIUVEZ Rt 1.3-6
1- Morte do esposo Rt 1.3
2- Casamento e morte dos filhos Rt 1.4
3- Noemi não desiste Rt 1.6
APLICAÇÃO PESSOAL

Devocional Diário

Segunda – Rt 1.1
Terça – Rt 1.2
Quarta – Rt 1.3
Quinta – Rt 1.4
Sexta – Rt 1.5
Sábado – Rt 1.6

Hinos da Harpa: 141-303

INTRODUÇÃO

Rute é um pequeno livro, absolutamente encantador. Além disso, é um livro essencialmente humano que traz histórias com características de realidades da vida com que facilmente o leitor se identifica. Nele veremos a providência de Deus guiando pessoas comuns e improváveis em direção a um plano glorioso e eterno.

No primeiro capítulo, o escritor relata com poucas palavras a história de uma família que foi para Moabe. Lá, o pai da família morreu, os filhos que casaram com moabitas também faleceram. Noemi, ao ouvir que havia alimento na sua terra, decidiu, juntamente com suas noras, voltar para Belém de Judá.

l – O LIVRO DE RUTE (Rt 1.1)

1. Nome (Rt 1.4) “Os quais casaram com mulheres moabitas; era o nome de uma Orfa, e o nome da outra, Rute; e ficaram ali quase dez anos.”

Rute significa “companheira”. O livro leva seu nome e, nele, é mencionada doze vezes e uma vez em Mateus 1.5. Ela é uma das mulheres mais importantes da Bíblia.

2. Autor e Data (Rt 4.17) “As vizinhas lhe deram o nome, dizendo: A Noemi nasceu um filho. E O chamaram Obede. Este é o nome de Jessé, pai de Davi.

A autoria do livro de Rute é atribuída, por muitos estudiosos, a Samuel, por entenderem que o estilo literário e linguístico se assemelha aos livros de Juízes e Samuel, dos quais é autor. No entanto, há aqueles que datam a produção do livro no período da monarquia, pois seu autor tinha conhecimento de Davi como rei (Rt 4.17,22). A história da família de Elimeleque deu-se no período dos Juízes, talvez nos dias de Gideão, possivelmente, na última metade do século XII a.C.

3. O drama da emigração (Rt 1.1) “Nos dias em que julgavam os juízes, houve fome na terra; e um homem de Belém de Judá saiu a habitar na terra de Moabe, com sua mulher e seus dois filhos”

O livro de Rute inicia-se com a história de uma família belemita do tempo dos juízes que, pela escassez de alimento, saiu de Belém de Judá para morar nas terras de Moabe, a uma distância de 80 km a leste do mar Morto. Mudar de cidade é uma coisa dispendiosa e inquietante. Implica arrancar raízes e deixar amigos e vizinhos. Procurar uma nova casa, estabelecer uma nova vizinhança, conhecer outras pessoas. Para essa família, foi um verdadeiro “terremoto”.

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II – O DRAMA DA FOME (Rt 1.1-2)

1. Fome em Belém de Judá (Rt 1.1) “Nos dias em que julgavam os juízes, houve fome na terra; e um homem de Belém de Judá saiu a habitar na terra de Moabe, com sua mulher e seus dois filhos.”

Belém era uma cidade cerca de oito quilômetros ao sul de Jerusalém. Seu nome significa “casa do pão”, nome que aponta para a incomum fertilidade daquela região para o plantio de cereais (como o esclarece o capítulo 2 do livro de Rute). Também destaca que a fome era fora do comum. Alguns comentaristas crêem que a fome era local na região de Belém (aparentemente não havia tal dificuldade cerca de oitenta quilômetros a sudeste, em Moabe, do outro lado do Mar Morto) e devia-se, em parte, às pilhagens associadas com o período caótico dos juízes.

A invasão midianitas no período de Gideão, por exemplo, destruiu a lavoura e o gado. Por causa da fome, Elimeleque decidiu que ele e sua família iriam morar durante algum tempo como estrangeiros residentes (peregrinos) na terra de Moabe. Não temos certeza do que o induziu a partir. O povo de Jeová foi ensinado a confiar Nele. Sabemos que outros belemitas permaneceram na terra à espera do final da fome e, ao que parece, passaram muito melhor do que Elimeleque (v.6).

A luz dos acontecimentos subsequentes, ficamos imaginando se o autor não pretende nos levar a pensar que Elimeleque não foi sábio na sua atitude! Certamente, a viagem não alcançou o seu objetivo: escapar da morte. Todos os três homens da família morreram em Moabe. Além disso, com a mudança, morreram numa terra estranha, deixando Noemi, a viúva, muito mais desolada do que se tivesse permanecido na companhia dos seus parentes e conhecidos.

2. A terra de Moabe (Rt 1.2) “Este homem se chamava Elimeleque, e sua mulher, Noemi; os filhos se chamavam Malom e Quiliom, efrateus, de Belém de Judá; vieram à terra de Moabe e ficaram ali.”

Localizada no planalto, ao leste do Mar Morto, Moabe era povoada por descendentes de Ló. Embora não tivessem sido atacados pelos israelitas em seu retorno à terra prometida depois do êxodo, apesar de sua falta de amabilidade característica, os moabitas não deviam ser admitidos na congregação de Israel.

Por quê? Eles eram adoradores de Campos, um deus ao qual se faziam sacrifícios humanos. Os moabitas eram, às vezes, chamados de “povo de Camos”. Além disso, durante o primeiro período dos juízes, Eglom, rei de Moabe, invadiu a terra dos israelitas durante dezoito anos, Por tanto, era um lugar muito estranho para um crente em Jeová, habitante de Belém, escolher para morar.

3. Possíveis alternativas (Rt 1.2) “Este homem se chamava Elimeleque, e sua mulher, Noemi; os filhos se chamavam Malom e Quiliom, efrateus, de Belém de Judá: vieram à terra de Moabe e ficaram ali.”

Embora seja legítimo e elogiável o desejo de Elimeleque de cuidar de sua família durante a fome, Matthew Henry questiona como se poderia justificar a mudança a Moabe: “Aborrecer-nos com o lugar no qual Deus nos coloca e abandoná-lo na primeira oportunidade, logo que nos deparamos com algum desconforto ou alguma inconveniência, é evidência de um espírito descontente e instável. Por que não foram para algum lugar onde se adorava Jeová?”.

Não temos dados suficientes para saber se a atitude de Elimeleque justifica o comentário de Matthew Henry. Porém, mesmo que a atitude de Elimeleque implique falta de fé ou expressão de descontentamento, o restante do livro de Rute demonstra amplamente que a providência graciosa de Deus não é limitada pela loucura do homem. A alegria final na família e o propósito de sua história, resultante da entrada de Rute no cenário israelita, demonstram a rica benignidade da providência de Deus. É uma evidência de Seu amor. Felizmente, a providência de Deus cobre até os nossos erros!

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