Lição 10: A Sabedoria, a Transcendência e a Imanência de Deus | EBD Betel Adultos | 2° Trimestre De 2021

EBD Betel – Adultos | 2° Trimestre De 2021 | Tema: Os Atributos de Deus conhecendo a natureza, o caráter e a supremacia de Deus nas Escrituras | Lição 10: A Sabedoria, a Transcendência e a Imanência de Deus

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Ressaltar que Deus fez tudo com sabedoria.
Mostrar que Deus está acima de Sua criação.
Ensinar acerca da imanência de Deus.

TEXTO ÁUREO

“Ó Senhor, quão variadas são as tuas obras! Todas as coisas fizeste com sabedoria; cheia está a terra das tuas riquezas.” Salmos 104.24

VERDADE APLICADA

Deus é totalmente superior e independente de Sua criação, contudo decidiu revelar-Se para que o ser humano O busque e com Ele se relacione.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

JEREMIAS 23

  1. Sou eu apenas Deus de perto, diz o Senhor, e não também Deus de longe?
  2. Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? – diz o Senhor. Porventura não encho eu os céus e a terra? – diz o Senhor.

ATOS 17

  1. Para que buscassem ao Senhor, se, porventura, tateando, o pudessem achar, ainda que não está longe de cada um de nós;
  2. Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração.

LEITURAS COMPLEMENTARES

SEGUNDA / 1Sm 2.3 O Senhor é o Deus da sabedoria.
TERÇA / Jó 28.28 O temor do Senhor é a sabedoria.
QUARTA / Sl 104.27-30 A providência vem de Deus.
QUINTA / Is 57.15 Deus, o Alto e o Sublime, cujo nome é Santo.
SEXTA / Mt 6.9-10 Deus, o Pai nosso, que está nos céus.
SÁBADO / 1Co 1.21-24 Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus.

HINOS SUGERIDOS: 124, 407, 527

MOTIVOS DE ORAÇÃO

Ore para que possamos compreender que Deus controla todas as coisas.

EBD Betel Adultos 2° Trimestre De 2021

ESBOÇO DA LIÇÃO

Introdução
1- A sabedoria de Deus
2- A transcendência de Deus
3- A imanência de Deus
Conclusão

INTRODUÇÃO

Estudaremos três aspectos da natureza de Deus como revelado na Bíblia: sabedoria, transcendência e imanência. Tais verdades revelam que Deus é perfeito em Seu plano e em Suas ações; independente de Sua criação; e que é possível conhecê-Lo e com Ele nos relacionarmos.

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PONTO DE PARTIDA

O Senhor é Deus de sabedoria.

1- A sabedoria de Deus

Dicionário Grego de Strong: “Sabedoria – ‘sophia’ – A sabedoria de Deus significa a sabedoria divina, incluindo as noções de habilidade infinita, discernimento, conhecimento, pureza [Rm 11.33; 1Co 1.21, 24; Ef 1.8; 3.10; Cl 2.3; Ap 5.12; 7.12]”. Portanto, vai além de conhecimento, pois, se refere, também, à utilização das informações de forma perfeita, visando cumprir o seu propósito, com a participação plenamente harmoniosa de Seus atributos.

1.1. A sabedoria de Deus é uma perfeição pessoal.

A sabedoria de Deus não foi adquirida, Ele é a própria sabedoria. O salmista disse: “Ó Senhor, quão variadas são as tuas obras! Todas as coisas fizeste com sabedoria; cheia está a terra das tuas riquezas.” [Sl 104.24]. Jó disse: “Com ele está a sabedoria e a força; conselho e entendimento tem.” [Jó 12.13]. Paulo disse: “Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém.” [Rm 16.27]. Daniel disse: “Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque dele é a sabedoria e a força; ele muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e ciência aos entendidos” [Dn 2.20-21].

Subsídio do Professor: Deus é infinitamente sábio, de modo que Ele próprio é a fonte da sabedoria. Devemos entender que a sabedoria de Deus é completamente superior à sabedoria humana [Dn 2.20; Is 55.8; Jó 28.12-28; Jr 51.15-17]. Deus não precisa consultar ninguém [Rm 11.34; 1Co 2.16].

1.2. A sabedoria de Deus se manifesta na criação e no plano da redenção.

Em sabedoria, Deus fez os céus, a terra e todas as criações, inclusive o homem [Sl 19.1-2]. Não têm coisas mais lindas do que o sol, a lua, as estrelas, a chuva, a brisa, a neve, os rios, os mares, as plantas e florestas, os diversos tipos de animais, peixes e aves, uma natureza exuberante de tirar o fôlego de qualquer um. Porque o Senhor é o Deus de sabedoria para fazer todas as coisas. A obra da redenção humana também não pode ser esquecida. Paulo relata isso em Efésios 1.3-8, que na nossa redenção por Cristo, Deus abundou para conosco em toda sabedoria.

Subsídio do Professor: apóstolo Paulo diz, em Efésios 3.9-11, que a igreja torne conhecida a multiforme sabedoria de Deus, capaz de possuir várias formas, aspectos e estados, porque Ele é infinito em todos os seus atributos. O eterno propósito de Deus está sendo conhecido, por meio da proclamação da salvação pela Igreja. A Bíblia diz: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” [Rm 3.23]. Porque fomos destituídos, então Deus executa o Seu plano de justificação dantes preparado pela Sua sabedoria, para voltarmos a ter paz com Ele [Rm 5.1]. O plano da salvação é algo de um ser divino sábio, que não deixa margem para questionamentos, nem possui defeitos, pois foi pago um alto preço: o sangue do Seu próprio Filho [Hb 9.22].

1.3. Deus é a fonte inesgotável de sabedoria.

Somente Deus pode conceder sabedoria aos homens. Deus é a fonte inesgotável. Tiago diz que quem tem falta de sabedoria, peça a Deus [Tg 1.5]. Para compreendermos a vontade de Deus e andarmos em Seus caminhos, precisamos de muita sabedoria, sabedoria que vem do alto [Tg 3.17]. Fora disso é terrena, animal e diabólica [Tg 3.15].

Subsídio do Professor: Quando Salomão diz: “A teu servo, pois, dá um coração entendido para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; porque quem poderia julgar a este teu tão grande povo?” [1Rs 3.9]. “E deu Deus a Salomão sabedoria, e muitíssimo entendimento, e largueza de coração, como a areia que está na praia do mar. E era a sabedoria de Salomão maior do que a sabedoria de todos os do Oriente e do que toda a sabedoria dos egípcios.” [1Rs 4.29-30]. Isso significa que a fonte inesgotável, infinita de sabedoria pode, por meio desse atributo, partilhar com a Sua criatura, dentro dos limites humanos.

EU ENSINEI QUE:

A sabedoria de Deus não foi adquirida, pois Ele é a própria sabedoria e que a sabedoria de Deus se manifesta na criação e no plano da redenção.

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2- A transcendência de Deus

Transcendência é a qualidade ou estado de transcendente. O conjunto de atributos do Criador que lhe ressaltam a superioridade em relação à criatura. Esequias Soares (Teologia Sistemática Pentecostal – CPAD): “A transcendência denota que Deus é um Ser não pertencente à criação, que transcende a toda matéria e a tudo que foi criado. Ele é independente e está, nesse sentido, separado da criação, haja vista existir antes da fundação do mundo”.

2.1. A transcendência de Deus significa que Ele é infinitamente superior à Sua criação.

Ele é um ser divino e singular, totalmente diferente de qualquer uma de Suas criaturas. O profeta Isaías destaca no capítulo seis, versículo primeiro, o cântico dos serafins, mostrando a transcendência de Deus. “Eu vi ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono”, ou seja, elevado e exaltado sobre tudo e todos numa grandeza inalcançável [Is 45.18]. Diante dEle se dobrará todo joelho, e por Ele jurará toda língua [Is 45.23b].

Subsídio do Professor: Como define Millard Erickson, o significado da transcendência de Deus implica que Ele não é uma mera qualidade da natureza ou da humanidade; Ele não é simplesmente o mais elevado dos seres humanos. Ele não é limitado à nossa capacidade de compreendê-lo. Seus atributos vão infinitamente além dos nossos. Chama-se Deus transcendente porque está acima dos mecanismos cotidianos que a ciência explica. Tony Evans (Deus é Tremendo – Editora Vida): “Deus existe independentemente de sua criação.

Uma passagem esclarecedora para essa maravilhosa verdade é Isaías 40.18-23, 25-26. Quando dizemos que Deus é transcendente, queremos dizer que Ele é totalmente distinto de sua criação. A palavra distinto é um sinônimo de transcendente. Deus é único. Ele é um só. Você não pode fazer comparações para tentar compreender Deus a não ser que Ele garanta essa comparação, porque nada existe comparável a Ele.”

2.2. A transcendência de Deus revela que os Seus pensamentos e caminhos são mais elevados do que os das criaturas.

O profeta Isaías continua a falar sobre a transcendência de Deus, quando ele diz que os pensamentos de Deus e os seus caminhos são mais elevados do que os nossos [Is 55.8-9]. Não dá nem para comparar a altura dos pensamentos e caminhos de Deus com o homem natural. Deus está acima da criação e sobre ela. Nós somos o barro, Ele é o Oleiro, somos feitura das Suas mãos [Is 64.8].

Subsídio do Professor: Tony Evans (Deus é Tremendo – Ed. Vida): “Quando dizemos que Deus é transcendente, queremos dizer que Ele é totalmente distinto de sua criação. A palavra “distinto” é um sinônimo de transcendente. Deus é único. Ele é um só. Você não pode fazer comparações para tentar compreender Deus a não ser que Ele garanta essa comparação, porque nada existe comparável a Ele. Aí está o problema de dar a sua própria explicação de Deus. Se a ideia for sua, provavelmente estará errada. A única compreensão que você pode ter da natureza de Deus é a que Ele lhe concede, porque nada há no Universo igual a Ele.”

2.3. A transcendência de Deus esclarece que Ele está nos céus e nós na terra.

Jesus nos ensinou que, em nossa devoção, devemos orar assim: “Pai nosso, que estás nos céus” [Mt 6.9]. Estamos diante de um Deus infinito e transcendente. Trata-se de um ser que não só existe além do tempo – mas transcende, e é um ser infinito, sem início ou fim – mas que também existe acima e além de toda criação, transcendendo-a. As coisas criadas nem limitam nem contêm o Criador de todas as coisas, uma vez que são finitas. Deus é o totalmente outro, aquele que está acima de toda a criação [Ec 5.1-2]. Mas não significa, porém, que Ele não possa estar entre o Seu povo como Seu Deus [2Co 6.16].

Subsídio do Professor: Bíblia de Estudo Pentecostal: “Ele é diferente e independente da sua criação. Seu ser e sua existência são infinitamente maiores e mais elevados do que a ordem por Ele criada. Ele subsiste de modo absolutamente perfeito e puro, muito além daquilo que Ele criou. Ele mesmo é incriado e existe à parte da criação [1Tm 6.16].”

EU ENSINEI QUE:

Deus é infinitamente superior a nós, ou seja, está muito acima e além de nós, em essência, poder e majestade.

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Lição 09: A Fidelidade, Bondade e Veracidade de Deus | EBD Betel Adultos | 2° Trimestre De 2021

EBD Betel – Adultos | 2° Trimestre De 2021 | Tema: Os Atributos de Deus conhecendo a natureza, o caráter e a supremacia de Deus nas Escrituras | Lição 09: A Fidelidade, Bondade e Veracidade de Deus

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Ensinar que a fidelidade é a marca registrada do cristão.
Mostrar que a bondade de Deus está ligada ao amor.
Ressaltar que a veracidade de Deus está no Seu caráter.

TEXTO ÁUREO

“As benignidades do Senhor cantarei perpetuamente; com a minha boca manifestarei a tua fidelidade de geração em geração.” Salmos 89.1

VERDADE APLICADA

Podemos descansar na fidelidade, bondade e veracidade do Senhor, pois Ele não muda.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
SALMO 89

  1. Pois disse eu: a tua benignidade será edificada para sempre; tu confirmarás a tua fidelidade até nos céus, dizendo:
  2. Fiz um concerto com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi:
  3. E os céus louvarão as tuas maravilhas, ó Senhor, e a tua fidelidade também na assembleia dos santos.
  4. Ó Senhor, Deus dos Exércitos, quem é forte como tu, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?!
  5. E a minha fidelidade e a minha benignidade estarão com ele; e em meu nome será exaltado o seu poder.
  6. Mas não retirarei totalmente dele a minha benignidade, nem faltarei à minha fidelidade.

LEITURAS COMPLEMENTARES

SEGUNDA / Dt 7.9 Deus, o Deus fiel, guarda o concerto.
TERÇA / 2Sm 7.22 Não há outro semelhante a Deus.
QUARTA / Sl 23.6 Tua bondade me seguirá todos os dias.
QUINTA / Sl 36.5 Tua fidelidade chega até as excelsas nuvens.
SEXTA / Is 46.9 Não há outro Deus.
SÁBADO / 1Ts 1.9 O Deus vivo e verdadeiro.

HINOS SUGERIDOS: 459, 511, 535

MOTIVOS DE ORAÇÃO

Ore para que a fidelidade de Deus estimule os cristãos a se tornarem fiéis em tudo.

ESBOÇO DA LIÇÃO

Introdução
1- A fidelidade de Deus
2- A bondade de Deus
3- A veracidade de Deus
Conclusão

INTRODUÇÃO

O salmista diz que a sua boca anunciará a fidelidade de Deus, não se calará. Esse atributo é próprio dEle; pertence à Sua natureza; é algo que o destaca; aquilo que é inteiro no Seu caráter, não é mutável e nem enganoso.

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 2° Trimestre De 2021

PONTO DE PARTIDA

Deus é fiel, bondoso e verdadeiro.

1- A fidelidade de Deus

Russell Joyner (Teologia Sistemática – Stanley Horton): “Os deuses das religiões do Oriente Próximo eram volúveis e caprichosos. A grande exceção era o Deus de Israel. Ele é fiel na sua natureza e nas suas ações. A palavra hebraica amen, “verdadeiramente”, é derivada de uma das mais notáveis descrições do caráter de Deus, que reflete a sua certeza e fidedignidade [Is 25.1 – firmeza – ‘emunah, ‘omen – lit. ‘fidelidade de confiabilidade’]”.

1.1. Deus é fiel a Si mesmo.

A fidelidade de Deus não está atrelada à nossa fidelidade, pois nós somos falhos e volúveis nos nossos pensamentos, propósitos e promessas [2Tm 2.13]. A questão de negar-se a si mesmo é uma questão de caráter de Deus, o caráter de Deus não muda nem sofre sombra de variação [Tg 1.17]. Esta fidelidade consiste no fato de que Deus não desfaz nem muda de opinião a respeito de algo que porventura tenha afirmado. Ele, sendo fiel em Sua natureza, não descumpre as cláusulas do contrato firmado para conosco e mostra a Sua fidelidade como nosso escudo e broquel [Sl 91.4].

Subsídio do Professor: A fidelidade de Deus é provada pelo fato de que Ele não permitirá que sejamos tentados acima do que podemos suportar e ocorrendo a tentação, Ele proverá o escape para que possamos suportar [1Co 10.13]. Todos deverão se inclinar diante do Senhor que é fiel e santo de Israel [Is 49.7]. Deus fará aquilo que Ele tem revelado na Sua Palavra, pois Ele tem compromisso com tudo aquilo que falou, Ele jamais mudará a sua fidelidade porque alguém quer ou exige [Sl 36.5].

1.2. Deus é fiel nos Seus propósitos.

Deus tem os seus desígnios, projetos, planos, aquilo que Ele colocou como realização. Todas as intenções de Deus já se cumpriram ou ainda vão se cumprir cabalmente. O propósito de Deus continua o mesmo desde a criação do mundo quando o homem caiu; que haveria de nascer um Redentor que esmagaria a cabeça da serpente [Gn 3.15]. O propósito de Deus na salvação da humanidade independe da aceitação ou não de alguns homens e de Satanás com os seus anjos, pois vai acontecer! Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor [1Co 1.9].

Subsídio do Professor: No epílogo do seu livro, Jó exclamou a coisa mais linda que ele contemplou ao longo de todo o seu sofrimento:: “Bem sei eu que tudo podes, e nenhum dos teus pensamentos pode ser impedido”. Na fidelidade de Deus é que repousa a nossa esperança de vida eterna, porque o seu propósito jamais mudou e jamais mudará; a fidelidade do Senhor dura para sempre [Sl 117.2]. “Não quebrarei o meu concerto, não alterarei o que saiu dos meus lábios.” [Sl 89.34].

1.3. Deus é fiel nas Suas promessas.

As promessas de Deus são afirmativas de que se dará ou fará alguma coisa, é um compromisso oral ou escrito em Sua Palavra. Algumas promessas já aconteceram, outras ainda vão acontecer até que se cumpra cabalmente tudo que Ele prometeu. Promessas de bênçãos terrenas e promessas de bênçãos celestiais [Hb 10.23]. Tudo que prometeu vai acontecer, Sua fidelidade garante. Se você tem promessa de Deus na sua vida, descanse na fidelidade do Senhor, pois Ele, além de ser fiel, é poderoso para cumprir. Desde que você não saia da posição que o próprio Deus o colocou. Mantenha a postura de fé e não altere o percurso que Deus escolheu.

Subsídio do Professor: Deus não fez nem fará promessas que não podem se cumprir, nem voltará atrás no prometido. O que Deus falou está falado, sacramentado, é fato consumado. “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria? [Nm 23.19]. “Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos.” [Tt 1.2]. “Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta.” [Hb 6.18]. Ele cumprirá tanto as Suas promessas, quanto as Suas advertências [Nm 14.32-35]

EU ENSINEI QUE:

Deus é fiel: a Si mesmo, nos Seus propósitos e nas Suas promessas.

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2- A bondade de Deus

A bondade de Deus faz parte de Sua essência! É uma característica intrínseca do Senhor, inerente, próprio, que existe por si só e se estabelece fora de qualquer convenção. A bondade de Deus se manifesta por meio daquilo que Ele criou, na forma misericordiosa com que se relaciona com a Criação. A bondade de Deus é eterna, infinita, ilimitada e abundante. Tony Evans (Deus é Tremendo – Ed. Vida): “A bondade de Deus pode ser definida como as perfeições coletivas de sua natureza e a benevolência de seus atos [Sl 119.68]”.

2.1. Deus é bom em todo o tempo.

O salmista diz: “Provai e vede que o Senhor é bom” [Sl 34.8]. A bondade de Deus é um atributo comunicável, que os seres humanos podem usufruir e participar. Deus compartilha e o homem pode experimentar ser bondoso, porque é uma virtude do fruto do Espírito [Gl 5.22]. Deus é necessariamente bom. Ele é bom por natureza e não só por vontade. Não existe nenhuma possibilidade dEle se tornar mau. Ele é bom em si mesmo, Ele é a própria bondade, não tem como mudar para melhor, porque não existe espaço para acrescentar bondade, nós podemos melhorar, mas Deus já é toda bondade na sua plenitude. Deus é absolutamente bom.

Subsídio do Professor: O ser humano pode usufruir dessa bondade, mas sempre possuirá uma bondade mutável e limitada, ao contrário daquilo que Deus representa, porque Ele é imutável e sempre será bom. O padrão de bondade é uma coisa peculiar ao nosso Deus. A bondade de Deus é tamanha que Ele deu o livre-arbítrio ao homem, mas o homem não soube aproveitar. Quem não gostaria de morar no jardim do Éden? Mas Adão e Eva não vigiaram e perderam de usufruir essa delícia de paraíso. Deus por ser bom, não poderia criar nada ruim [1Tm 4.4].

2.2. A bondade de Deus se manifestou em Jesus Cristo.

A bondade de Deus vai além de qualquer atitude bondosa que já conhecemos. Sua bondade o fez amar o mundo de tal maneira ao ponto de levar o Seu único filho para morrer na cruz do Calvário para nos resgatar. Sua bondade nos transportou para um reino de paz, justiça e alegria. Sua bondade nos amou e nos amará até durante a eternidade, sua bondade nos promete um lugar de descanso e de governo junto com Cristo.

Subsídio do Professor: A bondade de Deus também é revelada no modo em que Ele nos trata, demonstrando outros atributos incalculáveis: Amor – Ele dá amor primeiro, o que não merecemos. Graça – Ele dá favores que não merecemos. Misericórdia – Ele não aplica os castigos que merecemos. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.” [Rm 6.23].

2.3. A bondade de Deus se manifesta pelo Seu socorro.

A Palavra de Deus diz que mesmo os justos sofrem muitas aflições, provações e tribulações. O salmista declarou: “Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas.” [Sl 34.19]. Na história bíblica vemos a bondade de Deus operando na vida de muitos personagens. Quando deveriam ser fulminados, o Senhor vem com a Sua bondade, opera livramentos e provê o necessário. Porque é interesse do Senhor continuar sendo bom, apesar das nossas falhas e pecados [Lm 3.25]. Deus é guarda fiel do seu povo [Sl 121; 31.19].

Subsídio do Professor: Portanto, não há mérito nenhum em nós, nem há nada que façamos para merecer a bondade de Deus. Toda expressão de amor, misericórdia e favor imerecidos vêm de Deus para nós, gratuitamente. Pois Ele mesmo pagou o preço e concede, gratuitamente, a Sua bondade (reconciliação, perdão, salvação, vida eterna). Cabe a nós considerar e aceitar pela fé, a fim de permanecer na Sua bondade. Mas precisamos lembrar que a Sua bondade não pode ultrapassar a Sua severidade para aqueles que não aceitam o Seu Filho, ou transgridam as suas leis de forma deliberada ou consciente [Rm 11.22].

EU ENSINEI QUE:

A bondade de Deus faz parte de Sua essência! A bondade de Deus é eterna, infinita, ilimitada e abundante. A bondade de Deus só é revelada por causa do Seu amor.

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Lição 13: A Multiforme Sabedoria de Deus | EBD – Adultos | 2° Trimestre De 2021

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema: Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo à Deus e aos Homens com Poder Extraordinário | Lição 13: A Multiforme Sabedoria de Deus

OBJETIVO GERAL

Mostrar o caráter multiforme da sabedoria divina

OBJETIVOS ESPECÍFICOS 

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos. 

I – Explicar o caráter diverso dos dons espirituais e ministeriais; 

II – Elencar as qualidades dos bons despenseiros dos mistérios divinos; 

III – Correlacionar os dons espirituais com o fruto do Espírito

Texto Áureo 

“Para que, agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus.” (Ef 3.10

Verdade Prática 

A multiforme sabedoria de Deus vai além da compreensão humana e é demonstrada ao mundo pela Igreja de Cristo.

LEITURA DIÁRIA 

Segunda – Pv 2.6 Deus dá sabedoria
Terça – Pv 9.10 O princípio da sabedoria
Quarta– Rm 11.33 A insondável sabedoria divina
Quinta – Rm 11.34-36 Quem compreendeu o intento divino
Sexta – 1 Co 1.24 Cristo, a Sabedoria de Deus
Sábado – Ef 1.17 O espírito de sabedoria e revelação

HINOS SUGERIDOS: 10, 330, 440 da Harpa Cristã

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Efésios 3.8-10; 1 Pedro 4.7-10

 2° Trimestre De 2021

Efésios 3 

8 – A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo
9 – e demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que, desde os séculos, esteve oculto em Deus, que tudo criou;
10 – para que, agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus,

1 Pedro 4 

7 – E Já está próximo o fim de todas as coisas; portanto, sede sóbrios e vigiai em oração.
8 – Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobrirá a multidão de pecados,
9 – sendo hospitaleiros uns para os outros, sem murmurações.
10 – Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR 

Uma das coisas mais maravilhosas quando estudamos a teologia da Santíssima Trindade é identificar como o Pai, o Filho e o Espírito Santo estão em pleno relacionamento numa unidade perfeita. É isto mesmo! A Santíssima Trindade mostra-nos uma perfeita unidade. Portanto, não poderíamos esperar outra forma de Deus agir pela Igreja, se não pela expressão da sua multiforme sabedoria em trabalhar no mundo através do Corpo de Cristo. Para isso, Deus disponibilizou ao seu povo dons de revelação, dons de poder, dons de expressão e dons ministeriais. Que o Senhor nos use como instrumentos em suas mãos. 

PONTO CENTRAL 

A multiforme sabedoria de divina se manifesta para pessoas simples

INTRODUÇÃO 

O Altíssimo revelou para a Igreja um mistério oculto desde a fundação do mundo. Pelo Espírito Santo, o Senhor trouxe luz para o seu povo usando os “seus santos apóstolos e profetas” para mostrar que esse mistério é Cristo em nós, a esperança da glória. Era a multiforme sabedoria do Pai manifestando-se para pessoas simples como eu e você. 

I – OS DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS 

1. São diversos. Na passagem bíblica de 1 Coríntios 12.8-10 são mencionados nove dons do Espírito Santo. Há outros dons espirituais noutras passagens da Bíblia já mencionados em lições anteriores deste trimestre, como Romanos 12.6-8; 1 Coríntios 12.28-30; 1 Pedro 4.10,11 e Hebreus 2.4. São dons na esfera congregacional. Em Efésios 4.7-11 e 2 Timóteo 1.6 vemos dons espirituais na esfera ministerial da Igreja. 

2. São amplos. A sabedoria de Deus é multiforme e plural. É manifesta em seus dons espirituais e ministeriais nas mais variadas comunidades cristãs espalhadas pelo mundo. 

3. Dádivas do Pai. Outras excelentes dádivas de Deus dispensadas à sua Igreja para comunicar o Evangelho a todos, são: 

a) A dádiva do amor. A grande manifestação de amor do Altíssimo para com a humanidade foi enviar o seu Filho Amado para salvar o mundo (Jo 3.16). Este amor dispensado por Deus desafia-nos a que amemos aos nossos inimigos e ao próximo, isto é, qualquer ser humano carente da graça do Pai (Jo 1.14). 

b) A dádiva da filiação divina. Deus torna um filho das trevas em filho de Deus (Jo 1.12; 1 Pe 2.9). É a graça do Pai indo ao encontro da pessoa, tornando-a membro da família de Deus (Ef 2.19). 

c) O ministério da reconciliação. O apóstolo Paulo explica o milagre da salvação como resultado do “ministério da reconciliação” (2 Co 5.19). Todo ser humano pode ter a esperança de salvação eterna, mas de salvação agora também. Quem está em Cristo é uma nova criatura e o resultado disto é que Deus faz tudo novo em sua vida (2 Co 5.17).

SÍNTESE DO TÓPICO I 

Os dons espirituais e ministeriais são diversos e amplos. 

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Professor, para introduzira última lição do trimestre, reproduza na lousa o esquema da página seguinte. Em seguida, faça uma revisão dos assuntos tratados ao longo do trimestre. Cite e comente cada dom estudado. O propósito desta revisão é para que fique claro ao aluno o caráter múltiplo de Deus em lidar com a sua amada Igreja. Por isso, podemos perceber através dos estudos dos dons a multiforme sabedoria do Pai sobre o seu povo. Boa aula!

II – BONS DESPENSEIROS DOS MISTÉRIOS DIVINOS 

1. Com sobriedade e vigilância. O despenseiro deve administrar a igreja local, retirando da “despensa divina” o melhor alimento para o rebanho. Paulo destaca a sobriedade e a vigilância do candidato ao episcopado como habilidades indispensáveis ao exercício do ministério (1 Tm 3.2). Por isso, o apóstolo recomenda ao obreiro não ser dado ao vinho, pois a bebida traz confusão, contenda e dissolução (l Tm 3.2 cf. Ef 5.18). O fiel despenseiro é o oposto disso. Nunca perde a sobriedade e a vigilância em relação ao exercício do ministério dado por Deus. 

2. Amor e hospitalidade. Os despenseiros de Cristo têm um “ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobrirá a multidão de pecados” (1 Pe 4.8). Mediante a graça de Deus, o obreiro pode demonstrar sabedoria e amor no trato com as pessoas. Amar sem esperar receber coisa alguma é parte do chamado de Deus para os relacionamentos (1 Jo 3.16). Esta atitude é a verdadeira identidade daqueles que se denominam discípulos do Senhor Jesus (Jo 13.34,35). Aqui, também entra o caráter hospitaleiro do obreiro, recomendado pelo apóstolo Pedro (1 Pe 4.9). Isso se torna possível para quem ama incondicionalmente, pois a hospitalidade é acolhimento, bom trato com todas as pessoas — crentes ou não, pobres ou ricas, cultas ou não etc. Este é o apelo que o escritor aos Hebreus faz a todos os crentes (Hb 13.2,3). 

3. O despenseiro deve administrar com fidelidade. A graça derramada sobre os despenseiros de Cristo tem de ser administrada por eles com zelo e fidelidade. A Palavra de Deus nos adverte: “Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pe 4.10). Pregando, ensinando ou administrando o corpo de Cristo, tudo deve ser feito para a glória do Senhor, a quem realmente pertence a majestade e o poder (1 Pe 4.11). Paulo ensina-nos ainda que devemos ser vistos pelos homens como “ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus” (1 Co 4.1; Cl 1.26,27). Por isso, os despenseiros de Deus devem ser fiéis em tudo; “para que, agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus” (Ef 3.10).

 DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS 

Dons de RevelaçãoPalavra de Sabedoria; Palavra da Ciência; Discernimento de Espíritos
Dons de PoderDom da Fé; Dons de Curar; Operação de Maravilhas.
Dons de ExpressãoDom de Profecia; Variedade de Línguas; Interpretação das Línguas.
Dons MinisteriaisApóstolos; Profetas; Evangelistas; Pastores; Doutores

SÍNTESE DO TÓPICO II 

Os bons despenseiros dos mistérios divinos devem apresentar sobriedade, vigilância, amor, hospitalidade e fidelidade ao Senhor. 

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Em virtude do fato de Paulo, Apoio e Pedro pertencerem aos crentes, os homens (gr. anthropos, ‘pessoas’, ‘humanidade’) devem considerá-los como servos de Cristo enviados por Ele para ajudá-los A Paulo, Apoio e Pedro são confiados os ‘mistérios de Deus’ (que eram mistérios não revelados nos tempos do Antigo Testamento, mas que agora são revelados no Evangelho). A eles são confiados não para guardar ou proteger esses ‘mistérios’, mas para administrá-los a todos os crentes.

Porque eles têm esta responsabilidade exige-se que sejam fiéis, ou seja, eles têm de entregar-se à obra de disseminar o Evangelho, apesar das dificuldades e das consequências. Paulo foi incumbido pelo Senhor de administrar os segredos de Deus. Portanto, ele era responsável a Deus, não a algum tribunal humano com suas limitações humanas, e certamente não aos coríntios que o estavam julgando (examinando, investigando, criticando)” (HORTON, Stanley. I & II Coríntios: Os Problemas da Igreja e Suas Soluções. Rio de Janeiro: CPAD, 2017, pp.46,45)

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Lição 12: O Diaconato | EBD – Adultos | 2° Trimestre De 2021

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema: Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo à Deus e aos Homens com Poder Extraordinário | Lição 12: O Diaconato

OBJETIVO GERAL 

Mostrar a importância da função de diácono.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS 

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I – Analisar o estilo de vida diaconal de Jesus; 

II – Explicar a instituição do ministério do diácono; 

III – Discorrer sobre o perfil e a função do diácono.

Texto Áureo 

“Porque os que servirem bem como diáconos adquirirão para si uma boa posição e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus.” (1 Tm 3.13) 

Verdade Prática

Embora o diaconato seja um ministério específico, a diaconia é uma missão de todo o crente.

LEITURA DIÁRIA 

Segunda – Fp 1.1 Auxiliares dos líderes da igreja local
Terça – At 6.1-5 Homens exemplares
Quarta – A t 6.6 Separados com imposição de mãos
Quinta – 1 Tm 3.12 Bons líderes no lar
Sexta – 1 Tm 3.13 Chamados para servir
Sábado – Mt 20.26 -28 Jesus veio para servir

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 Timóteo 3.8-13

1 Timóteo 3 

8 – Da mesma sorte os diáconos sejam honestos, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância,
9 – guardando o mistério da fé em uma pura consciência.
10 – E também estes sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis.
11 – Da mesma sorte as mulheres sejam honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo. 12 – Os diáconos são maridos de uma mulher e governam bem seus filhos e suas próprias casas.
13 – Porque os que servirem bem como diáconos adquirirão para si uma boa posição e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus.

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• INTERAGINDO COM O PROFESSOR 

Servir: uma ordenança de nosso Senhor (Mc 12.30,31). O ministério de serviço ao próximo é o símbolo de amor na instituição dos diáconos relatada no livro dos Atos dos Apóstolos, no sexto capítulo. Aqui, os apóstolos foram coerentes com o ensinamento de Jesus de Nazaré. Há muito, o nosso Senhor havia ensinado sobre a urgência de resolver questões sociais e de caráter humanitário de quem quer que fosse. O problema registrado em Atos 6 foi de caráter étnico, mas hoje outros grandes problemas afligem muitos membros da igreja local. Que o serviço dos diáconos de Cristo nos inspire a cultivar um estilo de vida diaconal baseado na história de Jesus de Nazaré.

 Lição 12: O Diaconato

PONTO CENTRAL 

A função de diácono remonta o serviço voluntário prestado para alguém. 

INTRODUÇÃO 

No primeiro século da era cristã, a Igreja cresceu sob o avivamento do Espírito e expandiu-se pelo mundo. Na mesma medida em que cresceu, surgiram também problemas na esfera social, demandando urgentes providências. Por uma sábia e unânime decisão, em assembleia, a igreja de Jerusalém escolheu sete homens de moral ilibada e cheios do Espírito Santo, para administrarem esse “importante negócio” (At 6.3). Nesta lição estudaremos esse importante ministério de serviço que, por causa de uma crise étnica na igreja, levou os apóstolos a proporem medidas que serviram de base para instituir a função diaconal. Está, até hoje, fazendo parte do ministério ordenado pelas igrejas cristãs. 

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Prezado professor, para concluir a presente lição, sugerimos uma atividade prática para executá-la junto à classe. Procure o secretário da igreja e se informe sobre as pessoas enfermas que não podem ir aos cultos rotineiros. De acordo com a quantidade de enfermos, e após a Escola Dominical, separe grupos de três ou quatro pessoas (depende da quantidade de alunos) para fazerem uma visita.

Ao chegar no lar da pessoa visitada, ore, leia a Palavra e cante para ela. Converse um pouco de modo que ela sinta-se bem acolhida. Ao final da atividade, reúna todos os grupos e explique-lhes que esta é uma prática diaconal transbordante de amor e baseada no ensino de Jesus de Nazaré (Mt 25.36,43).

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I – A DIACONIA DE JESUS CRISTO

1. Significado do termo. O termo grego diaconia significa “ministério” ou “serviço”. A vida inteira de Jesus aqui na Terra demonstrou o verdadeiro sentido da diaconia em todos os seus aspectos. Na realidade, seu ministério terreno evidenciou o quanto Ele foi “apóstolo da nossa confissão” (Hb 3.1), profeta (Lc 24.19), evangelista (Lc 4.18,19), pastor (Jo 10.11), mas principalmente, diácono por excelência (Mt 20.28). O apóstolo Paulo disse que Jesus, “sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Fp 2.6-7). Segundo a Bíblia de Estudo Palavras-Chave, a expressão “tomando a forma de servo” denota o sentido de uma condição humilde. 

2. Serviço escravo. Na véspera da sua crucificação, o Senhor Jesus reuniu os seus doze discípulos para comer a última ceia. Tomando uma toalha e uma bacia com água, ele começou a lavar os pés dos discípulos, um a um (Jo 13.4,5). Não há atitude mais comovente do nosso Senhor como o relato do lava-pés, demonstrando serviço, exemplo e humildade. A “diaconia da toalha e da bacia” é a convocação Cristocêntrica para uma vida de serviço humilde (Jo 13.12-17). 

3. O discípulo é um serviçal. Certa vez, Tiago e João pediram ao Senhor lugares de destaque, “à direita” e “à esquerda” de Jesus, quando da implantação do seu Reino (Mc 10.35-37). Os discípulos ainda não haviam compreendido a mensagem de Jesus. A proposta do Nazareno nunca foi a de estabelecer uma hierarquia de poder temporal para a sua igreja, mas a de serviço conforme demonstra sua resposta a eles: “entre vós não será assim; antes, qualquer que, entre vós, quiser ser grande será vosso serviçal [diakonos]. E qualquer que, dentre vós, quiser ser o primeiro será servo de todos. Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mc 10.43-45). 

SÍNTESE DO TÓPICO I 

A diaconia de Jesus Cristo está centralizada na disponibilidade em servir o próximo. 

II – A INSTITUIÇÃO DOS DIÁCONOS 

1. O conceito da função. A palavra diácono (gr. diakonos), segundo o Dicionário Vine, refere-se àquele que presta trabalhos voluntários aludindo aos exemplos dos criados domésticos dos tempos do Novo Testamento. O termo destaca, em especial, a função de um mestre ou de um pastor cristão, entrelaçando o sentido técnico do diácono ou diaconisa. Outra palavra grega relacionada a “diácono” é doulos. Esta refere-se a “um servo” ou “um escravo” (Mt 13.27,28; Jo 4.51). Portanto, a ideia preponderante que a função do diácono remonta é a do serviço voluntário prestado, pelo “ministro”, ou “servo” ou o “assistente”, para a alguém. 

2. Origem do diaconato. “A bênção”, “problema” e “reivindicação” são palavras-chave para o advento do ministério formal dos diáconos em o Novo Testamento. A bênção foi o extraordinário crescimento da igreja local em Jerusalém. A questão étnica causada pela situação social de muitos que aceitavam a fé, especialmente envolvendo viúvas judias de fala hebraica e as de fala grega (At 6.1), era o problema. A reivindicação pode ser vista na manifestação verbal destas viúvas que, sentindo-se injustiçadas pelo que elas interpretaram ser uma forma de discriminação dos líderes da igreja de Jerusalém, cobraram sua assistência (At 6.1).

3. A escolha dos diáconos. Para resolver o impasse, orando e impondo-Lhes as mãos, os apóstolos separaram sete irmãos de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria para administrar uma questão étnica e social (At 6.2-7). Foi uma decisão de caráter pacificador e de muito bom-senso para a igreja não se perder em permanentes desentendimentos. O objetivo era estimulá-la a resolver a questão reconhecendo o caminho equivocado antes aderido pelos líderes até aquele momento. Assim, eles puderam executar as mudanças necessárias e resolveram uma questão que poderia trazer sérios problemas para a igreja de Jerusalém. 

SÍNTESE DO TÓPICO II 

O livro dos Atos dos Apóstolos, no capítulo 6, descreve a instituição do ministério de diácono. 

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Comunhão Quebrada: A Comunidade Escolhe Sete Diáconos Os crentes se dedicam a formar uma comunidade de comunhão (At 2.42), que acha expressão em compartilhar as possessões com os necessitados. Como exemplo positivo de comunhão, Lucas chamou atenção a Barnabé (At 4.36,37); em contraste, Ananias e sua esposa são exemplos negativos (At 5.1-11). No capítulo 6, Lucas informa um desarranjo na comunhão causado pela negligência da comunidade para com suas viúvas gregas. No meio de tremendo progresso da Igreja, este problema coloca a unidade eclesiástica em sério perigo.

Nesta época, a comunidade cristã consiste em dois grupos: os judeus gregos (hellenistai, ‘crentes de fala grega’) e os judeus hebreus (hebraioi, ‘crentes de fala aramaica’). Os judeus gregos de Atos 6 são crentes que foram fortemente influenciados pela cultura grega, provavelmente enquanto viviam fora da Palestina, ao passo que os judeus hebreus são cristãos que sempre viveram na terra nativa da Palestina” (STRONSTAD, Roger; ARRINGTON, French L. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. Vol. 1: Mateus a Atos. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p.657).

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema: Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo à Deus e aos Homens com Poder Extraordinário | Lição 12: O Diaconato

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Lição 11: O Presbítero, Bispo ou Ancião | EBD – Adultos | 2° Trimestre De 2021

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema: Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo à Deus e aos Homens com Poder Extraordinário | Lição 11: O Presbítero, Bispo ou Ancião

OBJETIVO GERAL

Apresentar a importância da função de presbítero.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos

I. Aprender que Jesus, o mestre da Galileia, é mestre por excelência.
II. Identificar a ordem de Jesus aos seus discípulos para ensinar a igreja do primeiro século.
III. Saber da importância do dom ministerial de Ensinador na igreja local.

TEXTO ÁUREO

“De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: […] se é ensinar, haja dedicação ao ensino” (Rm 12.6,7).

VERDADE PRÁTICA

Os vocacionados por Deus para o ministério do ensino são por Ele chamados para edi­ficar a Igreja de Cristo.

LEITURA DIÁRIA 

Segunda – Tt 1.5 – O estabelecimento dos Presbíteros
Terça – Tg 5.14 – Homens espirituais
Quarta – l Tm 4.14 – A ação do presbitério
Quinta – l Pe 5.1,2 – Presbíteros apascentadores
Sexta – 1 Pe 5.3 – Como exemplo do rebanho
Sábado – Tt 1.5,7 – Bispo-Outro nome para presbítero

HINOS SUGERIDOS: 151, 344, 516 da Harpa Cristã

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Tito 1.5-7; 1 Pedro 5.1-4

Tito 1
5 – Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam e, de cidade em cidade, estabelecesses presbíteros, como já te mandei:
6 – aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem desobedientes.
7 – Porque convém que o bispo seja irrepreensível como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;

Lição 11: O Presbítero, Bispo ou Ancião

1 Pedro 5
1 – Aos presbíteros que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar:
2 – apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;
3 – nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.
4 – E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória

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INTERAGINDO COM O PROFESSOR 

A igreja local é o Corpo Invisível de Cristo num tempo e num espaço. Ela é constituída por distintos seres humanos. Por isso, é preciso haver uma liderança que a norteie, a oriente e administre com sabedoria. Então, aprouve ao Senhor levantar obreiros para dela cuidar. A igreja local jamais pode ser administrada por um único líder. Apesar da importância do pastor titular, este deve contar com um grupo de obreiros aptos a ensinar e a administrar a igreja local: o presbitério. O nosso Pai levantou presbíteros, homens honrados, de boa índole

PONTO CENTRAL

O presbítero zela pela administração e a vida espiritual da igreja local.

INTRODUÇÃO 

No início da Igreja do primeiro século havia líderes que orientavam os crentes quanto ao Evangelho, bem como à organização e desenvolvimento da igreja local. O Evangelho frutificou na vida das pessoas, e por isso, surgiam cada vez mais novos crentes. Foi necessário, a fim de garantir o discipulado integral da nova pessoa em Cristo, separar crentes idôneos e maduros na fé para cuidarem desse precioso rebanho. Assim, os apóstolos de Cristo passaram a estabelecer presbíteros para zelar pela administração e a vida espiritual da igreja local.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Caro professor, para concluir o assunto do primeiro tópico, sobre a função do presbítero, reproduza o quadro da página seguinte conforme as suas possibilidades. Peça aos alunos para discutirem as funções do presbítero apresentadas no quadro, preenchendo os espaços vazios. Conclua afirmando que a função de um presbítero, em primeiro lugar, é pastoral. Isto implica múltiplas ações e zelo com a igreja local instituída pelo Senhor numa região. Ao final da aula, juntamente com os alunos, interceda pelo presbitério de sua igreja local. 

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I – A ESCOLHA DO S PRESBÍTEROS 

1. Significado da função. De acordo com a Bíblia de Estudo Palavras-Chave, o termo “presbítero” (do gr. presbyteros) é uma forma comparativa da palavra grega presbys, “pessoa mais velha”. Como substantivo, e no emprego dos judeus e cristãos, “presbítero” é um título de dignidade dos indivíduos experientes e de idade madura que formavam o governo da igreja local. É um sinônimo de bispo (gr. episkopos, supervisor); de professor (gr. didaskolos); e de pastor (gr. poimên). 

2. A liderança local. O apóstolo Paulo cuidou de organizar a administração das igrejas locais por onde as plantava, separando um grupo de obreiros para tal trabalho. Quando escreve ao seu discípulo, o jovem Tito, Paulo o instrui a estabelecer presbíteros em diversos lugares, de cidade em cidade (Tt 1.4,5,7). Está claro, assim, o aspecto pastoral da função exercida pelos presbíteros nas comunidades cristãs antigas.

3. As qualificações. No Novo Testamento, as referências aos presbíteros encontram-se no plural: “presbíteros”, “bispos” ou “anciãos” (At 11.30; 15.2,4,6; 20.17; Tg 5.14; 1 Pe 5.1). Como a liderança local era formada por um grupo de irmãos experientes na fé para cuidarem da igreja, a função dos presbíteros era pastoral. Portanto, o presbítero é um pastor, um apascentador de ovelhas! A Palavra de Deus expressa qualificações bem objetivas para o exercício fiel dessa função. Tais qualificações estão descritas em Tito 1.6-9 para presbítero, assim como em 1 Timóteo 3.1-7 para “bispo”, denotando o aspecto sinonímico dos dois termos. Uma leitura atenta das duas listas indica a importância da função e como as igrejas não podem descuidar-se quando da ordenação de pessoas para servi-la. O bom conselho do apóstolo Paulo ainda é a maneira mais segura para se separar obreiros.

SÍNTESE DO TÓPICO I

O termo presbítero (do gr. presbyteros) é um sinônimo de bispo (gr. episkopos), de professor (do gr. didaskolos) e de pastor (do gr. poimen). Logo, a sua função é pastoral.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO 

“As qualificações dos Presbíteros” (1.6-9). As qualificações no verso 6, de acordo com o idioma original, são condições ou questões indiretas relativas aos candidatos que estão sendo considerados para o ministério. O grego traduz literalmente: ‘Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução [desperdício de dinheiro] nem são desobedientes’ — este pode ser considerado como um candidato ao presbitério […]. Paulo parece estar usando as palavras ‘ancião/presbítero’ (presbyteros, v.5) e Líder/bispo’ (episkopos, v.7) de modo intercambiável […]. Neste primeiro período da história da Igreja, os ofícios ministeriais eram variáveis e indistintos (STRONSTAD, Roger; ARRINGTON, French L. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. Vol. 2: Romanos a Apocalipse. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp.704,05). 

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O PRESBÍTERO
Apascentar
Ensinar
Administrar 

II- A IMPORTÂNCIA DO PRESBITÉRIO 

1. Significado do termo. “Não desprezes o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério” (1 Tm 4.14). Foi dessa forma que o apóstolo Paulo lembrou Timóteo, aconselhando-o acerca do reconhecimento do ministério do jovem pastor pelo conselho de obreiros. O Novo Testamento classifica esse corpo de obreiro de “presbitério” (do gr. presbyterion, substantivo de presbítero, um conselho formado por anciãos da igreja cristã). 

2. A atuação do presbitério. No Concílio de Jerusalém, em relação às sérias questões étnicas e eclesiásticas que podiam comprometer a expansão da igreja, os apóstolos e os anciãos (presbíteros) foram chamados para debater e legislar sobre o assunto (At 15.2,6,9-11). Em seguida, os presbíteros foram enviados à Antioquia para orientar os irmãos sobre a resolução dos problemas que perturbavam os novos convertidos: “E, quando iam passando pelas cidades, lhes entregavam, para serem observados, os decretos que haviam sido estabelecidos pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém” (At 16.4). 

3. A valorização do presbitério. O presbitério deve ser valorizado, pois desde os primórdios da Igreja cristã, a sua existência tem fundamento na Palavra de Deus. O rebanho do Senhor será ainda mais bem atendido se o presbitério das nossas igrejas for preparado para uma atuação mais efetiva no governo da igreja e no ministério de ensino, tal como instruiu o apóstolo Paulo: “Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina” (l Tm 5.17). O Novo Testamento mostra que, apesar de haver um pastor titular, o governo de uma igreja não era exercido por um único líder, mas pelo conselho de obreiros (At 20.17-37; Ef 4.11,1 Pe 5.1). O presbitério é de vital importância ao desenvolvimento das igrejas locais e ao bom ordenamento do Corpo de Cristo. 

SÍNTESE DO TÓPICO II 

Fundamentado na Palavra de Deus desde os primórdios cristãos, o presbitério atua no governo da igreja local junto ao pastor titular. 

SUBSÍDIO TEOLÓGICO “PRESBÍTEROS 

As Assembleias de Deus, especialmente no Brasil, certamente em razão de se constituírem inicialmente de crentes de diversos grupos evangélicos, atraídos pela crença bíblica do batismo no Espírito Santo, do ponto de vista administrativo, ministerial, adotaram uma posição intermediária mais aproximada do sistema presbiteriano. Não admitem hierarquia. Não aceitam o episcopado formal, senão o conceito bíblico de que o pastor é o mesmo bispo mencionado no Novo Testamento. Admitem, entretanto, o cargo separado de presbítero. 0 presbítero (anteriormente chamado ‘ancião’) é o auxiliar do pastor.

Porém, em algumas regiões, em campo de evangelização das Assembleias de Deus, de certo modo, é-lhe dado cargo correspondente ao de pastor, onde, na ausência deste, ele desempenha todas as funções pastorais: unge, ministra a Ceia e batiza. Entre esses, há os que possuem dignidade, capacidade e verdadeiro dom de pastor. […] Porém, na Convenção Geral de 1937, na AD de São Paulo (SP), foi debatida a questão sobre se os anciãos (presbíteros) não poderiam ser considerados pastores. Os convencionais compreenderam, citando textos como 1 Pedro 5.1Atos 20.28 e 1 Timóteo 5.17, que, em alguns casos, parece haver uma diferença entre anciãos e anciãos com chamada ao ministério, e estabeleceram, assim, a hierarquia eclesiástica que até hoje existe nas Assembleias de Deus: diáconos, presbíteros e ministros do evangelho (pastores e evangelistas). […]

Nas Assembleias de Deus, embora o trabalho do presbítero tenha a sua definição, passou a ser também visto como o penúltimo cargo a ser exercido pelo obreiro, na sucessão das ordenações, antes de ser consagrado a evangelista ou pastor” (ARAÚJO, Isael. Dicionário do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, pp.715,16). 

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EBD Betel | 2° Trimestre 2021 | LIÇÃO 7 MARCOS: JESUS É O SERVO [ Jovens Conectar ]

EBD Betel – LIÇÃO 7 MARCOS: JESUS É O SERVO EBD | BETEL Jovens Conectar | 2° Trimestre 2021 | Tema: Os Evangelhos – A representação de Jesus em quatro dimensões – Escola Dominical  

Texto de Referência: Mc 10.39-45

Apresentacao1 - EBD Betel | 2° Trimestre 2021 | LIÇÃO 7 MARCOS: JESUS É O SERVO [ Jovens Conectar ]

VERSÍCULO DO DIA

“E Ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas, para que eu ali também pregue, porque para isto eu vim”. Mc 1.38

 VERDADE APLICADA

Jesus é o servo enviado de Deus para remir a humanidade de seus pecados.

 OBJETIVOS DA LIÇÃO

 Mostrar a noção de servo no Antigo Testamento;

 Analisar a ótica de Marcos em seu Evangelho;

 Perceber o foco de Marcos em mostrar Jesus como servo.

MOMENTO DE ORAÇÃO

Oremos para que os discípulos de Cristo sejam servos no exercício eclesiástico.

LEITURA SEMANAL

SEG | Mc 1.21-22 Jesus servindo em Cafarnaum.

TER | Jo 9.4 Jesus a serviço de Seu Pai.

QUA | Is 52.13 O servo agirá com prudência.

QUI | Fp 2.7 Jesus assumiu forma de servo.

SEX | Mc 1.32-34 Jesus a serviço da multidão.

SÁB | Mc 9.35 Os discípulos precisam servir.   

INTRODUÇÃO

O Evangelho de Marcos revela o Cristo como servo enviado de Deus, não somente para mostrar as grandezas do Altíssimo, mas também para servir as pessoas, atendê-las em suas necessidades e dar a sua vida por elas. LIÇÃO 7 MARCOS: JESUS É O SERVO EBD | BETEL Jovens | 2° Trimestre 2021 | Tema: Os Evangelhos – A representação de Jesus em quatro dimensões – Escola Dominical  

 Ponto Chave

“Jesus, como servo de Deus, viveu a serviço do Reino”.  

I- O ANTIGO TESTAMENTO FALA SOBRE O SERVO UNGIDO

O servo não tem muita importância, talvez por isso, Marcos tenha omitido a genealogia de Jesus, visando apresentá-lo como servo. A visão de Jesus como servo pode ser percebida nas passagens dos profetas Isaías e Ezequiel.  

1.1. O Profeta Ezequiel

Na passagem bíblica de Ezequiel 1.10, vemos a visão que representa as quatro faces dos Evangelhos na apresentação do Messias. Em Marcos a figura predominante é o boi, trazendo a ideia de servo, pois o boi é um animal que, literalmente, serve e efetua trabalho que os homens muitas vezes não dariam conta. Jesus é o servo de Deus que veio trabalhar em prol da Salvação da humanidade, sabendo que estes não dariam conta de salvar-se, pois estavam mortos em pecados e delitos (Ef 2.1). Jesus se tornou servo obediente até a morte de cruz, para que pudéssemos ser livres do pecado.  

1.2 O Profeta Isaías

Existem duas passagens no livro do profeta Isaías que fazem alusão ao ministério do servo na vida de Jesus. Isaías 42 revela que o servo é eleito, ungido e efetuará juízo entre os gentios; fica claro aqui a extensão universal de seu Ministério. Na passagem de Isaías 52.13-15 percebemos as dores e a exaltação do servo ungido. Em ambas as passagens é evidente que o ministério de Jesus seria servir a humanidade. Pelo trabalho efetuado com excelência, o servo foi exaltado a ponto de se tornar elevado e sublime. Que a exemplo de nosso Mestre, venhamos servir com excelência, e esperar as honras de nosso Pai Celestial e não dos homens. LIÇÃO 7 MARCOS: JESUS É O SERVO EBD | BETEL Jovens | 2° Trimestre 2021 | Tema: Os Evangelhos – A representação de Jesus em quatro dimensões – Escola Dominical

 Refletindo

“O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir…”. (Jesus Cristo)

II- JESUS COMO SERVO SOFREDOR

Ao contrário de Mateus que pontua Jesus como Messias, Marcos adota a visão de servo, mostrando em seus relatos o constante movimento do servo na execução da obra de Deus, pois, encontramos a expressão “imediatamente”, quarenta e duas vezes em todo o Evangelho de Marcos. Literalmente Jesus estava a serviço de seu povo operando sinais e prodígios (Mc 1.34), e ensinando sobre os mistérios do Reino (Mc 4.2). A vida do servo não seria fácil, mas sim de sofrimento e morte.

2.1. A perseguição dos escribas e fariseus

Jesus, no exercício de Seu ministério, cumpriu na íntegra o ministério recebido de Deus, porém em Sua jornada sofreu perseguição daqueles que se consideravam donos das verdades de Deus. Um dos grupos que O perseguiam era o dos escribas, que eram considerados mestres especializados no estudo e na aplicação da Torá. Em Marcos 13.22 vemos este grupo dizendo que Jesus expulsava demônios por Belzebu.

Outros que perseguiam Jesus eram os fariseus, que além de se considerarem doutores da lei, alguns faziam parte do Sinédrio e viviam uma religiosidade vazia. Em Marcos 7, este grupo interrogou Jesus acerca do procedimento de Seus discípulos. Em nossa missão de pregar o evangelho surgirão diversos opositores, mas, a exemplo de Cristo, precisamos continuar firmes na missão (2Tm 3.12).  

2.2. A condenação do Sinédrio

O Sinédrio nada mais era que a suprema corte dos judeus, onde se julgava tendo como base as leis judaicas. Geralmente era formado pelo sumo sacerdote e mais 69 pessoas, entre escribas e fariseus. Eles julgaram Jesus porque Ele afirmava ser Filho de Deus, conforme o registro de João 19.7. Ao ser considerado culpado de

morte, começaram a cuspir em Seu rosto, dar socos e bofetadas (Mc 14.65). O que aconteceu com Cristo já estava vaticinado a seu respeito pelo profeta Isaías ao dizer que Sua aparência estava desfigurada (Is 52.14); foi desprezado e homem de dores (Is 53.3); como ovelha muda não abriu a sua boca (Is 53.7). Como enviado do Pai, Jesus cumpriu cabalmente a sua missão, mesmo diante de tantas perseguições. Jesus nos deixou o exemplo de servo; Paulo chegou a expressar que Ele assumiu a forma de servo, sendo obediente até a morte, e morte de Cruz (Fp 2.7-8). Jesus nos deixou o exemplo, sejamos servos. LIÇÃO 7 MARCOS: JESUS É O SERVO EBD | BETEL Jovens | 2° Trimestre 2021 | Tema: Os Evangelhos – A representação de Jesus em quatro dimensões – Escola Dominical  

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Lição 10: O Ministério de Mestre ou Doutor | EBD – Adultos | 2° Trimestre De 2021

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema: Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo à Deus e aos Homens com Poder Extraordinário | Lição 10: O Ministério de Mestre ou Doutor

OBJETIVO GERAL

Retratar a missão do ministério de Mestre.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos. 

I. Aprender que Jesus, o mestre da Galileia, é mestre por excelência.
II. Identificar a ordem de Jesus aos seus discípulos para ensinar a igreja do primeiro século.
III. Saber da importância do dom ministerial de Ensinador na igreja local.

TEXTO ÁUREO

“De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: […] se é ensinar, haja dedicação ao ensino” (Rm 12.6,7).

VERDADE PRÁTICA

Os vocacionados por Deus para o ministério do ensino são por Ele chamados para edi­ficar a Igreja de Cristo.

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema: Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo à Deus e aos Homens com Poder Extraordinário | Lição 10: O Ministério de Mestre ou Doutor

LEITURA DIÁRIA

Segunda – At 13.1 Doutores na igreja
Terça – 1 Co 12.29 Nem todos são doutores
Quarta – 1 Tm 1.6,7 Doutores sem entendimento
Quinta – 2 Tm 4.3 Falsos doutores
Sexta – Tg 3.1 A responsabilidade do mestre
Sábado – Mt 4.23-25 Jesus, o mestre por excelência

HINOS SUGERIDOS 141, 258, 429 Harpa Cristã

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Mateus 7.28,29; Atos 13.1; Romanos 12.6,7; Tiago 3.1

Mateus 7
28 
– E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina,
29 – porquanto os ensinava com autoridade e não como os escribas.

Atos 13
1
 – Na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé, e Simeão, chamado Niger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo.

Romanos 12
– De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: se é profecia, seja ela segundo a medida da fé;
7 – se é ministério, seja em ministrasse é ensinar, haja dedicação ao ensino;

Tiago 3
1
 – Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo.

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Lição 10: O Ministério de Mestre ou Doutor

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Nunca foi tão necessário, como hoje, a igreja investir na figura do mestre cristão. Quando o crente é ensinado a estudar a Bíblia para compreender o mundo e a cultura bíblica, relacioná-la com o mundo do século XXI e aplicá-la à vida das pessoas de maneira competente, o risco de sofrermos o engano é amenizado. Para quem pensa ser prejudicial à vida espiritual estudar a Bíblia com seriedade, deveria pensar na elaboração das traduções bíblicas, por exemplo, disponíveis no Brasil.

Se não houvesse homens e mulheres levantados por Deus e versados na erudição (línguas hebraica, grega, aramaica, egípcia e outras; a cultura oriental; a arqueologia para se achar manuscritos dos mais antigos possíveis), por certo, não teríamos a Bíblia traduzida em nosso idioma. Por isso, valorize quem se esmera por conhecer mais as Escrituras.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Prezado professor, no terceiro tópico da lição o autor afirma: “Em nosso país, a leitura é um problema cultural. Se as pessoas leem pouco, a igreja pouco lerá”. Partindo do princípio que essa afirmação é um fato verdadeiro no contexto cultural brasileiro, selecione um texto que achar pertinente e leve para a sala de aula. No final da lição, proponha a turma uma roda de leitura. Esta atividade objetiva estimular o hábito de leitura. Então, distribua o texto ora escolhido e peça a um ou dois alunos para lerem. Ao término, discuta o texto com os alunos. Conclua dizendo como pode ser prazeroso e construtivo cultivar o hábito de ler.

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INTRODUÇÃO

O ministério do ensino da Palavra é primordial para a igreja exercer o discernimento no que tange ao tempo em que vive (culturas, teologia, filosofias etc.). Tão importante é a função do mestre na igreja que as Escrituras declaram o quanto ele deve esforçar-se intelectualmente para exercer tão nobre tarefa (Rm 12.71 Tm 4.13). É uma tarefa importante e indispensável que exige muito de quem a desempenha.

PONTO CENTRAL
dom ministerial de mestre é ama capacitação do Espírito Santo.

I. JESUS, O MESTRE POR EXCELÊNCIA

1. O mestre da Galileia.

Doutor incomparável, “percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas suas sinagogas, e pregando o evangelho do Reino […]” (Mt 4.23). No ministério terreno, seus sermões, ensinos e discursos eram inflamados pelo amor às pessoas. Diferente dos escribas, Ele ensinava como quem tinha autoridade (Mt 7.28,29). A verdade emanava da pessoa de Jesus! Os que o ouviam só tinham duas opções: amá-lo ou odiá-lo. Era impossível ouvi-lo e ficar indiferente. Jesus transtornava a consciência do acomodado e aquietava o coração do perturbado.

2. O mestre divino.

Em visita a Jesus, um mestre da Lei chamado Nicodemos, educado nas melhores escolas religiosas de Israel e grande conhecedor das Escrituras hebraicas, reconheceu em Jesus um personagem incomum de seu tempo (Jo 3.1,2). Esse mesmo fariseu, que era príncipe dos judeus, afirmou que o Nazareno não poderia fazer o que fazia se Deus não fosse com Ele. Jesus é chamado Mestre cerca de quarenta e cinco vezes ao longo do Novo Testamento.

3. O mestre da humildade.

A fim de ensinar os discípulos acerca da humildade, Jesus “levantou-se da ceia, tirou as vestes e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois, pôs água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxuga-los com a toalha com que estava cingido” (Jo 13.4,5). Que cena chocante para os judeus! A pergunta de Pedro descreve essa perplexidade (v.6).

Era inimaginável um mestre encurvar-se para lavar os pés de pessoas leigas. Jesus era um mestre e deu o exemplo aos discípulos. O Emanuel, “Deus conosco”, encurvou-se diante dos homens! Isso se deu porque o ensino de Jesus não era mero discurso, mas “espírito e vida” (Jo 6.63).  Ele nos convida a fazer o mesmo: “Vós me chamais Mestre e Senhor e dizeis bem, porque eu o sou. Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.13-15).

SÍNTESE DO TÓPICO I

Jesus, o mestre da Galileia, é reconhecido em o Novo Testamento tanto como o Mestre Divino quanto o Mestre da humildade.

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II. O ENSINO DAS ESCRITURAS NA IGREJA DO PRIMEIRO SÉCULO

1. Uma ordem de Jesus.

Antes de ascender aos céus, de modo solene Jesus determinou aos seus discípulos que ensinassem “todas as nações […] a guardar todas as coisas” que Ele tinha ordenado (cf. Mt 28.19,20). O livro de Atos registra a obediência dos primeiros apóstolos no cuidado de cumprir a determinação de Jesus. Após a descida do Espírito Santo (At 2.1-6), o discurso de Pedro foi um verdadeiro ensino proferido no poder do Espírito Santo (At 2.14-40).

Tendo em vista a plena edificação da Igreja na Palavra, o Senhor Jesus, através do Espírito Santo, dotou alguns de seus servos com o dom ministerial de mestre ou doutor (Ef 4.11). Esse dom é uma capacitação sobrenatural do Espírito. Isso não significa, porém, que devemos descuidar de nossa formação intelectual, pois o preparo para o ensino passa pela capacidade de aprender para posteriormente ensinar.

2. A doutrina dos apóstolos.

O texto de Atos 2.42 informa-nos que os primeiros convertidos “perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações”. Além disso, acrescenta que em “cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos” (v.43). A “doutrina dos apóstolos” aqui referida trata-se do conjunto de ensinos de Cristo ministrados por eles de forma constante e eficaz para o crescimento integral dos novos crentes.

3. Ensinamento persistente.

Os primeiros mestres das Escrituras foram os integrantes do Colégio Apostólico (At 5.42, cf. vv.40,41). A Igreja começou nas casas, onde o ensino era ministrado a pequenos grupos nos lares. Falando aos anciãos de Éfeso, o apóstolo Paulo mostrou-se como um verdadeiro mestre que ensinava “publicamente e pelas casas, testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo” (At 20.20,21). Deus havia preparado homens para ensinar e levantado “doutores” na igreja em Antioquia (At 13.1). O Pai Celestial igualmente deseja levantar mestres em sua igreja. Vivemos dias em que este ministério nunca foi tão necessário.

SÍNTESE DO TÓPICO II

O ensino na igreja do primeiro século foi ordenado por Jesus para os apóstolos ensinarem persistentemente.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“É ordem de Jesus Cristo Mateus 28.19,20 enfoca a lente zoom do Espírito Santo na Grande Comissão, que são as últimas palavras de Jesus Cristo ditas aos discípulos antes da ascensão dele. Cinco referências da Grande Comissão no Novo Testamento (Mt 28.19,20; Mc 16.15,16; Lc 24.46-48; Jo 20.21-23; At 1.8) indicam que não é algo aleatório, mas essencial para a estratégia de nosso Senhor. O mandato ‘Fazei discípulos’ (ARA) inclui intrinsecamente o ensino. Mas
temos de notar que o ensino requerido aqui é o de determinada espécie, isto é, ‘guardar [obedecer] todas as coisas’ que Cristo ordenou. Em outras palavras, Seus ensinamentos foram designados para produzir informação e transformação. Esse tipo de instrução é muito exigente e inacreditavelmente difícil de se realizar.

Foi praticada pela Igreja Primitiva
Não há a menor sombra de dúvida de que o Novo Testamento ordena a Igreja a ensinar. Mas a Igreja primitiva obedeceu mesmo a esse mandamento?

A Ilustração. Em Atos 2.41-47, temos um retrato da Igreja primitiva, o qual nos informa que eles ‘perseveravam na doutrina [ensino] dos apóstolos’ (2.42). Este era o padrão contínuo; não uma exceção.

A Implementação. Efésios 4 confirma o compromisso de ensinar. Jesus Cristo, após subir aos céus, deu dons aos homens, a fim de que servissem à Igreja, conforme está escrito: ‘Uns […]
para pastores e doutores [mestres, professores]’ (Ef 4.11). O propósito?’ ‘Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo’ (Ef 4.12); mais outra prova de que os talentosos são chamados para o ministério da
multiplicação e não da adição. Para o judeu, não havia uma posição mais alta na escada da sociedade do que a de rabino.

Por conseguinte, quando a Igreja do primeiro século foi ensinada sobre a doutrina dos dons espirituais, confrontou-se com um problema. As
pessoas clamavam pelo ‘dom de ensino’ com todos os privilégios a ele pertencentes. Como resultado, Tiago teve de emitir esta advertência: ‘Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres [professores], sabendo que receberemos mais duro juízo’ (Tg 3.1).

Considerando que o professor é compelido a falar e que a língua é o último membro a ser dominado (Tg 3.2), deve-se ter muito cuidado, ao aspirar tal responsabilidade, ponderada e sensata” (GANGEL, Kenneth; HENDRICKS, Howard G. (Eds.). Manual de Ensino para o Educador Cristão: Compreendendo a natureza, as bases e o alcance do verdadeiro ensino cristão. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp.6,7).

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Lição 07: Santidade de Deus | EBD Betel Adultos | 2° Trimestre De 2021

EBD Betel – Adultos | 2° Trimestre De 2021 | Tema: Os Atributos de Deus conhecendo a natureza, o caráter e a supremacia de Deus nas Escrituras | Lição 07: Santidade de Deus

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Mostrar a qualidade ou a virtude de ser santo.
Ensinar que Deus não admite misturas ou contaminação.
Deixar claro que precisamos buscar a santificação.

TEXTO ÁUREO

“Dai ao Senhor a glória devida ao seu nome; adorai o Senhor na beleza da sua santidade.” Salmo 29.2

VERDADE APLICADA

Quando somos corrigidos pelo Senhor, é para o nosso proveito, para sermos participantes da Sua santidade.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

ÊXODO 15
11- Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em louvores, operando maravilhas?
ISAÍAS 6
2- E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.
1 PEDRO 1
15- Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver.
16- Porquanto escrito está: Sede santos porque eu sou santo.

EBD Betel – Adultos | 2° Trimestre De 2021 | Tema: Os Atributos de Deus conhecendo a natureza, o caráter e a supremacia de Deus nas Escrituras | Lição 07: Santidade de Deus

LEITURAS COMPLEMENTARES

SEGUNDA / Lv 11.44-45 Deus não aceita mistura nem contaminações.
TERÇA / Lv 20.26 Deus é santo.
QUARTA / 1 Cr 16.29 Adorai ao Senhor na beleza da Sua santidade.
QUINTA / 2 Cr 20.21 Todos devem louvar a santidade do Senhor.
SEXTA / Sl 145.17 Deus é justo e santo em todas as suas obras.
SÁBADO / Ap 3.7 Deus, aquele que é Santo e Verdadeiro.

HINOS SUGERIDOS 71, 99, 252 harpa Cristã

MOTIVOS DE ORAÇÃO

Ore para que, através da santificação, possamos chegar mais perto de Deus.

ESBOÇO DA LIÇÃO

Introdução
1- Santidade: pureza e retidão de Deus
2– Santidade: a beleza e glória de Deus
3– Santidade: revelada na Palavra de Deus
Conclusão

INTRODUÇÃO

Abordaremos nesta lição que, quando meditamos sobre a santidade de Deus, ficamos mais precavidos e mais determinados a viver livres do pecado e de toda sorte de desobediência à Sua Palavra.

PONTO DE PARTIDA

Deus é santo.

EBD Betel – Adultos | 2° Trimestre De 2021 | Tema: Os Atributos de Deus conhecendo a natureza, o caráter e a supremacia de Deus nas Escrituras | Lição 07: Santidade de Deus

1. Santidade: Pureza e Retidão de Deus

Esequias Soares (Teologia Sistemática Pentecostal – CPAD): “Deus é absolutamente santo; sua santidade é infinita e inigualável; Ele é santo em si mesmo, em sua essência e em sua natureza. No entanto, está escrito que Ele exige santidade de Seu povo porque Ele é santo [Lv 19.2; 1Pe 1.16]. Vemos, pois, que a santidade está em Deus e deve estar em seus seguidores”.

1.1. Deus é perfeito. Ele não erra nem tem falha alguma. Santidade é a pureza perfeita de Deus, que não tem mancha nem pecado algum. A Bíblia diz que Deus é santo e esse é o Seu caráter. O pecado nem sequer pode entrar em Sua presença! Somente o que é santo pode se aproximar de Deus. Quem quiser se aproximar de Deus precisa afastar-se de toda impureza e do pecado que nos rodeia [2 Sm 22.31; Mt 5.48; Hb 12.1; 12.14].

Subsídio do Professor: Todos os atributos estão ligados à perfeição de Deus, porque são qualidades intrínsecas do Seu Ser. Newman Hall nos mostra isso no seu comentário sobre a perfeição de Deus: “A sabedoria de Deus não pode errar. A santidade de Deus não pode pecar. O amor de Deus não pode ser cruel. A imutabilidade de Deus não pode mudar. A eternidade de Deus não pode terminar. A perfeição de Deus é uma fonte de mui consolação para nós, em nossa fraqueza e tolice. Se Ele não fosse Onisciente, poderíamos sofrer sem Ele saber. Se Ele não fosse Onipresente, poderíamos chorar sem Ele ver e ouvir. E se Ele não fosse Onipotente, poderíamos perecer e Ele ser incapaz de socorrer”

1.2. Deus é absolutamente isento de pecado. Deus não se contamina nem tem impurezas, por isso Ele não aceita se relacionar com pessoas impuras. Ele ama o pecador, mas rejeita o pecado em todas as suas formas. Quem se aproxima de Deus deve buscar a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor [Hb 12.14].

Subsídio do Professor: A santidade foi o propósito de Deus para o seu povo quando Ele planejou sua salvação em Cristo [Ef 1.4]. A santidade foi o propósito de Cristo para toda a Sua criação.0%2C0%2C1366%2C0%2C1366%2C728%2C1242%2C597&vis=1&rsz=%7C%7Cs%7C&abl=NS&cms=2&fu=128&bc=31&jar=2021-05-04-12&ifi=5&uci=a!5&btvi=3&fsb=1&xpc=532YrUqz5J&p=https%3A//escolabiblicadominical.org&dtd=5298

1.3. A santidade de Deus exige que Ele julgue o pecado. Se Deus aceitasse o pecado, Ele não seria santo. A desobediência, a idolatria, o adultério e a comunhão do Seu povo com outros povos sempre desagradaram a Deus e despertaram Sua ira, pois são uma afronta à Sua santidade. O Senhor sempre advertiu a Israel e a Judá por intermédio dos Seus profetas [2Rs 17.13, 17-18; 1Sm 12.15]. Não brinque com Deus, porque Deus é amor, mas também é fogo consumidor [Hb 12.29]. A santidade de Deus exige que a pena do pecado seja paga. A Sua ira se manifesta sobre toda impureza e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça [Rm 1.18].

Subsídio do Professor: A santidade de Deus é perfeita. Portanto, não há injustiça no Senhor e em qualquer de Seus atos. Em todas as fases que o povo de Deus foi levado cativo e ficou escravizado de outros povos foi pelo próprio consentimento de Deus. A Sua Santidade fez justiça com aqueles que se mantiveram fiéis a Ele e os que se arrependeram das suas abominações, delitos e ofensas. Mas o juízo de Deus é segundo a verdade e não aceita a prática de coisas erradas [Rm 2.1-3]. Lembre-se que a ira de Deus não é inseparável de Sua santidade. Se Deus aceitasse ou permitisse o pecado, Ele não seria Santo.

EU ENSINEI QUE:

Deus é perfeito, Ele não erra nem tem falha alguma. Deus é absolutamente isento de pecado. Porém, a santidade de Deus exige que Ele julgue o pecado.

EBD Betel – Adultos | 2° Trimestre De 2021 | Tema: Os Atributos de Deus conhecendo a natureza, o caráter e a supremacia de Deus nas Escrituras | Lição 07: Santidade de Deus

2. Santidade: a Beleza e Glória de Deus

“Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em louvores, operando maravilhas?” [Êx 15.11]. “Tu, com a tua beneficência, guiaste este povo, que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade.” [Êx 15.13]. “Não há santo como é o Senhor; porque não há outro fora de ti” [1Sm 2.2a].

2.1. A santidade de Deus não sofre alterações. A santidade de Deus é imutável como os Seus demais atributos, não sofre variações nem oscilações como o homem, que ainda está no processo de santificação: “Pelo que, querendo Deus mostrar mais abundantemente a imutabilidade do seu conselho aos herdeiros da promessa, se interpôs com juramento, para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta.” [Hb 6.17-18].

Subsídio do Professor: A santidade de Deus é a base de todos os seus atributos comunicáveis e incomunicáveis, pois a santidade é o parâmetro e a parte superior de todas as perfeições do Ser Supremo, o Deus Todo-Poderoso. Myer Pearlman (Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – Ed. Vida): “Vemos, então, que a santidade é o atributo que mantém a distinção entre Deus e a criatura. Não denota apenas um atributo de Deus, mas a própria natureza divina”. Assim, como comentou Tony Evans, a “santidade de Deus abre a porta para a compreensão e interpretação de todas as outras coisas a seu respeito”.

2.2. A santidade de Deus não pode ser violada, confundida nem questionada. Deus nunca foi visto nem surpreendido por ninguém em deslize moral ou ético de nenhuma espécie. Qual das suas criações, inclusive os anjos e os homens, poderia questionar a Sua santidade? Ninguém! É impossível o homem compreender plenamente a santidade de Deus, por ele ser criatura e estar vivendo ainda aqui na terra, sob pressão do pecado [1Co 2.10-11]. Quem questionará as Sagradas Escrituras: “Justo é o Senhor em todos os seus caminhos e santo em todas as suas obras” [Sl 145.17]. A santidade de Deus é a regra em todas as Suas ações

Subsídio do Professor: A santidade de Deus é uma luz que clareia todas as áreas escuras da nossa vida, colocando patente aos Seus olhos. Onde Ele procura com os seus olhos os fiéis da terra: “E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?” [2 Co 6.14b-18].

2.3. A santidade de Deus é padrão e espelho para a Sua criação. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento: O homem foi criado à imagem de Deus e é capaz de refletir a semelhança divina. E, assim como Deus se revela como eticamente santo, Ele chama os homens a uma santidade que lembra a sua própria […] Inerente à obra redentora de Deus é a promessa da derradeira manifestação da santidade de Deus na glorificação de seu povo e no livramento em que a criação se verá livre das imperfeições resultantes da maldição edênica [Rm 8.18-23]”. Assim, os que nasceram de novo e agora são filhos de Deus por adoção, são chamados a um viver em santidade e contínuo progresso em Cristo [Mt 5.48; 1Pe 1.13-17].

Subsídio do Professor: A santidade de Deus é manifestada e revelada a nós em Cristo Jesus. A santidade de Deus tem sido descrita como a “beleza” de todos os seus atributos, “sem a qual”, argumenta Edward Leigh, “sua sabedoria seria sutileza, sua justiça seria crueldade, sua soberania seria tirana, sua misericórdia seria compaixão insensata”. Deus, o Santo, comunica sua santidade a Cristo, que então opera sua imagem em seu povo. Paulo nos estimula e encoraja na sua segunda carta aos coríntios: “Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.” [2 Co 7.1].

EU ENSINEI QUE:

A santidade de Deus não sofre alterações, não pode ser violada, confundida nem questionada e é padrão e espelho para a Sua criação.

EBD Betel – Adultos | 2° Trimestre De 2021 | Tema: Os Atributos de Deus conhecendo a natureza, o caráter e a supremacia de Deus nas Escrituras | Lição 07: Santidade de Deus

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Lição 6: Na Salvação, o Novo Nascimento EBD – 2° Trimestre De 2021

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adolescentes – Tema do Trimestre: Cremos  | Lição 6: Na Salvação, o Novo Nascimento

Lição 6: Na Salvação, o Novo Nascimento EBD - 2° Trimestre De 2021

OBJETIVO

Explicar o termo Expiação;

Apontar a morte de Jesus como substitutiva para a humanidade;

Afirmar que o novo nascimento é produto da operação da salvação de Deus para o Homem.

TEXTO BÍBLICO

João 3.3-8

DESTAQUE

“Jesus respondeu: — Eu afirmo ao senhor que isto é verdade: ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo” (Jo 3.3).

LEITURA DEVOCIONAL

SEG……………………………………………………….Ap 13.8

TER……………………………………………………….Mt 20.28;Mc 10.45

QUA………………………………………………………Os 6.6

QUI……………………………………………………….Hb 9.11,12

SEX……………………………………………………….Rm 8.1;2Co 5.17 SÁB………………………………………………………Jo 3.3

DOM……………………………………………………..Rm 8.34-37

OBJETIVO

Explicar o termo Expiação;

Apontar a morte de Jesus como substitutiva para a humanidade;

Afirmar que o novo nascimento é produto da operação da salvação de Deus para o Homem.

Material Didático

Leitura de texto, discussão do texto, sugestões de propostas.

Quebrando a Rotina

Professor, sugerimos uma atividade que precisará um pouco mais de tempo que as outras. Por isso, procure separar entre 10 a 15 minutos da aula para fazê-la. A nossa sugestão é que você reproduza o trecho do segundo AUXÍLIO TEOLÓGICO, O texto trata do Reino de Deus como o ponto central da mensagem d Jesus. Leia e debata o texto com a classe.

Na lição anterior, vimos que o Pecado atingiu todo o ser humano e a criação. Agora, uma vez que somos nascidos de novo, somos convocados por Jesus a proclamar o Reino de Deus para o homem caído e a criação caída. Enquanto o Reino de Deus não se revelar plenamente, como discípulos de Jesus, devemos expressar a mensagem do Reino para cada ser humano. Com base nisto, estimule a turma a pensar ações de evangelização e de projeto social na vizinhança, apresentando o Reino de Deus para as pessoas.

4° Trimestre 2020 1024x576 - EBD | Lição 6: Na Salvação, o Novo Nascimento 2° Trimestre De 2021

Estudando a Bíblia 

A humanidade inteira está encerrada debaixo do Pecado: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23). Esta é a situação do ser humano sem Deus! É a situação da humanidade mergulhada no Pecado desde os tempos passados, e que precisa desesperadamente de um Salvador, de um Redentor, de um Justificador e Senhor. Este Senhor já veio, um projeto delineado por Deus antes mesmo do advento do Pecado: “[O] Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13.8).

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Em sua soberania e onisciência, o Senhor nosso Deus, segundo o conselho da sua sabedoria, proveu o escape para todo o gênero humano, isto é, o ser humano que crê na suficiência do sacrifício de Cristo. Se há uma doutrina que, sem constrangimento, demonstra o amor de Deus pelo ser humano é a doutrina da Salvação. Ninguém tem como manipular o ato de salvação.

Quantas vezes os nossos pais nos pediram para não fazer determinada coisa, mas desobedientemente não ouvíamos. Em seguida, levávamos o prejuízo. O prejuízo do pecado foi caro. Era preciso o Cordeiro de Deus morrer em nosso lugar. Sim, uma pessoa pura, inocente e amorosa morreu no lugar do pecador.

A expiação, expia o quê

Para compreendermos o valor da morte de Jesus de Nazaré, sua conexão com a nossa realidade de pecado e a salvação da vida através da Cruz do Calvário, precisamos saber o conceito de Expiação.

Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe, “a ideia básica da expiação está ligada à reparação de um mal, à satisfação das exigências da justiça por meio do pagamento de uma penalidade” (p.752). Logo, a Expiação é o sacrifício cuja finalidade é a de reparar os pecados da pessoa, ora cometidos. A ideia de sacrifício é universal. Lendo um livro de história você verá que muitas religiões têm a figura do sacrifício como um elemento de punição. Alguém mata um animal ou um ser humano para oferecê-lo a um deus a fim de receber aprovação divina. Mas uma pergunta pode ser feita: Qual a diferença do sacrifício da Bíblia para o sacrifício dos povos de outras religiões?

Em primeiro lugar é que na Bíblia não há sacrifício humano. Deus proíbe terminantemente alguém de fazer sacrifício oferecendo o ser humano como oferta (Gn 18.21; 20.2; Dt 18.10).

Outra diferença está na individualidade do pecado. Enquanto que em outras religiões a responsabilidade do pecado não é individualizada, na Bíblia, para não se punir um povo inteiro, o Deus amoroso responsabiliza a pessoa que comete o crime, devendo ela comparecer pessoalmente à Casa de Deus para oferecer os sacrifícios (Ez 18.20).

Então surge um sistema de sacrifício no Antigo Testamento que durou até o ano 70 d.C – descrito nos Evangelhos. Para remissão do pecado da humanidade foi preciso Deus Pai entregar o seu único Filho, Jesus Cristo, para morrer na Cruz do Calvário em nosso lugar. O Nazareno entregou voluntariamente a sua própria vida por amor ao mundo (Mt 20.28; Mc 10.45). 

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AUXÍLIO TEOLÓGICO

Prezado professor, uma informação importante para você se aprofundar no tema da Expiação é conhecer o significado de “salvação”, ao longo das Escrituras. Por exemplo, no Antigo Testamento, a palavra “salvação” aparece frequentemente com o significado de “livramento” e de “libertação”. No contexto da nação de Israel, o termo se aplica à “salvação” física, pessoal e nacional (Êx 3.8; 2 Cr 32.17; SI 22.21). Ainda, no Antigo Testamento, “salvação” também tem uma conotação espiritual. Um exemplo dessa característica é o clamor do salmista Davi quando ele apela para Deus salvá-lo de todas as suas transgressões (SI 39.8; 51.14).

Em o Novo Testamento, a palavra “salvação” aplica-se, em primeiro lugar, ao nome de Jesus: “[…] E lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1.21). O nome de Jesus se refere à “salvação mediante o Senhor”. O termo “salvação”, em o Novo Testamento, também poderia se referir a “salvar a pessoa da morte; da enfermidade física; da possessão demoníaca; ou da morte inevitável” (Mt 8.25; 9.22; Lc 8.36; 8.50). Mas, significa, principalmente, a salvação espiritual que Deus providenciou por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor (1Co 1.21; 1Tm 1.15; Ef 2.8)

A partir de então não fica difícil compreendermos que a expiação, segundo o sacrifício de Jesus, supriu para sempre a dívida que tínhamos para com Deus mediante ao pecado dos nossos primeiros pais, Adão e Eva. Quando estudamos a doutrina da Expiação, compreendemos o tão grande amor de Deus pelos seres humanos. Em Cristo Jesus, Deus estava reconciliando o mundo consigo mesmo (2 Co 5.19).

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A morte substitutiva de Jesus

No Antigo Testamento, os sacerdotes apresentavam uma série de sacrifícios para salvar o povo e a si mesmos. Eles sacrificavam touros, bodes e ovelhas. Certa vez o rei Salomão fez um incrível culto de sacrifícios de animais para pedir perdão a Deus e consagrar um Templo (1Reis 8.62-63). Imagine um estádio de futebol cheio de touros e de ovelhas sendo sacrificados por intensos quatorze dias! Certamente não seria um espetáculo bonito de se ver. Mas quando lemos 1Reis 8 percebemos a sinceridade do rei e dos sacerdotes e a expectativa do povo em adorarão Deus único. Por isso, Deus responde positivamente ao rei. O Senhor falou com Salomão e o seu povo.

Entretanto, nem sempre foi assim. Não demorou muito e o culto a Deus se transformou em uma reunião mecânica e numa forma de ludibriar pessoas inocentes. Olha o que o profeta Oséias profetizou: “Eu quero que vocês me amem e não que me ofereçam sacrifícios; em vez de me trazer ofertas queimadas, eu prefiro que o meu povo me obedeça” (Os 6.6).

Aqui, o problema não era o sacrifício. De maneira nenhuma. O problema era apresentar sacrifícios a Deus sem amá-lo. Participar do culto a Deus sem reverenciá-lo. Sem desejar intimidade com Ele. O Pai contempla o coração de cada ser humano. Sabe bem o que de fato passa pela nossa mente e qual é a nossa intenção.

Então, Deus enviou o seu Filho para morrer por nós de uma vez por todas (Jo 3.16) afim de que nunca mais homens e mulheres precisem de qualquer sacrifício para tirar o próprio pecado (Hb 9.11-22).

Jesus morreu em nosso lugar, sua morte é poderosa e suficiente para nos redimir de todo o pecado. Para nos perdoar de qualquer circunstância que outrora nos envergonha. É horrível sentir vergonha por uma coisa que fizemos e que sabíamos que não era para ser feito. Olha, se você está assim, e se esta palavra tem alcançado o seu coração, saiba de uma coisa: “Agora já não existe nenhuma condenação para as pessoas que estão unidas com Cristo Jesus” (Rm 8.1) e “Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo” (2 Co 5.17).

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Eu nasci de novo

O texto de referência para nossa lição conta a história de um mestre judeu, fariseu e de nome Nicodemos que dialogou com Jesus num certo lugar da Galileia. Ele reconheceu que o nazareno era mestre e que Deus era com ele. Mas o nosso Senhor não se deixou levar pelo elogio, logo depois lhe respondeu: “Eu afirmo ao senhor que isto é verdade: ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo” (Jo 3.3).

Nicodemos não entendeu o que Jesus estava falando porque ele estava com a sua mente ligada na Lei, no mundo das concepções terrenas. Para nascer de novo o Homem deve crer que Deus enviou Jesus Cristo a fim de que não percebêssemos: “Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). O resultado dessa entrega de Deus Pai é a vida eterna a todos quantos crerem no presente de Deus

Nós passamos a ser novas criaturas, ou nascidos de novo, quando cremos de todo o coração e com toda a nossa força e pensamento que Jesus é o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. E através do sacrifício de Jesus na Cruz do Calvário obtemos o perdão das nossas transgressões. Mediante a obra na Cruz, a nossa dívida foi para sempre quitada, cancelada e anulada. Ninguém pode apresentar quaisquer acusações contra nós porque Deus nos justificou em Cristo Jesus (Rm 8.34).

Então o que eu preciso fazer para nascer de novo? Arrepender-se e crer no Evangelho! Arrepender-se de quem tu és. Do que faz. Do que pensa. Do que fala contra os outros. Da raiva que sente. Da mentira. Do engano.

Do fingimento. Do amor fingido. Arrepender-se de todo coração! £ crer que tudo o que o Evangelho disse que Deus fez por nós por meio de Cristo Jesus é a mais absoluta verdade. Crer de todo o coração que nós merecíamos ser condenados por Deus, mas pelo seu amor Ele enviou a Jesus para nos salvar. Na verdade somos pecadores que precisam de um Salvador: Jesus Cristo.

Quando nascemos de novo não significa que nunca mais pecamos, pois somos falíveis e de carne e osso. Mas temos o Espírito Santo que conscientiza-nos dos nossos pecados e a Jesus Cristo, o Filho de Deus, que está à destra do Pai, como o nosso Advogado Fiel intercedendo por nós (1Jo 2.1,2,12).

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EBD – Lição 6: A Imaturidade Espiritual Dos Coríntios 2° Trimestre De 2021/Jovens

 Lição 6: A Imaturidade Espiritual Dos Coríntios Jovens CPAD –  2° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O Cuidado de Deus com o Corpo de Cristo – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Escola Dominical 

OBJETIVOS

1 MOSTRAR que os coríntios eram imaturos na vida cristã;

2 REFLETIR a respeito do que pode nos impedir de crescer na fé;

3 COMPREENDER o perigo da estagnação na fé.

TEXTO DO DIA

“E eu, irmãos, não vos pude falar como espirituais, mas como carnais, como a meninos em Cristo.” (1 Co 3.1)

SÍNTESE

A imaturidade espiritual traz muitos prejuízos para a Igreja, como as dissensões.

Agenda de leitura

SEGUNDA – Hb 5.13 O que se alimenta de leite é menino

TERÇA – Hb 5.14 O mantimento sólido é para os maduros

QUARTA – Hb 6.1 Prosseguindo até a perfeição

QUINTA – 1 Pe 2.2 O leite racional que nos faz crescer

SEXTA – Os 6.3 Prosseguindo em conhecer a Deus para continuar crescendo

SÁBADO – Pv 4.18 O crescimento dos justos

Interação

Professor(a), inicie a lição fazendo as seguintes indagações: “Quais são as características de uma pessoa imatura na fé cristã?” “O que demonstrava a imaturidade cristã dos coríntios?” Ouça os alunos com atenção e incentive a participação de todos. Diga aos alunos que uma pessoa imatura, cuja fé não está alicerçada na Palavra de Deus, em geral é levada por qualquer vento de doutrinas. 

Explique que precisamos crescer na fé cristã e que o nosso crescimento também é demonstrado mediante os nossos frutos, atitudes. Nosso modo de falar, pensar e agir deve ser coerente com os ensinos de Jesus, pois somos seus discípulos. Depois, comente que a imaturidade espiritual dos crentes traz muitos prejuízos para a Igreja. No caso da igreja em Corinto, havia muitas dissensões, e tais contendas estavam impedindo o avanço da obra de Deus.

Orientação Pedagógica

Prezado(a) professor(a), uma das ênfases da lição deste domingo é a questão da imaturidade espiritual dos coríntios. Paulo, com amor, mas de modo firme, chama a atenção dos crentes enfatizando que eles ainda se comportavam como crianças, meninos na fé. Os membros da igreja em corinto não estavam saudáveis na fé. 

Uma prova de tal afirmação é o fato de que havia constantes discussões, partidarismos e disputas entre eles. Por isso, sugerimos que para a aula de hoje, você faça uma “mesa redonda” com seus alunos e debata sobre o que pode impedir o crescimento do crente na fé cristã. Discuta também as consequências para o Reino de Deus quando uma igreja tem muitos crentes imaturos e raquíticos espiritualmente. Deixe-os falarem, incentivando a participação de todos. Contudo, depois de alguns minutos, busque sintetizar e organizar as ideias do primeiro tópico da lição.

Texto bíblico

1 Coríntios 3.1-5

1 E eu, irmãos, não vos pude falar como espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo.

2 Com leite vos criei e não com manjar, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis.

3 Porque ainda sois carnais, pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois, porventura, carnais e não andais segundo os homens?

4 Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu, de Apolo; porventura, não sois carnais?

5 Pois quem é Paulo e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes, e conforme o que o Senhor deu a cada um?

 Lição 6: A Imaturidade Espiritual Dos Coríntios Jovens CPAD –  2° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O Cuidado de Deus com o Corpo de Cristo – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Escola Dominical 

INTRODUÇÃO

A Igreja foi edificada para dar continuidade à missão de Cristo, de pregar o Evangelho a toda criatura. No entanto, algumas pessoas da igreja em Corinto estavam na contramão desse propósito divino, pois ainda eram imaturos, vivendo de acordo com as obras da carne. Paulo afirma que a imaturidade de alguns era um empecilho para o cumprimento da Grande Comissão. Nesta lição, veremos por que os irmãos da igreja em Corinto tinham uma vida cristã imatura. Observaremos que a imaturidade deles estava impedindo o crescimento e o avanço da obra de Deus, prejudicando a comunhão com o Senhor e entre os membros da igreja.

I – OS CORÍNTIOS ERAM IMATUROS NA VIDA CRISTÃ

1. Os cristãos em Corinto ainda eram carnais (v. 1). Os crentes de Corinto tinham pouco tempo de conversa. Eles saíram do paganismo e do judaísmo, mas o paganismo e o judaísmo ainda não haviam saído deles. Estavam há pouco tempo na difícil caminhada cristã e muitos dos desejos carnais ainda dominavam suas vidas.

Paulo ressalta que a igreja ainda possuía muitos comportamentos carnais e, como consequência, tinha uma fé exclusivista, fechada e egoísta. O apóstolo critica essa fragilidade da fé dos coríntios e os exorta a deixarem a infantilidade espiritual para alcançarem a maturidade cristã. Como os coríntios daquela época, atualmente, muitos se comportam da mesma maneira.  Sem uma base sólida de fé, alicerçada na Palavra de Deus, são levados por qualquer vento de doutrina.

2. Os coríntios são chamados de crianças espirituais. Toda analogia é incompleta e precisa ser tratada com cuidado. Por exemplo, Pedro também usa a figura da criança, mas no sentido positivo: “Desejo afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que, por ele, vades crescendo” (1 Pe 2.2). Jesus também a usou no sentido positivo: “Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança não entrará nele” (Lc 18.17).

Pedro destaca o apetite saudável pelo leite racional, ou seja, o alimentar-se da Palavra de Deus. Enquanto Jesus destaca a simplicidade e a humildade de uma criança. Mas diferente de Pedro e de Jesus, Paulo compara os coríntios com uma criança no sentido negativo, na sua incapacidade de compreender a seriedade do Evangelho.

3. O cristão infantil não pode se alimentar de alimento sólido (v.2). Paulo afirma que devido à imaturidade dos coríntios, ele teve de alimentá-los com leite. O autor da Carta aos Hebreus afirma que “qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino (Hb 5.13).” O alimento sólido é somente para os adultos que “têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal” (Hb 5.14).

Os coríntios estavam em um processo lento de crescimento, mas se achavam adultos e prontos. No entanto, estavam equivocados. Paulo os chama de crianças na fé. Para uma criança não se pode dar algo mais forte do que ela seja capaz de ingerir. Por isso, sempre há necessidade de cuidados especiais. A maneira como Paulo fala na carta demonstra esse cuidado. Pessoas espiritualmente imaturas não suportam ser corrigidas e, geralmente, distorcem as palavras e os ensinos recebidos.

PENSE

Como você reage diante de uma repreensão?

PONTO IMPORTANTE

Pessoas espiritualmente imaturas não suportam ser corrigidas. 

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II – O QUE PODE NOS IMPEDIR DE CRESCER NA FÉ

1. Alimentar o sentimento de inveja (v. 3). Uma das principais paixões humanas que os crentes imaturos e carnais não conseguem controlar é a inveja. A inveja produz contendas e dissensões na igreja. Infelizmente, esse sentimento predominava entre os membros da igreja em coríntios. A inveja é uma paixão humana, obra da carne, que interfere no julgamento do indivíduo, causando-lhe um peso diante do sucesso dos outros.

A palavra “inveja” é formada pelos vocábulos latinos in (dentro de) + videre (olhar), que indicam um olhar maléfico que penetra no outro de forma destrutiva. O invejoso vive em função do que o outro tem. Não importa que ele não tenha o objeto desejado, desde que o outro também não possua. O cristão deve ser capaz de identificar esse sentimento e, por meio do Espírito Santo, mantê-lo sob controle. Isso é um exemplo de maturidade cristã.

2. Promover contendas e dissensões (v. 3). Nem sempre as contendas e dissensões são geradas pela inveja, podem ser suscitadas também pela ambição, desejo de prestígio, soberba, dentre outros desejos, todos presentes na igreja de Corinto.  Em geral a inveja promove contendas e dissensões, não permitindo que venhamos andar de maneira honesta e sincera diante de Deus e dos irmãos em Cristo (Rm 13.13).  

As pessoas que costumam promover contendas e dissensões são consideradas crianças espirituais e crentes carnais.

3. A falta de unidade. Paulo via cada pessoa como parte de uma grande unidade, o Corpo de Cristo, por isso ele partia do pessoal para o comunitário. Os coríntios se moviam no sentido contrário, eles criaram divisões e enfraquecem a unidade fraternal. A proposta de Paulo era o trabalho em equipe, a igreja unida como um só corpo para a superação das divisões e partidarismos.

O apóstolo comenta a respeito do fato de algumas pessoas dizerem: “Eu sou de Paulo” e outras afirmarem: “Eu sou de Apolo”. Paulo assevera que ele e Apolo eram apenas ministros a serviço do Reino de Deus, por isso faziam um trabalho de cooperação. Os coríntios, que não sabiam trabalhar em unidade, defendiam o que achavam ser o mérito de cada um dos líderes, enquanto estes apenas queriam unir suas forças em prol de um objetivo comum: a expansão do Reino de Deus.

PENSE

A divisão e a contenda impedem o avanço do Reino de Deus.

PONTO IMPORTANTE

A unidade promove o crescimento qualitativo e quantitativo da igreja. Lição 6: A Imaturidade Espiritual Dos Coríntios JovensCPAD –  2° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O Cuidado de Deus com o Corpo de Cristo – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Escola Dominical

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