Lição 13: A Gloriosa Esperança do Apóstolo | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos

 EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema do Trimestre: O APÓSTOLO PAULO – Lições da Vida e Ministério do Apóstolo dos Gentios para a Igreja de Cristo | Lição 13: A Gloriosa Esperança do Apóstolo | Escola Biblica Dominical

Texto Áureo

“Mas nos, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor e tendo por capacete a esperança da salvação. (1 Ts 5.8)

Verdade Prática

A esperança gloriosa da volta de Jesus traz sobriedade para as nossas vidas, e disposição para exercer a fé e o amor em esperança.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – 1 Ts 4.13-18 Não podemos ser ignorantes quanto à volta do Senhor
Terça – 2 Co 5.8; Fp 1.23 O desejo de partir para estar com Cristo
Quarta – 1 Ts 4.15,16 A vinda de Cristo para a sua Igreja
Quinta – Ap 1.7 Quando todo olho verá a vinda do Filho do Homem
Sexta – At 1.6,7 Não nos compete a saber sobre os tempos e as estações
Sábado – At 1.8,11 A promessa do Espírito Santo e da vinda de nosso Senhor

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Timóteo 4.6-8; 1 Tessalonicenses 5.1-11

2 Timóteo 4
6- Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo.
7- Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.
8- Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia, e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.

1 Tessalonicenses 5
1- Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva,
2- porque vós mesmos sabeis muito bem que o Dia do Senhor virá como ladrão de noite.
3- Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão.
4- Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele Dia vos surpreenda como um ladrão;
5- porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia, nós não somos da noite nem das trevas.
6- Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrias.
7-Porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam. embebedam-se de noite.
8- Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor e tendo por capacete a esperança da salvação.
9- Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo,
10- que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele.
11- Pelo que exortai-vos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis.

HINOS SUGERIDOS: 2, 26, 40 da Harpa Crista

OBJETIVO GERAL

Enfatizar a gloriosa esperança dos cristãos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I- Ressaltar a consciência de Paulo diante da morte;
II- Apresentar a doutrina bíblica de Paulo sobre a volta do Senhor;
III- Expor sobre os tempos e as estações até a volta do Senhor.

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Esta aula é uma oportunidade impar para falar da esperança cristã. Todo verdadeiro cristão tem uma esperança latente em sua caminhada com Cristo no mundo: o dia do encontro com o seu Senhor. O apóstolo Paulo cultivava diariamente essa esperança. Seu desejo era estar com Cristo para sempre. Que a lição desta semana nos ajude a priorizar a esperança cristã em nossa caminhada com Cristo. Uma das bênçãos mais extraordinária é preservar a esperança cristã diante das experiências difíceis no mundo.

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INTRODUÇÃO

A última lição deste trimestre nos mostra que não podemos perder a esperança do céu em meio ao sofrimento e tribulações nesta Terra. Essa esperança é a fonte da força dos fiéis que se apegam no que Deus realizou em Cristo Jesus. E a garantia dessa esperança é o fato de que o Espírito Santo nos fortalece, renova e confirma a herança eterna do nosso Deus. Que a esperança do apóstolo Paulo seja a nossa também.

PONTO CENTRAL A volta do Senhor é a gloriosa esperança dos Cristãos.

I-A CONSCIÊNCIA DE PAULO DIANTE DA MORTE

1. Uma morte como oferta de sacrifício (2 Tm 4.6). O Espírito Santo que guiava o apóstolo Paulo em tudo o fez sentir que “o tempo da sua partida estava próximo”. Nesse sentido, o após tolo via o seu martírio iminente como uma oferta apresentada sobre o altar do sacrifício. Essa consciência clara de que haveria de padecer pelo nome de Jesus, não o permitia ter medo, ou frustração diante da morte. É preciso ter a consciência de que se não encontrarmos o Senhor por meio do Arrebatamento da Igreja, o encontraremos por meio da morte. Por intermédio do Espírito Santo, nos prepararemos para esse tempo em esperança (1 Ts 5.13-18).

2. “Combati o bom combate” (2 Tm 4.7). Agora o apóstolo faz uma análise de sua trajetória. Ele combateu o bom combate. Desde quando Paulo teve o encontro com Cristo, indo para Damasco até o momento próximo de sua morte, muitas experiências ocorreram em sua vida. É notória a total entrega do após tolo: muitas perseguições, provações, injustiças, plantações e confirmações de igrejas. De fato, o apóstolo entregou a sua vida integralmente à causa do Evangelho. Ele combateu o bom combate. Que combate estamos com batendo? Essa causa é a nobre causa do Evangelho? Que o autoexame de Paulo seja exemplo para nos auto examinarmos também.

3. Gratidão e esperança (2 Tm 4.7,8). Além de combater o bom com bate, o apóstolo “acabou a carreira” e “guardou a fé”. Mais importante do que começar, é, a forma como terminaremos a carreira. O apóstolo tinha a consciência da carreira que percorreu e da fé que guardou. Durante os anos de ministério, sua fé permaneceu pujante e robusta, o que lhe permitiu olhar para a sua circunstancia com atitude serena. Embora não pudesse evitar a morte física, sabia que estar com o Senhor era a coroação da sua trajetória: “termos confiança e desejamos, antes, deixar este corpo, para habitar com o Senhor” (2 Co 5.8) e “partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor” (Fp 1.23). O apóstolo nos ensina que é preciso olhar para o futuro com a certeza do nosso galardão, e enxergar, pela fé, que o nosso trabalho não é vão no Senhor (1 Co 15.58), pois há uma coroa de justiça guardada para cada crente em Jesus (2 Tm 4.8). Estamos nas mãos do Justo Juiz.

SÍNTESE DO TÓPICO I

O apóstolo Paulo pensava na sua morte como uma oferta de sacrificio

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Inicie esta lição relembrando a lição passada, onde tratamos da coragem do apóstolo diante da morte. Mostre aos alunos que a coragem de Paulo diante da morte tinha como base a esperança cristã no porvir. Se cultivarmos diariamente essa esperança, tendemos a perder o medo que paralisa. Quem perde esse medo é capaz de fazer coisas extraordinárias. Por isso, afirme que se cultivarmos uma verdadeira esperança no porvir, lidaremos melhor com as coisas presentes. Quanto mais ligados ao futuro celestial, melhor lidaremos com o presente material. É tempo de aprofundar essa certeza imaterial cristã, para viver num mundo materialista e anticristão. Atentemos para essência do que Jesus nos ensinou: “o meu Reino não é deste mundo” (Jo 18.36).

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II- A DOUTRINA BÍBLICA DE PAULO SOBRE A VOLTA DO SENHOR

1. A volta do Senhor em 1 Tessalonicenses. O capítulo 5 de 1 Tessalonicenses inicia com uma conjunção “mas” para retomar a ideia lógica do capítulo 4 em que Paulo fala sobre a ressurreição dos mortos em Cristo na mesma ocasião em que ocorrerá o arrebatamento dos vivos em Cristo. Assim, o capítulo 5 é a continuidade acerca do assunto da parousia, ou seja, a volta do nosso Senhor, iniciado no capitulo 4.

2. As duas fases dessa vinda. A volta de Cristo se dará em duas fases. A primeira, apenas para os salvos, em que nosso Senhor virá nas nuvens para se encontrar com a sua Noiva, a igreja (1 Ts 4.15,16). O apóstolo nos mostra que nessa ocasião, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro e os vivos serão arrebatados para estarem com o Senhor nos ares. Essa fase é invisível para o mundo, nenhum olho verá, somente os dos salvos. Entretanto, na segunda fase da vinda do Senhor “todo o olho verá” (Ap 1.7). Será uma chegada em que nosso Senhor descerá em glória e, literalmente, será visto pelo mundo todo e, especialmente, pelos judeus (Zc 14.2,3). Nessa ocasião, Jesus Cristo livrará pessoalmente a nação de Israel dos exércitos confederados pelo Anti cristo, desfazendo-os com o seu poder, e vencendo o Anticristo, o Falso Profeta e o Diabo para implantar o reino do Milênio (Ap 19.11-16).

3. Sobre a Grande Tribulação. Não passaremos pelo periodo do juízo divino, denominado de a Grande Tribulação. A Igreja de nosso Senhor será retirada antes do período de derramamento do santo juízo. Quando o Anticristo instalar o seu governo mundial, não estaremos mais aqui. Ao final desse periodo, juntos de Cristo, contemplaremos a destruição do Anticristo e do Falso Profeta no Lago de Fogo (Ap 19.20). Esse ensinamento mostra aos tessalonicenses, bem como a igreja atual, que vale a pena confiar e esperar a volta do Senhor.

SÍNTESE DO TÓPICO II

A volta de Cristo se dará em duas fases: primeira, somente para os santos; segunda, para todos os homens.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“A Bíblia indica dois aspectos da Segunda Vinda de Cristo. Por um lado, Ele virá como Preservador, Libertador ou Protetor ‘da ira vindoura’ (1 Ts 1.10). ‘Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira’ (Rm 5.9). Devemos manter-nos espiritualmente vigilantes, viver a vida sóbria, equilibrada com domínio próprio, e usar a armadura do Evangelho: a fé, o amor e a esperança da salvação, porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele. Pelo que exortai-vos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros (1 Ts 5.9-11). […] Por outro lado, a justiça de Deus será vindicada ‘quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu, com os anjos do seu poder, como labaredas de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo… quando vier para ser glorificado nos seus santos e para se fazer admirável, naquele dia, em todos os que creem’ (2 Ts 1.7,8,10)” (Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp.632,33).

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Lição 12: A Coragem do Apóstolo Paulo diante da Morte | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos

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Texto Áureo

“E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossa carne mortal.” (2 Co 4.11)

Verdade Prática

O Espirito Santo nos prepara para sofrer por Jesus Cristo e suportar as angústias e aflições na obra de Deus.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – At 9.15 É preciso padecer pelo nome de Jesus
Terça – At 20.24 Não devemos tomar nossa vida por preciosa
Quarta – At 21.13,14 Não se pode impedir a vontade de Deus
Quinta – At 20.17-38 O encorajamento de Paulo aos anciãos
Sexta – At 21.27,28 Acusações contra o apóstolo Paulo
Sábado – 2 Co 4.17 Uma leve e momentânea tribulação

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 21.7-15
7- E nós, concluída a navegação de Tiro, viemos a Ptolemaida, e, havendo saudado os irmãos, ficamos com eles um dia.
8- No dia seguinte, partindo dali Paulo e nós que com ele estávamos, chegamos a Cesareia; e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que um dos sete, ficamos com ele.
9- Tinha este quatro filhas donzelas, que profetizavam.
10- E, demorando-nos ali por muitos dias, chegou da Judeia um profeta, por nome Ágabo;
11- e, vindo ter conosco, tomou a cinta de Pauto e, lingando-se os seus próprios pés e mãos, disse: Isto diz o Espirito Santo; Assim ligarão os judeus, em Jerusalém, o varão de quem é esta cinta e o entregarão nas mãos dos gentios.
12- E, ouvindo nós isto, rogamos-lhe, tanto nós como os que eram daquele lugar, que não subisse a Jerusalém,
13- Mas Paulo respondeu: Que fazeis vós, chorando e magoando-me o coração? Porque eu estou pronto não só a ser ligado, mas ainda a morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus.
14- E, como não podiamos convencê-lo, nos aquietamos, dizendo: Faça-se a vontade do Senhor!
15-Depois daqueles dias, havendo feito os nossos preparativos, subimos a Jerusalém.

HINOS SUGERIDOS: 234, 294, 382 da harpa Crista

OBJETIVO GERAL

Conscientizar a respeito da coragem diante da morte.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I- Mostrar a consciência de Paulo quanto à padecer por Jesus;
II- Apontar a coragem para enfrentar as ameaças de morte;
III- Destacar as acusações e prisão de Paulo no Templo.

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

O nosso tempo é marcado pelo imediatismo. Pouco de nós se prepara a morte. Aliás, só de ouvir a palavra “morte”, muda o humor, a tristeza domina o ambiente. A vida e o ministério de Paulo mostram que a coragem diante da morte não é escapismo, mas resultado concreto da dimensão profunda da fé que domina a vida do cristão. Essa dimensão salvífica mudou o olhar do apóstolo para o que faz sentido na vida concreta. Dessa forma, ter de escolher entre estar com Cristo e permanecer na Terra, o apóstolo não tinha dúvida: escolheria estar com Cristo. Para Paulo, permanecer neste mundo só se justificaria se fosse para desgastar-se pela causa do Evangelho.

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INTRODUÇÃO

Nosso Senhor deseja que tenhamos consciência a respeito do nosso chamado no Reino de Deus. Muitas vezes, esse chamado requer fazer a sua vontade, mesmo que essa atitude coloque em risco a nossa vida. É sobre essa coragem para fazer a vontade de Deus que estudaremos nesta lição.

PONTO CENTRAL Tenha coragem diante da morte.

I- A CONSCIÊNCIA DE PAULO QUANTO A PADECER POR JESUS

1. A insistência de Paulo em ir a Jerusalém. Nas primeiras lições deste estudo, vimos que, por meio da resposta divina a Ananias, nosso Senhor disse que Paulo haveria de padecer pelo seu nome (At 9.15). Esse tempo havia chegado para o apóstolo, haja vista o seu desejo de ir a Jerusalém, mesmo após ouvir o profeta Ágabo dizer-lhe que os judeus o entregariam nas mãos dos gentios (At 21.11). Entretanto, por meio do Espírito Santo, Paulo discerniu que era a vontade de Deus que ele enfrentasse prisões e açoites pelo nome de Jesus, conforme ele mesmo reconhece: “Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira” (At 20.24). A profecia de Ágabo, porém, não tinha caráter decisivo, mas deixava o apóstolo com a consciência livre para. ir ou não a Jerusalém. Ele sabia que seu sofrimento era inevitável, primeiramente, em Cesareia; depois, em Jerusalém. É preciso que todo obreiro tenha pleno discernimento das circunstâncias por fazer a vontade de Deus.

2. De Mileto para Tiro. Paulo tomou uma embarcação que ia de Mileto para Tiro (At 21.6,7) e sua despedida em Mileto foi muito especial. O apóstolo decidiu, em seu coração, que deveria ouvir a voz do Espírito e partir (At 20.17-38: 21.1-6). Nada mais o prenderia, nem mesmo os filhos da fé que ele fizera para Cristo. Em Tiro, Paulo se encontrou com discípulos da cidade e foi ali que lhe aconselharam a não ir a Jerusalém, pois enfrentaria muitas ameaças. Esses irmãos oraram de joelhos na praia pelo e com o apóstolo (At 21.3-5). Nesse lugar havia o bálsamo espiritual misturado à tristeza da despedida. Esse episódio mostra o quanto devemos cuidar um dos outros, principalmente, quando nos encontramos numa missão espiritual.

3. Passando por Cesareia. Nesta cidade, o apóstolo aproveitou a ocasião para fortalecer a fé dos cristãos de Cesareia. Ali, Paulo encontrou um dos diáconos eleitos em Jerusalém, que se tornara um evangelista inflamado pelo Espirito: Filipe. Este recebeu e hospedou o apóstolo e seus companheiros em sua própria casa. Segundo a narrativa de Lucas, Filipe era homem espiritual e suas quatro filhas donzelas eram profetisas (At 21.8,9) Nessa permanência de oito dias em Cesareia, Paulo não se organizou para ficar mais tempo, e resolveu seguir pela estrada até Jerusalém. É muito significativo quando o nosso coração, inflamado pela convicção do Espírito Santo, persevera em cumprir a missão outorgada por Ele.

SÍNTESE DO TÓPICO I

O apóstolo Paulo tinha plena consciência acerca da inevitabilidade de padecer por Cristo.

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Inicie a aula desta semana com a seguinte pergunta: Você tem medo da morte? Deixe os alunos refletirem e responderem. Em seguida, procure relacionar na lousa, os motivos que os alunos alegam mais temer a morte. Geralmente, há motivos de caráter familiar, profissional, planejamentos futuros. A luz das respostas dos alunos, exponha este primeiro tópico, destacando a consciência que o apóstolo Paulo tinha a respeito da inevitabilidade de seu padecimento por Cristo. Ele sabia do perigo que corria, mas algo muito maior imperava em sua consciência e não o permitia retroceder no propósito de pregar o Evangelho.

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II- A CORAGEM PARA ENFRENTAR AS AMEAÇAS DE MORTE

1. A coragem do apóstolo pela voz do Espírito. Depois de ouvir a mensagem profética acerca do risco de morte que enfrentaria em Jerusalém, Paulo procurou ouvir a voz do Espírito ao seu coração. Isso deu-lhe uma certeza profunda de ir até o fim em seu ministério e, consequentemente, enfrentar qualquer ameaça. Note que a coragem do apóstolo Paulo não se baseava em si mesmo, mas no Espirito Santo. Por isso, serenamente, o apóstolo exortou os irmãos em Cesareia para que não o impedissem de ir a Jerusalém (At 21.13). Finalmente, aqueles irmãos entenderam que nada o deteria e disseram: “Faça-se a vontade do Senhor” (At 21.14). Precisamos aprender a ter a serenidade do Espírito Santo em todas as nossas decisões.

2. A chegada em Jerusalém. Paulo foi para Jerusalém acompanhado por alguns discípulos de Cesareia (At 21.16). Sua recepção em Jerusalém foi feita de muito boa vontade pelos irmãos da igreja (At 21.17). A noticia de sua chegada rapidamente se espalharia pela cidade. A ocasião era festiva, e Jerusalém estava recebendo judeus de todas as partes do Império Romano para a tradicional festa de Pentecostes.h

3. Paulo se depara com seus oponentes judeus. No dia seguinte à chegada em Jerusalém, Paulo encontrou-se com os anciãos e Tiago, o irmão do Senhor, um dos principais lideres da igreja em Jerusalém (At 21.18; Gl 2.9). Ali, todos ouviram do apóstolo o que Deus estava fazendo na vida dos gentios (At 21.19), glorificaram a Deus pelas maravilhas que Ele havia feito por intermédio do seu servo (At 21.20). Entretanto, os irmãos da igreja em Jerusalém não deixaram de mencionar a Paulo a acusação dos judeus que haviam recebido o Evangelho, mas estavam presos ao judaísmo (At 21.21). Esses judeus queriam um cristianismo judaizante, com costumes e ritos, tais como a circuncisão, a guarda do sábado, entre outros. Paulo, porém. era a antítese disso tudo.

SÍNTESE DO TÓPICO II

A coragem do apóstolo Paulo para enfrentar a morte tinha como fonte o Espirito Santo.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“[…] Para o crente cujos pecados foram perdoados, a morte já não tem nenhum aguilhão. A morte é ganho, não perda (Fp 1.21,23). Além disso, o pecado e a lei estão intimamente associados, pois pela lei vem o conhecimento. do pecado’ (Rm 3.20; cf. 7.7-11). Mas Cristo nos redimiu da maldição da lei (Gl 3.13). A morte, juntamente com os inimigos que trouxeram a morte a todos (o pecado e a lei), foram vencidos pela ressurreição (Fee, 805). Em louvor, Paulo exclama: ‘Mas graças a Deus, que nos dá a vitória [sobre a morte] por nosso Senhor Jesus Cristo’ (v.57). Deus ‘da’, não ‘dará”, a vitória. Os crentes participam na vitória de Cristo mesmo durante sua existência terrena, já que a morte perdeu seu poder aterrorizador. A morte, embora continue sendo um inimigo, está ‘incapacitada’, porque Cristo a venceu (Bruce, 156-57)” (Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento: Romanos-Apocalipse. Vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2012. p.252).

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III- ACUSAÇÕES E A PRISÃO DE PAULÒ NO TEMPLO

1. As acusações mentirosas contra Paulo. As acusações contra o apóstolo Paulo eram as seguintes: que ensinava que os judeus entre os gentios deviam se apartar da lei de Moisés; eles não de veriam circuncidar os filhos; nem andar segundo a lei de Moisés (At 21.21) Os judeus, oponentes de Paulo, torciam suas palavras e incitavam o povo a rejeitá-lo. Não obstante, Tiago e os anciãos da igreja fizeram a seguinte sugestão ao apóstolo: levar quatro homens que fizeram voto de nazireu; pagar as despesas deles; raspar a própria cabeça como demonstração de que praticava a lei (At 21.23,24). Ainda que isso de nada servisse para Deus, o apóstolo passou pelo ritual de purificação com os nazireus a fim de entrar no Templo (At 21.25,26). Ora, todo seguidor de Cristo deve estar pronto contra as falsas acusações dos oponentes da fé, quer os de fora, quer os de dentro.

2. A prisão do apóstolo e o enfrentamento contra seus algozes. A maioria dos judeus da Ásia, que veio para a Festa de Pentecoste, ao ver Paulo no Templo, começou a alvoroçar todo o povo, lançando mão ao apóstolo, acusando-o de inimigo de Moisés e profanador do Templo (At 21.27,28) Os homens que ouviram esses incitadores agarraram o apóstolo e o arrastaram para fora do Templo, fechando suas portas (At 21.30), Essa gente começou a pedir o linchamento (ou apedrejamento) de Paulo e essa noticia chegou ao comandante chamado Claudio Lisias. Este investigou o problema, prendeu e algemou o apóstolo, levando-o ao quartel-general que ficava na Torre Antônia, onde eram colocados seus presos (At 21.33). Não nos esqueçamos dos milhares de cristãos que têm sua liberdade cerceada por causa de sua fé em Cristo.

3. Paulo dialoga com Lisias (At 21.37-40). No diálogo com Lisias, Paulo fala em um grego polido e o comandante, então, descobriu que o apóstolo não era o sicário egipcio pro curado nas regiões do Império. Esse egipcio levantara uma sedição contra o imperador tempo atrás (At 21.38). Como Paulo se declarou cidadão romano,. Lísias não mais o confundiu com esse sicário e mudou a forma de tratamento com o apóstolo (At 21.39,40). Mesmo ferido pelos açoites, manchado com o próprio sangue, mas estimulado pelo sentimento de martírio pelo seu Senhor, o apóstolo não perdeu a oportunidade de usar sua defesa para proclamar o Evangelho (v.40). Eis a razão de o apóstolo padecer pelo nome de Jesus: proclamar o Evangelho para as pessoas que o odiassem. As vezes somos provados por Deus e percebemos que sua vontade é para que o Evangelho seja anunciado por meio de nós ao enfermo no hospital, ao preso numa penitenciária, ao viciado numa cracolândia ou em qualquer outra circunstância desconfortável que Ele nos colocar. Estejamos atentos para os caminhos que o Espírito Santo quer nos levar.

SÍNTESE DO TÓPICO III

As acusações mentirosas contra Paulo implicaram sua prisão.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

Paulo sofreu acusações de todos os tipos, mas sua consciência não o acusava. “A consciência é a percepção interior que testifica junto à nossa personalidade no tocante ao certo ou errado das nossas ações. Uma boa consciência diante de Deus dá o veredito de que não temos ofendido nem a Ele, nem à sua vontade. A declaração de Paulo (provavelmente com referência à sua vida pública diante dos homens) é sincera; note Fp 3.6, onde ele declara: ‘segundo a justiça que há na lei, irrepreensível’. Antes da sua conversão, ele chegou a crer que praticava a vontade de Deus ao perseguir os crentes (26.9). A dedicação de Paulo a Deus, sua total resolução em agradá-lo e sua vida ‘ir repreensível até mesmo antes de sua conversão a Cristo, deixam envergonhados e julgados os crentes professos que se desculpam de sua infidelidade a Cristo, alegando que todos pecam e que é impossível viver diante de Deus com uma boa consciência” (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p.1682).

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Lição 11: O Zelo do Apóstolo Paulo pela Sã Doutrina | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos


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Texto Áureo

“Tem cuidado de ti mesmo e da dou trina; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.” (1 Tm 4.16)

Verdade Prática

A igreja de Cristo é a única instituição divina na terra que preserva e defende a să doutrina diante dos enganos e males das heresias.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Hb 6.1.2 Os princípios elementares da sã doutrina
Terça – 1 Co 3.1-3 Os males das facções na igreja
Quarta – 2 10 9 A desobediência à sã doutrina
Quinta – 1 Co 5.1-13 A disciplina na igreja
Sexta – 1 Co 10.23-32 Os limites da liberdade crista
Sábado – Mt 16.13-18 O fundamento da Igreja

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Timóteo 6.3-6,11; 2 Timóteo 3.14-17

1 Timóteo 6
3- Se alguém ensina alguma outra doutrina e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com a doutrina que é segundo a piedade.
4- é soberbo e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas,
5- contendas de homens corruptos de entendimento e privados da verdade. cuidando que a piedade seja causa de ganho. Aparta-te dos tais.
6- Mas é grande ganho a piedade com contentamento.
11- Mas tu, o homem de Deus, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão.

2 Timóteo 3
14- Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido.
15- E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.
16- Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça.
17- para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruido para toda boa obra.

HINOS SUGERIDOS: 306, 322, 505 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Asseverar o zelo pela Sã Doutrina.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

Conceituar e correlacionar ortodoxia e heterodoxia;
Advertir a respeito da ameaça da corrupção doutrinária:
Apresentar a Igreja como a guardiã da Sã Doutrina.

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Em relação a Bíblia, a Palavra de Deus, cremos na sua inerência, infalibilidade e suficiência para toda a regra de fé e prática. Para nós, zelar pela sã doutrina que se encontra nas Escrituras Sagradas é inegociável. Em tempos de ventos de doutrinas, torna-se urgente, a partir da vida e ministério do apóstolo Paulo, reafirmar o nosso compromisso com a Sã Doutrina exposada na Bíblia, a Palavra de Deus. Busquemos honrar a Bíblia e, ao mesmo tempo, ter a coragem de afirmar e reafirmar as gloriosas e antigas doutrinas das Sagradas Escrituras. Essas doutrinas edificam e sustentam a igreja de Cristo ao longo dos tempos.

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INTRODUÇÃO

Qual o fim do mandamento? Por que devemos zelar pela sã doutrina? Qual o ponto de equilíbrio da estudaremos nesta lição responderá essas questões que se mostram importantes para a nossa caminhada na vida cristã. Que o Espírito Santo o enriqueça na graça e no conhecimento.

PONTO CENTRAL É preciso zelar pela Sã Doutrina

I – ORTODOXIA VERSUS HETERODOXIA

1. Dois termos técnicos importantes. Ortodoxia e heterodoxia são dois termos técnicos necessários à Teologia para compreender a distinção entre ensino correto e desvios quanto à doutrina bíblica. Esses termos nos ajudam a compreender a preocupação de Paulo com a invasão de heresias nas igrejas locais.

2. Conceito de ortodoxia. Na língua grega do Novo Testamento, a palavra tem como prefixo orthos e significa “o que é direito, reto, certo” (1 Tm 4.1,2). Então, a definição técnica para a palavra “ortodoxia” diz respeito à “absoluta conformidade com um principio ou doutrina”. Na Teologia Cristã, o termo refere-se ao modelo bíblico das “sãs palavras” (2 Tm 1.13). Logo, a Doutrina é Cristã é ortodoxa enquanto for coerente com o que Cristo e os apóstolos ensinaram.

3. Conceito de heterodoxia. O prefixo da palavra heteros significa “diverso”. Assim, heterodoxia nos remete à “opinião diferente; oposição aos padrões, normas ou dogmas estabeleci dos”. Se a ortodoxia tem um só parecer, a heterodoxia implica várias opiniões a respeito de um mesmo objeto. Para o apóstolo Paulo, a Igreja deve manter a unidade doutrinária da fé e combater com veemência as “doutrinas de demônios” (1 Tm 4.1). A Igreja deve ser, portanto, ortodoxa. Sua advertência é um antidoto para nós nos dias de hoje. Devemos, pois, fortalecer a unidade doutrinária em nossas igrejas.

SÍNTESE DO TÓPICO I

Com ortodoxia nos referimos à Doutrina Cristã enquanto for coerente com o que Cristo e os apóstolos ensinaram. Com heterodoxia, tudo o que for diferente disso.

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Atente para as seguintes palavras de estudiosos pentecostais, “Reconhecemos também que somente a Bíblia, por ser a Palavra de Deus, tem a resposta definitiva. Todas as palavras meramente humanas são, na melhor das hipóteses. meros ensaios, e só são verdadeiras à medida que se harmonizam com a revelação da Bíblia” (Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal, CPAD, p.44). Com base neste texto, procure saber como seus alunos consideram a Bíblia. Para eles, a Bíblia tem a resposta definitiva? Discuta com eles a respeito das produções literárias humanas e a preciso pontuar o papel da Bíblia como o livro de valores e princípios atemporais e eternos. Por isso ela está acima de toda produção literária humana.

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II- A AMEAÇA DE CORRUPÇÃO DOUTRINÁRIA

1. A advertência do apóstolo. Em 1 Timóteo, Paulo adverte acerca de “alguns que não ensinem outra doutrina” (1.3-grifo nosso). Aqui a palavra para “outra” é heteros, diverso. Por isso, Paulo se refere a “outra doutrina” como a que nada tinha a ver com a genuína doutrina de Cristo. Esse zelo para preservar a “sã doutrina” trazia um contexto de homens sem escrúpulos que não respeitavam os ensinos apostólicos. O apóstolo os identifica como “lobos cruéis” vesti dos de ovelhas que investiam contra o rebanho de Deus, não o perdoando (At 20.29.30).

2. Quais eram os problemas de ordem doutrinária? As igrejas plantadas por Paulo e outros apóstolos, no primeiro século, sofreram com a infiltração de conceitos filosóficos pagãos e judaizantes na interpretação da doutrina apostólica. Nas igrejas como a de Corinto ou Éfeso, havia os que afirmavam crer no Evangelho, mas não renunciavam os costumes pagãos. Outros traziam uma bagagem religiosa do legalismo judaico, aliada ao gnosticismo (1 Co 1.12). É lamentável que, hoje, haja os que defendem a banalização da graça de Deus para, em nome dela, viverem em licenciosidade; e os judaizantes que confundem a liturgia crista com a judaica, bem como a moral cristã com o legalismo judaico. A Igreja de Cristo pertence a um novo tempo e deve obedecer ao ensino do Novo Testamento.3

3. Fábulas e genealogias intermináveis (1 Tm 1.4). No tempo de Paulo, havia os mestres falsos que propagavam fábulas e lendas da vida judaica como “culto aos anjos” (CL 2.18). Além de não possuírem conteúdo concreto, eles torciam o sentido da verdade apostólica. O apóstolo advertiu a Igreja quanto a essas coisas e as refutou com veemência (1 Tm 1.3,4). Aqui, aprendemos que não podemos perder tempo com que relas infrutíferas. O conhecimento das Escrituras não é para ostentar vaidade pessoal ou capacidade do intelecto, mas para nos fazer caminhar com o coração puro, uma boa consciência e uma fé não fingida (1 Tm 1.5).

SÍNTESE DO TÓPICO II

Paulo sempre admoestou a igreja quanto às ameaças de corrupção doutrinária.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“O termo “fábulas’ ou ‘mitos (mythos) poderia incluir narrações alegóricas, lendas ou ficção, ou seja. doutrinas espúrias em contraste com a verdade do Evangelho. Esta palavra era frequentemente usada em um sentido pejorativo, denotando deste modo histórias falsas e tolas. A com- posição de histórias míticas baseadas no Antigo Testamento agradou aos judeus daquele periodo […] Os mitos eram também uma parte integrante do ensino dos gnósticos, que tinham, por exemplo, versões alternativas da história da criação” (Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento: Romanos-Apocalipse. Vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, pp.641-42).

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Lição 10: Paulo e seu Amor pela Igreja | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos

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Texto Áureo

“Porque o amor de Cristo nos constrange ” (2 Co 5.14a)

Verdade Prática

O amor cristão não é o sentimento egoísta, mas o sacrifício dos próprios desejos para o bem dos outros.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – 1 Co 4.15 O amor pela igreja como de pai para filho
Terça – Jo 3.16 O amor e sua relação com a fé
Quarta – Ef 1.5 A fé no Senhor e o amor ao próximo
Quinta – Rm 13.10 O amor é o cumprimento da Lei
Sexta – 1 Co 13.13 A fé, o amor e a esperança para a Igreja
Sábado – At 5.41; Tg 1.2; 1 Pe 4.13 A Igreja perseverando com alegria

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Tessalonicenses 1.1-10

1-Paulo, e Silvano, e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses, em Deus, o Pai, e no Senhor Jesus Cristo; graça e paz tenhais de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
2-Sempre damos graças a Deus por vós todos, fazendo menção de vós em nossas orações,
3- Lembrando-nos, sem cessar, da obra da vossa fé, do trabalho do amor e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai,
4-Sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus;
5-Porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós, por amor de vós.
6-E vós fostes feitos nossos imitadores e do Senhor, recebendo a palavra em muita tribulação, com gozo do Espirito Santo,
7-De maneira que fostes exemplo para todos os fiéis na Macedônia e Acaia.
8-Porque por vós soou a palavra do Senhor, não somente na Macedônia e Acaia, mas também em todos os lugares a vossa fé para com Deus se espalhou, de tal maneira que já dela não temos necessidade de falar coisa alguma;
9-Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro.
10-E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dos mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.

HINOS SUGERIDOS: 210, 251, 263 da Harpa Crista

OBJETIVO GERAL

Compreender o amor pela Igreja.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos

I- Destacar o amor de Paulo pela Igreja;
II- Relacionar o amor com a fé na Igreja;
III- Elencar as três virtudes na igreja de Tessalônica: fé, amor e esperança.

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

É encantador contemplar o amor de Paulo pela Igreja de Cristo. O apóstolo nos ensina que os obreiros devem zelar, cuidar e amar a Igreja. A vida e o ministério de Paulo são um antídoto contra a banalização da Igreja, o Corpo de Cristo. Nesse sentido, somos convidados a amar a Igreja e a demonstrar esse sentimento de maneira concreta. Por isso o apóstolo a defendeu, protegeu e buscou viver na integridade as virtudes do amor, da fé e da esperança nas diversas igrejas por onde passou. Amemos a Igreja de Cristo, amemos a igreja local.

PONTO CENTRAL: Ame a Igreja de Cristo. Ame a sua igreja Local

INTRODUÇÃO

Pelo menos duas caraterísticas marcaram a igreja de Tessalônica: seu amor ao Senhor Jesus e o amor reciproco entre os irmãos. A luz do exemplo dessa igreja, e do sentimento do apóstolo Paulo por ela, o nosso propósito é mostrar que, como segui dores de Jesus e membros de uma igreja local, devemos amá-la e expressar esse amor na comunhão dos santos.

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1- O AMOR DE PAULO PELA IGREJA

1. O Amor como o de um pai para um filho. A Primeira Carta de Paulo aos Tessalonicenses atesta o amor do apóstolo pelos membros dessa igreja (1.2.3). Esse sentimento não se deu apenas pela igreja de Tessalônica, mas por todas as que Paulo plantou no mundo gentílico. Trata-se de um amor como o de um pai para um filho. Veja o que o apóstolo diz a respeito dos coríntios: “Porque, ainda que vocês tivessem milhares de instrutores em Cristo, não teriam muitos pais, pois eu gerei vocês em Cristo Jesus, pelo evangelho” (1 Co 4.15-NAA). Uma declaração que revela o amor de um “pai espiritual” pelos seus “filhos espirituais”.

2. O amor motivado pelo modo de viver o Evangelho. Um dos elogios de Paulo aos tessalonicenses foi a respeito do modo como eles receberam a Palavra e sua prática em coerência com o ensino recebido. Os cristãos de Tessalônica eram o objeto de amor do apóstolo, pois, neles, ele via o fruto do seu ministério. Os versículos 5-10 da nossa leitura bíblica em classe mostram a indizível alegria de Paulo ao constata a expressão do amor de Deus na vida da igreja. Essa igreja era formada por pessoas que abandonaram a crença em ídolos e, pela fé, abraçaram o Evangelho. Logo, o Evangelho não é s discurso, mas implica práticas convictas Essa disposição dos tessalonicense tocava o coração do apóstolo (v.6).

3. O amor deve nortear a nossa vida na igreja local. Num tempo em que muitos vivem de criticar a igreja loca é hora de demonstrar amor pela igreja em que congregamos. Esse é o lugar que Deus nos plantou. O lugar onde servimos a Ele, compartilhamos a comunhão com outros irmãos e realizamos a sua obra. O amor de Paulo pela Igreja tocar o nosso coração e, assim, sermos encorajados a manifestá-lo na igreja local em que congregamos.

SÍNTESE DO TÓPICO I

Ame a sua Igreja

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

O amor pela Igreja de Cristo e, especificamente, pela igreja local, é o exemplo precioso do apóstolo para nós. A partir desse entendimento, comece a lição fazendo as seguintes perguntas aos alunos: O que é a Igreja? Como me relaciono com ela? Tenho uma relação positiva com a igreja? Essas perguntas nortearão o desenvolvimento da aula, de modo que você pode contribuir em sala com um ambiente que promova o amor pela igreja por intermédio da vida de seus alunos. Procure alguns fatos importantes ao longo da história da Igreja que destaque o amor e traga para a sala de aula.

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II- AMOR E FÉ NA IGREJA

1. Amor, uma palavra proeminente nas cartas de Paulo. No ensino de Paulo, Deus manifestou o seu amor salvífica por meio de seu Filho, Jesus Cristo. O apóstolo mostra que a expressão suprema desse amor é a crucificação de Jesus no Calvário, seu doloroso sacrifício. Ele confirma isso ao escrever aos Romanos: “Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nos ainda pecadores” (Rm 5.8) Entretanto, é preciso que o ser humano responda esse amor, cuja reciprocidade se da nos seguintes termos: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.16). É preciso crer para responder a esse amor.

2. A fé e o amor no ensino de Paulo. O apóstolo nos diz que o amor é a fonte da justiça de Deus imputada ao pecador, concedida pela graça por meio da fé. Assim, fé e amor têm uma correlação inigualável. Aos efésios, Paulo escreveu “Pelo que, ouvindo eu também até que entre vós há no Senhor Jesus e o vosso amor para com todos os santos (Ef 1.15). Em 2 Tessalonicenses, ele ar remata: “Sempre devemos, irmãos, dar Graças a Deus por vós, como é de razão. porque a vossa fé cresce muitíssimo, e o amor de cada um de vós aumenta de uns para com os outros” (2 Ts 1.3). Portanto, segundo o ensino do apóstolo, há uma correlação necessária entre a fé em Cristo e o amor entre os irmãos. Logo, na fé crista, o único débito que temos como crentes em Jesus é o amor reciproco para com os outros. Esse amor deve ser demonstrado na igreja local.

3. A dimensão prática do amor na igreja. No ministério de Paulo, o amor tem um caráter prático. E, de acordo com o ensino do nosso Senhor, principalmente conforme apresentado na Parábola do Bom Samaritano (Lc 10.25-37), o amor se manifesta na atitude concreta em relação ao outro. Num contexto em que nos acostumamos a denominar o amo como algo abstrato, é preciso mostra-la de maneira concreta no ambiente da igreja local: pastorear com fidelidade os crentes, suprir a necessidade de quem precisa, visitar os irmãos em suas enfermidades, orar uns pelos outros e tudo quanto se apresentar como oportunidade de amar (Rm 13.10).

SÍNTESE DO TÓPICO II

O amor e a fé aparecem nas cartas de Paulo como virtudes complementares.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“No capítulo 13 de 1 Corintios, Paulo mostra que o amor é mais importante do que todos os dons espirituais exercitados na Igreja. Grande fé, atos de declaração ou sacrifício e poder de realizar milagres têm poucos efeitos se estiverem desprovidos de amor. O amor faz com que as nossas ações e dons sejam úteis. Embora as pessoas tenham diferentes dons, o amor está disponível a todos. Nossa sociedade confunde o amor e a luxúria. Ao contrário da luxúria, o amor é dirigido exteriormente, as outras pessoas, e não interiormente, a nós mesmos. É totalmente desinteressado. Esse tipo de amor é contrário ás nossas inclinações naturais. É impossível ter esse amor a menos que Deus nos ajude a colocar nossos próprios desejos naturais de lado, de forma que possamos amar e não esperar nada em troca. Desse modo, quanto mais nos tornamos semelhantes a Cristo, mais amor mostraremos para com os outros (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p.1602).

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Lição 09: Paulo e sua Dedicação aos Vocacionados | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos

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Texto Áureo

“Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre o que o Espirito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue” (At 20.28)

Verdade Prática

No Reino de Deus, a liderança mais antiga zela pelas lideranças mais novas. Os jovens vocacionados precisam de cuidado e zelo

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Mt 10.7; Jo 21.15-17 O imperativo de Cristo como ponto de partida
Terça – Gl 1.6; Rm 1.16 A vocação pastoral difere da vocação para a salvação
Quarta – Ef 4.11,12 O Senhor chama e ordena os vocacionados
Quinta – At 20.24; Is 6,8-10 A vocação implica uma impulsão interior
Sexta – 1 Sm 3.9 O vocacionado deve estar atento à voz do Senhor
Sábado – Ef 1.17,18 Sabedoria, revelação e iluminação na vida do vocacionado

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 20.17-34

17- De de Mileto mandou a Éfeso, a chamar os anciãos da igreja.
18- E, logo que chegaram junto dele, disse-lhes: Vós bem sabeis, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, como em todo esse tempo me portei no meio de vós,
19- Servindo ao Senhor com toda a humildade, e com muitas lágrimas e tentações, que pelas ciladas dos judeus me sobrevieram;
20- Como nada, que útil seja, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e pelas casas,
21- Testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus, e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.
22- E agora, eis que, ligado eu pelo espírito, vou para Jerusalém, não sabendo o que lá me há de acontecer,
23- Senão o que o Espírito Santo de cidade em cidade me revela, dizendo que me esperam prisões e tribulações.
24- Mas de nada faço questão, nem tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus.
25- E agora, na verdade, sei que todos vós, por quem passei pregando o reino de Deus, não vereis mais o meu rosto.
26- Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos.
27- Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus.
28- Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.
29- Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho;
30- E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.
31- Portanto, vigiai, lembrando-vos de que durante três anos, não cessei, noite e dia, de admoestar com lágrimas a cada um de vós.
32- Agora, pois, irmãos, encomendo-vos a Deus e à palavra da sua graça; a ele que é poderoso para vos edificar e dar herança entre todos os santificados.
33- De ninguém cobicei a prata, nem o ouro, nem a vestes.
34- Vós mesmos sabeis que, para o que me era necessário, a mim e aos que estão comigo, estas mãos me serviram.

HINOS SUGERIDOS: 52, 126, 193 da Harpa Cristã

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OBJETIVO GERAL

Afirmar o papel cuidador da liderança mais antiga acerca da mais jovem.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

Apontar é fixo como ponto de partida do aprendizado dos vocacionados;
Assinalar ou legado doutrinário de Paulo para os novos líderes;
Enfatizar o apelo de Paulo aos líderes.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Uma das lições mais extraordinárias no ministério de Paulo é o seu investimento pessoal em formar novos obreiros. O apóstolo sabia que ele passaria brevemente, mas a Igreja permaneceria. Ele tinha uma consciência histórica a respeito da obra divina. Essa obra não terminaria nele, pelo contrário, avançaria até a volta de Jesus. É muito significativo conscientizar-se de que o Reino de Deus é muito maior do que qualquer interesse humano. A obra de evangelização e discipulado não pode parar por falta de novos obreiros. O Senhor chama as antigas lideranças para cuidar das mais novas, pois “grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara” (Lc 10.2).

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INTRODUÇÃO

Nesta lição, vamos estudar sobre o grande legado do apóstolo Paulo para os obreiros da atualidade. Sua maneira de ensinar os novos vocacionados, seu legado doutrinário para novos obreiros e seus apelos aos líderes para do rebanho de Deus. Temos muito o que aprender com a vida e o ministério do apóstolo dos gentios. Que o Espírito Santo fale aos nossos corações!

PONTO CENTRAL: A Liderança mais antiga deve cuidar das mais novas

I- ÉFESO, O PONTO DE APRENDIZADO DOS VOCACIONADOS

1. O ponto de partida. Em lição anterior, vimos que Antioquia foi o lugar de desenvolvimento vocacional do apóstolo Paulo (At 13.1). Em Éfeso, o apóstolo permaneceu mais tempo e, por isso, dali surgiu um local estratégico para formar novos discípulos. Assim, preparar seus colaboradores vocacionados para atuar nas igrejas da Ásia era uma tarefa importante, pois o ministério de Paulo já estava mais independente dos apóstolos de Jerusalém, embora não perdesse a comunhão com a igreja mãe. Logo, sem uma boa preparação dos novos lideres, a obra de Deus não pode ser feita com eficácia. E preciso cuidar das novas vocações.

2. Paulo e o despertamento de novas vocações. O ministério de Paulo tomou uma proporção muito ampla Era um ministério internacional. Para levar as Boas-Novas aos centros culturais do mundo, ele não podia atuar sozinho. Por isso, o apóstolo arregimentou e investiu em pessoas que o auxiliassem a levar o Evangelho. Podemos citar nomes como os de Timóteo, Sópatro, Segundo, Trófimo (At 20.4), Tiquico (Ef 6.21,22: Cl 4.7:2 Tm 4.12; Tt 3.12), Tito, Aristarco (CL 4.10), Filemom, Gaio e tantos outros Essas pessoas recebiam ensinos direta mente de Paulo, ou seja, o ministério do apóstolo despertava novas vocações

3. Paulo, um mestre inspirado. O apóstolo Paulo aproveitou a boa vontade de seus “filhos na fé” para aprendizado no Evangelho. Nesse ser tido, ele tornou-se um mestre inspirado para os que o ouviam (2 Co 2.12.13.17; 1 Co 4.17: 7.40; Gl 1.8,9), pois o após tolo recebera revelações do próprio Senhor (Gl 1.12). Assim, Paulo reunia vocacionados para dar-lhes instruções de como pastorear a igreja local. Não por acaso, temos três epistolas paulinas denominadas de “cartas pastorais” (1 e 2 Timóteo, Tito). Ali, há instruções sobre como pastorear uma igreja, falar com diversas pessoas da igreja local, segundo suas faixas etárias. A constituição e a preparação de novos líderes era um cuidado constante do apóstolo, Esse deve ser o nosso cuidado também, pois a estabilidade ministerial da igreja local depende disso.

SÍNTESE DO TÓPICO I

Éfeso foi um ponto de partida para o despertamento de novos vocacionados.

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Tenha um olhar atento para que tipo de atenção o aluno tem. Temos pelo menos três tipos: a espontânea. a passiva e a voluntária. A espontânea tem a ver com a reação natural em relação aos nossos sentidos como, por exemplo, um susto; a passiva, tem a ver com a reação diante de um objeto em direção ao individuo; a voluntária é a que o individuo executa por consciência e vontade própria. A classe da Escola Dominical pode ajudar ao aluno a desenvolver essa atenção voluntária tão importante para qualquer área da vida. Para obedecer a Cristo é preciso estar voluntariamente atento aos seus ensinos. Pense em estratégias que resultem no maior envolvimento voluntário do aluno com o conteúdo da lição.

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II- O LEGADO DOUTRINARIO DE PAULO PARA OS NOVOS LÍDERES

1. A advertência de Paulo a respeito dos judaizantes e dos gnósticosa) Quem eram os judaizantes? Duran te o ministério de Paulo, muitos judeus acolheram a mensagem apostólica e tornaram-se cristãos, mas nem todos aceitavam a liberdade crista dos gentios. Por isso, alguns deles torceram o ensino do apóstolo, afirmando que a salvação dos gentios dependia da observância da Lei Mosaica. Assim, exigiam que os gentios convertidos observassem a Lei, tais como alguns aspectos: a prática da circuncisão, a guarda do sábado judaico a observância dos ritos que envolviam datas e comidas. Parecia que a graça de Deus não era mais suficiente. Contra isso, Paulo se levantou corajosamente (GL1.6-9). E o legado que ele nos deixou foi a defesa intransigente quanto à natureza graciosa da salvação. Disso, nenhum líder cristão pode abrir mão: a Salvação é por graça e não por mérito humano.

b) Quem eram os gnósticos? Havia cristãos adeptos do gnosticismo. Eles acrescentavam elementos filosóficos à fé crista que corrompiam a sã doutrina. Era uma filosofia prejudicial ao evangelho que Paulo ensinou. Os gnósticos se consideravam mais espirituais que os demais. Para eles, o espirito era mais importante que o corpo, e ensinavam que o corpo é matéria imprestável. Da implicação desse ensino resultava a banalização da graça de Deus. Uma graça que não requer arrependimento, santidade e disciplinas espirituais não é graça verdadeira. O apóstolo Paulo refuta esse falso evangelho, dizendo: “E a mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espirito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Ts 5.23). Seu legado para nós no século XXI: não banalize a maravilhosa graça de Deus.

2. O compromisso de Paulo com o Senhor (At 20.19). O apóstolo não se preocupava apenas em lidar com os falsos ensinos que deturpavam a fé cristã. Ele preocupava-se em viver de maneira coerente com o que ensinava Por isso, sua vida era sem ostentação, pois desejava refletir a humildade de Cristo (At 20.18). Em sua despedida dos obreiros de Éfeso, o apóstolo pro- curou deixar um testemunho de amor ao Senhor e à sua Igreja. Nesse senti- do, aprendemos com Paulo que não podemos pensar numa coisa, desejar e executar outra. Agir assim é viver numa profunda incoerência e confusão espiritual. É preciso pregar os ensinos de Cristo e refleti-los tanto na vida privada quanto na pública.

SÍNTESE DO TÓPICO II

A advertência de Paulo a respeito dos judaizantes e dos gnósticos revela compromisso com o Senhor, maior legado do apóstolo às novas gerações.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

Judaizantes

Um termo extra biblico designado aqueles que agiram como judeus e/ou buscavam assim influenciar outros baseado na acusação de Paulo de que a atitude de Pedro forçaria os gentios judaizarem-se (Gl 2:14). Os comentários referem-se a homens como judaizantes que buscavam importa a circuncisão judaica e outros legalismos sobre as gentios como, por exemple, os falsos irmãos que queriam levar toda a igreja para a escravidão da al vos aqueles que ensinavam: vos não circuncidardes… não podeis salvar-vos (At 15.1), Paulo atacou os Judaizantes na Galácia que obrigavam os homens a se circuncidar (Gl 6:17)

Gnosticismo

[…] Atualmente se aceita que o movimento surgiu em um ambiente judaico-cristão. Isto não nega a presença de prováveis elemento pré-cristãos no gnosticismo. [It evidente que o movimento teve inicio em um ambiente hebraico-cristão [-] [Os gnósticos Acreditavam em uma divindade transcendente indescritível que é puramente espirito (Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD 2006, pp.871, 1103).

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Lição 08 – Paulo, o Discipulador de Vidas | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos

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Texto Áureo

“E, Paulo tendo escolhido a Silas, partiu, encomendado pelos irmãos à graça de Deus. E passou pela Siria e Cilicia, confirmando as igrejas.” (At 15.40-41)

Verdade Prática

O discipulado cristão forma discípulos de Cristo para que o imitem de forma que Deus seja glorificado na sociedade.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Mt 28.19-20 O discipulado é uma ordem do Senhor
Terça – At 2.14-41 A pregação como ponto de partida
Quarta – At 2.42-47 O discipulado como formação na Igreja Primitiva
Quinta – Fp 4.8-9 O discipulado nos faz pensar nas coisas mais elevadas
Sexta – Cl 3.21 O discipulado nos faz buscar as coisas que são de cima
Sábado – 1Co 10.31 Discipulados a fim de viver para glória de Deus

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 2.42-4720.1-4

Atos 2

42- E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.
43- E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.
44- Todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum.
45- Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade.
46- E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,
47- Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.

Atos 20

1- Depois que cessou o alvoroço, Paulo chamou a si os discípulos e, abraçando-os, saiu para a macedônia.
2- E, havendo andado por aquelas terras, exortando-os com muitas palavras, veio à Grécia.
3- Passando ali três meses, e sendo-lhe pelos judeus postas ciladas, como tivesse de navegar para a Síria, determinou voltar pela macedônia.
4- E acompanhou-o, até à Ásia, Sópater, de Beréia, e, dos de Tessalônica, Aristarco, e Segundo, e Gaio de Derbe, e Timóteo, e, dos da Ásia, Tíquico e Trófimo.

HINOS SUGERIDOS: 15, 391, 465 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Revelar a missão integral da Igreja no Discipulado: pregar e ensinar.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I- Relacionar o apóstolo Paulo com o discipulado bíblico;
Il- Salientar a integralidade da missão no Discipulado: pregar e ensinar;
III- Ponderar o discipulado com pessoas de outras culturas.

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INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Esta lição revela a importância de a igreja conjugar com equilíbrio pregação evangelística com o ensino cristão. Este forma enquanto aquela chama. O pastor Antônio Gilberto, saudoso mestre das Assembleias de Deus no Brasil, sempre ponderou a respeito de ensinar sistematicamente a Bíblia para a igreja local. O melhor espaço para isso é a Escola Dominical. Nesse espaço, ensinamos os que foram chamados pela pregação do Evangelho. O ministério do apóstolo Paulo revela essa integralidade da missão: pregação da Palavra e ensino formativo. O apóstolo pregava o Evangelho e, também, discipulava, ensinava o povo de Deus a guardar os mandamentos do Senhor.

INTRODUÇÃO

Nesta lição, veremos os aspectos gerais do discipulado, com destaque para o papel de Paulo no processo do discipulado nas igrejas que plantou. Perceberemos que esse foi o meio pelo qual nosso Senhor nos concedeu para que os recém-nascidos na o caráter de Cristo.

PONTO CENTRAL: A Missão da Igreja é pregar e ensinar

I- PAULO E O DISCIPULADO BÍBLICO

1. O discipulado bíblico. O princípio do discipulado na Igreja Primitiva baseava-se na ordem da Grande Comissão que Jesus deu aos discípulos por ocasião de seu aparecimento e despedida (Mt 28.19,20). Após o Pentecostes, quando a Igreja nasceu historicamente, o cuidado com os recém-nascidos na fé precisava ser bem estruturado. Em Atos 2.42-47, vemos claramente que as Escrituras (doutrina), a oração, a prática da comunhão e do serviço faziam parte do programa de discipulado da Igreja. Assim, o Paulo onde fazia discípulos, não somente convencia-os à respeito de Cristo, mas mostrava-lhes como imitá-lo (At 17.1-9; 1 Ts 1.2-10).

2. Paulo, o discipulador. O apóstolo dos gentios foi um discipulador distinto. Após a sua conversão, ele sentiu a necessidade de conhecer a Cristo mais profundamente (Gl 1.15-17). Paulo sabia do desafio ao defender o nome de Jesus diante dos judeus. Ao longo de suas cartas, vemos um compromisso profundo com a doutrina exposta e a sua aplicabilidade na vida do discípulo. Há doutrina no discipulado, mas há também prática coerente com a doutrina. Isso faz com que o discípulo cresça e chegue à maturidade. Conhecer de maneira teórica apenas, não basta. Para isso, a formação cristã deve apresentar uma integração entre doutrina e prática.

3. A metodologia de Paulo para o discipulado. O primeiro passo para o discipulado de Paulo era pregar o Evangelho e, pelo poder do Espirito Santo, convencer as pessoas acerca de Cristo. Então, a partir dos primeiros convertidos, ele plantava uma igreja na Ao plantá-la, o apóstolo ficava ali o tempo suficiente para firmar os passos dos novos convertidos. Como seu ministério envolvia itinerância, ele não ficava muito tempo no mesmo lugar e, logo, deixava ou enviava alguém experimentado na fé continuidade ao discipulado dos novos para dar convertidos (At 13.1-4; 15.39,40). Em seu ministério, vemos discípulos especiais que ajudaram muito o trabalho de Paulo: Timóteo, Tito, Silas, Lídia, Áquila e Priscila e outros mais (At 15.40; 16.1). Além de fortalecer a fé dos novos convertidos, o apóstolo mantinha uma relação de comunhão e amizade com eles e seus cooperadores. Uma lição importante, aqui, é destacar que a obra do discipulado envolve pessoas que sejam crentes de verdade, idôneas, que amem o Senhor e sua Igreja, ao ponto de se doar inteiramente em favor de um novo convertido.

SÍNTESE DO TÓPICO I

O apóstolo Paulo foi discipulador com um método de, primeiramente, pregar e, em seguida, ensinar de maneira mais sistematizada.

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

A aula sempre é um ponto de encontro entre o professor e o aluno. Ou melhor, deve ser entre mestre e Segundo a Bíblia, vemos claramente que a relação entre Jesus e os discípulos, bem como dos apóstolos com os discípulos, era de mestre e discípulo. O mestre aplica o que ensina na própria vida, ou seja, ele ensina pelo exemplo. Já o discípulo deseja imitar o que aprendeu, aplicando o ensino na vida concreta. Não esqueça de que o objetivo da Escola Dominical é gerar imitadores de Cristo. Conscientize a classe a respeito disso.

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II- O DISCIPULADO E A MISSÃO INTEGRAL DE PREGAR E ENSINAR

1. A pregação: o ponto de partida. Pregar o Evangelho é o meio que o Espírito Santo leva pessoas à salvação. É preciso pregá-lo com seriedade, intensidade e ousadia. A Igreja de Cristo se expandiu assim. Ela tinha como ponto de partida a tarefa que Jesus deixou aos seus discípulos, como vimos anteriormente. Nada pode substituir a dimensão proclamatória da Igreja. Para isso, ela foi revestida do poder do Espírito Santo para cumprir a missão (At 1.4-8). Quando os discípulos foram cheios do Espírito Santo no cenáculo em Jerusalém, a igreja se espalhou por todo o mundo. Assim, os discípulos de Cristo plantaram igrejas nas casas, nas aldeias, nas cidades. E a Igreja se multiplicava dia após dia (At 2.47).

2. O Ensino: “fazer discípulos”. discipulado começa quando pessoas aceitam a Jesus como Salvador de suas vidas. Logo, a conversão a Cristo é a semente da Igreja. Quando cuidada pelos discipuladores, essa semente germina e dá frutos. Não foi assim que aconteceu no dia de Pentecostes? Pedro se levantou dentre as 120 pessoas cheias do Espírito Santo e começou a pregar com autoridade sobre quem era Jesus (At 2.14-35). Resultado: quase três mil pessoas se converteram (At 2.41). E agora? O que fazer? Ensinar, ensinar e ensinar. Os apóstolos entenderam que deviam discipular esses recém-convertidos com a doutrina que receberam de Cristo (At 2.42-47). Ao longo do seu ministério, o apóstolo observou rigorosamente esse principio e o aplicava nas vidas das pessoas que ele alcançava.

3. Pregação e ensino. A igreja local é um lugar onde a Palavra de Deus deve ser proclamada com autoridade, em que pessoas sejam atraídas pelo Espirito Santo a Cristo. Mas a igreja também é um local de formação por meio do ensino da Bíblia. Por isso que as reuniões de Escola Dominical e os cultos de ensino da Palavra são instrumentos importantes para forjar o caráter cristão e formar pessoas (crianças, adolescentes, jovens e adultos) que imitem a Cristo em suas vidas. Essa é uma das nobres missões da Igreja de Cristo,

SÍNTESE DO TÓPICO II

O discipulado compreende a missão de pregar o Evangelho e ensina-lo como caráter formativo.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“O ministério da igreja inclui equipar um grupo de pessoas que vivem em mútua comunhão, capacitando as a crescer até formarem uma entidade morosa, equilibrada e madura. Paulo diz claramente em Efésios A 11-16 que equipagem dos santos para o serviço compassivo em nome de Cristo deve acontecer numa comunidade. O cresci- mento espiritual e o contexto em que ele ocorre de modo mais eficaz não surgem por mera coincidência. O amadurecer do crente não poderá acontecer fora da comunidade da fé. O discipulado não possui nenhum outro contexto que não seja a igreja de Jesus Cristo, porque não se pode seguir fielmente a Jesus à parte de uma participação cada vez mais madura com outros crentes na vida e no ministério de Cristo (KLAUS, Byron D. A Missão da Igreja. 19.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, p. 603).

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Lição 07 – Paulo, o Plantador de Igrejas | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos

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Texto Áureo

“Eu plantei: Apolo regou; mas Deus deu o crescimento. (1 Co 3.6)

Verdade Prática

A experiência com Cristo é o mais poderoso fator motivacional para plantar igrejas

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Rm 15.20 Igrejas plantadas em lugares onde Cristo não foi anunciado
Terça – Ef 3.1 A plantação de igrejas se deu entre os gentios
Quarta – 1 Co 9.16 Pregar o Evangelho é uma obrigação
Quinta – Rm 13.1-3 Antioquia, o ponto de partida do ministério de Paulo
Sexta – At 16.9 O Espírito Santo direcionou Paulo na missão
Sábado – At 26.14,19 A verdadeira motivação para a missão

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Coríntios 3.6-9; Atos 13.1-3; 16.1-5,9,10

1 Coríntios 3

6- Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.

7- Pelo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.

8- Ora, o que planta e o que rega são um; mas cada um receberá o seu galardão, segundo o seu trabalho.

9- Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus.

Atos 13

1- Na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé, e Simeão, chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo.

2- E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.

3- Então, jejuando, e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram.

Atos 16.1-5,9,10

1- E chegou a Derbe e Listra. E eis que estava ali um certo discípulo por nome Timóteo, filho de uma judia que era crente, mas de pai grego,

2- do qual davam bom testemunho os irmãos que estavam em Listra e em Icônio.

3- Paulo quis que este fosse com ele e, tomando-o, o circuncidou, por causa dos judeus que estavam naqueles lugares; porque todos sabiam que seu pai era grego.

4- E, quando iam passando pelas cidades, lhes entregavam, para serem observados, os decretos que haviam sido estabelecidas pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém

5- de sorte que as igrejas eram confirmadas na fé e cada dia cresciam em número.

9- E Paulo teve, de noite, uma visão em que se apresentava um varão da Macedônia e lhe rogava, dizendo: Passa à Macedônia e ajuda-nos!

10- E, logo depois desta visão, procuramos partir para a Macedônia, concluindo que o Senhor nos chamava para lhes anunciarmos o evangelho.

HINOS SUGERIDOS: 53, 375, 530 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Motivar a igreja local para plantar mais igrejas.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

Mostrar que Paulo foi um desbravador sob uma gloriosa obrigação;
Sinalizar Antioquia como ponto de partida para o crescimento da igreja;
Pontuar as características de um plantador de igrejas.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Nesta lição, perceberemos o quanto o espírito desbravador do apóstolo Paulo se relaciona com a origem do Movimento Pentecostal no mundo. Em seus primórdios, e durante a sua rica história, plantar igreja a partir de círculos de oração nas casas, ponto de pregações foram estratégias dadas para que hoje tornássemos um dos maiores segmentos do mundo. Solicite aos alunos para relacionar o processo de plantação de igrejas que vemos na vida e no ministério do apóstolo Paulo com a realidade atual na dimensão concreta do nosso bairro, cidade, estado e país.

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Introdução

Nesta lição, estudaremos sobre o processo de plantação de igreja que o apóstolo Paulo executou. Veremos que ele foi um desbravador da causa do Mestre no mundo pagão, e seu ponto de partida no ministério foi Antioquia, quando enviado para outras regiões do mundo onde o Evangelho foi com Cristo e o pregado. Também refletimos sobre as características do plantador da igreja local frente aos desafios atuais.

PONTO CENTRAL: A experiência com Cristo é o fator motivacional para plantar igrejas.

I- PAULO, O DESBRAVADOR SOB UMA GLORIOSA OBRIGAÇÃO

1. Paulo, o desbravador. Paulo foi, sem dúvida, o grande desbravador da fé cristã no mundo gentílico. Ele dedicou a sua vida para proclamar o Evangelho e cumprir a missão entre os pagãos. O apóstolo contribuiu grandiosamente na implantação de inúmeras igrejas e no crescimento da fé cristã. Não houve quem plantasse tantas igrejas, em tão pouco tempo, como o apóstolo dos gentios. Sua vida e ministério constrangem a semear o Evangelho e a plantar igrejas em lugares onde pessoas nunca ouviram falar do Evangelho das Boas-Novas (Rm 15.20).

2. Uma gloriosa obrigação. O apóstolo foi chamado por Cristo para pregar o Evangelho aos gentios. Por isso, na Bíblia, vemos a expressão: “Eu, Paulo, sou o prisioneiro de Jesus Cristo por vós, os gentios” (Ef 3.1). Seu compromisso com os gentios estava firmado em Cristo, o nosso Senhor. Nesse sentido, toda sua ousadia, coragem e precisão, no ministério de plantação de igrejas levavam em conta esse compromisso com Cristo, “pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o evangelho” (1 Co 9.16). Assim, Paulo passou a pregar ousadamente a Cristo nas sinagogas, anunciando que Ele é o Filho de Deus. Essa ousadia e coragem recebemos diretamente do Espírito Santo.

3. Plantação de igreja, uma parceria. A plantação da igreja envolve um trabalho duplo: do homem e de Deus. Nós, seus servos, plantamos igrejas como sementes na terra. Nas cartas de Paulo, a imagem da plantação aparece, em especial, na Primeira Carta aos Coríntios (1 Co 3.6-9). O apóstolo dava o devido mérito desse processo a Deus (1 Co 3.6). E nós somos os seus cooperadores e, a igreja, a lavoura e o edifício de Deus (1. Co 3.9). Nesse divino ministério de plantação de igreja, à luz do ensino de Paulo, fica claro que o trabalho de semear e plantar é nosso, mas quem faz germinar, frutificar e crescer é Deus. Deus e o homem cooperam na plantação de igrejas.

SÍNTESE DO TÓPICO I

O apóstolo Paulo foi um desbravador de Cristo sob uma gloriosa obrigação.

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Leve em conta as seguintes estratégias para começar a aula na classe a partir dos seguintes fatores:
• Inicie a aula com uma oração
• Distribua sete tirinhas com a referência bíblica de acordo com a ordem da seção LEITURA DIÁRIA:
• Peça para cada aluno ter a referência bíblica recebida. Entretanto, leve etti conta a ordem conforme a seção LEITURA DIÁRIA:
Essa ação ajuda a quebrar o gelo na classe e introduzir o assunto.

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II- ANTIOQUIA, O PONTO DE PARTIDA PARA O CRESCIMENTO DA IGREJA

1. Uma igreja missionária. A igreja em Antioquia era rica em líderes (At 13.1-3), pois nela havia “profetas e doutores, a saber: Barnabé, Simeão cognominado Niger, Lúcio de Cirene, e ainda Manaém, companheiro de infância do tetrarca Herodes, e Saulo” (v.1). Ali, foi o ponto de partida de Paulo para a extraordinária obra de plantar igrejas entre os gentios. Juntamente com Barnabé, sob jejum, oração e imposição de mãos (v.3), ele foi enviado ao vasto campo do mundo gentílico para pregar o Evangelho e plantar igrejas.

2. A primeira viagem missionária. Paulo e Barnabé pregaram em Chipre (13.4). Neste lugar, o apóstolo desmascarou o feiticeiro Elimas, o encantador, e ganhou o procónsul para Cristo. Mais adiante pregou na sinagoga de Antioquia da Pisídia, onde os judeus lhe fizeram oposição (13.45), e, ao mesmo tempo, os gentios alegraram-se, creram e o Espírito Santo se fez presente ali. O mesmo aconteceu em Icônio, Listra, Derbe (14.1-28). Ora, no trabalho de evangelização e implantação de igrejas há muitos desafios. Uns recebem a Palavra, outros a rejeitam, outros ainda zombam. O trabalho de implantação da igreja não é fácil, mas o Espírito Santo opera, fala aos corações e dá o crescimento à obra de Deus.

3. A segunda viagem missionária. Depois do Concílio de Jerusalém (At 15). Paulo visitou igrejas já plantadas, a partir das regiões do Oriente para o Ocidente, envolvendo a Ásia e a Europa. De fato, nessa segunda viagem houve uma mudança de rumo sob a direção do Espírito, quando ele teve a visão de um macedónio que dizia: “Passa à Macedônia e ajuda-nos” (At 16.9). Paulo empreendeu uma viagem que incluía Derbe, Listra, Troas, Filipos e Tessalônica. Beréia, Atenas, Corinto, Éfeso. Outras cidades foram alcançadas pelo ímpeto evangelístico do apóstolo e inúmeras igrejas foram plantadas. Quando estamos na dependência do Espírito Santo, temos uma visão ampliada acerca do Reino de Deus.

SÍNTESE DO TÓPICO II

A igreja de Antioquia foi o ponto de partida para Paulo plantar inúmeras igrejas.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Atos 13 foi o início da primeira viagem missionária de Paulo. A igreja estava envolvida no envio de Paulo e Barnabé, mas o plano era de Deus. Por que Paulo e Barnabé foram a tais lugares? (1) Por que o Espírito Santo os dirigiu. (2) Eles seguiram pelas estradas do Império Romano, o que tornou a viagem mais fácil. (3) Visitaram populações e centros culturais importantes, a fim de alcançarem tantas pessoas quanto fosse possível. (4) Foram as cidades que possuíam sinagogas; falaram primeiro aos judeus, com esperança de que estes recebessem a Jesus como o Messias e ajudassem a divulgar as Boas Novas aos demais povos.

Paulo e Silas iniciaram uma segunda viagem missionária, com a finalidade de visitar cidades onde Paulo já havia pregado. Desta vez, fizeram um trajeto maior por terra, não por mar, viajaram ao longo da estrada romana (por um desfiladeiro em meio às montanhas Taurus), que ligava a Cilícia às cidades de Derbe, Listra e Icônio, a noroeste. O Espírito Santo lhes instruiu a não irem à Ásia; por esta razão, dirigiram-se a Bitinia, no norte. Novamente o Espírito Santo lhes disse não, então passaram pela parte ocidental, por Misa, a fim de chegarem à cidade portuária de Troade” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, pp.1508,29).

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CONHEÇA MAIS

*Plantando Igrejas

“Não onde Cristo houvera sido nomeado. O esforço ministerial de Paulo centralizava-se nas missões. Optou por concentrar seus esforços nas áreas onde o evangelho não tinha sido pregado suficientemente e assim facultou àqueles que não tinham ouvido a oportunidade de aceitarem a Cristo.” Para ler mais, consulte a “Bíblia de Estudo Pentecostal”, editada pela CPAD, p.1726.

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Lição 06 – Paulo no Poder do Espírito | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos

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Texto Áureo

“E impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas e profetizavam.” (At 19.6)

Verdade Prática 

Uma vez movidos no poder do Espírito, podemos ser bem-sucedidos na missão de pregar o Evangelho a toda a criatura.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – At 2.38 A atualidade do dom do espírito santo

Terça – At 9.17 uma experiência do espírito após a decisão por Cristo

Quarta – At 2.1-4; 10.44-47 a experiência do Pentecostes se repete na história

Quinta – At 19.11,12 O Evangelho chegou a Éfeso no poder do Espírito

Sexta – 1 Co 12.3 Só podemos dizer que Jesus é o Senhor pelo Espírito Santo

Sábado – At 19.20 O poder do Espírito faz a Palavra de Deus crescer

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 19.1-7

1- E sucedeu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado por todas as regiões superiores, chegou a Éfeso e, achando ali alguns discípulos,

2- disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo

3- Perguntou-lhes, então: Em que sois batizados, então? E eles disseram: No batismo de João.

4- Mas Paulo disse: Certamente João batizou com o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir, isto é, em Jesus Cristo.

5- E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus.

6- E impondo-lhes Paulo as mãos, velo sobre eles o Espírito Santo; e falavam linguas e profetizavam.

7- Estes eram, ao todo, uns doze varões.

HINOS SUGERIDOS: 24, 85, 290 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Conscientizar de que é preciso viver na plenitude do Espírito para fazer a obra de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

Expor que Cristo deve ser pregado no poder do Espírito

Identificar o argumento de Paulo sobre a plenitude do Espírito;

Apresentar a fonte de ensino de Paulo sobre o Espírito Santo.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Os obstáculos no caminho da vida cristã são numerosos. Só o Espírito Santo pode conduzir a vida do crente entre esses obstáculos. Quando Paulo exerceu o ministério, o Espírito foi agente fundamental para que o apóstolo “combatesse o bom combate, Terminei a carreira e guardei a fé”. Paulo começou a caminhada no Espírito, viveu no Espírito e terminou no Espírito. Assim, converse com os alunos a respeito da importância de ter o Espírito Santo em nossas vidas. Sua unção é indispensável para a nossa caminhada com Cristo. Não podemos viver sem Ele, muito menos, extinguir a sua presença em nossas vidas. Vivamos na plenitude do Espírito Santo!

INTRODUÇÃO

Movido pelo Espírito Santo, o apóstolo Paulo passou a ter como missão de vida dar testemunho de Jesus e provar que Ele é o Cristo (At 19.21,22). Nesta lição, veremos como Paulo pregou a Cristo no poder do Espírito, seu argumento sobre a plenitude do Espírito Santo e a fonte da revelação do Espírito Santo em seu ministério. Confirmaremos que o ministério do apóstolo Paulo foi um ministério no poder do Espírito Santo.

PONTO CENTRAL : PARA FAZER A OBRA DE DEUS É PRECISO VIVER NA PLENITUDE DO ESPÍRITO

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema do Trimestre: O APÓSTOLO PAULO – Lições da Vida e Ministério do Apóstolo dos Gentios para a Igreja de Cristo | Lição 06 – Paulo no Poder do Espírito

I- PREGANDO A CRISTO NO PODER DO ESPÍRITO

1. Paulo, movido pelo poder do Espírito. O Livro de Atos mostra que, após sua conversão, Paulo ficou “alguns dias com os discípulos que estavam em Damasco” (At 9.19). E, logo em seguida, ele “pregava a Jesus, que este era o Filho de Deus” nas sinagogas (9.20). Mais tarde, quando chegou a Jerusalém, Paulo “falava ousadamente no nome de Jesus” (9.29). Era o poder do Espírito Santo que o movia de tal modo que o apóstolo não tinha outra missão, senão, pregar a Jesus, e este crucificado (1 Co 2.2). Ele só poderia pregar tal mensagem pelo Espírito de Deus (1 Co 12.3).

2. O caminho de pregação. Depois do estágio no deserto da Arábia por três anos, Paulo voltou a Damasco, e daí foi para Jerusalém (Gl 1.18). Não teve uma recepção calorosa porque os cristãos de Jerusalém, inclusive os apóstolos, ainda temiam a presença do antigo Saulo de Tarso (At 9.26). Com alguma reserva, ele foi acolhido na “igreja-mãe” e todos ouviram o seu testemunho e, sem se intimidar, ele pregava ousadamente para os judeus e gregos da cidade (A 9.28,29). Entretanto, Paulo recebeu uma revelação de que deveria sair de Jerusalém (At 22.17,18).

3. Paulo e as duas viagens missionárias. Na primeira viagem, Paulo não estava só, mas acompanhado e assistido por Barnabé, que era um conselheiro competente. Os dois, Paulo e Barnabé, passaram por vários lugares e visitaram os discípulos que estavam em Antioquia, Fenícia, Chipre e outros pequenos lugares. Na segunda viagem missionária, o apóstolo e Barnabé voltaram a Antioquia porque a igreja dessa cidade havia crescido e se tornou o ponto de partida para visitar outras cidades (Atos 16-18). Nessa viagem, eles passaram por Listra, Troas (ou Trôade), Filipos, Tessalônica, Beréia, Atenas, Corinto e, por fim, Éfeso. Em todas essas viagens, o Espírito Santo movia o ministério de Paulo.

SÍNTESE DO TÓPICO I

Nas suas viagens missionárias, o Espírito Santo moveu a Paulo no caminho de pregação.

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Chegamos à lição 6. Ao iniciar a aula, faça uma pequena revisão com a classe. Já estudamos temas como “o mundo de Paulo”, “a perseguição”, “a conversão”, “a vocação” e “a mensagem da cruz”. Relembre alguns pontos importantes e procure apontar a unidade entre as lições que perpassa a vida e o ministério de Paulo. Não esqueça que ensinar é a arte de transmitir ensinos que façam sentido à vida concreta do aluno. Por isso, quando planejar a aula, nunca esqueça do espaço da revisão, tanto a espessa, após uma sequência de aula, quanto a semanal, relembrando sempre o conteúdo passado para começar um novo.

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II- O ARGUMENTO DE PAULO SOBRE A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO

1. Paulo aclara o ensino sobre a plenitude do Espírito. Nos capítulos anteriores, depois da separação entre Paulo e Barnabé, o jovem Timóteo e Silas passaram a acompanhar o após- tolo. Quando Paulo voltou a Éfeso, deparou-se com um grupo de discípulos que seguiam o ensino de Apolo e foram batizados com o batismo de arrependimento de João Batista. Esses discípulos ouviram falar de Jesus, mas não conheciam a doutrina do batismo no Espírito Santo. Eles haviam crido (At 19.2) em Cristo, mas nada sabiam da experiência do Pentecostes. Paulo percebeu que a despeito de terem crido no Cristo das Escrituras, eles não haviam recebido o poder do Espírito para se tornarem testemunhas do Senhor.

2. É preciso crer para receber o Espírito Santo. Ninguém recebe o batismo no Espirito Santo antes de crer em Cristo como Salvador. Somente depois de passar pela experiência da conversão, de reconhecer Jesus como o Salvador, então, o Senhor concede “o dom do Espírito Santo (At 2.38), ou seja, o batismo no Espírito Santo sobre a pessoa convertida.

3. Paulo cuida para esclarecer Apolo (At 18.21-28). Quem era Apolo? Era um judeu de Alexandria, cidade egipcia, de grande cultura. Certamente Apolo teve uma elevada formação, principalmente, no conhecimento das Escrituras Sagradas, e se destacava pela eloquência. Tornou-se um discípulo de João Batista à distância e creu na mensagem dele (Mt 3.11). Apolo tornou-se pregador de Cristo, mas não havia experimentado ainda o poder do Espírito Santo. Fez discípulos em Éfeso, os quais eram fiéis à sua mensagem. Quando Paulo enviou Áquila e Priscila para Éfeso, tinha por objetivo orientar Apolo acerca da via do espírito santo. Antes que o apóstolo chegasse a Éfeso, Apolo foi para Corinto.

SÍNTESE DO TÓPICO I

O apóstolo Paulo cuidou para esclarecer Apolo a respeito da plenitude do Espírito Santo.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Inicialmente, o batismo de João era um sinal de arrependimento pelo pecado, não um marco de uma nova vida em Cristo. Como Apolo (At 18.24-26), os cristãos de Éfeso tinham conhecimento apenas da mensagem de João; precisavam de uma instrução adicional sobre a mensagem e o ministério de Jesus Cristo. Eles creem em Jesus como o Messias, mas não atendiam a importância da obra do Espírito Santo. Tornar-se um cristão envolve o arrependimento do pecado e o abandono do pecado, mas também a aproximação de Cristo pela fé. Assim, os cristãos efésios tinham a mensagem incompleta” (Bíblia de estudo de aplicação pessoal. Rio de janeiro: CPAD, p.1528).

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CONHEÇA MAIS

*Sobre a Vinda do Espírito Santo

“É melhor entender aqui, também, que a imposição das mãos era um meio de encorajar a fé deles, e que precedia a vinda do Espírito Santo, e era uma ação separada. Em seguida, para enfatizar que esses discípulos tinham recebido a plena experiência do batismo com o Espírito Santo, Lucas declara que falavam em línguas e profetizavam”. Para ler mais, consulte o livro “O Espírito Santo na Bíblia: A Atuação do Espírito Santo de Gênesis a Apocalipse”, editado pela CPAD, p.175

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Lição 04: O Tribunal de Cristo | EBD – Jovens | 4° Trimestre De 2021

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 04: O Tribunal de Cristo | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“Porque todos devemos comparecer antes o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal” (2 Co 5.10)

SÍNTESE

Todos os salvos em Jesus Cristo, um dia, must comparecer diante do tribunal de Cristo. Aí cada um será recompensado por suas atitudes e obras.

AGENDA DE LEITURA

Segunda – Pv 21.2 O Senhor Sonda os corações.
Terça – 1 Co 8.13 Nossas obras serão manifestos no tribunal de Cristo.
Quarta – Rm 14.13 Não podemos julgar uns aos outros.
Quinta – Rm 14.12 Cada um dará conta de si mesmo a Deus.
Sexta – 1 Co 4.5 Deus manifestará os desígnios do coração.
Sábado – Ap 22.12 Os galardões Serão distribuídos por Jesus

OBJETIVOS

Explicar como será o tribunal de Cristo;
Evidenciar o que acontecerá no tribunal de Cristo;
Compreender o que receberemos no tribunal de Cristo.

INTERAÇÃO

Professor(a), na lição deste domingo veremos que todos os crentes, um dia, vão comparecer perante serem recompensados por suas suas obras. Existe uma recompensa para todos aqueles que servem ao Senhor com dedicação e amor. Sabemos que todos aqueles que desejam servir ao Senhor fielmente enfrentaram lutas, decepções e frustrações e toda a sorte de intempéries. Contudo, temos um Deus que é fiel e bom e que no momento certo vai recompensar todo nosso trabalho. No tribunal de Cristo, os crentes serão recompensados com os galardões. Porém, a palavra de Deus nos mostra que as obras de muitos crentes, infelizmente,  fenecerão ao serem provadas pelo fogo. Tal verdade reforça o fato de que nosso Deus conhece as intenções dos corações. Que você, professor(a), realize a obra de Deus com alegria e amor, fazendo tudo de coração, para glória do Pai e não para ser visto ou reconhecido pelos homens.

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Orientação Pedagógica

Para a lição de hoje sugerimos que você faça um estudo dirigido com os alunos a respeito do tema da lição. Divida a turma em quatro grupos. Cada grupo deverá ficar com uma questão para ser discutida e respondida em grupo. Depois, essa que os alunos se uniram formando um único grupo onde as respostas serão apresentadas.

Quem passará pelo tribunal de Cristo? (R: todos os crentes em Jesus Cristo.)

Quando e onde ocorrerá o determinado das obras dos crentes? (R: o julgamento dos crentes ocorrerá no céu).

O que será julgado? (R: as obras dos crentes).

Quais serão as consequências do julgamento?(R: a perda ou ganho dos galardões)

TEXTO BÍBLICO

1 Corintios 3.8-15

8- Ora, o que planta e o que rega são um; mas cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho.
9- Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus.
10- Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele.
11- Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.
12- E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha,
13- A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um.
14- Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão.
15- Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo.

INTRODUÇÃO

Como você tem realizado a obra do Senhor? Com diligência e excelência? Na lição de hoje estudaremos acerca do tribunal de Cristo, lugar onde os crentes vão receber a recompensa por suas obras realizadas na terra em favor do Reino de Deus. O próprio Senhor Jesus Cristo afirmou: “O meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra” (Ap 22.12). Muitas pessoas confundem o tribunal de Cristo com o Juízo Final, entretanto serão dois acontecimentos muitos distintos. Segundo a Declaração de Fé das Assembleias de Deus, o tribunal de Cristo será para os crentes. É o momento em que eles serão recompensados por todo o trabalho realizado em prol do Reino de Deus. Veremos que haverá uma recompensa para todos aqueles que serviram e servem a Cristo por Amor, com zelo e excelência.

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I- O QUE É O TRIBUNAL DE CRISTO

1. Uma avaliação das obras realizadas pelos crentes. Se pela fé em Jesus Cristo nos tornamos filhos de Deus, certamente participaremos essa grande audiência. Paulo diz que todos os salvos estão intimados a comparecer ante o tribunal de Cristo para receber ‘o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal’ (2 Co 5.10). Você consegue imaginar esse momento? Nessa hora, Nossas obras, boas ou más, serão expostas diante de uma multidão de pessoas. Você já pensou A esse respeito? Haverá, certamente, muitas surpresas quando o Senhor trouxer juízo a respeito das nossas ações. Quando se dará o tribunal de Cristo? Segundo a Declaração de Fé das Assembleia de Deus o Tribunal de Cristo se dará após o Arrebatamento da igreja.

2. Uma prestação de contas. Ainda não conseguimos compreender totalmente a justiça de Deus, contudo sabemos que o Senhor Jesus Cristo é justo e fiel; Ele não erra, seu julgamento é perfeito e Deus outorgou todos os julgamentos (Jo 5.27). As Escrituras Sagradas nos mostram como será o julgamento dos crentes para entrega dos galardões, o tribunal de Cristo. Segundo Tim Lahaye, somente as obras que suportarem o fogo do julgamento Divino serão recompensados (1 Co 3.14). É importante ressaltar que no tribunal de Cristo não haverá julgamento de Pecados, os crentes somente receberam ou perderam recompensas. Contudo, esse será um momento de muito terror, pois as intenções dos corações dos homens será revelada diante de todos os crentes. Muitos fazem a obra de Deus por amor e obediência, de modo desinteressadas. No entanto, alguns fazem a obra visando apenas lucro e fama, mas no tribunal de Cristo tudo será revelado.

3. Um momento de recompensa ou a perda delas. Alguns crentes pregaram a Cristo somente por invés de porfia, mas todos anunciaram o Evangelho, fizeram uso dos seus dons e talentos, de boa vontade e por amor (Fp 1.15). Estes que pregaram porfias verão, no tribunal de Cristo, suas obras serem queimadas e sofreram perdas, quando do recebimentos dos galardões.  Jesus ensinou a respeito da importância de fazermos qualquer tipo de ação, como por exemplo, orar, dar esmola e jejuar em secreto, para que não venhamos perder o nosso galardão no céu (Mt 6.1-21). Muitos praticam boas ações e realizam a obra do senhor somente para serem reconhecidos pelos homens.

Esses já receberam a sua recompensa que na terra. Que venhamos servir ao Senhor de modo a garantir mus o recebimento do inteiro galardão (2 Jo 8). No tribunal de Cristo, haverá muitas surpresas, os alguém que se achava grandemente usado por Deus e que era reconhecido pelos homens na terra pode ter suas obras reprovadas: e outro que não tinha nenhum tipo de reconhecimento fez a obra do senhor no anonimato, poderá ser grandemente honrado pelo Eterno.

PENSE! O que as suas ações vão dizer a seu respeito?

PONTO IMPORTANTE: As Nossas ações expõe nossas intenções e tudo será revelado no tribunal de Cristo

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II- O QUE ACONTECERÁ NO TRIBUNAL DE CRISTO

1. A Fidelidade ao Senhor será recompensado. A palavra usada por Paulo, Não grego, para tribunal de Cristo em 2 Coríntios 5.10 é bema. bema era um lugar elevado, uma plataforma, usado por oradores (públicos) e atletas (pódio) quando recebiam seus troféus. O bema também era usado pelos governantes em seus discursos e pelos juízes (At 12.21; 18.12-17). No tribunal de Cristo, Jesus estará em uma posição elevada, superior e dali seus olhos podem contemplar tudo o que acontece e assim premiar os Vencedores de forma justa. Não desanime pois Jesus está vendo todo o seu trabalho, a sua fidelidade e no momento certo ele vai lhe recompensar. Por isso, não desista!

2. Um julgamento individual. Os crentes prestaram contas, individualmente, do uso que fizeram dos dons e talentos que receberam do Senhor. Todos os servos de Deus receberam da parte do Senhor algum tipo de talento, sendo que uns receberam mais e outros menos, mas todos receberam conforme suas habilidades (Mt 25.14-30). Na Parábola dos Talentos e vírgulas narrada pelo Senhor Jesus, também vemos que os servos não receberam aquilo que eles poderiam administrar. Tal fato nos mostra que se falarmos em nossas atribuições, não poderemos dar nenhum tipo de desculpas. Diante do tribunal de Cristo, os crentes não poderão dizer que estavam sobrecarregados. Então, precisamos ter cuidado!

3. A qualidade precederá a quantidade. Deus valoriza a maneira como crente executam seu trabalho. O Senhor não se impressiona com a quantidade, com os números. Ele deseja ver qualidade, pois a palavra de Deus adverte a respeito daqueles que fazem no serviço de Deus de qualquer maneira: “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente” (Jr 48.10a NAA). Precisamos de realizar a obra do Senhor, mas com excelência!

Temos visto um aumento aumento do chamado ‘marketing pessoal’, ou seja, os crentes querem ser conhecidos e que suas obras apareçam a todo custo mesmo que para isso usem de engano. Esses fazem da sua vida uma verdadeira ‘vitrine’, postando todas as suas ações nas redes sociais a fim de receberem muitas curtidas e aumentar o número de seguidores. Deus Sabe conhece o coração do homem. Ninguém engana ao Senhor por isso, as nossas ações serão provadas pelo fogo.

PENSE! Como você tem Realizado a obra do senhor?

PONTO IMPORTANTEO padrão de Deus é alto. Precisamos fazer a sua obra com excelência

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Lição 03: O Arrebatamento da Igreja | EBD – Jovens | 4° Trimestre De 2021

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 03: O Arrebatamento da Igreja | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também.” (Jo 14.3)

Síntese

O arrebatamento da igreja será tão repentino que não haverá chance para arrependimento ou preparo da Última Hora

Agenda de leitura

Segunda – Mt 24.36 Ninguém sabe o dia e nem a hora do arrebatamento.
Terça – Mt 24.50 O arrebatamento será surpreendente
Quarta – 1 Co 15.52 O arrebatamento se não abrir e fechar de olhos
Quinta – 1 Co 15.54 O arrebatamento trará a vitória final sobre a morte.
Sexta – Fp 3.21 O arrebatamento será um evento transformador.
Sábado – 1 Ts 4.18 O arrebatamento será um evento consolador

OBJETIVOS

Explicar o que é quando se expõe o arrebatamento;
Evidenciar que o arrebatamento da igreja para os crentes;
Compreender que precisamos aguardar o arrebatamento da igreja com vigilância

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), na lição deste domingo estudaremos um tema que enche os corações dos crentes de esperança: o arrebatamento da igreja. Enfrentamos lutas, perseguições e toda sorte de dificuldade neste mundo tenebroso, mas temos uma viva esperança: em breve o nosso Salvador virá nos buscar e finalmente chegaremos ao nosso destino final. Em um abrir e fechar de olhos todos os crentes serão transformados e receberam corpo glorificado. Estaremos para sempre junto do Senhor em um lugar onde todas as dores e lágrimas cessarão. Talvez, você e seus alunos, estejam enfrentando muitas adversidades, mas não desista da sua fé e não abra mão do seu chamado. Vale a pena servir ao Senhor e viver para ele, sendo ‘sal’ e ‘luz’ neste mundo.

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 03: O Arrebatamento da Igreja | Escola Biblica Dominical

Orientação Pedagógica

Professor(a), para a aula de hoje sugerimos que você copie no quadro esquema abaixo. Depois, faça as seguintes perguntas aos alunos: “Vocês já ouviram falar a respeito das fases do arrebatamento?” “O que sabem a este respeito?” Incentive a participação dos alunos e ouço as respostas com atenção. Em seguida, utilizando o quadro, mostra aos alunos os cinco estágios do arrebatamento. Conclua, discutindo com eles cada um dos estágios.

ESTÁGIO DO ARREBATAMENTO
Jesus descer do céu com alarido e com som de trombetas
Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro
Nós que estivermos vivos e permanecemos na Terra seremos Arrebatados juntamente com eles nas nuvens
Encontraremos ao Senhor
Estaremos para sempre com o Senhor

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – RevistaJovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 03: O Arrebatamento da Igreja | Escola Biblica Dominical

TEXTO BÍBLICO

1 Tessalonicenses 4:13-18

13- Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.

14- Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.

15- Dizemos-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.

16- Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.

17- Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.

18- Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.

INTRODUÇÃO

No Sermão Profético de Mateus 24.12 Jesus mencionou alguns eventos que já se cumpriram, como por exemplo, a destruição de Jerusalém que aconteceu nos anos 70 d.C. Nesse mesmo seu irmão, o mestre também falou a respeito de eventos que aconteceriam em um tempo determinado pelo pai, mas não revelado a nós, como o dia do arrebatamento da igreja. Esse evento, tão aguardado pelos crentes de todos os tempos, será a completude da nossa salvação, por isso, almejamos esse dia, quando seremos transformados que receberemos um corpo glorificado.

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 03: O Arrebatamento da Igreja | Escola Biblica Dominical

I- O QUE É E QUANDO SE DARÁ O ARREBATAMENTO

1. O que é. A palavra grega para o arrebatamento é harpazo e significa ”retirada brusca”. O arrebatamento será uma retirada sobrenatural e rápida da igreja do Senhor da terra, culminando no encontro com Jesus nos ares. Esse é um tema tão importante para os frente que no Novo Testamento, o apóstolo Paulo, desde o começo as cartas dois capítulos para tratar a respeito desse assunto: 1 Coríntios 15 e 1 Tessalonicenses 4.

2. Quando se dará o Arrebatamento. Ao longo da história, muitas pessoas se aventuraram em marcar o dia e a hora em que o Senhor Jesus voltaria. Entretanto, todos os que assim procederam foram desmentidos e envergonhados. A palavra de Deus afirma que ”Daquele dia e hora, ninguém sabe nem os anjos que estão no céu nem o Filho senão o Pai” (Mc 13.32).  Então, se você receber algum áudio no seu aplicativo de mensagem marcando o dia e a hora da volta de Jesus, não acredite, pois é mentiroso.

3. A Trombeta soará. Na caminhada dos israelitas rumo a terra prometida, o senhor mandou Moisés fazer duas Trombetas de prata, pois na Bíblia prata é símbolo de Redenção. Ela seria utilizada para convocar a congregação e para a partida dos arraiais. A trombeta deveria também ser tocada nas solenidades e no princípio dos meses. O toque da trombeta tinha a finalidade de lembrar aos israelitas que o Senhor era o Deus deles que os resgatará da escravidão no Egito (Nm 10.2-10). No arrebatamento, a trombeta também soará como nos dias de Moisés (1 Co 15.52). O Senhor estará convocando seu povo desde o primeiro justo morto, o qual ressuscitará até os que estiverem vivos na sua vinda, os quais serão transformados, a encontrar o Senhor nos ares, nesse instante ‘solene de alegria’ para todos os salvos em Jesus Cristo.

Pense: Porque as pessoas ainda insistem em marcar o dia da volta de Jesus?

Ponto Importante: O inimigo quer confundir as pessoas e para isso dissemina as suas mentiras

II- O ARREBATAMENTO DA IGREJA PARA OS CRENTES

1. É a nossa esperança. Os crentes em Jesus, pela fé, tem a esperança é a certeza de que o arrebatamento pode acontecer a qualquer momento. Por isso, o crente Fiel procura viver de maneira ”sóbria, justa e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da Glória do grande Deus e nosso senhor Jesus Cristo” (Tt 2.12-13). A certeza da esperança de que Jesus voltará nos leva a viver como Simeão um homem justo e temente a Deus que durante anos aguardava promessa da Consolação de Israel (Lc 2.25). Todos os salvos em Jesus Cristo serão Arrebatados e, num piscar de olhos, transformados. Deixaremos o nosso corpo abatido e receberemos um corpo glorioso, imortal e incorruptível semelhante ao corpo do nosso Senhor Jesus Cristo (Fp 3.21).

2. É a chegada repentina do noivo. Em continuidade ao Sermão Profético de Mateus 24, Jesus contou a Parábola das Dez Virgens (Mt 25.1-13). O casamento Hebreu possuía uma longa celebração que chegava durar dias e uma parte importante do cerimonial era Inicial, na qual o noivo, em o cortejo e ao encontro da noiva. Segundo Jesus o noivo tardou a chegar e as damas de honra adormeceram. Porém, as prudentes tinham azeite suficiente para não ter suas lamparinas acesas. Sabemos que o azeite é um símbolo do Espírito Santo e a história narrada por Jesus nos mostra que precisamos estar cheio do Espírito pois só assim conseguiremos aguardar a sua volta de forma Prudente e produtiva. Precisamos estar vigilantes para não sermos dominados pelo sono da indiferença. No arrebatamento, igual a parábola, haverá um cortejo nupcial, pois o noivo virá para o encontro, nos ares, com a sua noiva à igreja. Então, todos os crentes fiéis que estiverem vivos nesse dia glorioso serão levados para encontrar com o Senhor nos ares, E assim estaremos reunidos para sempre com Ele (1 Ts 4.17).

3. E a derrota da morte. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Coríntios a respeito da Ressurreição afirma que a morte será tragada na Vitória (1 Co 15.54). A vitória sobre a morte acontecerá simultaneamente com a redenção dos justos que morreram desde Abel, pois a morte será derrotada com efeito retroativo, e até o mais novo convertido, naquele momento, será transformado e receberá um corpo incorruptível (2 Co 5.4).

Pense: Você tem vivido como Simeão de forma Justa e fiel aguardando o arrebatamento da igreja?

Ponto Importante: A vinda do noivo pode se dar a qualquer momento por isso devemos agir como as virgens prudentes

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