Lição 02: João Batista – Preparando o Caminho | 1° Trimestre De 2022 | EBD – Jovens

TEXTO PRINCIPAL

“Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio para testemunho para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele.” (Jo 1.6,7)

RESUMO DA LIÇÃO

João, o evangelista, nos apresenta João, o Batista, que veio dar testemunho de Jesus.

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – Lc 1.36 O precursor
TERÇA – Lc 1.5,6 Gabriel anuncia o precursor
QUARTA – Jo 1.6,7 O ministério do precursor
QUINTA – Jo 1.23 Voz do que clama no deserto
SEXTA – Lc 1.13,14 Escolhido desde o ventre materno
SÁBADO – Mt 11.13 Último profeta veterotestamentário

OBJETIVOS

APRESENTAR a origem do precursor de Jesus Cristo, João Batista;
APONTAR a mensagem do precursor;
SABER que a pregação de João Batista apresentava Jesus como o Verbo de Deus e que ele foi o último profeta do Antigo Testamento.

INTERAÇÃO

Na lição deste domingo estudaremos a respeito de João Batista. O último profeta do Antigo Testamento que teve como missão divina preparar o caminho para Jesus, o “Verbo que se fez carne”. Seu nascimento se deu de forma sobrenatural, já que seus pais eram idosos. Ele foi enviado por Deus, como cumprimento profético, por isso era um profeta e nazireu. Exerceu seu ministério no deserto, comendo e se vestindo de modo bem singular. Sua missão era apregoar a mensagem divina a uma geração que estava cega pelo pecado, por isso a sua mensagem não era popular, mas o profeta de Deus não estava preocupado com notoriedade. Ele apregoava o arrependimento dos pecados, uma mensagem intensa para muitos que não queriam uma mudança de vida. João Batista também anunciava a vinda do Messias. No decorrer da lição, procure mostrar aos alunos que aqueles que estão “cegos” pelo pecado e perdidos neste mundo tenebroso, ainda precisam de nós, servos (as) de Deus. Precisamos testificar a respeito do “Verbo que se fez carne” e preparar esta geração para o Arrebatamento da Igreja.

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Para a aula desta semana, sugerimos que você peça aos alunos que citem algumas características de João Batista. À medida que forem falando vá tomando nota no quadro. Em seguida apresente a tabela abaixo e mostre aos alunos as qualidades de João Batista. Conclua explicando que Deus também deseja nos dar essas características para que possamos anunciar sua Palavra.

JOÃO BATISTA

1- O mensageiro designado por Deus para anunciar a chegada de Jesus como o Salvador.
2 – Um pregador cuja mensagem tinha como tema o arrependimento.
3 – Um confrontador destemido.
4 – Conhecido por seu notável estilo de vida.
5 – Não era transigente em relação à Palavra de Deus e à fé.

Extraído da Bíblia do Estudante Aplicação Pessoal CPAD, p. 1201

TEXTO BÍBLICO

João 1.6-8,15,16,24-27
6 Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.
7 Este veio para testemunho para que testificasse da Luz, para que todos cressem por ele.
8 Não era ele a Luz, mas veio para que testificasse da luz.

15 João testificou dele e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: o que vem depois de mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu.
6 E todos nós recebemos também da sua plenitude, com graça sobre graça.
24 E os que tinham sido enviados eram dos fariseus.
25 E perguntaram-lhe, e disseram-lhe: Por que batizas, pois, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?

26 João respondeu-lhes, dizendo: Eu batizo com água, mas, no meio de vós. está um a quem vós não conheceis,
27 Este é aquele que vem após mim, que foi antes de mim, do qual eu não sou digno de desatar as correias das sandálias.

INTRODUÇÃO

Na lição desta semana, veremos a fundamental importância do testemunho para a implantação e expansão do Reino de Deus. No seu relacionamento com as pessoas, nosso Deus sempre se valeu do próprio ser humano para revelar sua vontade e propósito, gerar fé nos corações e construir relacionamentos. Veremos também como João, o evangelista, nos apresenta João, o Batista, que veio dar testemunho de Jesus. Compreenderemos como o ministério desse precursor era necessário para denunciar o sistema pecaminoso reinante em Israel, preparando o caminho para o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

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I- A ORIGEM DO PRECURSO

1. Das montanhas de Judá. Luca é o único dos evangelistas que registra informações do nascimento de João, que passaria a ser identificado como “o Batista”, aquele que batiza, segundo o Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento, O texto sagrado não menciona sua cidade de origem, senão que ficava na região montanhosa de Judá (Lc 1.39). A tradição cristã a identifica como a atual Ein Kerem, vila que pertence à Jerusalém Ocidental. Maria foi para lá, após receber o anúncio da concepção de Jesus, visitar sua prima Isabel, grávida já havia seis meses (Lc 1.36). O precursor, portanto, nasceu antes do Messias.

2. O anúncio a Zacarias. O plano de Deus estava sendo fielmente executado. O mesmo Gabriel que visitou Maria e anunciou-lhe a obra do Espirito Santo para a encarnação do Filho de Deus (Lc 1.26-36), já havia estado com o sacerdote Zacarias, homem justo e temente a Deus (Lc 1.5,6), anunciando-lhe o nascimento de João, o precursor do Messias (Lc 1.13-19). Zacarias e Isabel, assim como Simeão e Ana, nos mostram que mesmo diante da apostasia e do declínio moral reinantes naquele tempo, alguns judeus piedosos serviam a Deus e perseveravam em oração, esperando a consolação de Israel, prometida pelos profetas (Lc 2.25-38).

3. O cumprimento profético. O anúncio do nascimento de João Batista foi feito em cumprimento à profecia do Antigo Testamento. O anjo Gabriel cita Malaquias 4.5,6 ao falar do ministério de João: “E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor, seu Deus, e irá adiante dele no espirito e virtude de Elias, para converter o coração dos pais aos filhos e os rebeldes, à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto” (Lc 1.16,17). Mas a principal profecia do precursor é a que o próprio João Batista menciona para apresentar-se aos judeus que lhe indagavam a respeito de quem era: “Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaias” (Jo 1.23). Esta citação é extraída do capítulo 40 de Isaias (v. 3), que inaugura a seção do livro a qual anuncia livramento ao povo de Israel e é comparada como o “Novo Testamento” dentro do livro. Isaias é considerado o livro mais messiânico do Antigo Testamento e uma Bíblia em miniatura: do capítulo 1 ao 39, teríamos uma representação do Antigo Testamento; do 40 ao 66, a do Novo Testamento, completando os 66 capítulos (mesmo número de livros da Bíblia). É bem significativo, portanto, que a referência ao precursor do Messias apareça logo no início do capítulo 40, pois João Batista veio justamente no começo da era cristã.

SUBSÍDIO 1

Prezado(a) professor(a), converse com seus alunos explicando que em geral avaliamos as pessoas pelo que elas vestem. Em seguida, faça a seguinte indagação: “Qual seria a nossa avaliação em relação ao modo de se vestir, comer e se comportar de João Batista?” Ouça os alunos e incentive a participação de todos. Depois, explique que “João realmente não estava interessado em ser singular. O que ele queria fazer, mais do que qualquer coisa, era obedecer a Deus. E ele não tinha medo de pedir aos outros que fizessem o mesmo. João sabia que tinha um papel a desempenhar. Sua tarefa era dizer ao mundo que o Salvador estava prestes a chegar.” (Adaptado da Bíblia do Estudante Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD. p. 1201.)

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II – A MENSAGEM DO PRECURSOR

1. O estabelecimento de uma ruptura. O ministério de João representa um claro recorte espiritual. Um chamado ao arrependimento diante do quadro degradante vivido pelos judeus. Sectarismo, apostasia, politização, corrupção moral e indiferença eram as principais marcas do judaísmo de então. Essênios, zelotes, herodianos, fariseus e saduceus eram os principais grupos representativos da babel política e religiosa que Israel havia se transformado. João aparece no deserto da Judeia para marcar a chegada de um novo tempo. Uma necessária ruptura com o pervertido sistema religioso reinante, preparando a chegada do Salvador. Para tanto, a ferramenta estava posicionada: “…está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo” (Mt 3.10). É importante Considerarmos essa característica predominante no ministério de João Batista, para entendermos sua mensagem e propósito. Um homem simples, vestia-se de pelos de camelo e um cinto de couro e se alimentava de gafanhotos e mel silvestre (Mt 3.4), a quem acorriam as multidões de “Jerusalém [e de] toda a Judeia, e toda a província adjacente ao Jordão” (Mt 3.5). Estava consciente de seu papel: “É necessário que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.30).

2. Um enviado de Deus. autoridade de João Batista decorria de ele ser um enviado de Deus, Foi escolhido desde o ventre e preparado na escola divina (Lc 1.13-27). Entendeu e aceitou inteiramente o propósito de Deus para sua vida, era o último dos profetas do Antigo Testamento (Mt 11.13; Lc 16,16).

3. Uma mensagem contundente. João Batista pregava o arrependimento para perdão dos pecados. Sua mensagem era contundente: “Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não comeceis a dizer em vós mesmos: Temos Abraão por pai, porque eu vos digo que até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão” (Lc 3.7.8), o Batista não se iludia com religiosidades, Tinha uma mensagem transformadora, que exigia de todos mudança de atitudes: “Quem tiver duas túnicas, que reparta com o que não tem, e quem tiver alimentos, que faça da mesma maneira”; de caráter, como dito aos cobradores de impostos e aos soldados respectivamente: “Não peçais mais do que aquilo que vos está ordenado”; “A ninguém trateis mal, nem defraudeis e contentai-vos com o vosso soldo” (Lc 3.11-14). Essa mensagem despertou a consciência dos homens acerca de seu estado pecaminoso, preparando o caminho para a chegada do Messias, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29).

SUBSÍDIO 2

Professor(a), explique que “João advertiu a respeito do juízo iminente, comparando os que recusavam a viver à maneira de Deus à palha, que é a casca externa e inútil do trigo. Em contraste, João comparou os que se arrependem e transformam as vidas com o próprio trigo nutritivo. Os que se recusarem a ser usados por Deus serão descartados, porque não tem valor para a promoção da obra de Deus. Aqueles que se arrependem e creem, no entanto, terão grande valor aos olhos de Deus, porque estarão iniciando uma nova vida de serviço produtivo para Ele.” (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD. 2015. p. 1293.)

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Lição 01: Conhecendo o Evangelho de João | 1° Trimestre De 2022 | EBD – Jovens

TEXTO PRINCIPAL

“E o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (Jo 1.14)

RESUMO DA LIÇÃO

O Evangelho de João é essencialmente cristológico e singular em relação aos demais Evangelhos.

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – Mt 4.21 João, filho de Zebedeu
TERÇA – Jo 13.23 João o discípulo amado
QUARTA – Mt 17.1,2 João esteve presente na transfiguração
QUINTA – Jo 1.12 João apresenta Jesus como Salvador
SEXTA – Jo 1.1 João apresenta o Verbo encarnado
SÁBADO – Jo 2.1 João apresenta o primeiro sinal de Jesus

OBJETIVOS

APRESENTAR a autoria, a época e o propósito do Evangelho de João;
EXPOR a riqueza doutrinária do Evangelho de João;
COMPREENDER a Cristologia apresentada por João.

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), com a graça de Deus vamos iniciar o ano estudando o Evangelho de João, um livro singular cujo o propósito é mostrar que Jesus Cristo é o Filho Unigênito de Deus, o “Verbo que se fez carne”. O comentarista das lições é o pastor Silas Queiroz, membro do Conselho de Comunicação e Imprensa da CGADB. Ele é Jornalista, Bacharel em Teologia e Direito. Especialista em Direito Público, Direito Processual Civil e Docência Universitária. É pastor na Assembleia de Deus em Ji-Paraná (RO), cidade na qual reside e atua como procurador geral do município. Que o estudo de cada lição possa trazer a certeza de que Jesus Cristo é o Filho de Deus e único mediador entre o Todo-Poderoso e os seres humanos.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a), para a primeira lição do trimestre sugerimos que você reproduza o quadro abaixo. Utilize-o na apresentação do primeiro tópico da lição, pois o objetivo é apresentar algumas informações importantes a respeito do Evangelho de João.

O EVANGELHO DE JOÃO

PROPÓSITOComprovar que Jesus é o Filho de Deus e que todo
aquele que nEle crê tem a vida eterna.
AUTORJoão, filho de Zabedeu e irmão de Tiago, o apóstolo
apelidado de “filho do trovão”.
DESTINATÁRIONovos cristãos e não cristãos.
DATAProvavelmente 85-90 d.C.
PANORAMAEscrito depois da destruição de Jerusalém, em 70 d.C.,
antes do exílio de João na ilha de Patmos.
PESSOAS-CHAVEJesus, João Batista, os demais discípulos, Maria, Marta,
Lázaro, a mãe de Jesus, Pilatos e Maria Madalena.
LUGARES-CHAVEInterior da Judeia, Samaria, Galileia, Betânia e Jerusalém.

Extraído de Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD, p. 1410.

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TEXTO BÍBLICO

João 1.1-5,9-14
1 No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
2 Ele estava no princípio com Deus.
3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
4 Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens.
5 E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
9 Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo homem que vem ao mundo.
10 Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele e o mundo não o conheceu.
11 Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
12 Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que creem no seu nome.
13 Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da Vontade do varão, mas de Deus.
14 E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.

INTRODUÇÃO

Estamos iniciando não somente um novo trimestre, mas também um novo ano. Estudaremos um livro que expõe, com muita clareza, profundidade e objetividade, uma das principais doutrinas da Bíblia: a Doutrina de Cristo no Evangelho de João. O Evangelho de João é essencialmente cristológico e se apresenta com toda a sua singularidade em relação aos demais Evangelhos, que guardam entre si grande similaridade, daí serem considerados sinóticos. Enquanto Mateus, Marcos e Lucas enfatizam mais a humanidade de Cristo, em João Jesus é apresentado especialmente como o Filho de Deus, o Verbo Encarnado.

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I – AUTOR, ÉPOCA E PROPÓSITO

1. O discípulo amado. João, filho de Zebedeu e irmão de Tiago, também discípulo de Jesus (Mt 4.21), é o autor desse “Evangelho espiritual”, como assim o chamou Clemente de Alexandria (150-215 d.C.). O livro traz várias referências ao discípulo “a quem Jesus amava” (Jo 13.23; 19.26; 20.2) e encerra com a expressão: “Este é o discípulo que testifica dessas coisas e as escreveu” (Jo 21.24). João trabalhava com o pai e o irmão no ramo da pesca (Mc 1.19,20). Tornou-se um dos discípulos mais próximos de Jesus, ao lado de Pedro e Tiago, tendo o privilégio de estar presente em momentos ímpares, como na transfiguração (Mt 17.1). O que muito se destaca na vida de João, portanto, é sua intimidade com Jesus (Jo 13.25).

2. O apóstolo do amor. Evangelho de João foi o último a ser escrito. Não há uma data específica, mas registros dos primeiros séculos indicam ter sido entre os anos 80 e 95 d.C. Nessa época, e nos séculos seguintes, foram intensos os debates teológicos em torno das
doutrinas centrais da fé cristã. Muitas heresias foram forjadas pelo judaísmo, que tentou se reestabelecer após a Diáspora, ocorrida depois de 70 d.C., quando aconteceu a destruição de Jerusalém. Também no seio do cristianismo surgiram muitos hereges. Dentre os falsos ensinos destaca-se o que negava a divindade de Jesus. O amoroso apóstolo João, o mesmo autor de 1, 2 e 3 João e do Apocalipse, havia estabelecido muitas igrejas, especialmente na Ásia Menor. Foi justamente de lá, mais precisamente de Éfeso, que escreveu seu Evangelho, cujo escrito serviu para solidificar a fé de cristãos não somente de seu tempo, mas de todas as épocas, chegando até nós.

3. Evangelista e apologista. O diligente pastor João, já idoso, era também evangelista e apologista. Seu Evangelho tem esse duplo caráter, sobressaindo nele uma firme apologia da doutrina central da fé cristã. Esse propósito é diretamente anunciado por ele, quando, após registrar os sinais que evidenciavam a divindade de Cristo, afirmou: “Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e que para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.31). O Evangelho de João tem, portanto, crucial importância tanto para a propagação das Boas-Novas da Salvação aos que ainda não creem, quanto para a firmeza e permanência da nossa fé, através da vida que somente no Filho de Deus podemos ter.

SUBSÍDIO 1

“Prezado(a) professor(a), incentive seus alunos a lerem, no decorrer do trimestre, o Evangelho de João. Se possível faça uma leitura em que todos possam acompanhar juntos. Para dar início ao primeiro tópico faça a seguinte pergunta: “O que João desejou evidenciar ao escrever o Evangelho que leva o seu nome?” Explique que “neste Evangelho, João evidenciou claramente que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que, crendo nEle, teremos a vida eterna. João também forneceu um material singular a respeito do nascimento de Jesus, ao revelar que Ele não veio a existir quando nasceu, porque é eterno; sempre existiu.” (Adaptado da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p. 1410.)

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II – A RIQUEZA DOUTRINÁRIA DO EVANGELHO DE JOÃO

1. A Cristologia e a Trindade. A riqueza doutrinária do Evangelho de João é simplesmente surpreendente. Já nos primeiros 34 versículos do primeiro capítulo do Livro é possível encontrar revelações claras e profundas acerca das principais doutrinas da Bíblia. A doutrina de Deus, dentro da compreensão da Trindade (“um só Deus, eternamente subsistentemente em três pessoas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade”, conforme nossa Declaração de Fé), levaria cerca de três séculos para ser bem compreendida e sistematizada pela cristandade, mas ali estava, de maneira inequívoca, o registro acerca das pessoas do Deus Pai, do Deus Filho e do Deus Espírito Santo, com indicação, inclusive, do papel primordial de cada uma delas. Depois de falar do Filho, como o Verbo que sempre esteve com o Pai, João apresenta o Espírito Santo, aquele que outro João, o Batista, viu “descer do céu como uma pomba e repousar sobre ele” (Jo 1.32). O Espírito é o que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8), tem papel imprescindível na regeneração (Jo 3.5; 20.22) e é indispensável para uma vida cristã vitoriosa (Jo 14.16-18,26).

2. Cristo, o Deus Criador. João não apenas refere-se a Cristo como um Ser Divino, mas apresenta desde logo seus principais atributos, como a eternidade, a Onipotência, a Onipresença e a Onisciência, pois o situa “no princípio”, na eternidade passada, agindo com e como Deus: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). Quando houve esse “princípio”, que foi revelado a Moisés (Gn 1.1), Cristo já existia como verdadeiro Deus, Eterno, sem princípio; incriado. Ele, aliás, participou com o Pai e o Espírito da obra da criação: “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3). Cristo, portanto, é também Deus Criador. Por isso, Gênesis registra a ação plural: “Façamos o homem, à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1.26) e Paulo afirma que “ele [Cristo] é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele” (Cl 1.17).

3. Cristo no Antigo Testamento. O discípulo amado também sintetizou, em um versículo apenas, a livre e permanente agência de Cristo desde o Éden e por todo o Antigo Testamento até sua encarnação, quando diz: “Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens” (Jo 1.4). Um dos exemplos está na declaração paulina aos coríntios: “Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem; e todos passaram pelo mar, e todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar, e todos comeram de um mesmo manjar espiritual, e beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo” (1 Co 10.1-4). Cristo, portanto, não foi um mero assistente junto ao Pai desde Adão. Seja de forma teofânica, seja através de tipos, o Deus Filho esteve presente em toda a Antiga Aliança, aguardando o tempo em que haveria de se manifestar, encarnado, para a obra prometida ainda no Éden: que da semente da mulher nasceria um que pisaria a cabeça da serpente (Gn 3.15).

SUBSÍDIO 2

Professor(a), explique neste tópico que “enquanto na filosofia grega, o logos significa princípio da razão que governa o mundo, o pensamento; na cultura hebraica, é outra forma de referir-se
a Deus. Assim, a descrição de Jesus como o Verbo feita por João indica que ele se refere a um ser humano que conheceu e amou, mas ao mesmo tempo o Criador do universo, a suprema revelação de Deus, a Deidade encarnada (1.14), o retrato vivo da santidade de Deus, o único em que tudo subsiste (Cl 1.17). Para os leitores judeus, afirmar que Jesus é a encarnação de Deus é blasfêmia. Para os leitores gregos, dizer que o “Verbo se fez carne” (1.14) era inconcebível. Para João, o novo entendimento sobre o Verbo eram as Boas-Novas em Jesus Cristo.” (Adaptado da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p. 1410.)

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Lição 13: Esperando Jesus para Hoje | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Jovens

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 13: Esperando Jesus para Hoje | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o Senhor constituiu sobre sua a sua casa, para dar o sustento a seu tempo?” (Mt 24.45)

SÍNTESE

A volta de Jesus Cristo será de forma inesperada. Pode se dar a qualquer dia e hora, por isso precisamos estar preparado

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Mt 25.6 Jesus, o esposo que vem de forma inesperada
TERÇA – Mc 13.35 Jesus, o dono da casa que vai voltar
QUARTA – Lc 10.35 Jesus, o amigo que vai voltar
QUINTA – Lc 12.37 Jesus, o Senhor que vai voltar
SEXTA – Lc 19.12 Jesus, o homem nobre que vai voltar
SÁBADO – Jo 14.18 Jesus, não nos deixará

OBJETIVOS

• COMPREENDER que precisamos aguardar a volta do Senhor com expectativa;
• MOSTRAR que Jesus Cristo é aquele que voltará:
• SABER qual deve ser as atitudes dos crentes diante da volta de Jesus.

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), com a graça de Deus chegamos ao final de mais um trimestre. Depois de tudo que es­tudamos podemos afirmar: “Jesus voltará a qualquer momento para arrebatar a sua Noiva.” O próprio Senhor Jesus declarou: “cedo venho”. Nesta última lição do trimestre concluiremos nosso estudo a respeito da Escatologia Bíblica tratando sobre a volta repentina de Jesus. A vinda do Salvador se dará de forma inesperada, por isso precisamos estar sempre alertas e vigilantes. Que venhamos apregoar a este mundo que Jesus Cristo em breve voltará e que hoje a “porta da graça” está aberta.

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor (a), peça aos alunos que façam uma avaliação do trimestre. Para ajudar na avaliação, faca as perguntas abaixo. Solicite que os alunos respondam as questões em dupla. Depois, faça um único grupo para que eles respondam as indagações. Conclua fazendo as suas considerações a respeito do trimestre.

AVALIAÇÃO DO TRIMESTRE

• O que você achou do tema geral do trimestre?
• Qual tema abordado você mais gostou? Por quê?
• Qual tema você gostaria que tivesse sido abordado e não foi?
• O que você aprendeu e acredita que tenha uma relevância maior?
• O que você acredita que tenha sido um ponto negativo neste trimestre?.

TEXTO BIBLICO

Apocalipse 22.1-14
1 E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
2 No meio da sua praça e de uma e da outra banda do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a saúde das nações.
3 E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão.
4 E verão o seu rosto, e na sua testa estará o seu nome.
5 E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de Lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumia, e reinarão para todo o sempre.
6 E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos santos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.
7 Eis que presto venho. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
8 E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E. havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar.
9 E disse-me: Olha, não faças tal, porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
10 E disse-me: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque próximo está o tempo.
11 Quem é injusto faça injustiça ainda: e quem está sujo suje-se ainda: e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda.
12 E eis que cedo venho, e o meu galardão esta comigo para dar a cada um segundo a sua obra
13 Eu sou o Alfa e o Omega, o Principio e o Fim. o Primeiro e o Derradeiro.
14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida e possam entrar na cidade pelas portas.

INTRODUÇÃO

Os crentes do Antigo Testamento esperaram, com muita expectativa, a chegada do Messias, promessa feita no Éden (Gn 3-1510 profeta Malaquias, 400 anos antes do nascimento do Salvador, ratificou que nasceria “o sol da justiça”, O Messias, e salvação traria“ debaixo das suas asas”(Ml 4.2). Deus cumpriu a sua promessa e no tempo certo O Messias veio ao mundo. Antes da sua ascensão, Jesus pro­meteu que voltaria para nos buscar. Quase dois mil anos já se passaram, e nós os crentes aguardamos a volta do Messias para buscara sua Igreja. A promessa de Jesus pode ser cumprida a qualquer instante, por isso precisamos estar preparados: “E as coisas que vos digo digo-as a todos: Vigiai” (Mc 13.37) – No Livro de Apocalipse. O Senhor disse, três vezes: “cedo venho” (22.7,12,20).

I- A EXPECTATIVA DA VOITA DO SENHOR

1. A promessa do rapto da Noiva. João, na Ilha de Patmos, recebeu a revelação da vitória final do Cordeiro, que foi morto, o qual, por fim, concluirá sua missão e reinará eternamente. Segundo a cultura judaica, nos dias de Jesus, mesmo com o casamento marca­ do, a hora em que o noivo compareceria para buscar a noiva na casa do pai dela não era agendada. O Senhor Jesus, igual­mente, prometeu voltar, mencionando os sinais de sua vinda, mas disse que daquele dia e hora ninguém sabia. Com essas últimas palavras o Mestre reafirma a promessa do Arrebatamento, em que Ele virá num piscar de olhos, como um ladrão, sem aviso prévio: “Porque ainda um poucochinho de tempo, e o que há de vir virá e não tardará” (Hb 10.37).

2. O compromisso da Noiva com a santidade. A Noiva de Cristo deve viver neste mundo até o dia da sua volta de forma gloriosa, “sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irre­preensível” (Ef 5.27). Precisamos viver em santidade se desejamos ser arrebatados para encontrar com Jesus nas nuvens. A Palavra de Deus nos exorta: “Pelo que, amados, aguardamos estas coisas, pro­curai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz” (2 Pe 3.14).

3. As obras serão recompensadas. O Senhor Jesus afirma que há galardão reservado para os que são fiéis, cujas obras são dignas diante dEle: “para dar a cada um segundo a sua obra” (Ap 22.12). Aqueles que fazem parte do Cor­po de Cristo e de maneira abnegada, deixaram as coisas do mundo para se dedicarem intensamente ao Senhor, preparando-se para o encontro com Ele, receberão a tão almejada recompensa que está com o Senhor Jesus.

Pense! Porque Jesus falou sobre galardão neste momento? Só a salvação não seria suficiente?

Ponto Importante Se Jesus deu importância ao recebimento dos galardões e, então, isso é muito importante. Não sabemos os maiores segredos da eternidade.

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II- JESUS CRISTO, AQUELE QUE VOLTARÁ

1. Jesus Cristo, o grande vencedor. A função primordial da Escatologia Bíblica é glorificar a Cristo. Depois de falar sobre o galardão. Jesus declara: “Eu sou o Alfa e o Ómega, o Principio e o Fim, o Primeiro e o Derradeiro” (Ap 22.13). Durante toda a revelação do Apocalipse, o Cordeiro é glorificado sendo o único digno de “desatar os selos” e abrir o Livro (Ap 5.5). Ainda que surjam inimigos ferozes, todavia, não devemos temê-los, pois só o Senhor é o Todo-Poderoso. Por isso, os crentes podem ter a firme esperança do futuro glorioso que lhes está reservado.

2. Jesus Cristo, o único que pode salvar o homem. Depois de descrever as maravilhas da Nova Jerusalém, João afirma que todos aqueles que creram em Jesus e no seu sacrifício vicário, e pela fé tiveram suas vestiduras lavadas no sangue do Cordeiro terão direito à salvação, ou seja, à árvore da vida (Ap 22.14). Jesus morreu e mediante o seu sacrifício podemos obter a salvação. Só há salvação em Jesus Cristo.

3. Jesus, o único que pode purificar o pecador. Só o sangue de Jesus pode nos limpar de todo o pecado (1 Jo 1.7). Somente serão arrebatados aqueles que tiverem seus corações purificados pelo sangue do Cordeiro. O crente pode até cometer um pecado acidental, mas ele não tem mais prazer no erro e quando o comete, logo se arrepende, pede o perdão de Jesus e abandona o erro. Se anelamos viver eternamente com Cristo precisamos esmurrar o nosso corpo, e o reduzirá servidão pelo Espi­rito, para que não sejamos reprovados (1 Co 9.27).

Pense! O crente está imune as obras da Carne?

Ponto Importante. O justo não estão imunes as obras da carne: antes, pelo contrário, como alguém já disse ” o melhor do santos podem cometer o pior dos pecados”.

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Lição 11 – Julgamento Final: Novos Céus e Nova Terra | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Jovens

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 11 – Julgamento Final: Novos Céus e Nova Terra | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.” (Ap 20.11)

SÍNTESE

No final da História, Deus pedirá a prestação de contas da humanidade não regenerada e, após a condenação, estabelecerá definitivamente novos Céus e nova Terra nos quais habitara a justiça

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Jo 3.18 O fundamento da condenação dos ímpios
TERÇA – Ap 20.12 O fundamento da pena aos ímpios no Juízo Final
QUARTA – Jo 5.29 Os ímpios terão a ressurreição da condenação
QUINTA – Is 65.17 Novos Céus e Terra: uma promessa
SEXTA – SL 102.25,26 Novos Céus e Terra: uma mudança completa
SÁBADO – 2 Pe 3.13 Novos Céus e Terra: uma esperança

OBJETIVOS

MOSTRAR que segundo as Escrituras Sagradas haverá um julgamento final;
EXPLICAR que haverá novos Céus e a nova Terra
MOSTRAR que a alma e imortal e que a vida não cessa

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), você crê que haverá um julgamento final? Então, você não terá dificuldades para preparar a lição deste domingo Estudaremos a respeito do juízo final, o Grande Trono Branco e os novos Céus e a nova Terra. Os crentes que foram arrebatados não terão que passar por nenhum tipo de julgamento e vão desfrutar de uma vida de paz e alegria ao lado do Senhor na Nova Jerusalém. No Juízo Final será julgada a humanidade não regenerada, pois rejeitaram a Deus não se arrependeram de seus pecados.

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor (a), para a aula de hoje sugerimos que você reproduza a figura abaixa Utilize-a para mostrar aos alunos os julgamentos futuros

Extraído de LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 293

TEXTO BÍBLICO

Apocalipse 20.11-15; 21.1-3
11 E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles
12 E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.
13 E deu o mar os mortos que nele havia: e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.
14 E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte.
15 E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo,

Apocalipse 21.1-3
1 E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.
2 E eu. João, vi a Santa Cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu. adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido
3 E ouvi uma grande voz do céu, que dizia Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitara, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus.

INTRODUÇÃO

As Escrituras revelam que Deus separou um dia para julgar a Satanás e a todos os ímpios que rejeitaram a mensagem da salvação. O Julgamento Final será presidido por Jesus Cristo, a quem o Pai outorgou todo o poder para julgar e estabelecer a justiça (At 17.31). Após o fim do Milênio, Satanás será solto de sua prisão para enganar muitas pessoas e as conduzirá a marchar para destruir Jerusalém. Contudo. o Senhor fará descer fogo do céu. destruindo os exércitos inimigos, derrotando a Satanás e estabelecendo o Juízo. Em seguida, todos os mortos, grandes e pequenos, deverão comparecer perante o grande trono branco, onde o Senhor estará assentado para julgá-los conforme as suas obras encontradas nos registros divinos. E todo aquele que não for achado escrito no livro da vida será lançado no lago de fogo. Será um dia terrível! Findados os juízos de Deus, os redimidos do Senhor o servirão com alegria por toda a eternidade.

1- O JULGAMENTO FINAL

1. O presidente do tribunal. O Pai outorgou ao Filho todo o juízo a fim de que Ele tivesse todas as credenciais necessárias para presidir o Tribunal de Cristo (2 Co 5.10), o Juízo das Nações (Mt 25.31-46) e o Julgamento Final (At 17.31): “O Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo, para que todos honrem o Filho, como honram o Pai” (Jo 5.22.23). As qualificações de Jesus Cristo dão-se por sua obediência e humilhação voluntária. Ele esvaziou-se de todo o privilégio da divindade, assumindo a forma humana, fazendo-se semelhante aos homens (cf. Fp 2.7). Em decorrência de sua submissão ao Pai, Jesus foi exaltado soberanamente e restituído à sua posição apropriada. Deus o exaltou soberamente e toda a língua confessará e todo joelho se dobrará diante dEle (Fp 25-11), Esta, certamente, será uma cena do Juízo Final.

2. Os livros do julgamento. A Bíblia faz refecia a “livros” no Juízo Final, os quais conterão, certamente, os registros das obras dos homens, e menciona, especificamente, o Livro da Vida (Fl 4.3: Ap 3.5;13.8; 17.8; 20.12,15; 21.27; 22.19). O Espírito Santo. nos Salmos (56.8; 69.28; 139.16) revela também a existência de um livro de Deus. onde estariam escritas as condutas dos homens. Da mesma forma o profeta Daniel (Dn 7.9,10), como João (Ap 20.11.12) viu, no Juízo Final, livros sendo abertos, Jesus, por sua vez, mencionou a importância de se ter o nome escrito no céus (Lc 10.20). Evidentemente Deus não precisaria de livros para tomar nota de todos os fatos. Entretanto, a abertura dos livros evidencia a onisciência de Deus em relação a todos os atos praticados pelos homens, assim como o conhecimento do que há de mais profundo no pensamento e sentimento humanos.

Pense! Por qual razão o mundo, diante de tantas verdades estarrecedoras quanto à eternidade sem Deus, não se converte de uma vez por todas?

Ponto Importante Está escrito: “[…] O deus deste séculos cegou os entendimentos dos incrédulos, para que nao lhes resplandeça a luz do evangelho da gloria de Cristo, que é a imagem de Deis “.(2 Co 4.4)

II – NOVOS CÉUS E NOVA TERRA

1. O fim do mundo. O cataclisma final da existência é tratado no contexto biblico tanto pelos profetas do Antigo Testamento quanto por Jesus e os apóstolos em o Novo Testamento. (ls 34.4; 51.6; Mt 13.39; 24.3,14; Mc 13.7,31; 1 Co 15.24; 2 Pe 3.7,11,12; Ap 20.11). Embora o texto biblico não mencione cronologicamente os eventos acerca do fim, é possível identificar nas profecias os acontecimentos que precederão o Juízo de Deus. Depois, virá o fim, quando tiver entregado o Reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo império e toda potestade e força” (1Co 15.24). Esse momento parece coincidir com a visão joanina do Senhor assentado no grande Trono Branco ‘de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles’ (Ap 20.11). De acordo com a Declaração de Fé das Assembleias de Deus “quando for instalado o juízo do Grande Trono Branco, o Céu e a Terra deixarão de existir. A Terra, contaminada pelo pecado, não resistirá ao esplendor da presença de Deus: o universo físico não se susterá diante da pureza, santidade e gloria daquele que está assentado sobre o trono.

2. A Nova Jerusalém. A Nova Jerusalém é o lar eterno e destino final dos salvos. Ela já existia no céu (Gl 4.26; Fl 3.20), é a cidade que Abraão anelou, cujo arquiteto e edificador é Deus (Hb 11.10,13,16). Deus prometeu que habitaria com os homens e eles seriam o povo de Deus, e o Pai Celeste estaria com eles para sempre (Ap 21.3). Nesta cidade, não haverá templo. pois seu templo é o próprio Senhor. Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro (cf. Ap 21.22). O seu material é constituído de pedras preciosas, nas doze portas da cidade estão os nomes das doze tribos de Israel e em seus fundamentos os nomes dos doze apóstolos. A adoração será perpetuamente e os salvos desfrutarão de paz e alegria eternas. Nas cartas endereçadas às sete igrejas da Ásia, o Senhor Jesus faz menção a várias recompensas que existirão na Nova Jerusalém: comer da árvore da vida no Paraiso de Deus, alimentar-se do mana escondido, receber uma pedra branca com o novo nome escrito, vestimentas brancas, sentar-se com Jesus em seu trono etc. No entanto, esses privilégios só serão concedidos aos que vencerem (Ap 2.7,17; 3.21).

Pense! Você crê que haverá novos Céus e nova Terra?

Ponto Importante A Bíblia diz que “e vi um novo céu e uma nova terra. Porque o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe” (Ap 21.1)

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Lição 09: O Retorno Triunfal de Cristo | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Jovens

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 09: O Retorno Triunfal de Cristo | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém” (Apocalipse 1:7)

SÍNTESE

O retorno do Senhor em gloria enche de esperança o coração dos cristãos, pois um dia, Deus intervirá definitivamente nesta Terra e restaurará as boas coisas que foram perdidas com a Queda.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Jd 1.4 O Senhor virá com seus santos
TERÇA – Zc 12.9,10 Israel chorará por aquele a quem traspassaram
QUARTA – Dn 7.13,14 O Senhor virá para reinar eternamente
QUINTA – Mt 24.30 O Senhor virá com poder e grande glória
SEXTA – 2 Ts 1.7-9 O Senhor se manifestará labaredas de fogo
SÁBADO – CL 3.4 O Senhor se manifestará a sua Igreja em glória

OBJETIVOS

• MOSTRAR o que é o retorno triunfal de Cristo,
• EXPLICAR o propósito para o retorno triunfal de Cristo:
• SABER que haverá uma intervenção divina plena na história.

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), a volta triunfante de Jesus se dará em duas fases: na primeira Ele virá nas nuvens para buscar a sua Igreja é somente as crentes o verão. Na segunda fase a sua vinda será visível a todos. Depois do periodo da Grande Tribulação Jesus voltará para implantar seu Reino Milenial Durante este período, Satanás ficará preso por mil anos no abismo. Depois será solto por um pouco de tempo, antes de receber o castigo eterno no Lago de Fogo. No decorrer da aula enfatize que nós não precisamos temer Satanás, pois seus dias estão contados e togo suas ações vão se findar A Trindade Satânica será aniquilada pelo assopro da boca do Senhor (2 Ts 2.8).

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a) sugerimos para a aula deste domingo que você. logo na introdução da lição, enfatize aos alunos que um dos propósitos do retorno triunfal de Jesus é para julgar as nações Em seguida, faça a seguinte pergunta. “Quais as nações que serão julgadas? Incentive a participação dos alunos. Ouça as resposta e explique que segundo o pastor Antônio Gilberto na obra o Calendário da Profecia, páginas 91 e 92 “a base do juízo é a maneira como as nações trataram os irmãos de Jesus.

TEXTO BÍBLICO

Apocalipse 19.11-16
11 E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça.
12 E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito que ninguém sabia, senão ele mesmo.
13 E estava vestido de uma veste salpicada de sangue, e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus.
14 E seguiam-no os exércitos que há no céu em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro.
15 E da sua boca saia uma aguda espada. para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso.
16 E na veste e na sua coxa tem escrito este nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES

INTRODUÇÃO

Durante a ascensão de Jesus, no Monte das Oliveiras (At 19-12), os anjos questionaram aos discípulos por que eles olhavam para o céu. e, em seguida, complementaram: “Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes in (At 1.11) Tal ênfase ocorre porque. segundo a profecia de Zacarias 14.4, o retorno triunfal de Jesus acontecerá do mesmo modo e no mesmo lugar da sua ascensão. A volta gloriosa de Jesus será um momento decisivo para o mundo, em especial para Israel que naquele dia terá a restauração prometida. Cristo aparecerá “com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que o traspassaram” (Ap 1.7). Os discípulos queriam saber sobre isso (At 1.6), e os anjos lhes res ponderam. Ainda, muitos séculos de sofrimento e humilhação aos judeus se seguiram, mas quando Jesus voltar com sua Igreja, então, a justiça divina colocará tudo no seu devido lugar.

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I- O QUE É O RETORNO TRIUNFAL DE CRISTO

1. A última etapa da volta de Jesus. O apóstolo Paulo afirmou que a Igreja está “aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo’ (Tt 2:13). Há, portanto, a distinção entre os dois eventos: a bem-aventurada esperança, que diz respeito ao arrebata mento, quando o Senhor virá como um ladrão para sua igreja (Mt 24-42-44) e a manifestação da glória, que faz alusão à sua volta, quando aparecerá publica mente como um relâmpago que sai do oriente até o ocidente. Então todo o olho o verá (Mt 24.27). Na primeira fase da sua vinda, Jesus virá para levar a sua Igreja de forma invisivel (Mt 25.6).

Em um piscar de olhos (1 Co 15 51.52) os mortos em Cristo ressuscitarão e os crentes que estiverem vivos serão transformados e subirão ao encontro do Senhor nos ares (1 Ts 4.13-17). Na segunda fase, logo depois da Grande Tribulação, Jesus virá e todas as tribos da Terra se lamentarão e o verão vindo sobre as nuvens, com poder e grande glória (Mt 24 29 30). Nessa ocasião, o Senhor não virá sozinho, mas com miríades (gr. myrias, isto é, uma multidão incontável) de seus santos – a Igreja -(Jd 1.14; Cl 3.4) e seus anjos (Ap 19.11,14). Ele virá como labaredas de fogo, para fazer justiça aos santos (2 Ts 1.7-9).

2. A volta gloriosa do Senhor. A Bíblia faz questão de frisar que Jesus virá “com poder e grande glória” (gr. doxa, que significa esplendor, brilho). Na atualidade, Deus está trabalhando em oculto (Is 45.15). Todavia, chegara o dia em que Ele será revelado ao mundo com toda a sua glória e esplendor. Na segunda fase da vinda de Jesus, muitos argumentos humanistas. ateístas e blasfemos contra o Senhor desaparecerão instantaneamente, pois. ante os fatos, ninguém mais duvidará da sua existência. Os homens serão convencidos pelo esplendor da vinda do Filho do Homem. Afinal, todo olho verá sua grande gloria e sentirá o impacto constrangedor de sua presença poderosa. Nenhum arrogante conseguirá ficar de pé diante da presença do Senhor (Is 45.23: Rm 14.11).

3. A volta triunfal com a Igreja. Após as Bodas do Cordeiro, Jesus retornará juntamente com a Igreja, para fazer juízo e condenar todos os ímpios (Jd 1.14.15) Tal momento glorioso faz parte da analogia ao casamento judaico, que era composto por três fases. Cada qual simbolizando uma etapa da aliança de Cristo com sua igreja desde o noivado até o momento em que o marido apresenta sua esposa à sociedade, fazendo referência à volta de Cristo com uma igreja (Cl 3.4). Esta será uma “apresentação” Triunfal da Noiva, a qual estará lindíssima: “Igreja gloriosa sem mácula nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e irrepreensível” (E

Pense! Jesus virá buscar a sua noiva  

Ponto Importante Como noiva de Cristo, precisamos viver de maneira Santa, pura, testemunhando o evangelho de Jesus

II- PROPÓSITOS PARA O RE TORNO TRIUNFAL

1. Para salvar Israel. No momento mais difícil da história do povo hebreu, perto de sua possível extinção, os exércitos inimigos já terão invadido Jerusalém e cometido muitas atrocidades. Conforme a passagem de Zacarias 13.8, apenas um terço dos judeus restará. Então surgirá um esplendor de luz no céu e como o brilho de um intenso relâmpago que cruza os céus assim será o sinal da vinda do Filho do Homem, e aparecerá o Senhor gloriosamente, com a Igreja e seus anjos. vindo sobre as nuvens (Mt 24 30). Na historia biblica e também nas guerras contra Israel no século XX, há vários relatos da intervenção divina para salvar o povo hebreu. Entretanto, nada se comparará a este momento esplêndido de glória e manifestação do poder de Deus, em que todas as gentes do mundo se lamentarão sobre o Filho do Homem, inclusive os judeus (Mt 24.30, Ap 17). Israel será salvo, e o remanescente Judeu, arrependido, reconhecerá Jesus como seu Messias e se converterá (Is 4.3; 59.20,21; 60.21; Zc 12.10-14; Rm 9.27; 11.25-27).

2. Para destruir os inimigos. A Guerra do Armagedom (Ap 16.15) será intentada pela trindade satânica e as nações que seguiram o Anticristo. Contudo. Cristo os vencerá pela espada que sai da sua boca. Será uma mortandade nunca vista, a tal ponto que decorrerão sete meses para os mortos serem enterrados (Ez 39.12-16), e as aves de rapina terão um “grande banquete’ (Ap 19.17.21), A longanimidade de Deus chegou ao fim diante de tantas obras iniquas cometidas.

3. Para se cumprirem as profecias. Conforme o próprio Jesus disse desde o inicio de seu ministério terreno. “até que o céu e a terra passem. nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido” (Mt 5.18). Deus é fiel e as suas palavras vão se cumprir no tempo certo.

Pense! Qual o propósito de Deus para sua vida?

Ponto importante Assim como existe um propósito para o retorno Triunfal de Jesus, o senhor também tem um objetivo para as nossas vidas

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Lição 07: O Aparecimento do Anticristo | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Jovens

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 07: O Aparecimento do Anticristo | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“Filhinhos, e já a última hora e como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos: por onde conhecemos que é já a última hora (1 Jo 2.18)

SINTESE

Com o aparecimento do anticristo, o mundo viverá o caos total anunciando o fim de todas as coisas

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Dn 7.25 Um homem que proferirá palavras contra o Altíssimo
TERÇA – Dn 8.25 Um homem que fará prosperar o engano
QUARTA – Mt 24.15 Um homem que promoverá a “abominação da desolação”
QUINTA – 2 Jo 7 Um homem que negará a humanidade de Jesus
SEXTA – Ap 13.8 Um homem que será objeto de adoração
SÁBADO – Ap 13.18 Um homem cujo número é 666

OBJETIVOS

MOSTRAR, segundo a Palavra de Deus, quem é o Anticristo
EXPLICAR de acordo com a Palavra de Deus, quem faz parte da Trindade Satânica
MOSTRAR como se dará o governo do Anticristo

INTERAÇÃO

Professor(a) veremos nesta lição que um dos sinais da volta de Jesus é a operação do Anticristo no mundo. O seu governo será mundial e de acordo com o apóstolo João, o espirito dEle já está atuando no mundo (1 Jo 4.3). Necessitamos de discernimento e sabedoria para enfrentarmos este mundo dominado pelo deus deste século, Satanás (2 Co 4.4: 1 Jo 5.19). No decorrer da lição enfatize aos alunos o fato de que precisamos orar e vigiar constantemente. Mais do que nunca necessitamos do poder divino e de discernimento espiritual para não sermos enganados pelas forças do mal.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a), para a aula de hoje sugerimos que você reproduza o quadro abaixo. Utilize-o para explicar aos alunos a diferença entre a Anticristo e Jesus Cristo. É importante que você leia juntamente com seus alunos as características e discuta com eles cada uma.

JESUS CRISTOANTICRISTO
A VerdadeA mentira
O SantoO iníquo
Homem de doresHomem de pecados
Filho de DeusFilho de satanás
Ministério de DeusMinistério de injustiça
Bom PastorPastor inútil
Exaltado nas alturasLançado no inferno
Humilha-se a si mesmoExalta-se a si mesmo

Extraído de Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica, CPAD, p. 248.

TEXTO BIBLICO

Tessalonicenses 2.3-12
1 Ora, irmãos, rogamos-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e pela nossa reunião com ele.
2 Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos per turbeis, quer por espirito, quer por palavra, quer por epistola, como de nós, como se o Dia de Cristo estivesse já perto.
3 Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição
4 O qual se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou se adora; de sorte que se assentará como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.
5 Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco
6 E agora, vos sabeis o que o detém para que a seu próprio tempo seja manifestado
7 Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que, agora, resiste até que do meio seja tirado.
8 E, então será revelado o iniquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda.
9 A esse cuja vinda e segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira
10 E com todo engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem,
11 E por isso. Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira.
12 Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade: antes, tiveram prazer na iniquidade

INTRODUÇÃO

Quando estudamos a respeito da Escatologia Biblica, não podemos deixar de falar a respeito de Anticristo. Nos Livros de Daniel e Apocalipse existem varias expressões e figuras que apontam para ele Embora o espirito dele já esteja atuando no mundo e muitos anticristos têm se levantado, ele ainda não foi revelado. Quando o Senhor autorizar a ‘operação do erro’ o Anticristo entrará decisivamente em ação, e sairá a enganar os que habitam no mundo. Por fim, o Senhor Jesus derrotará com o sopro da sua boca e o lançará no lago que arde com fogo e enxofre.

1- QUEM E O ANTICRISTO

1. A encarnação do mal. A expressão utilizada por João para “Anticristo no grego è artichristos refere-se a um ser politico cujo governo terá um alcance mundial. Ele fara prosperar o engano, negará a perfeita humanidade de Jesus (2 Jo 7). proferirá as palavras contra o Altíssimo e promoverá a abominação da desolação (Mt 24.15). Esse ser satânico, influenciará os que habitam na Terra de tal maneira que será adorado como um deus (Ap 13.8). O termo “anticristo só aparece nas Cartas de João: 1 João 2.18-22; 4.3 e 2 João 7. É importante ressaltar que segundo Tim Cahaye o termo “anticristo pode ser aplicado tanto ao individuo como ao sistema que ele representa. O profeta Daniel afirma que o Anticristo firmará um concerto com muitos por uma semana: e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares: e sobre a asa das abominações virá o assolador […]” (Dn 9.27). Os termos “sacrifício e oferta de manjares”. pode ser uma alusão ao templo em Jerusalém, onde atualmente funciona uma mesquita. Segundo a Palavra de Deus, este templo será reedificado; pois será ali que o Anticristo cometerá uma abominação, fato que será decisivo para Israel perceber o engano satânico.

2. Um homem que tentará usurpar o lugar de Deus. O Anticristo, cuja vinda é sob a eficácia de Satanás (2 Ts 2.9). será alguém politicamente correto, mas na verdade se trata de uma fraude. Ele se apresentará como alguém que tem a solução para todos os problemas da humanidade. Um homem soberbo. oposto ao verdadeiro Cristo alguém que exalta a si mesmo contra o Altíssimo e exige adoração por intentar presunçosamente, ser igual a Deus (Is 14.14).

3. Um homem que enganará os que habitam na Terra. O Anticristo será um homem de sucesso, carismático loquaz, que cooptará todos os que habitam na Terra. Ele enganará os homens de diferentes classes sociais, todos aqueles que não quiseram se submeter ao senhorio de Jesus Cristo. Que Jesus Cristo seja o nosso Senhor até o fim dos tempos e que não sejamos enganados pelo Anticristo.

PENSE! “Por que os habitam na terra serão enganados pelo anticristo, já que existe tantas profecias a visão da sua pessoa?

PONTO IMPORTANTE A Bíblia diz que o “deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhe resplandeça à luz do Evangelho da Glória de Cristo” (2 Co 4.4). A cegueira espiritual produz reações macreditaveis!

II- A TRINDADE SATANICA

1. O dragão. A Palavra de Deus nos mostra que, no período da Grande Tribulação, será levantada uma tríade satânica, que se estabelecerá com muita força: “E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão (Ap 13.11). Essa tríade é formada pelo dragão (Diabo), o Anticristo e o falso profeta. Nas Escrituras Sagradas a palavra “dragão” é sempre utilizada como uma referência ao Diabo: “Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos” (Ap 20.2). Atualmente estamos sujeitos a ser tentados pelo Diabo, lembrando que até Jesus foi tentado por ele durante quarenta dias em que esteve no deserto. O Senhor Jesus, enquanto homem, resistiu ás tentações com a Palavra de Deus e podemos resistir ao Diabo. Enquanto Jesus não vier buscar a sua Igreja precisamos. diariamente, resistir ao dragão e às suas astutas ciladas: “Sujeitai-vos. pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugira de vós” (Tg 4.7). Em breve Jesus Cristo virá buscar a sua Igreja e a Trindade Satânica será destruída.

2. Anticristo. Segundo a Enciclopédia Popular de Profecia Biblica. o Anticristo aparece nas Escrituras Sagradas com vários títulos: “o homem do pecado”, e filho da perdição” (2 Ts 2.3). “o iniquo (2 Ts 2.8), “um pequeno chifre (Dn 7.8), “o príncipe que há de vir (Dn 9.26) e o rei que fará conforme sua vontade” (Dn 11.36). O Anticristo terá uma ação proeminente na politica mundial, prometendo dias melhores para o mundo. Porém, como pode o Mal oferecer algo que não tem? Sendo ele o pai da mentira, não terá dificuldades em falsear a verdade. Ao que tudo indica, ele enganará a todos com um discurso conciliador, mas é lobo, e não ovelha. O mundo, que jaz no maligno, não encontrará dificuldades para se alinhar à politica nefasta deste líder astucioso. que, segundo o pastor Antônio Gilberto afirma na obra O Calendário da Profecia surgirá da área do antigo Império Romano (Dn 9.26).

3. Falso Profeta. Ele será símbolo do poder religioso e porta-voz do Anticristo. No livro do Apocalipse é identificado como a Besta que subiu da terra, a qual “tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro, e ele falava como o dragão (Ap 13.11). Certamente terá a “aparência de um cordeiro, mas agirá como um demônio sagaz. Terá muita fluidez nos seus discursos, com capacidade, dada por Satanás, de até fazer descer fogo do céu. Ele estabelecerá um sistema de colocação do nome ou número da Besta na mão direita ou na testa dos homens, que servirá para autorizar transações comerciais em todo o mundo.

PENSE! Qual propósito do mal em estabelecer a Trindade satânica?

PONTO IMPORTANTE Desde o inicio dos tempos, o Mal se tornou contumaz imitador das coisas de Deus, mas sempre o faz com imperfeição. Talvez seja mais uma, a última, das suas tentativas

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Lição 06: A Grande Tribulação | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Jovens

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 06: A Grande Tribulação | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“Porque haverá, então, grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais.” (Mt 24.21)

SÍNTESE

A Grande Tribulação será o período de tempo mais tenebroso e traumático do que qualquer outro na história humana.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Is 13.11 Grande Tribulação: Tempo de julgamento
TERÇA – Dn 7.25 Grande Tribulação: Tempo de mudança de leis
QUARTA – Mt 24.21 Grande Tribulação: Tempo de incomparável aflição
QUINTA – Ap 3.10 Grande Tribulação: Tempo de tentação
SEXTA – Ap 13.7 Grande Tribulação: Tempo de perseguição aos santos
SÁBADO – Ap 7.14 Grande Tribulação: Tempo de salvação

OBJETIVOS

COMPREENDER a realidade da Grande Tribulação:
EVIDENCIAR o propósito da Grande Tribulação.
EXPLICAR quando acontecerá a Grande Tribulação.

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), dando continuidade ao nosso estudo a respeito da Escatológica Bíblica, neste domingo estudaremos a respeito da Grande Tribulação. A Igreja do Senhor não passará por esse evento escatológico que terá seu início na Terra depois do Arrebatamento dos crentes. Será um tempo de aflição jamais visto pelos homens, um período de juízo divino. Hoje a salvação, mediante a graça, está disponível a todos, mas a “porta” da salvação será fechada pelo Senhor, assim como nos dias de Noé em que Ele mesmo fechou a porta da arca pelo lado de fora.

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor (a), para a aula de hoje sugerimos que você copie no quadro o esquema abaixo. Inicie a lição fazendo as seguintes perguntas:

“Você sabe o que é a Grande Tribulação?” (Será um tempo de aflição e angústia jamais vistos na Terra.)

Quando se dará?” (Ocorrerá imediatamente antes do glorioso aparecimento de Cristo, quando o próprio Jesus retornará à Terra para destruir o Anticristo.)

O crente vai participar da Grande Tribulação?” (Não.)

Ouça os alunos com atenção e incentive a participação de todos. Responda as questões e em seguida, utilize o quadro para mostrar aos alunos o que é a Grande Tribulação.

A GRANDE TRIBULAÇÃO
• Juízo sobre aqueles que rejeitaram o Salvador;
• O fim da condescendência para com aqueles que se rebelam contra Deus
• Uma decisão para aqueles que devem escolher entre Cristo e o Anticristo; 
• Caos, a ponto de pôr em dúvida o ilusório sentimento de segurança do homem;
• Um reavivamento sem precedentes e a maior colheita de almas na história humana.

Extraído de Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica, CPAD, p. 248.

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TEXTO BIBLICO

Apocalipse 6.1-11
1 E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei e ouvi um dos quatro animais, que dizia, como em voz de trovão: Vem e vê!
2 E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso e para vencer.
3 E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem e vê!
4 E saiu outro cavalo, vermelho: e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.
5 E, havendo aberto o terceiro selo, ouvi o terceiro animal, dizendo: Vem e vê! E olhei, e eis um cavalo preto; e o que sobre ele estava assentado tinha uma balança na mão.
6 E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro; e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.
7 E, havendo aberto o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem e vê!
8 E olhei, e eis um cavalo amarelo; e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia e Foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra.
9 E, havendo aberto o quinto selo, vi de baixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.
10 E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
11 E a cada um foi dada uma comprida veste branca e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus consertos e seus irmãos que haviam de ser mortos como eles foram.

INTRODUÇÃO

Na lição deste domingo, estuda remos a respeito do período de tempo mais tenebroso e traumático do que qualquer outro da história: a Grande Tribulação. Contudo, a Igreja do Senhor não estará mais neste mundo. A Grande Tribulação será um período de tribulação e aflição para aqueles que não foram arrebatados para se encontrarem com o Senhor Jesus Cristo nos ares.

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I- A REALIDADE DA GRANDE TRIBULAÇÃO

1. Daniel fala a respeito da Grande Tribulação. Para compreender a respeito da Grande Tribulação, é importante analisar as setenta semanas de Daniel. Pois, foi dito ao profeta que estava de terminado ao povo de Israel o decurso de um periodo de 70 semanas, “para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia. e ungir o Santo dos santos” (Dn 9.24). Essas 70 semanas não são de dias, mas de anos (Lv 25.8), aliás, no texto original. não se escreve “semanas”, e sim “setes” (“setenta setes”).

2. Um tempo determinado pelo Senhor. Encontramos nas Escrituras Sagradas, tanto no Antigo como no Novo Testamento, vários textos que fazem referência à Grande Tribulação. O profeta Jeremias chamou esse periodo de tempo de angústia para Jacó (r 30,7). Outros nomes que fazem referência a esse evento são: “Dia do Senhor”. “Septuagésima Semana”, Dia da Desolação”. “Ira Vindoura”, “Hora do Julgamento”. “Tribulação” e “Grande Tribulação”. Esses nomes nos fazem compreender a dimensão do sofrimento que haverá sobre a Terra. Jesus disse que haveria “grande aflição, como nunca houve desde o principio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais” (Mt 24,21).

3. A abertura dos selos e as trombetas. A angústia do mundo, nesse periodo, será inimaginável. O livro de Apocalipse relata, nos capítulos 6 e 18. uma grande quantidade de catástrofes que acometerão à Terra. Essas aflições se darão com a abertura dos selos e o toque das trombetas. Segundo Apocalipse 6.4. na abertura do segundo selo, a paz da terra será retirada e os homens matarão uns aos outros. Será uma aflição jamais vista.

Pense! Por qual razão Deus deu tanta importância a Israel, no final dos tempos, determinando e revelando a Daniel um periodo profético?

Ponto Importante Israel é o relógio de Deus para o fim dos tempos, conforme Jesus disse “Olhai para a figueira (Lc 21.29)

II- O PROPÓSITO DA GRANDE TRIBULAÇÃO

1. Preparar Israel para o encontro com o Messias. Um dos objetivos do periodo da Grande Tribulação é promover a restauração espiritual de Israel (Dn 9.24 27). Contudo, quem estiver sobre a Terra nesse tempo, como Israel, sofrerá todos os flagelos que virão sobre o planeta. É importante ressaltar que a Igreja não passará pela Grande Tribulação, pois, nesse periodo, ela estará no céu com o Senhor Jesus. Israel sofrera juízo por todos os pecados cometidos, não apenas em relação ao Messias, mas pelos milênios de afastamento dos propósitos de Deus. Nessa nova oportunidade de salvação, a última para o povo judeu. os descendentes de Abraão serão “comprimidos com força, como se faz com as uvas no lagar, ou prensados. como acontece com as azeitonas na produção do azeite.

Durante este periodo, o povo de Israel fará um pacto com o Anticristo. entendendo ser o Messias prometido. Mas, no meio da Tribulação, compreendera que foi enganado, e, então, romperá a aliança estabelecida, convertendo-se ao Senhor Jesus. O Inimigo ficará enfurecido. e empreenderá ferrenha perseguição contra Israel, culminando na Guerra do Armagedom, quando o Senhor, no instante de maior aflição do povo, descerá dos céus, na companhia da Igreja glorificada, e derrotará o Iniquo e seus exércitos. Israel que, no passado, tantas vezes foi milagrosamente salvo pelo Senhor. será alcançado, mais uma vez. pela benevolência divina e entenderá o tempo da sua visitação.

2. Fazer justiça contra os rebeldes. Durante o tempo de angústia de Jacó”. o Senhor cumprirá, também, a promessa de castigar o mundo por causa de sua maldade e os perversos por causa da sua iniquidade e arrogância (Is 13.11), O povo de Nínive se arrependeu e a cidade não foi destruída no tempo do profeta Jonas Mas os homens rebeldes do mundo, no periodo da Grande Tribulação, blasfemarão contra Deus e não se arrependerão de seus pecados Os flagelos lançados sobre eles (Ap 9.21: 16.9), nos faz lembrar os egípcios, no tempo de Moisés, e os cananeus, no tempo da conquista da Terra Prometida. os quais, em sua maioria, mesmo vendo a mão de Deus estendida contra eles. não se converteram.

3. Revelar ao mundo a ira de Deus. Deus é bom e misericordioso. mas Ele também é justo. Com Deus não se brinca e a Grande Tribulação será um tempo marcado pela ira de Deus contra o pecado, segundo indica Apocalipse 6-18. Depois de ler Apocalipse 6. podemos verificar e afirmar que, à medida que os selos vão sendo abertos. julgamentos terríveis são desferidos sobre a Terra Neste periodo de trevas surgirá um ditador mundial, o Anticristo, Segundo Stanley Horton o nome Anticristo provém das epistolas de João, onde ele dá a entender que este personagem virá futuramente.

Pense! Por que Deus, ainda dará oportunidade de arrependimento aos israelitas?

Ponto Importante É da essência de Deus ser misericordioso. Ele não despreza um coração quebrantado e contrito

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Lição 13: Malaquias: Deus se Importa com a Família | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 13: Malaquias: Deus se Importa com a Família

Objetivos

EXPLICAR o contexto social e a estrutura do livro de Malaquias;

RECONHECER os perigos de uma religião apática e indiferente;

COMPREENDER que o propósito de Deus para nossas vidas implica na construção de um relacionamento familiar agradável e feliz.

TEXTO DO DIA

E dizeis: Por quê? Porque o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto.”  (Ml 2.13,14)

SÍNTESE

Honramos a Deus quando cumprimos os votos do casamento e satisfazemos o ideal de Deus para a família.

Agenda de leitura

SEGUNDA – Gn 2.24 O casamento como um projeto de Deus

TERÇA – Sl 128.3,4 A família regada pela bênção divina

QUARTA – Pv 5.18 A alegria do amor

QUINTA – Ef 5.25-28 O amor como uma realidade familiar

SEXTA – Ef 5.31 A comunhão íntima do casamento

SÁBADO – Tt 2.3-6 A moderação na família

Interação

Prezado (a) professor(a), nesta última lição do trimestre estudaremos a respeito do último livro dos profetas menores: Malaquias. Ele condenou e advertiu o povo de Deus a respeito da adoração fingida (1.1). O Senhor busca aqueles que o adoram em espírito e em verdade. Ele deseja do seu povo uma adoração sincera, resultado de um coração devotado e cheio de amor. A adoração a Deus em Judá não era leal, pois o relacionamento do povo com o Senhor havia sido interrompido devido ao pecado. Contudo, se houvesse arrependimento as bênçãos do Senhor seriam derramadas sobre todos.

Orientação Pedagógica

Peça aos alunos que formem quatro grupos. Entregue a eles uma cópia do quadro abaixo. Explique que cada grupo vai estudar um capítulo do livro de Malaquias e  completar o quadro. Depois que todos tiverem concluído a tarefa, peça que formem um único grupo. Determine um tempo para que cada grupo possa discorrer a respeito do seu resumo. Faça as interferências e aplicações que achar necessárias.

DIVISÃORESUMO
CAPÍTULO 1O amor de Deus por Israel (1.2-5); 
Sacrifícios indignos (6-14)
CAPÍTULO 2Advertências aos sacerdotes (2.1-9); 
Chamado à fidelidade (2.10-17) 
CAPÍTULO 3O dia futuro de julgamento (3.1-5); 
Chamado ao arrependimento (3.6-14); 
O Senhor promete misericórdia (3.16,17)
CAPÍTULO 4O dia do julgamento se aproxima (4.1-5)

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 13: Malaquias: Deus se Importa com a Família

Texto bíblico

Malaquias 2.10-13

10 Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos criou um mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros, profanando o concerto de nossos pais?

11 Judá foi desleal, e abominação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque Judá profanou a santidade do SENHOR, a qual ele ama, e se casou com a filha de deus estranho.

 12 O SENHOR extirpará das tendas de Jacó o homem que fizer isso, o que vela, e o que responde, e o que oferece dons ao SENHOR dos Exércitos.

13 Ainda fazeis isto: cobris o altar do SENHOR de lágrimas, de choros e de gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão.

INTRODUÇÃO

De acordo com a tradição da Septuaginta, Malaquias é o último livro do Antigo Testamento. Sua posição no cânon justifica-se pelo fato de ter sido a derradeira voz profética no Antigo Testamento. Comumente, quando falamos desse livro pensamos em dízimos e ofertas. De fato, este tema foi muito bem abordado por Malaquias, no entanto, não foi o assunto principal de sua profecia. O livro aborda como assunto principal a sacralidade do relacionamento entre o indivíduo e Deus e entre o indivíduo e sua família.

I – MALAQUIAS

1. Malaquias. Seu nome significa “meu mensageiro”. Sabemos apenas que ele foi um profeta fiel que viveu em uma Judá pós-exílico. Ele foi contemporâneo de Neemias. Demonstrou sua fidelidade e devoção a Deus combatendo práticas pecaminosas que eram consentidas em seu tempo. Embora a profecia não registre datas precisas como nos casos de Ageu e Zacarias, por inferência chegamos à conclusão que o livro foi escrito por volta de 430 a 420 a.C. Três grupos já haviam retornado para Jerusalém, liderados por Zorobabel (537 a.C.), Esdras (457 a.C.) e Neemias (445 a.C.). O governante na época de Malaquias era um homem corrupto oriundo da Persa (Ml 1.8).

Malaquias viveu próximo a Neemias, todavia, não mencionou o seu nome, por isto, especulamos que o livro tenha sido escrito pouco tempo depois do primeiro governo de Neemias em Judá, que foi de 445-432 a.C. Aquele era um momento difícil para servir ao Senhor, pois os religiosos mostravam-se indiferentes e as pessoas agiam segundo suas próprias vontades. Faltava temor ao Senhor.

2. Contexto histórico. No tempo de Malaquias, os judeus já haviam retornado para Jerusalém há cem anos aproximadamente, e com o tempo, foram tornando-se apáticos na prática da fé. Malaquias chegou a denunciar a adoração hipócrita e robotizada, bem como a corrupção do sacerdócio (Ml 1.7-2.9). Os judeus declinavam na sua vida espiritual.  Sua profecia condenou a idolatria (Ml 2.10-12), os divórcios e os casamentos mistos (Ml 2.11-15), o abandono da guarda do sábado (Ml 2.8,9) e o fracasso dos dízimos por conta do egoísmo material (Ml 3.8-10). O Templo já tinha sido construído, porém estava sendo ignorado pelo povo.

3. Estrutura e mensagem do livro. O livro de Malaquias apresenta em sua introdução a palavra peso – no hebraico “massá”- que significa “sentença pesada” (Ml 1.1). O livro é uma denúncia contundente contra o formalismo religioso. O povo precisava ser confrontado e corrigido. O livro pode ser dividido em duas partes, a primeira é uma exortação (Ml 1.2 – 3.18) composta de seis oráculos:

1) O amor do Senhor por “Jacó” (Ml 1.1-5);

2) Exortação aos sacerdotes (Ml 1.6-2.9);

3) Advertência contra infidelidade conjugal e os pecados da comunidade (Ml 2.10-16);

4) A justiça divina (Ml 2.17-3.5);

5). A questão dos dízimos e das ofertas (Ml 3.6-12);

6) As marcas distintivas do servo do Senhor (Ml 3.13-18). A segunda parte do livro refere-se ao prenúncio profético do “Dia do Senhor” (Ml 4.1-6). Toda a profecia é costurada por meio de perguntas retóricas incisivas que procuravam despertar a população judaica, levando-os a refletirem sobre sua triste condição espiritual.

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II – INDIFERENÇA RELIGIOSA

1. A ingratidão. A indiferença em seu estágio inicial apresenta-se como ingratidão. O profeta declarou que o povo respondeu com ingratidão todo o amor que recebeu. Deus declarou o seu amor para Israel, e eles responderam com cinismo: “Em que nos amaste?” (Ml 1.2). A pergunta apresentada por Malaquias refletia o pensamento que vigorava entre os judeus naquela época, pois estavam com seus corações duros e com a visão embaçada e turvada, não conseguiam perceber o amor de Deus sobre eles.

O Senhor  reafirmou sua escolha revelando o cuidado com Jacó, citado como um autêntico representante do povo de Israel (Ml 1.3-5). Ao longo dos anos, o Senhor demonstrara todo o seu amor pelo povo, e ainda assim, Israel não sabia reconhecer e corresponder tamanho amor. O problema da ingratidão é que além de cegar os olhos, ela também priva o coração da emotividade e rouba o entusiasmo da religião.

2. Descaso religioso. Os sacerdotes foram acusados de desprezar o nome do Senhor (Ml 1.6). Eles traziam ofertas imundas e realizavam sacrifícios de qualquer maneira. Não se preocupavam com as exigências da lei (Ml 1.7,8). Deus não tinha prazer nesse tipo de oferta e sacrifício (Ml 1.10). Deus estava cansado desse descaso e indiferentismo. Os sacerdotes foram advertidos a mudarem de atitude, caso contrário, sofreriam uma condenação inexorável (Ml 2.1-3). O desejo de Deus é que sua aliança com o sacerdócio levítico estivesse sendo observada. Se eles aderissem os princípios estabelecidos pelo próprio Deus, desfrutariam de vida e paz (Ml 2.4,5). Os sacerdotes faziam acepção das pessoas na aplicação da lei (Ml 2.9).

A balança deles era injusta, pois eram interesseiros em suas relações interpessoais. Faziam de suas funções sacerdotais uma fonte de vantagens pessoais. A verdade, a justiça e a honestidade eram ignoradas por eles. Pessoas eram prejudicadas na aplicação de uma lei injusta. Diante disto, os religiosos estavam provocando a ira divina. Deus deseja de nós sinceridade e justiça naquilo que fazemos. Não podemos nos relacionar com Deus de modo indiferente. Ele contempla tudo. Conhece nossos corações e não se ilude com nossas ações. O problema da ingratidão é que além de cegar os olhos, ela também priva o coração da emotividade e rouba o entusiasmo da religião.

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Objetivos

EXPLICAR o contexto social e a estrutura do livro de Malaquias;

RECONHECER os perigos de uma religião apática e indiferente;

COMPREENDER que o propósito de Deus para nossas vidas implica na construção de um relacionamento familiar agradável e feliz.

TEXTO DO DIA

E dizeis: Por quê? Porque o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto.”  (Ml 2.13,14)

SÍNTESE

Honramos a Deus quando cumprimos os votos do casamento e satisfazemos o ideal de Deus para a família.

Agenda de leitura

SEGUNDA – Gn 2.24 O casamento como um projeto de Deus

TERÇA – Sl 128.3,4 A família regada pela bênção divina

QUARTA – Pv 5.18 A alegria do amor

QUINTA – Ef 5.25-28 O amor como uma realidade familiar

SEXTA – Ef 5.31 A comunhão íntima do casamento

SÁBADO – Tt 2.3-6 A moderação na família

Interação

Prezado (a) professor(a), nesta última lição do trimestre estudaremos a respeito do último livro dos profetas menores: Malaquias. Ele condenou e advertiu o povo de Deus a respeito da adoração fingida (1.1). O Senhor busca aqueles que o adoram em espírito e em verdade. Ele deseja do seu povo uma adoração sincera, resultado de um coração devotado e cheio de amor. A adoração a Deus em Judá não era leal, pois o relacionamento do povo com o Senhor havia sido interrompido devido ao pecado. Contudo, se houvesse arrependimento as bênçãos do Senhor seriam derramadas sobre todos.

Orientação Pedagógica

Peça aos alunos que formem quatro grupos. Entregue a eles uma cópia do quadro abaixo. Explique que cada grupo vai estudar um capítulo do livro de Malaquias e  completar o quadro. Depois que todos tiverem concluído a tarefa, peça que formem um único grupo. Determine um tempo para que cada grupo possa discorrer a respeito do seu resumo. Faça as interferências e aplicações que achar necessárias.

DIVISÃORESUMO
CAPÍTULO 1O amor de Deus por Israel (1.2-5); 
Sacrifícios indignos (6-14)
CAPÍTULO 2Advertências aos sacerdotes (2.1-9); 
Chamado à fidelidade (2.10-17) 
CAPÍTULO 3O dia futuro de julgamento (3.1-5); 
Chamado ao arrependimento (3.6-14); 
O Senhor promete misericórdia (3.16,17)
CAPÍTULO 4O dia do julgamento se aproxima (4.1-5)

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 13: Malaquias: Deus se Importa com a Família

Texto bíblico

Malaquias 2.10-13

10 Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos criou um mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros, profanando o concerto de nossos pais?

11 Judá foi desleal, e abominação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque Judá profanou a santidade do SENHOR, a qual ele ama, e se casou com a filha de deus estranho.

 12 O SENHOR extirpará das tendas de Jacó o homem que fizer isso, o que vela, e o que responde, e o que oferece dons ao SENHOR dos Exércitos.

13 Ainda fazeis isto: cobris o altar do SENHOR de lágrimas, de choros e de gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão.

INTRODUÇÃO

De acordo com a tradição da Septuaginta, Malaquias é o último livro do Antigo Testamento. Sua posição no cânon justifica-se pelo fato de ter sido a derradeira voz profética no Antigo Testamento. Comumente, quando falamos desse livro pensamos em dízimos e ofertas. De fato, este tema foi muito bem abordado por Malaquias, no entanto, não foi o assunto principal de sua profecia. O livro aborda como assunto principal a sacralidade do relacionamento entre o indivíduo e Deus e entre o indivíduo e sua família.

I – MALAQUIAS

1. Malaquias. Seu nome significa “meu mensageiro”. Sabemos apenas que ele foi um profeta fiel que viveu em uma Judá pós-exílico. Ele foi contemporâneo de Neemias. Demonstrou sua fidelidade e devoção a Deus combatendo práticas pecaminosas que eram consentidas em seu tempo. Embora a profecia não registre datas precisas como nos casos de Ageu e Zacarias, por inferência chegamos à conclusão que o livro foi escrito por volta de 430 a 420 a.C. Três grupos já haviam retornado para Jerusalém, liderados por Zorobabel (537 a.C.), Esdras (457 a.C.) e Neemias (445 a.C.). O governante na época de Malaquias era um homem corrupto oriundo da Persa (Ml 1.8).

Malaquias viveu próximo a Neemias, todavia, não mencionou o seu nome, por isto, especulamos que o livro tenha sido escrito pouco tempo depois do primeiro governo de Neemias em Judá, que foi de 445-432 a.C. Aquele era um momento difícil para servir ao Senhor, pois os religiosos mostravam-se indiferentes e as pessoas agiam segundo suas próprias vontades. Faltava temor ao Senhor.

2. Contexto histórico. No tempo de Malaquias, os judeus já haviam retornado para Jerusalém há cem anos aproximadamente, e com o tempo, foram tornando-se apáticos na prática da fé. Malaquias chegou a denunciar a adoração hipócrita e robotizada, bem como a corrupção do sacerdócio (Ml 1.7-2.9). Os judeus declinavam na sua vida espiritual.  Sua profecia condenou a idolatria (Ml 2.10-12), os divórcios e os casamentos mistos (Ml 2.11-15), o abandono da guarda do sábado (Ml 2.8,9) e o fracasso dos dízimos por conta do egoísmo material (Ml 3.8-10). O Templo já tinha sido construído, porém estava sendo ignorado pelo povo.

3. Estrutura e mensagem do livro. O livro de Malaquias apresenta em sua introdução a palavra peso – no hebraico “massá”- que significa “sentença pesada” (Ml 1.1). O livro é uma denúncia contundente contra o formalismo religioso. O povo precisava ser confrontado e corrigido. O livro pode ser dividido em duas partes, a primeira é uma exortação (Ml 1.2 – 3.18) composta de seis oráculos:

1) O amor do Senhor por “Jacó” (Ml 1.1-5);

2) Exortação aos sacerdotes (Ml 1.6-2.9);

3) Advertência contra infidelidade conjugal e os pecados da comunidade (Ml 2.10-16);

4) A justiça divina (Ml 2.17-3.5);

5). A questão dos dízimos e das ofertas (Ml 3.6-12);

6) As marcas distintivas do servo do Senhor (Ml 3.13-18). A segunda parte do livro refere-se ao prenúncio profético do “Dia do Senhor” (Ml 4.1-6). Toda a profecia é costurada por meio de perguntas retóricas incisivas que procuravam despertar a população judaica, levando-os a refletirem sobre sua triste condição espiritual.

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II – INDIFERENÇA RELIGIOSA

1. A ingratidão. A indiferença em seu estágio inicial apresenta-se como ingratidão. O profeta declarou que o povo respondeu com ingratidão todo o amor que recebeu. Deus declarou o seu amor para Israel, e eles responderam com cinismo: “Em que nos amaste?” (Ml 1.2). A pergunta apresentada por Malaquias refletia o pensamento que vigorava entre os judeus naquela época, pois estavam com seus corações duros e com a visão embaçada e turvada, não conseguiam perceber o amor de Deus sobre eles.

O Senhor  reafirmou sua escolha revelando o cuidado com Jacó, citado como um autêntico representante do povo de Israel (Ml 1.3-5). Ao longo dos anos, o Senhor demonstrara todo o seu amor pelo povo, e ainda assim, Israel não sabia reconhecer e corresponder tamanho amor. O problema da ingratidão é que além de cegar os olhos, ela também priva o coração da emotividade e rouba o entusiasmo da religião.

2. Descaso religioso. Os sacerdotes foram acusados de desprezar o nome do Senhor (Ml 1.6). Eles traziam ofertas imundas e realizavam sacrifícios de qualquer maneira. Não se preocupavam com as exigências da lei (Ml 1.7,8). Deus não tinha prazer nesse tipo de oferta e sacrifício (Ml 1.10). Deus estava cansado desse descaso e indiferentismo. Os sacerdotes foram advertidos a mudarem de atitude, caso contrário, sofreriam uma condenação inexorável (Ml 2.1-3). O desejo de Deus é que sua aliança com o sacerdócio levítico estivesse sendo observada. Se eles aderissem os princípios estabelecidos pelo próprio Deus, desfrutariam de vida e paz (Ml 2.4,5). Os sacerdotes faziam acepção das pessoas na aplicação da lei (Ml 2.9).

A balança deles era injusta, pois eram interesseiros em suas relações interpessoais. Faziam de suas funções sacerdotais uma fonte de vantagens pessoais. A verdade, a justiça e a honestidade eram ignoradas por eles. Pessoas eram prejudicadas na aplicação de uma lei injusta. Diante disto, os religiosos estavam provocando a ira divina. Deus deseja de nós sinceridade e justiça naquilo que fazemos. Não podemos nos relacionar com Deus de modo indiferente. Ele contempla tudo. Conhece nossos corações e não se ilude com nossas ações. O problema da ingratidão é que além de cegar os olhos, ela também priva o coração da emotividade e rouba o entusiasmo da religião.

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Lição 13: Malaquias: Deus se Importa com a Família | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 13: Malaquias: Deus se Importa com a Família

Objetivos

EXPLICAR o contexto social e a estrutura do livro de Malaquias;

RECONHECER os perigos de uma religião apática e indiferente;

COMPREENDER que o propósito de Deus para nossas vidas implica na construção de um relacionamento familiar agradável e feliz.

TEXTO DO DIA

E dizeis: Por quê? Porque o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto.”  (Ml 2.13,14)

SÍNTESE

Honramos a Deus quando cumprimos os votos do casamento e satisfazemos o ideal de Deus para a família.

Agenda de leitura

SEGUNDA – Gn 2.24 O casamento como um projeto de Deus

TERÇA – Sl 128.3,4 A família regada pela bênção divina

QUARTA – Pv 5.18 A alegria do amor

QUINTA – Ef 5.25-28 O amor como uma realidade familiar

SEXTA – Ef 5.31 A comunhão íntima do casamento

SÁBADO – Tt 2.3-6 A moderação na família

Interação

Prezado (a) professor(a), nesta última lição do trimestre estudaremos a respeito do último livro dos profetas menores: Malaquias. Ele condenou e advertiu o povo de Deus a respeito da adoração fingida (1.1). O Senhor busca aqueles que o adoram em espírito e em verdade. Ele deseja do seu povo uma adoração sincera, resultado de um coração devotado e cheio de amor. A adoração a Deus em Judá não era leal, pois o relacionamento do povo com o Senhor havia sido interrompido devido ao pecado. Contudo, se houvesse arrependimento as bênçãos do Senhor seriam derramadas sobre todos.

Orientação Pedagógica

Peça aos alunos que formem quatro grupos. Entregue a eles uma cópia do quadro abaixo. Explique que cada grupo vai estudar um capítulo do livro de Malaquias e  completar o quadro. Depois que todos tiverem concluído a tarefa, peça que formem um único grupo. Determine um tempo para que cada grupo possa discorrer a respeito do seu resumo. Faça as interferências e aplicações que achar necessárias.

DIVISÃORESUMO
CAPÍTULO 1O amor de Deus por Israel (1.2-5); 
Sacrifícios indignos (6-14)
CAPÍTULO 2Advertências aos sacerdotes (2.1-9); 
Chamado à fidelidade (2.10-17) 
CAPÍTULO 3O dia futuro de julgamento (3.1-5); 
Chamado ao arrependimento (3.6-14); 
O Senhor promete misericórdia (3.16,17)
CAPÍTULO 4O dia do julgamento se aproxima (4.1-5)

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 13: Malaquias: Deus se Importa com a Família

Texto bíblico

Malaquias 2.10-13

10 Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos criou um mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros, profanando o concerto de nossos pais?

11 Judá foi desleal, e abominação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque Judá profanou a santidade do SENHOR, a qual ele ama, e se casou com a filha de deus estranho.

 12 O SENHOR extirpará das tendas de Jacó o homem que fizer isso, o que vela, e o que responde, e o que oferece dons ao SENHOR dos Exércitos.

13 Ainda fazeis isto: cobris o altar do SENHOR de lágrimas, de choros e de gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão.

INTRODUÇÃO

De acordo com a tradição da Septuaginta, Malaquias é o último livro do Antigo Testamento. Sua posição no cânon justifica-se pelo fato de ter sido a derradeira voz profética no Antigo Testamento. Comumente, quando falamos desse livro pensamos em dízimos e ofertas. De fato, este tema foi muito bem abordado por Malaquias, no entanto, não foi o assunto principal de sua profecia. O livro aborda como assunto principal a sacralidade do relacionamento entre o indivíduo e Deus e entre o indivíduo e sua família.

I – MALAQUIAS

1. Malaquias. Seu nome significa “meu mensageiro”. Sabemos apenas que ele foi um profeta fiel que viveu em uma Judá pós-exílico. Ele foi contemporâneo de Neemias. Demonstrou sua fidelidade e devoção a Deus combatendo práticas pecaminosas que eram consentidas em seu tempo. Embora a profecia não registre datas precisas como nos casos de Ageu e Zacarias, por inferência chegamos à conclusão que o livro foi escrito por volta de 430 a 420 a.C. Três grupos já haviam retornado para Jerusalém, liderados por Zorobabel (537 a.C.), Esdras (457 a.C.) e Neemias (445 a.C.). O governante na época de Malaquias era um homem corrupto oriundo da Persa (Ml 1.8).

Malaquias viveu próximo a Neemias, todavia, não mencionou o seu nome, por isto, especulamos que o livro tenha sido escrito pouco tempo depois do primeiro governo de Neemias em Judá, que foi de 445-432 a.C. Aquele era um momento difícil para servir ao Senhor, pois os religiosos mostravam-se indiferentes e as pessoas agiam segundo suas próprias vontades. Faltava temor ao Senhor.

2. Contexto histórico. No tempo de Malaquias, os judeus já haviam retornado para Jerusalém há cem anos aproximadamente, e com o tempo, foram tornando-se apáticos na prática da fé. Malaquias chegou a denunciar a adoração hipócrita e robotizada, bem como a corrupção do sacerdócio (Ml 1.7-2.9). Os judeus declinavam na sua vida espiritual.  Sua profecia condenou a idolatria (Ml 2.10-12), os divórcios e os casamentos mistos (Ml 2.11-15), o abandono da guarda do sábado (Ml 2.8,9) e o fracasso dos dízimos por conta do egoísmo material (Ml 3.8-10). O Templo já tinha sido construído, porém estava sendo ignorado pelo povo.

3. Estrutura e mensagem do livro. O livro de Malaquias apresenta em sua introdução a palavra peso – no hebraico “massá”- que significa “sentença pesada” (Ml 1.1). O livro é uma denúncia contundente contra o formalismo religioso. O povo precisava ser confrontado e corrigido. O livro pode ser dividido em duas partes, a primeira é uma exortação (Ml 1.2 – 3.18) composta de seis oráculos:

1) O amor do Senhor por “Jacó” (Ml 1.1-5);

2) Exortação aos sacerdotes (Ml 1.6-2.9);

3) Advertência contra infidelidade conjugal e os pecados da comunidade (Ml 2.10-16);

4) A justiça divina (Ml 2.17-3.5);

5). A questão dos dízimos e das ofertas (Ml 3.6-12);

6) As marcas distintivas do servo do Senhor (Ml 3.13-18). A segunda parte do livro refere-se ao prenúncio profético do “Dia do Senhor” (Ml 4.1-6). Toda a profecia é costurada por meio de perguntas retóricas incisivas que procuravam despertar a população judaica, levando-os a refletirem sobre sua triste condição espiritual.

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 13: Malaquias: Deus se Importa com a Família

II – INDIFERENÇA RELIGIOSA

1. A ingratidão. A indiferença em seu estágio inicial apresenta-se como ingratidão. O profeta declarou que o povo respondeu com ingratidão todo o amor que recebeu. Deus declarou o seu amor para Israel, e eles responderam com cinismo: “Em que nos amaste?” (Ml 1.2). A pergunta apresentada por Malaquias refletia o pensamento que vigorava entre os judeus naquela época, pois estavam com seus corações duros e com a visão embaçada e turvada, não conseguiam perceber o amor de Deus sobre eles.

O Senhor  reafirmou sua escolha revelando o cuidado com Jacó, citado como um autêntico representante do povo de Israel (Ml 1.3-5). Ao longo dos anos, o Senhor demonstrara todo o seu amor pelo povo, e ainda assim, Israel não sabia reconhecer e corresponder tamanho amor. O problema da ingratidão é que além de cegar os olhos, ela também priva o coração da emotividade e rouba o entusiasmo da religião.

2. Descaso religioso. Os sacerdotes foram acusados de desprezar o nome do Senhor (Ml 1.6). Eles traziam ofertas imundas e realizavam sacrifícios de qualquer maneira. Não se preocupavam com as exigências da lei (Ml 1.7,8). Deus não tinha prazer nesse tipo de oferta e sacrifício (Ml 1.10). Deus estava cansado desse descaso e indiferentismo. Os sacerdotes foram advertidos a mudarem de atitude, caso contrário, sofreriam uma condenação inexorável (Ml 2.1-3). O desejo de Deus é que sua aliança com o sacerdócio levítico estivesse sendo observada. Se eles aderissem os princípios estabelecidos pelo próprio Deus, desfrutariam de vida e paz (Ml 2.4,5). Os sacerdotes faziam acepção das pessoas na aplicação da lei (Ml 2.9).

A balança deles era injusta, pois eram interesseiros em suas relações interpessoais. Faziam de suas funções sacerdotais uma fonte de vantagens pessoais. A verdade, a justiça e a honestidade eram ignoradas por eles. Pessoas eram prejudicadas na aplicação de uma lei injusta. Diante disto, os religiosos estavam provocando a ira divina. Deus deseja de nós sinceridade e justiça naquilo que fazemos. Não podemos nos relacionar com Deus de modo indiferente. Ele contempla tudo. Conhece nossos corações e não se ilude com nossas ações. O problema da ingratidão é que além de cegar os olhos, ela também priva o coração da emotividade e rouba o entusiasmo da religião.

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