EBD – Adolescentes | 3° Trimestre De 2021 | Lição 02: Fui Injustiçado

   EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adolescentes – Revista do Professor – Tema do Trimestre: Adolescentes na Bíblia | Lição 02: Fui Injustiçado

OBJETIVOS

Estimular a fidelidade a Deus, mesmo diante de circunstâncias adversas;
Conscientizar sobre o perdão e a importância de ter um coração limpo;
Explicar os sonhos de Deus para o aluno.

TEXTO BÍBLICO

Gênesis 37.12-36 

Destaque

Jacó já era velho quando José nasceu e por isso ele o amava mais do que a todos os seus outros filhos. Jacó mandou fazer para José uma túnica longa, de mangas compridas” (Gn 37.3).

LEITURA DEVOCIONAL

Segunda – Gn 37.9
Terça – Gn 37.20
Quarta – Gn 39.5
Quinta – Gn 39.12
Sexta – Gn 41.39
Sábado – Gn 41.42
Domingo – Gl 45.15

Material Didático

Uma lousa para explanação dos nomes e significados, conforme sugerido na atividade final da aula.

Quebrando a Rotina

Existem alguns nomes na história de José que têm significados singu­lares. No quadro abaixo, podemos ver alguns exemplos:

Significados de alguns nomes da história de José

NomesSignificados
Zafenate-Paneia: foi o nome que fa­raó deu a José quando o tornou go­vernador do Egito.Salvador do mundo.
Manassés: nome do primogénito de José.Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho e de toda a casa do meu pai.
Efraim: nome do 2° filho de José.Deus me fez crescer na terra da mi­nha aflição.

Peça aos alunos que pesquisem outros nomes que apresentam algum significado específico ainda na história de José. Reserve alguns minutos finais da aula para essa atividade. Isso estimula os alunos a conhecerem a Bíblia e enriquece o conhecimento bíblico deles.

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ESTUDANDO A BÍBLIA

O cristão precisa entender que, para alcançar os seus objetivos e realizar os sonhos é necessário enfrentara sofrimento, esperar o tempo certo de Deus agir e confiar em sua providência. O sofrimento nos faz alcançar a maturidade, o crescimento pessoal e espiritual, principalmente quando entendemos os propósitos de Deus para a nossa vida. Por isso, devemos compreender que não há vitória sem luta, alegria sem sofrimento e sonho sem o tempo de espera. Talvez, professor, você esteja passando por esse período, mas não desanime, não deixe de confiar, mantenha-se firme e continue influenciando seus alunos. Persevere no ensino e ajude seus alunos a enfrentar os sofrimentos da vida, estruturando-os na Palavra de Deus.

A história de José é uma das narrativas mais famosas da Bíblia. Muitos jovens e adolescentes identificam-se com essa história, não é mesmo? Talvez sua luta não seja tão difícil quanto a de José, que foi vendido por seus irmãos e também trabalhou como escravo na casa de Potifar, sendo cobiçado por sua mulher e depois levado preso. Mas você deve enfrentar outras dificuldades e desafios do nosso tempo todos os dias. O importante é que Jesus Cristo está conosco sempre (Mt 28.20).

Um Jovem Sonhador

Os sonhos que esse jovem de apenas 17 anos tinha não eram comuns, eram sonhos que o próprio Deus dera para sua vida (Gn 37.5-11). £ isso causava inveja em seus irmãos. Além disso, Israel amava mais a José do que a todos os seus filhos, pois este era o filho da sua velhice (Gn 37.3). Jacó, também conhecido como Israel, era filho de Isaque, neto de Abraão, ou seja, José era bisneto de Abraão. Jacó teve filhos com outras mulheres, e com as servas delas, sendo isso comum naqueles tempos (Gn 37.2).

A maneira como Deus falava com José, através de sonhos, incomodava seus irmãos e algumas vezes até seu próprio pai (Gn. 37.7-10). Porém, os sonhos que Deus dava a José eram proféticos e anunciavam um tempo que ainda estava por vir na vida do jovem e de sua família. Ninguém imaginava o que estava preparado para a vida de José, nem Jacó, nem seus irmãos e nem mesmo ele. Assim são muitas vezes os planos que Deus tem para sua vida, caro adolescentes.

Desde cedo, coloque os seus sonhos nas mãos de Deus em oração, para que tudo venha a se cumprir de acordo com a soberana vontade divina. Esteja no centro da vontade de Deus, permanecendo fiel ao Senhor, pois no tempo certo, como ocorreu na vida de José, El e virá ao seu encontro.

AUXILIO TEOLÓGICO

Um jovem com um sonho

A história de José começa de forma agourenta: E Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice’ (37.3). É um prenúncio de problemas, a exemplo do que ocorre com ‘amava Isaque a Esaú […] mas Rebeca amava a Jacó’ (Gn 25.28). Talvez a expressão ‘amava mais que’ nos faça lembrar de ‘era mais astuta que’ (3.1), outra expressão que também anunciava problemas. O pai deu ao filho ‘uma túnica de várias cores’ ou ‘uma túnica talar de mangas compridas’, conforme o que lemos em 37. Os irmãos reagiram com inveja.

[…] Como podemos avaliar aquilo que motivava José naquele momento? Será que ele, nas palavras de G. W. Coats, ‘tinha sonhos grandiosos e espontaneamente se gabava deles e de seu óbvio significado perante todos os membros da família’? Ou, como afirma W. L. Humpheys, devemos ler os sonhos de José e o fato de ele contá-los como ‘algo entre uma bravata de um adolescente mimado com dezessete anos de idade e sinais dados por Deus a respeito do futuro de sua família

O comportamento de José não foi diferente do comportamento do jovem Davi, que se dispôs a enfrentar Golias (l Sm 17.26,31) apesar dos protestos de Saul e de seus irmãos mais velhos. Os sonhos provêm de Deus. Para o José adolescente, a revelação teve ao menos um significado: Deus tinha um plano para sua vida, e esse plano envolvia algum tipo de liderança. Temos aqui um adolescente com senso de destino divino. Ele compartilha esse fato em virtude do entusiasmo que sentia, não por insolência. ‘Eis-me aqui, Senhor, envia-me a mim’. Seus irmãos, no entanto, não puderam tolerar isso

Decerto, não é a primeira vez que Gênesis chama a atenção para o sonho de alguém. Entre sonhos anteriores, estão os de Abraão (15.12-16), Abimeleque (20.3), Jacó (28.10-16) e Labão (31.24). O que diferencia o sonho de José dos anteriormente apresentados é que, em todos os outros, Deus fala de modo claro com o que sonha. Em contrapartida, nos dois sonhos de José, nada lhe é dito. Os dois sonhos, sucedidos por sua viagem ao Egito (uma viagem que no devido tempo redundaria na salvação de Israel [45.5; 50.20]), são certamente análogos aos sonhos do José do Novo Testamento. Ele também seguiu para o Egito após dois sonhos (Mt 1.20,21; 2.13) em circunstâncias difíceis, levando consigo Maria e a criança que ‘salvará o seu povo dos seus pecados’ (Mt 1.21)” (HAMILTON, Victor P. Manual do Pentateuco. CPAD, 2007, pp.137,38).

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Injustiçado dentro de sua Própria Casa

Jacó fez uma túnica de várias cores para seu filho José (Gn 37.3), uma túnica colorida que era diferente de todas as outras. Isso aborreceu ainda mais os irmãos de José, que viviam cansados dos sonhos do jovem. Certo dia, José estava procurando seus irmãos no campo e quando de longe os avistou, eles logo conspiraram contra o jovem dizendo uns aos outros: “Lá vem o sonhador! Venham, vamos matá-lo agora. Depois jogaremos o corpo num poço seco e diremos que um animal selvagem o devorou. Assim, veremos no que vão dar os sonhos dele” (Gn 37.19,20).

Os sonhos de José diziam que, atando feixes de trigo no campo, o feixe de José se levantava e ficava de pé enquanto os de seus irmãos o rodeavam e se inclinavam a ele. Assim como também outro sonho que dizia que o sol, a lua e onze estrelas se inclinavam para José (Gn 37.7-9), ou seja, simbolicamente isso dizia que todos eles um dia iriam se prostrar diante de José (veremos que realmente todos esses sonhos vieram a se cumprir). Por isso os irmãos dele sentiam tanta inveja, raiva e zombavam dele e de seus sonhos.

Contudo, naquele dia, em vez de matá-lo ali no campo como planejado inicialmente, os irmãos de José resolveram apenas jogá-lo numa cova vazia sem água e quando avistaram uma caravana de ismaelitas que iam para o Egito, decidiram vendê-lo como escravo (Gn 37.26-28). Os irmãos de José esconderam o fato de Jacó, e mentiram para ele, alegando que o jovem havia sido morto por um animal feroz e mancharam sua túnica colorida com sangue de cabrito.

Bíblia nos fala que Jacó chorou a morte de José por muitos e muitos dias (Gn 37.32-35). Diante de tudo isso que aconteceu, podemos imaginar que José se sentiu injustiçado, desprezado e odiado pelos seus irmãos e certamente pensara que seus sonhos haviam morrido.

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AUXILIO TEOLÓGICO

O Casaco Colorido de José

José ganhou uma túnica feita de muitas peças. As peças adicionais eram, provavelmente, mangas compridas que atrapalhavam quando havia serviço a fazer. (Quando as mulheres usavam mangas longas e largas, elas as amarravam atrás do pescoço para que os braços ficassem livres). Isso indicava que José não devia fazer trabalho pesado; ele era o herdeiro escolhido para governar a família (Gn 37.3)” (GOWER, Ralph. Novo Manual de Usos e Costumes dos Tempos Bíblicos. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.12).

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Lição 1: Sacrificado? Eu? | 3° Trimestre De 2021 | EBD – Adolescentes


EBD
 | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adolescentes – Tema do Trimestre: Adolescentes na Bíblia | Lição 1: Sacrificado? Eu?

Objetivos

Levar os alunos o confiar em Deus;
Crescer na fé;
Crer no poder de Deus.

TEXTO BÍBLICO 

Gênesis 22.1-19

Destaque

“Então Deus disse: — Pegue agora Isaque, o seu filho, o seu único filho, a quem você tanto ama, e vá até a terra de Moriá. Ali, na montanha que eu lhe mostrar, queime o seu filho como sacrifício” (Gn 22.2).

LEITURA DEVOCIONAL

Segunda – Gn 21.4 – 6
Terça – Hb 11.18
Quarta – Gn 22.2
Quinta – Gn 22.5
Sexta – Gn 22.14
Sábado – Is 53.7
Domingo – Gl 4.28

Material Didático

Use o notebook e o Datashow para expor a aula; busque imagens que têm a função de atrair a atenção dos adolescentes; caso não disponha de material tecnológico, use figuras de revistas que representam os objetos e animais utilizados no sacrifício.

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Quebrando a Rotina

Há muitas músicas cristãs que faiam da história de Abraão e Isaque e de corno Deus provou-a fé de seus servos naquele sacrifício, isto mostra que esta é uma das histórias mais conhecidas da Bíblia. Assim, considere o exemplo de fé demonstrado por Abraão e peça para os ‘ seus alunos pesquisarem na internet hinos antigos e louvores atuais que relatam esta história de fé. Dessa forma, os alunos estarão trabalhando o conteúdo bíblico encontrado nas músicas de diferentes épocas. A internet é uma ferramenta que fez parte da realidade do adolescente. A partir desta pesquisa, eles estarão relacionando a mensagem bíblica dentro da musicalização e também, entrando em contato com as coisas de Deus por meio da internet.

Frequentemente, somos colocados em situações adversas. Deparamo-nos com provações repentinas. No início, elas parecem insuportáveis, mas com o tempo é revelado o propósito de alcançarmos uma vida cristã frutífera. As provações independem das etapas da nossa existência: se na juventude ou na maturidade ou na velhice. Quando somos provados por Deus, a nossa vida torna-se uma caminhada de sacrifício (Rm 12.1), fazendo parecer que não temos vontade própria, sonhos particulares e projetos futuros. Só depois é que entendemos que fazer a vontade de Deus, sonhar o seu sonho e viver os projetos dEle é o melhor para nossa vida.

A provação nos faz crescer, alcançar a retidão e a justiça divina. Em meio às provas, somos chamados a entregar a própria vida em sacrifício vivo e agradável a Deus (Rm 12.1).

Nesta lição, veremos o quanto a fé e a obediência são essenciais para a vida cristã e o quanto podemos ser provados em nossa fé. Isaque sendo apenas um adolescente, o filho da promessa do velho Abraão, foi pedido em sacrifício a Deus. Sim, o único filho deveria ser sacrificado ao Senhor. Já pensou se Deus pedisse aos seus pais a sua vida em sacrifício, meu caro adolescente? Vamos aprender com Isaque hoje sobre submissão e confiança em Deus.

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A Promessa de ter um Filho

Abraão já era velho quando recebeu a promessa de Deus de que seria o pai de uma grande nação (Gn 12.2; 15.5). Sara, sua esposa, não podia ter filhos, era estéril e também avançada em idade (Gn 16.1). Porém, o Senhor fez uma promessa ao seu servo Abraão e mesmo que Sara, algumas vezes, tivesse desacreditado da potente mão de Deus, que faz coisas impossíveis, o Senhor cumpriu cada uma das palavras proferidas a Abraão: “Ela ficou grávida e, na velhice de Abraão, lhe deu um filho. O menino nasceu no tempo que Deus havia marcado, e Abraão pôs nele o nome de Isaque” (Gn 21.2,3).

A alegria do nascimento de um filho finalmente havia chegado à casa de Sara, sua felicidade era imensa, pois ela jamais se via amamentando um bebé na idade que tinha. Você também é filho da promessa, sabia disso? Com certeza Deus traçou um plano e fez uma promessa aos seus pais para que você viesse a este mundo. £ hoje você está aprendendo mais da Palavra de Deus na Escola Dominical, e isso também não é por acaso, faz parte do plano divino. Creia, porque você é como Isaque para Deus, o filho da promessa.

AUXÍLIO TEOLÓGICO

Demonstração convincente do amor por Deus.

Aqui está retratada uma das experiências mais tremendas registradas em Gênesis. Toca às raias mais profundas da certeza que o crente tem de que o Deus que promete é fiel, ainda que dê ordens para destruir a prova de que suas promessas estão sendo cumpridas. Abrão se manteria fiel a Deus embora seu mais precioso tesouro na terra fosse eliminado?
Para os leitores modernos, a tradução ‘tentou’ gera confusão. Insinua muita coisa, levantando as perguntas: Deus estava instigando este homem a cometer pecado?, e: Deus queria mesmo humilhar e ferir seu mais dedicado adorador?

A palavra hebraica (nissah) significa ‘testar’ ou ‘colocar em prova’, e há traduções que preservam este significado (ARA). Neste exemplo, Deus estava testando a suprema lealdade espiritual de Abraão tocando na vida física de Isaque, a quem amas.
Havia aspectos da ordem que eram racionalmente inexplicáveis. Uma comunidade pagã justificaria o sacrifício humano dizendo que a vida dos sacrificados servia para fortalecer os deuses da comunidade em tempos da adversidade severa. Matar Isaque não seria de nenhum proveito óbvio para a vida do rapaz, a vida de Abraão ou a vida coletiva do clã. Até pior, contradizia as promessas de Deus.

[…] Para Abraão, o monte Moriá era um novo lugar, em honra da revelação da graça de Deus na hora da provação, deu ao lugar outro nome, O SENHOR proverá (v. 14 Jeová-Jiré, que significa ‘o Senhor vê’ e proverá). Podemos estar certos de que a volta para casa foi bem diferente da viagem ao monte Moriá. Abraão enfrentou a ameaça devastadora da morte e venceu seu poder pela confiança plena na integridade de Deus. Por outro lado, Deus demonstrou claramente que o sacrifício que Ele deseja é inteireza de coração, , rendição às suas ordens” (Comentário Bíblico Beacon. Vol. 1. CPAD, 2005, pp.72,73).

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Lição 02: Oseias: O Casamento como um Reflexo da Comunhão com Deus | EBD – Jovens | 3° Trimestre De 2021

  EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O CUIDADO DE DEUS COM O CORPO DE CRISTO – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Lição 02: Oseias: O Casamento como um Reflexo da Comunhão com Deus

Objetivos

REFLETIR a respeito da vida de Oseias e seu drama pessoal;
COMPREENDER a linguagem do casamento como reflexo da comunhão de Deus com o seu povo;


EXPLICAR como a experiência pessoal de Oseias contribuiu para fundamentar sua profecia.

TEXTO DO DIA

“Contendei com vossa mãe, contendei, porque ela não é minha mulher, e eu não sou seu marido […].” (Os 2.2)

SÍNTESE

Oseias recebeu a missão de profetizar para Israel, um povo ingrato e obstinado. Na consecução deste propósito, vivenciou um drama particular ao ser traído por sua mulher.

Agenda de leitura

SEGUNDA – Os 1.2-9 A difícil missão de representar o amor de Deus

TERÇA – 1 Rs 12.26-33 O paganismo religioso e a traição de Israel

QUARTA – Os 9.1 A nação comparada a uma meretriz

QUINTA – Os 11.4,5 O inexplicável amor de Deus por seu povo

SEXTA – Ap 19.7 O casamento ilustra o encontro final de Cristo com a Igreja

SÁBADO – Os 14.1,2 O chamado ao arrependimento

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), na lição deste domingo estudaremos o livro de Oseias. Ele nos revela uma história de amor entre Deus e o seu povo. Contudo, os israelitas não compreenderam e nem retribuíram a este amor. Eles escolheram o caminho da maldade, da idolatria, da desobediência e do pecado, indo para longe do Senhor que tanto os amava. Todavia, Deus levantou vários profetas, Oseias foi um deles, para transmitir ao povo rebelde e infiel, suas mensagens de amor, de exortação e de consolo.

Oseias nos ensina a respeito de um Deus que nos ama de maneira incondicional. Um Pai que deseja ter um relacionamento com os seus filhos, fundamentado no amor e na fidelidade, à semelhança de um casamento. 

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Orientação Pedagógica

Professor(a), sugerimos que para a aula de hoje você reproduza o esboço do livro de Oseias apresentado abaixo. Utilize-o para mostrar aos alunos as três partes principais do livro que possui 14 capítulos.

Experiência e entendimento – 1.1- 3.5

a) A vida pessoal de Oseias – 1.1-2.1

b) A Tragédia pessoal e o amor redentor de Oseias – 2.2-23

c) Os procedimentos de Oseias com Gome – 3.1-5

O pecado de Israel – 4.1 -13.16

a) A infidelidade de Israel e suas causas – 4.1-6.3

b) A infidelidade de Israel e seus castigos – 6.4-10.15

c) O amor de Jeová – 11.1- 13.16

Arrependimento e restauração – 14.1-9

a) A súplica final ao arrependimento -14.1-3

b) A promessa de bênçãos últimas – 14.4-8

c) Epílogo – 14.9

Texto bíblico

Oseias 2.1,2; 14-17

1 Dizei a vossos irmãos: Ami; e a vossas irmãs: Ruama.

2 Contendei com vossa mãe, contendei, porque ela não é minha mulher, e eu não sou seu marido; e desvie ela as suas prostituições da sua face e os seus adultérios de entre os seus peitos.

14 Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração.

15 E lhe darei as suas vinhas dali e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias da sua mocidade e como no dia em que subiu da terra do Egito.

16 E acontecerá naquele dia, diz o Senhor, que me chamarás: Meu marido e não me chamarás mais: Meu Baal.

17 E da sua boca tirarei os nomes de baalins, e os seus nomes não virão mais em memória.

INTRODUÇÃO

Oseias inaugura a seção dos “Profetas Menores“. Como Isaías, ele teve filhos que serviram como sinal para sua geração; como Jeremias, foi um homem quebrantado. É considerado o “Jeremias do Reino do Norte”.

Ambos empregaram a analogia do casamento para falar da relação de Deus com Israel (Jr 2.2; Os 2.16) e utilizaram a linguagem metafórica do divórcio para expressar a tristeza de Deus em executar o juízo (Jr 3.8; Os 2.2-7). A semelhança de Ezequiel, Oseias ilustrou sua mensagem com a própria vida. Enquanto Ezequiel tornou-se viúvo e por meio de sua vida realizou vários atos como um sinal para sua geração, Oseias perdeu sua mulher para a prostituição e a perdoou, retratando o amor de Deus por Israel, um povo infiel.

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I – A VIDA DE OSEIAS

1. O profeta da salvação.

Oseias significa “salvação”. Jerônimo, um dos pais da igreja, interpretava como “salvador”, outros, interpretavam pensando no imperativo “salva”, como se fosse um clamor direcionado a Deus. Para promovermos o plano da salvação, primeiro é preciso predisposição para conhecê-lo, em seguida, devemos compartilhá-lo com persistência, penhor e amor (Rm 10.14; 2 Co 5.18; Hb 2.3). Oseias ficou conhecido como o primeiro “profeta da graça” ou o “evangelista de Israel”.

Seu nome vem da forma hebraica “Hoshea”, que no original procede da mesma raiz da palavra “Jesus” ou “Josué”. Oseias nos ensina que enquanto a apostasia provoca o juízo, a restauração é resultado direto do imensurável amor de Deus pelo seu povo (1 Pe 1.10; 2 Pe 1.21).  Apesar dos nossos pecados, Deus continua sempre disposto a nos amar, pois a base do amor de Deus não é nosso mérito, mas seu próprio amor, visto que sua essência é amar (Rm 5.8). 

2. Sua origem e ocupação.

É provável que Oseias fosse natural de Bete-Semes e pertencesse à tribo de Issacar. Ao referir-se ao rei de Israel utilizou o pronome da primeira pessoa do plural: “Nosso rei” (Os 7.5). Ele citou diversas referências geográficas envolvendo as cidades do norte: Efraim, Mizpa, Tabor, Gilgal, Betel, Jezreel, Gibeá, Ramá e Gileade, indicando o conhecimento de alguém natural daquela área. Possivelmente foi um padeiro, visto que descreveu o ato de sovar a massa apresentando um conhecimento prático na área (Os 7.4).

Acreditamos que ele era um simples mercador, que ao vender seu produto aproveitava para exortar sua geração nos mercados de cidades próximas, como Jezreel e Samaria. Oseias nos ensina que é possível fazer a obra de Deus concomitantemente ao exercício de nossas profissões. Sirva a Deus conforme suas forças e sua condição (Ec 9.10).

3. Seu drama pessoal. 

livro de Oseias pode ser dividido em duas partes: Os capítulos 1 ao 3 descrevem sua vida pessoal ao comparar sua crise conjugal com a infidelidade de Israel; dos capítulos 4 ao 14 apresentam profecias poéticas entregues em um longo intervalo de tempo. Oseias foi um homem chamado por Deus não apenas para falar, mas também para representar o amor de Deus.  Seu casamento com Gomer foi mediante a ordem divina (Os 1.2). Ao perceber suas traições, separou-se dela, porém, ele amava a sua esposa, e mediante a ordem divina a resgatou da escravidão (mercado da prostituição), dando-lhe uma nova chance (Os 3.1-3).

Tudo o que o profeta vivenciou representou a relação de Deus com seu povo. O casamento de Oseias foi providencial, pois lhe forneceu a analogia necessária para que ele dirigisse sua mensagem a Israel (Os 3.4,5). A mensagem profética de Oseias começou a partir de sua vida pessoal. Duas lições são extraídas desta experiência: 1) Às vezes, o sofrimento torna-se um caminho para o crescimento (2 Co 4.8-10; Cl 1.24); 2) Os servos do Senhor podem enfrentar tragédias pessoais, no entanto, jamais devem abandonar a fé em Deus (Rm 8.35-37).

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II – CONTEXTO HISTÓRICO

1. Quando profetizou?

Oseias profetizou nos dias de Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias, reis de Judá, e nos dias de Jeroboão, rei de Israel (Os 1.1). Foi um período de instabilidade política e declínio moral que culminou com a destruição do Reino do Norte pela Assíria. Seu ministério foi longevo. Jeroboão II reinou no Norte de 793-753 a.C.; Ezequias reinou no Sul de 715-686 a.C. No mínimo podemos afirmar que ele profetizou entre 753 a.C. a 715 a.C. Os judeus calculavam que ele tinha profetizado por aproximadamente 90 anos, tendo como base o meado dos reinados de Jeroboão e Ezequias. Embora o tempo seja exagerado aos nossos olhos, sabemos com certeza que foram muitas décadas dedicadas ao profetismo.

Ele foi contemporâneo de Amós, Isaías e Miqueias e viveu no tempo áureo da profecia, tanto em Israel como em Judá. Oseias foi testemunha da destruição do Reino do Norte em 722 a.C., e com muita tristeza, presenciou o cumprimento de suas profecias.

2. Prosperidade e paganismo.

Naquela época, Israel desfrutava de um surto de prosperidade, como resultado de uma grande expansão de terras (2 Rs 14.25-28).  A Síria estava debilitada. As rotas das caravanas que antes eram dominadas por Damasco estavam sob o controle de Israel. O comércio crescia e os cidadãos de Israel viviam no luxo e na prosperidade. C. S. Lewis já dizia que a prosperidade é o clima propício para as campanhas do Diabo. A prosperidade deixou as pessoas gananciosas e insensíveis às realidades espirituais. A adoração idólatra dos cananeus tinha se espalhado por todas as terras de Israel (1 Rs 12.26-33).

Os cultos e os sacrifícios continuavam, mas não eram oferecidos ao Senhor. Se havia uma colheita boa, os israelitas chegavam ao cúmulo de atribuir essa dádiva a Baal (Os 2.8-13; 7.14-16). Os israelitas foram seduzidos pela idolatria e abandonaram o Deus de Israel (Os 4.6,16; 9.9,17). Vários bezerros de ouro foram levantados e cidades do Norte como Dã e Betel, tornaram-se grandes centros idólatras (Os 4.12,13).

Para os homens, a prosperidade normalmente é vista com bons olhos, no entanto, devemos estar sempre atentos, pois enquanto a provação nos conduz a oração como um vento impulsiona um veleiro, o conforto pode nos seduzir para uma vida de acomodação espiritual.

3. Líderes religiosos corrompidos.

Na época de Oseias, os sacerdotes tinham perdido a paixão pela piedade (Os 4.6-8). Eles abandonaram seus postos sagrados e se uniram aos salteadores nas estradas (Os 6.9). Os homens que deveriam ser exemplos espirituais tornaram-se decadentes e corruptos. Enquanto os sacerdotes prevaricavam, Deus levantou um simples padeiro para ser um profeta. Oseias chegou a descrever que a vida espiritual da nação tinha decaído de uma forma assustadora (Os 4.2,10). O pior era que eles não percebiam, assim como alguém que não percebe que seus cabelos tornaram-se grisalhos (Os 7.9).

O povo havia abandonado a Deus prostituindo-se espiritualmente diante dos deuses pagãos e na hora da dificuldade, buscava o socorro em amigos errados e alianças pagãs (Os 5.13; 7.11; 12.1). Oseias colocou-se na posição de Deus e por isso foi usado pelo Senhor em um momento nevrálgico da história de Israel. Estamos nós preparados para seguir os passos de Oseias agindo como jovens íntegros em nossa geração? Se nossas referências estão se apostatando, sejamos nós as referências.

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Lição 02: O Reino Dividido: Jeroboão e Roboão | EBD – Adultos | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 02: O Reino Dividido: Jeroboão e Roboão

OBJETIVO GERAL

Ressaltar a importância de ouvir bons conselhos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com seus respectivos subtópicos.

I. Elencar as principais causas da divisão do reino;

II. Apresentar as falhas e más decisões de Roboão;

III. Pontuar o pecado de idolatria de Jeroboão.

Texto Áureo

“Muitos propósitos há no coração do homem, mas o conselho do SENHOR permanecerá.” (Pv 19.21)

Verdade Prática

Os maus conselhos levam o homem à ruina, mas o conselho amoroso tem o poder de nos livrar da morte.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Pv 11.14 Ouvir sábios conselhos direciona o ser humano para decisões seguras

Terça – Is 42.8 Deus é o detentor de toda glória e não a divide com ninguém

Quarta – Gl 5.19-21 O Reino de Deus pertence àqueles que abandonam as obras da carne

Quinta – Pv 12.15 Aquele que sabe ouvir conselhos é sábio

Sexta – Cl 3.5 Toda a idolatria e concupiscência carnal deve ser abolida quando se está em Cristo

Sábado – Pv 15.22 Compreender a necessidade de ouvir conselhos conduz à sabedoria

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Reis 12.1-10,13,14,26-29

1- E foi Roboão para Siquém, porque todo o Israel veio a Siquém, para o fazerem rei.

2- E sucedeu, pois, que, ouvindo-o Jeroboão, filho de Nebate, estando ainda no Egito (porque fugira de diante do rei Salomão e habitava Jeroboão no Egito),

3- enviaram e o mandaram chamar; e Jeroboão e toda a congregação de Israel vieram e falaram a Roboão, dizendo:

4- Teu pai agravou o nosso jugo; agora, pois, alivia tu a dura servidão de teu pai e o seu pesado jugo que nos impôs, e nós te serviremos.

5- E ele lhes disse: Ide-vos até ao terceiro dia e voltai a mim. E o povo se foi.

6- E teve o rei Roboão conselho com os anciãos que estavam na presença de Salomão, seu pai, quando este ainda vivia, dizendo: Como aconselhais vós que se responda a este povo?

7- E eles lhe falaram, dizendo: Se hoje fores servo deste povo, e o servires, e, respondendo-lhe, lhe falares boas palavras, todos os dias serão teus servos.

8- Porém ele deixou o conselho que os anciãos lhe tinham aconselhado e teve conselho com os jovens que haviam crescido com ele, que estavam diante dele.

9- E disse-lhes: Que aconselhais vós que respondamos a este povo, que me falou, dizendo: Alivia o jugo que teu pai nos impôs?

10- E os jovens que haviam crescido com ele lhe falaram, dizendo: Assim falarás a este povo que te falou, dizendo: Teu pai fez pesadíssimo o nosso jugo, mas tu o alivia de sobre nós; assim lhe falarás: Meu dedo mínimo é mais grosso do que os lombos de meu pai.

13- E o rei respondeu ao povo duramente, porque deixara o conselho que os anciãos lhe haviam aconselhado.

14- E lhe falou conforme o conselho dos jovens, dizendo: Meu pai agravou o vosso jugo, porém eu ainda aumentarei o vosso jugo; meu pai vos castigou com açoites, porém eu vos castigarei com escorpiões.

26- E disse Jeroboão no seu coração: Agora, tornará o reino à casa de Davi.

27- Se este povo subir para fazer sacrifícios na Casa do SENHOR, em Jerusalém, o coração deste povo se tornará a seu SENHOR, a Roboão, rei de Judá, e me matarão e tornarão a Roboão, rei de Judá.

28- Pelo que o rei tomou conselho, e fez dois bezerros de ouro, e lhes disse: Muito trabalho vos será o subir a Jerusalém; vês aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito.

29- E pôs um em Betel e colocou o outro em Dã.

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 02: O Reino Dividido: Jeroboão e Roboão

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

A fim de preparar os alunos para a aplicação desta aula, comece conversando sobre a importância de se pedir orientação a Deus na hora de tomarmos as mais importantes decisões da nossa vida. Fale também sobre o cuidado e o discernimento que devemos ter diante dos conselhos que recebemos. O que vale mais, uma advertência conciliadora ou um conselho que promova a dissenção e divisão? O orgulho de Roboão foi demonstrado ao rejeitar a conciliação aconselhada pelos anciãos, preferindo uma exigência arrogante de submissão do povo. Para incentivar ainda mais a participação de seus alunos, faça a seguinte pergunta: A experiência e a prudência dos mais velhos é fator preponderante para a consideração de seus conselhos e orientações?

HINOS SUGERIDOS: 25,131, 400 da Harpa Cristã

PONTO CENTRAL

Aquele que é capaz de distinguir os bons dos maus conselhos toma sábias decisões.

INTRODUÇÃO

Após a morte de Salomão em 931 a.C., seu filho Roboão subiu ao trono (1 Rs 11.43). Ele foi o principal responsável pela divisão do reino em duas partes: o reino do Norte (Israel) e o reino do Sul (Judá). A fatídica história de insensatez desse rei nos mostrará as consequências de uma má decisão. Essa história nos ensina a dependermos cada vez mais de Deus em momentos que tomamos decisões importantes na vida.

I – AS PRINCIPAIS CAUSAS DA CISÃO

1. A carga pesada de Salomão.

Devido às alianças externas feitas por Salomão, ele não precisou se dedicar às guerras. Seu reinado foi marcado, em parte, pela paz; seu trabalho era proteger, ampliar o Estado e conservá-lo uno. Seus investimentos eram direcionados para construções e projetos arquitetônicos grandiosos, tais como templos, palácios, e tantos outros que marcaram seu governo (1 Rs 5.3-5). Contudo, para que todas essas idealizações se tornassem realidade, a população pagava impostos muito pesados (1 Rs 12.4). Além disso, com o objetivo de colocar em prática os projetos do rei, havia a obrigação do uso da mão de obra de trabalhadores de quase todas as tribos.

2. A divisão do reino.

O autoritarismo do rei Salomão culminou no descontentamento das dez tribos do Norte, em contrapartida, as tribos de Judá e Benjamim, que ficavam ao sul de Israel, participavam ativamente do governo e faziam parte de sua corte. Quando Salomão morreu em 931 a.C., seu filho Roboão foi questionado pelos líderes de Israel, sob o comando de Jeroboão, sobre o aperto vivido por eles. O povo pediu para que Roboão diminuísse sua carga de trabalho (1 Rs 12.4), mas, ao contrário, seguindo o conselho dos jovens (v.10) e não dos anciãos (v.6), Roboão tornou o fardo ainda mais pesado para os trabalhadores (v.11). As dez tribos do norte, sob a liderança de Jeroboão, se rebelaram contra essa decisão e formaram um novo reino, o reino do Norte (1 Rs 12.16-20).

SÍNTESE DO TÓPICO I

A missão de um líder é direcionar seus liderados e não os oprimir.

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

É possível que alguns de seus alunos encontrem dificuldades no estudo da Bíblia por falta de orientação ou de um método determinado para o estudo. Às vezes estudamos muito e retemos pouco ou quase nada. Isso, em parte, acontece pelo fato de estudarmos sem ordem e método. Dê a eles as seguintes orientações:

l. Ore ao Senhor dando-lhe graças e suplicando direção e iluminação do alto.

2. Tenha à mão todo o material de estudo: Bíblia, revista, dicionário bíblico, atlas geográfico, concordância, caderno para apontamentos etc.

3. Leia toda a unidade ou seção indicada pelo professor. Procure obter uma visão global dela; o propósito do escritor.

4. Leia outra vez a mesma unidade. À medida que for estudando, sublinhe palavras, frases e trechos-chave. Faça anotações nas margens do caderno ou revista.

5. Feche a revista e tente recompor de memória as divisões principais da unidade de estudo. Não conseguindo, abra a revista e veja.

6. Repita o passo acima.

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II – OS ERROS DE ROBOÃO

1. A repetição dos erros de Salomão.

Ao tomar conselho com os anciãos e com os jovens, Roboão decidiu acatar o conselho dos jovens, demonstrando total despreparo para exercer a posição em que estava (1 Rs 12.8-11). O conselho dos anciãos dizia que a solução do problema era dar às dez tribos o que pediam. Isso significaria desacelerar o projeto de expansão e desenvolvimento do reino, mas também abrandaria os ânimos agitados do povo, evitando assim a ruptura (1 Rs 12.6,7).

2. Os maus conselhos dos amigos de Roboão.

Ao seguir os conselhos dos jovens, Roboão assinou sua própria sentença: as dez tribos se rebelaram e sob seu domínio ficaram apenas duas (Judá e Benjamim). Roboão deu ouvidos aos maus conselheiros e isso o levou à ruína (1 Rs 12.13).

3. O cuidado com os conselhos.

Quando o orgulho se torna o centro de nossas vidas, ficamos à mercê de nós mesmos e não conseguimos discernir entre o bem e o mal; assim foi com Roboão (Pv 28.26). A falta de sábios conselhos pode levar o ser humano ao declínio moral, ético e espiritual, tornando-o empobrecido e decadente.

SÍNTESE DO TÓPICO II

Saber distinguir os bons dos maus conselheiros é essencial no momento de tomar alguma decisão importante na nossa vida.

SUBSÍDIO BÍBLICO-TEOLÓGICO

“Primeiramente, Roboão consultou aqueles que haviam servido sob o seu Pai Salomão, provavelmente os que haviam sido relacionados como oficiais em 1 Rs 4.1ss. O conselho que recebeu foi para aliviar a carga dos impostos, pois aparentemente reconheciam que a queixa era justificada. Essa é a primeira afirmação direta em relação aos impostos que Salomão havia instituído; porém, essa taxação está implícita em sua organização fiscal e administrativa (1 Rs 4.7-19) e em suas disseminadas atividades de construção, industrial e comercial, entretanto, pode parecer que muitas das despesas dessas atividades eram cobertas por impostos e taxas coletados dos estados vassalos (1 Rs 10.14,15).

Embora essa queixa tivesse fundamento, ela também pode ter se originado do ciúme e da inveja, pois a maior parte do dinheiro era gasta na cidade de Jerusalém e nas de Judá, ao Sul. Os jovens da própria geração de Roboão insistiam em medidas mais rigorosas, e sua linguagem figurada indicava uma atitude tirânica; eles o aconselharam a exagerar (10), a colocar um certo abuso em sua autoridade, a exceder o rigor de seu pai na medida em que seu ‘dedo mínimo’ fosse mais grosso que os ‘lombos’ (coxas) de seu pai. Escorpiões (11) é uma referência às bordas em farpas na extremidade de um açoite.

Embora tenha procurado o conselho e outros, ele se baseou em sua própria decisão, isto é, aumentar a carga de impostos ao invés de caminhar na trilha de um servo, exatamente o que o rei de Israel deveria ser. Escolher entre ser um egoísta ou um servo é uma decisão que muitos, além de Roboão, já tiveram que tomar” (Comentário Bíblico Beacon: Josué a Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.315).

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CONHEÇA MAIS

“As raízes da divisão nacional. A morte de Salomão abriu caminho para um dos mais traumáticos e decisivos acontecimentos da longa história de Israel: a formal e permanente divisão do reino entre as dez tribos do norte, que doravante passaria a ser chamar Israel ou Efraim e a tribo de Judá ao sul. Embora tenha abalado a nação psicologicamente, a divisão não deve ter causado surpresa ao povo, porque as raízes políticas e ideológicas do cisma eram profundas no passado de Israel.” Para saber mais leia: História de Israel no Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, p.335.

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Lição 01: A Ascensão de Salomão e a Construção do Templo | EBD – Adultos | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 01: A Ascensão de Salomão e a Construção do Templo

OBJETIVO GERAL

Expor a necessidade de permanecer em comunhão com Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico l com os seus respectivos subtópicos.

I Evidenciar as virtudes de Salomão;

II Destacar o comportamento orgulhoso de Salomão no fim de sua vida;

III Apontar os feitos de Salomão.

Texto Áureo

“E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor enchera a Casa do Senhor.” (1 Rs 8.11)

Verdade Prática

O pedido de sabedoria feito por Salomão a Deus aponta para a maturidade espiritual que Deus deseja para seus filhos.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Tg 1.5 Deus concede sabedoria àqueles que pedem
Terça – Pv 2.6 A sabedoria provém do Senhor
Quarta – Sl 37.30 O homem justo profere palavras sábias
Quinta – Cl 4.5-6 Falar com sabedoria produz melhores relacionamentos
Sexta – Tg 4.6 Deus não compactua com os orgulhosos
Sábado – Pv 29.23 A pessoa que se afasta do orgulho será honrada

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Reis 4:29-34; 6.1,11-14

29 E deu Deus a Salomão sabedoria, e muitíssimo entendimento, e largueza de coração, como a areia que está na praia do mar.
30 E era a sabedoria de Salomão maior do que a sabedoria de todos os do oriente e do que toda a sabedoria dos egípcios.
31 E era ele ainda mais sábio do que todos os homens, e do que Etã, ezraíta, e Hemã, e Calcol, e Darda, filhos de Maol; e correu o seu nome por todas as nações em redor.
32 E disse três mil provérbios, e foram os seus cânticos mil e cinco.
33 Também falou das árvores, desde o cedro que está no Líbano até ao hissopo que nasce na parede; também falou dos animais e das aves, dos répteis e dos peixes.
34 E vinham de todos os povos a ouvir a sabedoria de Salomão, e de todos os reis da terra que tinham ouvido da sua sabedoria.

1 E sucedeu que no ano de quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito, no ano quarto do reinado de Salomão sobre Israel, no mês de Zive (este é o mês segundo), começou a edificar a casa do SENHOR.

11 Então veio a palavra do Senhor a Salomão, dizendo:
12 Quanto a esta casa que tu edificas, se andares nos meus estatutos, e fizeres os meus juízos, e guardares todos os meus mandamentos, andando neles, confirmarei para contigo a minha palavra, a qual falei a Davi, teu pai;
13 E habitarei no meio dos filhos de Israel, e não desampararei o meu povo de Israel.
14 Assim edificou Salomão aquela casa, e a acabou.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR 

Comece a aula perguntando a seus alunos qual a diferença entre inteligência e sabedoria. Sabedoria é uma habilidade ou uma virtude? Deixe a turma debater por algum tempo sobre a distinção desses dois termos antes de iniciar a introdução da aula propriamente. É importante também debater sobre a relação entre sabedoria e astúcia ou esperteza. Uma pessoa astuta pode ser considerada sábia? Que relação tem a sabedoria de Salomão com a prosperidade de Israel sob seu governo?

A seguir, encaminhe seus alunos para a conclusão demonstrando que, enquanto o conhecimento representa as nossas experiências e aprendizagens adquiridas do mundo exterior, a sabedoria, especialmente a proveniente de Deus, nos dá a condição de transformarmos estes conhecimentos em prática de vida, a fim de mantermos o equilíbrio, a coesão e a justiça.

Não deixe de apresentar o comentarista da lição. Trata-se do pastor Claiton Pommerening, doutor e mestre em Teologia; membro do Conselho Geral da RAE – Rede Assembleiana de Ensino; autor de obras editadas pela CPAD; diretor da Faculdade Refidim e do Colégio CEEDUC (Joinville – SC); editor executivo da revista REPAS/CEC/CGADB; pastor auxiliar na Assembléia de Deus em Joinville (SC).

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 01: A Ascensão de Salomão e a Construção do Templo

Introdução

Por amor ao Rei Davi, Deus permitiu que Salomão estabelecesse o reino sólido, próspero, justo, cheio de glória e poder. Foi durante o reinado de Salomão em Israel que atingiu seu apogeu na história. Entretanto, mesmo diante de todas essas grandezas, promovida por sua sabedoria, e se destacado, o monarca se deixou levar por interesses políticos e desejos pecaminosos.

I – A SABEDORIA DE SALOMÃO

1. A Virtude de Salomão. Antes mesmo de receber a sabedoria como um  dom divino, Salomão já apresentava alguns traços desta virtude, pois ao ser inquirido por Deus quanto a qualquer perdido que quisesse me fazer (1Rs 3.5), o grande rei escolherá a sabedoria, que se depreende o quanto já era sábio. Ora, se fosse ganancioso pediria dinheiro, se fosse orgulhoso pediria glória, se fosse vaidoso pediria muitos dias de vida, se fosse vingativo pediria a morte dos inimigos (1Rs 3.11,13; 2Cr 1.10). Mas de que adiantaria todas essas coisas se lhe faltasse a sabedoria? Salomão teve um elevado senso de prioridade ao pedir a Deus a coisa certa.

2. O sábio pede sabedoria. Ao pedir sabedoria de Salomão se mostrou um homem humilde, e isso pode ser constatado em uma das respostas que deu ao Senhor: ” Sou ainda menino pequeno, não sei como sair, nem como entrar” (1Rs 3.7b). Significa que ele tinha plena consciência da grandeza de sua tarefa (1Rs 3.8), não permitindo que a imponência do seu reinado me conduzisse à prepotência. Ao contrário, demonstrou profundo autoconhecimento, o que é peculiar a toda pessoa sábia.

3. A sabedoria na prática de vida. Tiago escreveu em sua epístola que existe uma falsa sabedoria que se evidencia pela inveja e sentimento faccioso. Nossa sabedoria não vem de Deus, mas é terrena animal e diabólica (Tg 3.15). É fruto de ciúmes, divisionista, perturbação e obras perversas (Tg 3.16). No entanto, o apóstolo asseverou que se alguém não tem sabedoria peça a Deus que a todos dê liberalmente (Tg 1.5). As características dessa virtude que vem do alto são a pureza, a pacificação, a prudência, a benevolência, a misericórdia, os bons frutos, a imparcialidade e a sinceridade (Tg 3.17)

 SÍNTESE DO TÓPICO I 

A virtude deve ser uma marca do Cristão autêntico. A partir de uma vida virtuosa, os filhos de Deus serão abençoados em tudo que fizerem.

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

A tragédia de vida de Salomão não foi uma catástrofe pessoal repentina, mas a diminuição gradual de sua completa devoção à Deus. Isso está relacionado com os interesses de suas “muitas esposas”, resultando em sua própria adoração idolátrica. Ele trilhou o repetido caminho para longe de Deus: o conhecimento do coração tornou-se somente o entendimento da mente e o conhecimento da mente, no final, deu lugar à apostasia total.

Pergunte se a seus alunos se a sabedoria, ou conhecimento cultivado de Deus, é garantia de lealdade contínua ao Senhor. Promovam o pequeno debate sobre o assunto, e peça a ele que procure na Bíblia outros exemplos semelhantes.

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II – A CONSOLIDAÇÃO DO PODER

1. A Glória do reino de Salomão. O Reinado de Salomão não apenas se tornou ângulo em termos territoriais, mas foi firmado e estabelecido em paz e justiça (1 Rs 4.24). O povo de Judá e Israel tinha tanta fartura e vivia então gosto condições que podia até festejar e se alegrar (1Rs 4.20). Todos os governos, quando administrado sobre essa premissa, se tornam duradouros trazendo ao povo paz e segurança (1 Rs 4.25a).

2. O orgulho precede a ruína. Infelizmente, até mesmo os homens mais sábios estão sujeitos a queda quando deixam de temer à Deus e entram  por caminhos tortuosos. Os desvios de Salomão foram chegando aos poucos, à medida que fazia pequenas concessões em seu coração e estabelecer acordos e conchavos políticos que deterioraram sorrateiramente seus valores espirituais (1Rs 11.1,2). Salomão enganou a si mesmo pela ganância e pela sede de poder e deixou invadiu o seu coração todavia, é importante destacar que isso não aconteceu no início do seu reinado (1Rs 11.4-6). Essa degradação de valores começou conforme Salomão permitia que pequenos desvios assumissem proporções gigantescas.

SÍNTESE DO TÓPICO II

Devemos ter cuidado com as concessões que fazemos, pois uma vida de entrega ao pecado começa com pequenos deslizes.

SUBSÍDIO DEVOCIONAL

2 Cr 1.11,12 Salomão poderia pedir qualquer coisa, porém pediu sabedoria para governar a nação. Pelo fato de Deus ter aprovado a forma como rei definir suas prioridades, dele também prosperidade, riqueza e Honra. Jesus também falou a respeito de prioridades. Ele disse que quando colocamos Deus em primeiro lugar, tudo aquilo que realmente necessitamos também nos é concedido (Mt 6.33).

Embora isso não seja uma garantia de que seremos tão ricos e famosos como Salomão, ao colocarmos Deus em primeiro lugar, a sabedoria que recebemos nos permitirá gozar uma vida ricamente gratificante. Quando temos o propósito de viver e aprender a contentar-nos com o que temos, alcançaremos uma riqueza tal como jamais poderíamos ter imaginado.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003,p.594-95).

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Lição 10: O Ministério de Mestre ou Doutor | EBD – Adultos | 2° Trimestre De 2021

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema: Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo à Deus e aos Homens com Poder Extraordinário | Lição 10: O Ministério de Mestre ou Doutor

OBJETIVO GERAL

Retratar a missão do ministério de Mestre.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos. 

I. Aprender que Jesus, o mestre da Galileia, é mestre por excelência.
II. Identificar a ordem de Jesus aos seus discípulos para ensinar a igreja do primeiro século.
III. Saber da importância do dom ministerial de Ensinador na igreja local.

TEXTO ÁUREO

“De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: […] se é ensinar, haja dedicação ao ensino” (Rm 12.6,7).

VERDADE PRÁTICA

Os vocacionados por Deus para o ministério do ensino são por Ele chamados para edi­ficar a Igreja de Cristo.

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema: Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo à Deus e aos Homens com Poder Extraordinário | Lição 10: O Ministério de Mestre ou Doutor

LEITURA DIÁRIA

Segunda – At 13.1 Doutores na igreja
Terça – 1 Co 12.29 Nem todos são doutores
Quarta – 1 Tm 1.6,7 Doutores sem entendimento
Quinta – 2 Tm 4.3 Falsos doutores
Sexta – Tg 3.1 A responsabilidade do mestre
Sábado – Mt 4.23-25 Jesus, o mestre por excelência

HINOS SUGERIDOS 141, 258, 429 Harpa Cristã

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Mateus 7.28,29; Atos 13.1; Romanos 12.6,7; Tiago 3.1

Mateus 7
28 
– E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina,
29 – porquanto os ensinava com autoridade e não como os escribas.

Atos 13
1
 – Na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé, e Simeão, chamado Niger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo.

Romanos 12
– De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: se é profecia, seja ela segundo a medida da fé;
7 – se é ministério, seja em ministrasse é ensinar, haja dedicação ao ensino;

Tiago 3
1
 – Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo.

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Lição 10: O Ministério de Mestre ou Doutor

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Nunca foi tão necessário, como hoje, a igreja investir na figura do mestre cristão. Quando o crente é ensinado a estudar a Bíblia para compreender o mundo e a cultura bíblica, relacioná-la com o mundo do século XXI e aplicá-la à vida das pessoas de maneira competente, o risco de sofrermos o engano é amenizado. Para quem pensa ser prejudicial à vida espiritual estudar a Bíblia com seriedade, deveria pensar na elaboração das traduções bíblicas, por exemplo, disponíveis no Brasil.

Se não houvesse homens e mulheres levantados por Deus e versados na erudição (línguas hebraica, grega, aramaica, egípcia e outras; a cultura oriental; a arqueologia para se achar manuscritos dos mais antigos possíveis), por certo, não teríamos a Bíblia traduzida em nosso idioma. Por isso, valorize quem se esmera por conhecer mais as Escrituras.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Prezado professor, no terceiro tópico da lição o autor afirma: “Em nosso país, a leitura é um problema cultural. Se as pessoas leem pouco, a igreja pouco lerá”. Partindo do princípio que essa afirmação é um fato verdadeiro no contexto cultural brasileiro, selecione um texto que achar pertinente e leve para a sala de aula. No final da lição, proponha a turma uma roda de leitura. Esta atividade objetiva estimular o hábito de leitura. Então, distribua o texto ora escolhido e peça a um ou dois alunos para lerem. Ao término, discuta o texto com os alunos. Conclua dizendo como pode ser prazeroso e construtivo cultivar o hábito de ler.

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema: Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo à Deus e aos Homens com Poder Extraordinário | Lição 10: O Ministério de Mestre ou Doutor

INTRODUÇÃO

O ministério do ensino da Palavra é primordial para a igreja exercer o discernimento no que tange ao tempo em que vive (culturas, teologia, filosofias etc.). Tão importante é a função do mestre na igreja que as Escrituras declaram o quanto ele deve esforçar-se intelectualmente para exercer tão nobre tarefa (Rm 12.71 Tm 4.13). É uma tarefa importante e indispensável que exige muito de quem a desempenha.

PONTO CENTRAL
dom ministerial de mestre é ama capacitação do Espírito Santo.

I. JESUS, O MESTRE POR EXCELÊNCIA

1. O mestre da Galileia.

Doutor incomparável, “percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas suas sinagogas, e pregando o evangelho do Reino […]” (Mt 4.23). No ministério terreno, seus sermões, ensinos e discursos eram inflamados pelo amor às pessoas. Diferente dos escribas, Ele ensinava como quem tinha autoridade (Mt 7.28,29). A verdade emanava da pessoa de Jesus! Os que o ouviam só tinham duas opções: amá-lo ou odiá-lo. Era impossível ouvi-lo e ficar indiferente. Jesus transtornava a consciência do acomodado e aquietava o coração do perturbado.

2. O mestre divino.

Em visita a Jesus, um mestre da Lei chamado Nicodemos, educado nas melhores escolas religiosas de Israel e grande conhecedor das Escrituras hebraicas, reconheceu em Jesus um personagem incomum de seu tempo (Jo 3.1,2). Esse mesmo fariseu, que era príncipe dos judeus, afirmou que o Nazareno não poderia fazer o que fazia se Deus não fosse com Ele. Jesus é chamado Mestre cerca de quarenta e cinco vezes ao longo do Novo Testamento.

3. O mestre da humildade.

A fim de ensinar os discípulos acerca da humildade, Jesus “levantou-se da ceia, tirou as vestes e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois, pôs água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxuga-los com a toalha com que estava cingido” (Jo 13.4,5). Que cena chocante para os judeus! A pergunta de Pedro descreve essa perplexidade (v.6).

Era inimaginável um mestre encurvar-se para lavar os pés de pessoas leigas. Jesus era um mestre e deu o exemplo aos discípulos. O Emanuel, “Deus conosco”, encurvou-se diante dos homens! Isso se deu porque o ensino de Jesus não era mero discurso, mas “espírito e vida” (Jo 6.63).  Ele nos convida a fazer o mesmo: “Vós me chamais Mestre e Senhor e dizeis bem, porque eu o sou. Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.13-15).

SÍNTESE DO TÓPICO I

Jesus, o mestre da Galileia, é reconhecido em o Novo Testamento tanto como o Mestre Divino quanto o Mestre da humildade.

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II. O ENSINO DAS ESCRITURAS NA IGREJA DO PRIMEIRO SÉCULO

1. Uma ordem de Jesus.

Antes de ascender aos céus, de modo solene Jesus determinou aos seus discípulos que ensinassem “todas as nações […] a guardar todas as coisas” que Ele tinha ordenado (cf. Mt 28.19,20). O livro de Atos registra a obediência dos primeiros apóstolos no cuidado de cumprir a determinação de Jesus. Após a descida do Espírito Santo (At 2.1-6), o discurso de Pedro foi um verdadeiro ensino proferido no poder do Espírito Santo (At 2.14-40).

Tendo em vista a plena edificação da Igreja na Palavra, o Senhor Jesus, através do Espírito Santo, dotou alguns de seus servos com o dom ministerial de mestre ou doutor (Ef 4.11). Esse dom é uma capacitação sobrenatural do Espírito. Isso não significa, porém, que devemos descuidar de nossa formação intelectual, pois o preparo para o ensino passa pela capacidade de aprender para posteriormente ensinar.

2. A doutrina dos apóstolos.

O texto de Atos 2.42 informa-nos que os primeiros convertidos “perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações”. Além disso, acrescenta que em “cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos” (v.43). A “doutrina dos apóstolos” aqui referida trata-se do conjunto de ensinos de Cristo ministrados por eles de forma constante e eficaz para o crescimento integral dos novos crentes.

3. Ensinamento persistente.

Os primeiros mestres das Escrituras foram os integrantes do Colégio Apostólico (At 5.42, cf. vv.40,41). A Igreja começou nas casas, onde o ensino era ministrado a pequenos grupos nos lares. Falando aos anciãos de Éfeso, o apóstolo Paulo mostrou-se como um verdadeiro mestre que ensinava “publicamente e pelas casas, testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo” (At 20.20,21). Deus havia preparado homens para ensinar e levantado “doutores” na igreja em Antioquia (At 13.1). O Pai Celestial igualmente deseja levantar mestres em sua igreja. Vivemos dias em que este ministério nunca foi tão necessário.

SÍNTESE DO TÓPICO II

O ensino na igreja do primeiro século foi ordenado por Jesus para os apóstolos ensinarem persistentemente.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“É ordem de Jesus Cristo Mateus 28.19,20 enfoca a lente zoom do Espírito Santo na Grande Comissão, que são as últimas palavras de Jesus Cristo ditas aos discípulos antes da ascensão dele. Cinco referências da Grande Comissão no Novo Testamento (Mt 28.19,20; Mc 16.15,16; Lc 24.46-48; Jo 20.21-23; At 1.8) indicam que não é algo aleatório, mas essencial para a estratégia de nosso Senhor. O mandato ‘Fazei discípulos’ (ARA) inclui intrinsecamente o ensino. Mas
temos de notar que o ensino requerido aqui é o de determinada espécie, isto é, ‘guardar [obedecer] todas as coisas’ que Cristo ordenou. Em outras palavras, Seus ensinamentos foram designados para produzir informação e transformação. Esse tipo de instrução é muito exigente e inacreditavelmente difícil de se realizar.

Foi praticada pela Igreja Primitiva
Não há a menor sombra de dúvida de que o Novo Testamento ordena a Igreja a ensinar. Mas a Igreja primitiva obedeceu mesmo a esse mandamento?

A Ilustração. Em Atos 2.41-47, temos um retrato da Igreja primitiva, o qual nos informa que eles ‘perseveravam na doutrina [ensino] dos apóstolos’ (2.42). Este era o padrão contínuo; não uma exceção.

A Implementação. Efésios 4 confirma o compromisso de ensinar. Jesus Cristo, após subir aos céus, deu dons aos homens, a fim de que servissem à Igreja, conforme está escrito: ‘Uns […]
para pastores e doutores [mestres, professores]’ (Ef 4.11). O propósito?’ ‘Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo’ (Ef 4.12); mais outra prova de que os talentosos são chamados para o ministério da
multiplicação e não da adição. Para o judeu, não havia uma posição mais alta na escada da sociedade do que a de rabino.

Por conseguinte, quando a Igreja do primeiro século foi ensinada sobre a doutrina dos dons espirituais, confrontou-se com um problema. As
pessoas clamavam pelo ‘dom de ensino’ com todos os privilégios a ele pertencentes. Como resultado, Tiago teve de emitir esta advertência: ‘Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres [professores], sabendo que receberemos mais duro juízo’ (Tg 3.1).

Considerando que o professor é compelido a falar e que a língua é o último membro a ser dominado (Tg 3.2), deve-se ter muito cuidado, ao aspirar tal responsabilidade, ponderada e sensata” (GANGEL, Kenneth; HENDRICKS, Howard G. (Eds.). Manual de Ensino para o Educador Cristão: Compreendendo a natureza, as bases e o alcance do verdadeiro ensino cristão. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp.6,7).

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Lição 07: Santidade de Deus | EBD Betel Adultos | 2° Trimestre De 2021

EBD Betel – Adultos | 2° Trimestre De 2021 | Tema: Os Atributos de Deus conhecendo a natureza, o caráter e a supremacia de Deus nas Escrituras | Lição 07: Santidade de Deus

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Mostrar a qualidade ou a virtude de ser santo.
Ensinar que Deus não admite misturas ou contaminação.
Deixar claro que precisamos buscar a santificação.

TEXTO ÁUREO

“Dai ao Senhor a glória devida ao seu nome; adorai o Senhor na beleza da sua santidade.” Salmo 29.2

VERDADE APLICADA

Quando somos corrigidos pelo Senhor, é para o nosso proveito, para sermos participantes da Sua santidade.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

ÊXODO 15
11- Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em louvores, operando maravilhas?
ISAÍAS 6
2- E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.
1 PEDRO 1
15- Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver.
16- Porquanto escrito está: Sede santos porque eu sou santo.

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LEITURAS COMPLEMENTARES

SEGUNDA / Lv 11.44-45 Deus não aceita mistura nem contaminações.
TERÇA / Lv 20.26 Deus é santo.
QUARTA / 1 Cr 16.29 Adorai ao Senhor na beleza da Sua santidade.
QUINTA / 2 Cr 20.21 Todos devem louvar a santidade do Senhor.
SEXTA / Sl 145.17 Deus é justo e santo em todas as suas obras.
SÁBADO / Ap 3.7 Deus, aquele que é Santo e Verdadeiro.

HINOS SUGERIDOS 71, 99, 252 harpa Cristã

MOTIVOS DE ORAÇÃO

Ore para que, através da santificação, possamos chegar mais perto de Deus.

ESBOÇO DA LIÇÃO

Introdução
1- Santidade: pureza e retidão de Deus
2– Santidade: a beleza e glória de Deus
3– Santidade: revelada na Palavra de Deus
Conclusão

INTRODUÇÃO

Abordaremos nesta lição que, quando meditamos sobre a santidade de Deus, ficamos mais precavidos e mais determinados a viver livres do pecado e de toda sorte de desobediência à Sua Palavra.

PONTO DE PARTIDA

Deus é santo.

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1. Santidade: Pureza e Retidão de Deus

Esequias Soares (Teologia Sistemática Pentecostal – CPAD): “Deus é absolutamente santo; sua santidade é infinita e inigualável; Ele é santo em si mesmo, em sua essência e em sua natureza. No entanto, está escrito que Ele exige santidade de Seu povo porque Ele é santo [Lv 19.2; 1Pe 1.16]. Vemos, pois, que a santidade está em Deus e deve estar em seus seguidores”.

1.1. Deus é perfeito. Ele não erra nem tem falha alguma. Santidade é a pureza perfeita de Deus, que não tem mancha nem pecado algum. A Bíblia diz que Deus é santo e esse é o Seu caráter. O pecado nem sequer pode entrar em Sua presença! Somente o que é santo pode se aproximar de Deus. Quem quiser se aproximar de Deus precisa afastar-se de toda impureza e do pecado que nos rodeia [2 Sm 22.31; Mt 5.48; Hb 12.1; 12.14].

Subsídio do Professor: Todos os atributos estão ligados à perfeição de Deus, porque são qualidades intrínsecas do Seu Ser. Newman Hall nos mostra isso no seu comentário sobre a perfeição de Deus: “A sabedoria de Deus não pode errar. A santidade de Deus não pode pecar. O amor de Deus não pode ser cruel. A imutabilidade de Deus não pode mudar. A eternidade de Deus não pode terminar. A perfeição de Deus é uma fonte de mui consolação para nós, em nossa fraqueza e tolice. Se Ele não fosse Onisciente, poderíamos sofrer sem Ele saber. Se Ele não fosse Onipresente, poderíamos chorar sem Ele ver e ouvir. E se Ele não fosse Onipotente, poderíamos perecer e Ele ser incapaz de socorrer”

1.2. Deus é absolutamente isento de pecado. Deus não se contamina nem tem impurezas, por isso Ele não aceita se relacionar com pessoas impuras. Ele ama o pecador, mas rejeita o pecado em todas as suas formas. Quem se aproxima de Deus deve buscar a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor [Hb 12.14].

Subsídio do Professor: A santidade foi o propósito de Deus para o seu povo quando Ele planejou sua salvação em Cristo [Ef 1.4]. A santidade foi o propósito de Cristo para toda a Sua criação.0%2C0%2C1366%2C0%2C1366%2C728%2C1242%2C597&vis=1&rsz=%7C%7Cs%7C&abl=NS&cms=2&fu=128&bc=31&jar=2021-05-04-12&ifi=5&uci=a!5&btvi=3&fsb=1&xpc=532YrUqz5J&p=https%3A//escolabiblicadominical.org&dtd=5298

1.3. A santidade de Deus exige que Ele julgue o pecado. Se Deus aceitasse o pecado, Ele não seria santo. A desobediência, a idolatria, o adultério e a comunhão do Seu povo com outros povos sempre desagradaram a Deus e despertaram Sua ira, pois são uma afronta à Sua santidade. O Senhor sempre advertiu a Israel e a Judá por intermédio dos Seus profetas [2Rs 17.13, 17-18; 1Sm 12.15]. Não brinque com Deus, porque Deus é amor, mas também é fogo consumidor [Hb 12.29]. A santidade de Deus exige que a pena do pecado seja paga. A Sua ira se manifesta sobre toda impureza e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça [Rm 1.18].

Subsídio do Professor: A santidade de Deus é perfeita. Portanto, não há injustiça no Senhor e em qualquer de Seus atos. Em todas as fases que o povo de Deus foi levado cativo e ficou escravizado de outros povos foi pelo próprio consentimento de Deus. A Sua Santidade fez justiça com aqueles que se mantiveram fiéis a Ele e os que se arrependeram das suas abominações, delitos e ofensas. Mas o juízo de Deus é segundo a verdade e não aceita a prática de coisas erradas [Rm 2.1-3]. Lembre-se que a ira de Deus não é inseparável de Sua santidade. Se Deus aceitasse ou permitisse o pecado, Ele não seria Santo.

EU ENSINEI QUE:

Deus é perfeito, Ele não erra nem tem falha alguma. Deus é absolutamente isento de pecado. Porém, a santidade de Deus exige que Ele julgue o pecado.

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2. Santidade: a Beleza e Glória de Deus

“Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em louvores, operando maravilhas?” [Êx 15.11]. “Tu, com a tua beneficência, guiaste este povo, que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade.” [Êx 15.13]. “Não há santo como é o Senhor; porque não há outro fora de ti” [1Sm 2.2a].

2.1. A santidade de Deus não sofre alterações. A santidade de Deus é imutável como os Seus demais atributos, não sofre variações nem oscilações como o homem, que ainda está no processo de santificação: “Pelo que, querendo Deus mostrar mais abundantemente a imutabilidade do seu conselho aos herdeiros da promessa, se interpôs com juramento, para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta.” [Hb 6.17-18].

Subsídio do Professor: A santidade de Deus é a base de todos os seus atributos comunicáveis e incomunicáveis, pois a santidade é o parâmetro e a parte superior de todas as perfeições do Ser Supremo, o Deus Todo-Poderoso. Myer Pearlman (Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – Ed. Vida): “Vemos, então, que a santidade é o atributo que mantém a distinção entre Deus e a criatura. Não denota apenas um atributo de Deus, mas a própria natureza divina”. Assim, como comentou Tony Evans, a “santidade de Deus abre a porta para a compreensão e interpretação de todas as outras coisas a seu respeito”.

2.2. A santidade de Deus não pode ser violada, confundida nem questionada. Deus nunca foi visto nem surpreendido por ninguém em deslize moral ou ético de nenhuma espécie. Qual das suas criações, inclusive os anjos e os homens, poderia questionar a Sua santidade? Ninguém! É impossível o homem compreender plenamente a santidade de Deus, por ele ser criatura e estar vivendo ainda aqui na terra, sob pressão do pecado [1Co 2.10-11]. Quem questionará as Sagradas Escrituras: “Justo é o Senhor em todos os seus caminhos e santo em todas as suas obras” [Sl 145.17]. A santidade de Deus é a regra em todas as Suas ações

Subsídio do Professor: A santidade de Deus é uma luz que clareia todas as áreas escuras da nossa vida, colocando patente aos Seus olhos. Onde Ele procura com os seus olhos os fiéis da terra: “E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?” [2 Co 6.14b-18].

2.3. A santidade de Deus é padrão e espelho para a Sua criação. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento: O homem foi criado à imagem de Deus e é capaz de refletir a semelhança divina. E, assim como Deus se revela como eticamente santo, Ele chama os homens a uma santidade que lembra a sua própria […] Inerente à obra redentora de Deus é a promessa da derradeira manifestação da santidade de Deus na glorificação de seu povo e no livramento em que a criação se verá livre das imperfeições resultantes da maldição edênica [Rm 8.18-23]”. Assim, os que nasceram de novo e agora são filhos de Deus por adoção, são chamados a um viver em santidade e contínuo progresso em Cristo [Mt 5.48; 1Pe 1.13-17].

Subsídio do Professor: A santidade de Deus é manifestada e revelada a nós em Cristo Jesus. A santidade de Deus tem sido descrita como a “beleza” de todos os seus atributos, “sem a qual”, argumenta Edward Leigh, “sua sabedoria seria sutileza, sua justiça seria crueldade, sua soberania seria tirana, sua misericórdia seria compaixão insensata”. Deus, o Santo, comunica sua santidade a Cristo, que então opera sua imagem em seu povo. Paulo nos estimula e encoraja na sua segunda carta aos coríntios: “Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.” [2 Co 7.1].

EU ENSINEI QUE:

A santidade de Deus não sofre alterações, não pode ser violada, confundida nem questionada e é padrão e espelho para a Sua criação.

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Lição 6: Na Salvação, o Novo Nascimento EBD – 2° Trimestre De 2021

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adolescentes – Tema do Trimestre: Cremos  | Lição 6: Na Salvação, o Novo Nascimento

Lição 6: Na Salvação, o Novo Nascimento EBD - 2° Trimestre De 2021

OBJETIVO

Explicar o termo Expiação;

Apontar a morte de Jesus como substitutiva para a humanidade;

Afirmar que o novo nascimento é produto da operação da salvação de Deus para o Homem.

TEXTO BÍBLICO

João 3.3-8

DESTAQUE

“Jesus respondeu: — Eu afirmo ao senhor que isto é verdade: ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo” (Jo 3.3).

LEITURA DEVOCIONAL

SEG……………………………………………………….Ap 13.8

TER……………………………………………………….Mt 20.28;Mc 10.45

QUA………………………………………………………Os 6.6

QUI……………………………………………………….Hb 9.11,12

SEX……………………………………………………….Rm 8.1;2Co 5.17 SÁB………………………………………………………Jo 3.3

DOM……………………………………………………..Rm 8.34-37

OBJETIVO

Explicar o termo Expiação;

Apontar a morte de Jesus como substitutiva para a humanidade;

Afirmar que o novo nascimento é produto da operação da salvação de Deus para o Homem.

Material Didático

Leitura de texto, discussão do texto, sugestões de propostas.

Quebrando a Rotina

Professor, sugerimos uma atividade que precisará um pouco mais de tempo que as outras. Por isso, procure separar entre 10 a 15 minutos da aula para fazê-la. A nossa sugestão é que você reproduza o trecho do segundo AUXÍLIO TEOLÓGICO, O texto trata do Reino de Deus como o ponto central da mensagem d Jesus. Leia e debata o texto com a classe.

Na lição anterior, vimos que o Pecado atingiu todo o ser humano e a criação. Agora, uma vez que somos nascidos de novo, somos convocados por Jesus a proclamar o Reino de Deus para o homem caído e a criação caída. Enquanto o Reino de Deus não se revelar plenamente, como discípulos de Jesus, devemos expressar a mensagem do Reino para cada ser humano. Com base nisto, estimule a turma a pensar ações de evangelização e de projeto social na vizinhança, apresentando o Reino de Deus para as pessoas.

4° Trimestre 2020 1024x576 - EBD | Lição 6: Na Salvação, o Novo Nascimento 2° Trimestre De 2021

Estudando a Bíblia 

A humanidade inteira está encerrada debaixo do Pecado: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23). Esta é a situação do ser humano sem Deus! É a situação da humanidade mergulhada no Pecado desde os tempos passados, e que precisa desesperadamente de um Salvador, de um Redentor, de um Justificador e Senhor. Este Senhor já veio, um projeto delineado por Deus antes mesmo do advento do Pecado: “[O] Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13.8).

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Em sua soberania e onisciência, o Senhor nosso Deus, segundo o conselho da sua sabedoria, proveu o escape para todo o gênero humano, isto é, o ser humano que crê na suficiência do sacrifício de Cristo. Se há uma doutrina que, sem constrangimento, demonstra o amor de Deus pelo ser humano é a doutrina da Salvação. Ninguém tem como manipular o ato de salvação.

Quantas vezes os nossos pais nos pediram para não fazer determinada coisa, mas desobedientemente não ouvíamos. Em seguida, levávamos o prejuízo. O prejuízo do pecado foi caro. Era preciso o Cordeiro de Deus morrer em nosso lugar. Sim, uma pessoa pura, inocente e amorosa morreu no lugar do pecador.

A expiação, expia o quê

Para compreendermos o valor da morte de Jesus de Nazaré, sua conexão com a nossa realidade de pecado e a salvação da vida através da Cruz do Calvário, precisamos saber o conceito de Expiação.

Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe, “a ideia básica da expiação está ligada à reparação de um mal, à satisfação das exigências da justiça por meio do pagamento de uma penalidade” (p.752). Logo, a Expiação é o sacrifício cuja finalidade é a de reparar os pecados da pessoa, ora cometidos. A ideia de sacrifício é universal. Lendo um livro de história você verá que muitas religiões têm a figura do sacrifício como um elemento de punição. Alguém mata um animal ou um ser humano para oferecê-lo a um deus a fim de receber aprovação divina. Mas uma pergunta pode ser feita: Qual a diferença do sacrifício da Bíblia para o sacrifício dos povos de outras religiões?

Em primeiro lugar é que na Bíblia não há sacrifício humano. Deus proíbe terminantemente alguém de fazer sacrifício oferecendo o ser humano como oferta (Gn 18.21; 20.2; Dt 18.10).

Outra diferença está na individualidade do pecado. Enquanto que em outras religiões a responsabilidade do pecado não é individualizada, na Bíblia, para não se punir um povo inteiro, o Deus amoroso responsabiliza a pessoa que comete o crime, devendo ela comparecer pessoalmente à Casa de Deus para oferecer os sacrifícios (Ez 18.20).

Então surge um sistema de sacrifício no Antigo Testamento que durou até o ano 70 d.C – descrito nos Evangelhos. Para remissão do pecado da humanidade foi preciso Deus Pai entregar o seu único Filho, Jesus Cristo, para morrer na Cruz do Calvário em nosso lugar. O Nazareno entregou voluntariamente a sua própria vida por amor ao mundo (Mt 20.28; Mc 10.45). 

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AUXÍLIO TEOLÓGICO

Prezado professor, uma informação importante para você se aprofundar no tema da Expiação é conhecer o significado de “salvação”, ao longo das Escrituras. Por exemplo, no Antigo Testamento, a palavra “salvação” aparece frequentemente com o significado de “livramento” e de “libertação”. No contexto da nação de Israel, o termo se aplica à “salvação” física, pessoal e nacional (Êx 3.8; 2 Cr 32.17; SI 22.21). Ainda, no Antigo Testamento, “salvação” também tem uma conotação espiritual. Um exemplo dessa característica é o clamor do salmista Davi quando ele apela para Deus salvá-lo de todas as suas transgressões (SI 39.8; 51.14).

Em o Novo Testamento, a palavra “salvação” aplica-se, em primeiro lugar, ao nome de Jesus: “[…] E lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1.21). O nome de Jesus se refere à “salvação mediante o Senhor”. O termo “salvação”, em o Novo Testamento, também poderia se referir a “salvar a pessoa da morte; da enfermidade física; da possessão demoníaca; ou da morte inevitável” (Mt 8.25; 9.22; Lc 8.36; 8.50). Mas, significa, principalmente, a salvação espiritual que Deus providenciou por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor (1Co 1.21; 1Tm 1.15; Ef 2.8)

A partir de então não fica difícil compreendermos que a expiação, segundo o sacrifício de Jesus, supriu para sempre a dívida que tínhamos para com Deus mediante ao pecado dos nossos primeiros pais, Adão e Eva. Quando estudamos a doutrina da Expiação, compreendemos o tão grande amor de Deus pelos seres humanos. Em Cristo Jesus, Deus estava reconciliando o mundo consigo mesmo (2 Co 5.19).

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A morte substitutiva de Jesus

No Antigo Testamento, os sacerdotes apresentavam uma série de sacrifícios para salvar o povo e a si mesmos. Eles sacrificavam touros, bodes e ovelhas. Certa vez o rei Salomão fez um incrível culto de sacrifícios de animais para pedir perdão a Deus e consagrar um Templo (1Reis 8.62-63). Imagine um estádio de futebol cheio de touros e de ovelhas sendo sacrificados por intensos quatorze dias! Certamente não seria um espetáculo bonito de se ver. Mas quando lemos 1Reis 8 percebemos a sinceridade do rei e dos sacerdotes e a expectativa do povo em adorarão Deus único. Por isso, Deus responde positivamente ao rei. O Senhor falou com Salomão e o seu povo.

Entretanto, nem sempre foi assim. Não demorou muito e o culto a Deus se transformou em uma reunião mecânica e numa forma de ludibriar pessoas inocentes. Olha o que o profeta Oséias profetizou: “Eu quero que vocês me amem e não que me ofereçam sacrifícios; em vez de me trazer ofertas queimadas, eu prefiro que o meu povo me obedeça” (Os 6.6).

Aqui, o problema não era o sacrifício. De maneira nenhuma. O problema era apresentar sacrifícios a Deus sem amá-lo. Participar do culto a Deus sem reverenciá-lo. Sem desejar intimidade com Ele. O Pai contempla o coração de cada ser humano. Sabe bem o que de fato passa pela nossa mente e qual é a nossa intenção.

Então, Deus enviou o seu Filho para morrer por nós de uma vez por todas (Jo 3.16) afim de que nunca mais homens e mulheres precisem de qualquer sacrifício para tirar o próprio pecado (Hb 9.11-22).

Jesus morreu em nosso lugar, sua morte é poderosa e suficiente para nos redimir de todo o pecado. Para nos perdoar de qualquer circunstância que outrora nos envergonha. É horrível sentir vergonha por uma coisa que fizemos e que sabíamos que não era para ser feito. Olha, se você está assim, e se esta palavra tem alcançado o seu coração, saiba de uma coisa: “Agora já não existe nenhuma condenação para as pessoas que estão unidas com Cristo Jesus” (Rm 8.1) e “Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo” (2 Co 5.17).

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Eu nasci de novo

O texto de referência para nossa lição conta a história de um mestre judeu, fariseu e de nome Nicodemos que dialogou com Jesus num certo lugar da Galileia. Ele reconheceu que o nazareno era mestre e que Deus era com ele. Mas o nosso Senhor não se deixou levar pelo elogio, logo depois lhe respondeu: “Eu afirmo ao senhor que isto é verdade: ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo” (Jo 3.3).

Nicodemos não entendeu o que Jesus estava falando porque ele estava com a sua mente ligada na Lei, no mundo das concepções terrenas. Para nascer de novo o Homem deve crer que Deus enviou Jesus Cristo a fim de que não percebêssemos: “Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). O resultado dessa entrega de Deus Pai é a vida eterna a todos quantos crerem no presente de Deus

Nós passamos a ser novas criaturas, ou nascidos de novo, quando cremos de todo o coração e com toda a nossa força e pensamento que Jesus é o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. E através do sacrifício de Jesus na Cruz do Calvário obtemos o perdão das nossas transgressões. Mediante a obra na Cruz, a nossa dívida foi para sempre quitada, cancelada e anulada. Ninguém pode apresentar quaisquer acusações contra nós porque Deus nos justificou em Cristo Jesus (Rm 8.34).

Então o que eu preciso fazer para nascer de novo? Arrepender-se e crer no Evangelho! Arrepender-se de quem tu és. Do que faz. Do que pensa. Do que fala contra os outros. Da raiva que sente. Da mentira. Do engano.

Do fingimento. Do amor fingido. Arrepender-se de todo coração! £ crer que tudo o que o Evangelho disse que Deus fez por nós por meio de Cristo Jesus é a mais absoluta verdade. Crer de todo o coração que nós merecíamos ser condenados por Deus, mas pelo seu amor Ele enviou a Jesus para nos salvar. Na verdade somos pecadores que precisam de um Salvador: Jesus Cristo.

Quando nascemos de novo não significa que nunca mais pecamos, pois somos falíveis e de carne e osso. Mas temos o Espírito Santo que conscientiza-nos dos nossos pecados e a Jesus Cristo, o Filho de Deus, que está à destra do Pai, como o nosso Advogado Fiel intercedendo por nós (1Jo 2.1,2,12).

EBD | 2° Trimestre De 2021 | CPAD – Adolescentes – Tema do Trimestre: Cremos  | Lição 6: Na Salvação, o Novo Nascimento

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EBD – Lição 6: A Imaturidade Espiritual Dos Coríntios 2° Trimestre De 2021/Jovens

 Lição 6: A Imaturidade Espiritual Dos Coríntios Jovens CPAD –  2° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O Cuidado de Deus com o Corpo de Cristo – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Escola Dominical 

OBJETIVOS

1 MOSTRAR que os coríntios eram imaturos na vida cristã;

2 REFLETIR a respeito do que pode nos impedir de crescer na fé;

3 COMPREENDER o perigo da estagnação na fé.

TEXTO DO DIA

“E eu, irmãos, não vos pude falar como espirituais, mas como carnais, como a meninos em Cristo.” (1 Co 3.1)

SÍNTESE

A imaturidade espiritual traz muitos prejuízos para a Igreja, como as dissensões.

Agenda de leitura

SEGUNDA – Hb 5.13 O que se alimenta de leite é menino

TERÇA – Hb 5.14 O mantimento sólido é para os maduros

QUARTA – Hb 6.1 Prosseguindo até a perfeição

QUINTA – 1 Pe 2.2 O leite racional que nos faz crescer

SEXTA – Os 6.3 Prosseguindo em conhecer a Deus para continuar crescendo

SÁBADO – Pv 4.18 O crescimento dos justos

Interação

Professor(a), inicie a lição fazendo as seguintes indagações: “Quais são as características de uma pessoa imatura na fé cristã?” “O que demonstrava a imaturidade cristã dos coríntios?” Ouça os alunos com atenção e incentive a participação de todos. Diga aos alunos que uma pessoa imatura, cuja fé não está alicerçada na Palavra de Deus, em geral é levada por qualquer vento de doutrinas. 

Explique que precisamos crescer na fé cristã e que o nosso crescimento também é demonstrado mediante os nossos frutos, atitudes. Nosso modo de falar, pensar e agir deve ser coerente com os ensinos de Jesus, pois somos seus discípulos. Depois, comente que a imaturidade espiritual dos crentes traz muitos prejuízos para a Igreja. No caso da igreja em Corinto, havia muitas dissensões, e tais contendas estavam impedindo o avanço da obra de Deus.

Orientação Pedagógica

Prezado(a) professor(a), uma das ênfases da lição deste domingo é a questão da imaturidade espiritual dos coríntios. Paulo, com amor, mas de modo firme, chama a atenção dos crentes enfatizando que eles ainda se comportavam como crianças, meninos na fé. Os membros da igreja em corinto não estavam saudáveis na fé. 

Uma prova de tal afirmação é o fato de que havia constantes discussões, partidarismos e disputas entre eles. Por isso, sugerimos que para a aula de hoje, você faça uma “mesa redonda” com seus alunos e debata sobre o que pode impedir o crescimento do crente na fé cristã. Discuta também as consequências para o Reino de Deus quando uma igreja tem muitos crentes imaturos e raquíticos espiritualmente. Deixe-os falarem, incentivando a participação de todos. Contudo, depois de alguns minutos, busque sintetizar e organizar as ideias do primeiro tópico da lição.

Texto bíblico

1 Coríntios 3.1-5

1 E eu, irmãos, não vos pude falar como espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo.

2 Com leite vos criei e não com manjar, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis.

3 Porque ainda sois carnais, pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois, porventura, carnais e não andais segundo os homens?

4 Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu, de Apolo; porventura, não sois carnais?

5 Pois quem é Paulo e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes, e conforme o que o Senhor deu a cada um?

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INTRODUÇÃO

A Igreja foi edificada para dar continuidade à missão de Cristo, de pregar o Evangelho a toda criatura. No entanto, algumas pessoas da igreja em Corinto estavam na contramão desse propósito divino, pois ainda eram imaturos, vivendo de acordo com as obras da carne. Paulo afirma que a imaturidade de alguns era um empecilho para o cumprimento da Grande Comissão. Nesta lição, veremos por que os irmãos da igreja em Corinto tinham uma vida cristã imatura. Observaremos que a imaturidade deles estava impedindo o crescimento e o avanço da obra de Deus, prejudicando a comunhão com o Senhor e entre os membros da igreja.

I – OS CORÍNTIOS ERAM IMATUROS NA VIDA CRISTÃ

1. Os cristãos em Corinto ainda eram carnais (v. 1). Os crentes de Corinto tinham pouco tempo de conversa. Eles saíram do paganismo e do judaísmo, mas o paganismo e o judaísmo ainda não haviam saído deles. Estavam há pouco tempo na difícil caminhada cristã e muitos dos desejos carnais ainda dominavam suas vidas.

Paulo ressalta que a igreja ainda possuía muitos comportamentos carnais e, como consequência, tinha uma fé exclusivista, fechada e egoísta. O apóstolo critica essa fragilidade da fé dos coríntios e os exorta a deixarem a infantilidade espiritual para alcançarem a maturidade cristã. Como os coríntios daquela época, atualmente, muitos se comportam da mesma maneira.  Sem uma base sólida de fé, alicerçada na Palavra de Deus, são levados por qualquer vento de doutrina.

2. Os coríntios são chamados de crianças espirituais. Toda analogia é incompleta e precisa ser tratada com cuidado. Por exemplo, Pedro também usa a figura da criança, mas no sentido positivo: “Desejo afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que, por ele, vades crescendo” (1 Pe 2.2). Jesus também a usou no sentido positivo: “Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança não entrará nele” (Lc 18.17).

Pedro destaca o apetite saudável pelo leite racional, ou seja, o alimentar-se da Palavra de Deus. Enquanto Jesus destaca a simplicidade e a humildade de uma criança. Mas diferente de Pedro e de Jesus, Paulo compara os coríntios com uma criança no sentido negativo, na sua incapacidade de compreender a seriedade do Evangelho.

3. O cristão infantil não pode se alimentar de alimento sólido (v.2). Paulo afirma que devido à imaturidade dos coríntios, ele teve de alimentá-los com leite. O autor da Carta aos Hebreus afirma que “qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino (Hb 5.13).” O alimento sólido é somente para os adultos que “têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal” (Hb 5.14).

Os coríntios estavam em um processo lento de crescimento, mas se achavam adultos e prontos. No entanto, estavam equivocados. Paulo os chama de crianças na fé. Para uma criança não se pode dar algo mais forte do que ela seja capaz de ingerir. Por isso, sempre há necessidade de cuidados especiais. A maneira como Paulo fala na carta demonstra esse cuidado. Pessoas espiritualmente imaturas não suportam ser corrigidas e, geralmente, distorcem as palavras e os ensinos recebidos.

PENSE

Como você reage diante de uma repreensão?

PONTO IMPORTANTE

Pessoas espiritualmente imaturas não suportam ser corrigidas. 

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II – O QUE PODE NOS IMPEDIR DE CRESCER NA FÉ

1. Alimentar o sentimento de inveja (v. 3). Uma das principais paixões humanas que os crentes imaturos e carnais não conseguem controlar é a inveja. A inveja produz contendas e dissensões na igreja. Infelizmente, esse sentimento predominava entre os membros da igreja em coríntios. A inveja é uma paixão humana, obra da carne, que interfere no julgamento do indivíduo, causando-lhe um peso diante do sucesso dos outros.

A palavra “inveja” é formada pelos vocábulos latinos in (dentro de) + videre (olhar), que indicam um olhar maléfico que penetra no outro de forma destrutiva. O invejoso vive em função do que o outro tem. Não importa que ele não tenha o objeto desejado, desde que o outro também não possua. O cristão deve ser capaz de identificar esse sentimento e, por meio do Espírito Santo, mantê-lo sob controle. Isso é um exemplo de maturidade cristã.

2. Promover contendas e dissensões (v. 3). Nem sempre as contendas e dissensões são geradas pela inveja, podem ser suscitadas também pela ambição, desejo de prestígio, soberba, dentre outros desejos, todos presentes na igreja de Corinto.  Em geral a inveja promove contendas e dissensões, não permitindo que venhamos andar de maneira honesta e sincera diante de Deus e dos irmãos em Cristo (Rm 13.13).  

As pessoas que costumam promover contendas e dissensões são consideradas crianças espirituais e crentes carnais.

3. A falta de unidade. Paulo via cada pessoa como parte de uma grande unidade, o Corpo de Cristo, por isso ele partia do pessoal para o comunitário. Os coríntios se moviam no sentido contrário, eles criaram divisões e enfraquecem a unidade fraternal. A proposta de Paulo era o trabalho em equipe, a igreja unida como um só corpo para a superação das divisões e partidarismos.

O apóstolo comenta a respeito do fato de algumas pessoas dizerem: “Eu sou de Paulo” e outras afirmarem: “Eu sou de Apolo”. Paulo assevera que ele e Apolo eram apenas ministros a serviço do Reino de Deus, por isso faziam um trabalho de cooperação. Os coríntios, que não sabiam trabalhar em unidade, defendiam o que achavam ser o mérito de cada um dos líderes, enquanto estes apenas queriam unir suas forças em prol de um objetivo comum: a expansão do Reino de Deus.

PENSE

A divisão e a contenda impedem o avanço do Reino de Deus.

PONTO IMPORTANTE

A unidade promove o crescimento qualitativo e quantitativo da igreja. Lição 6: A Imaturidade Espiritual Dos Coríntios JovensCPAD –  2° Trimestre De 2021 | CPAD – Jovens | Tema: O Cuidado de Deus com o Corpo de Cristo – Lições da Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios para os nossos Dias | Escola Dominical

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Lição 9: O Ministério De Pastor 2° Trimestre De 2021 EBD/Adultos

Lição 9: O Ministério De Pastor 2° Trimestre De 2021- Tema: Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo à Deus e aos Homens com Poder Extraordinário | escola dominical  CPAD – Adultos – EBD

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Reconhecer o papel fundamental de Jesus como o sumo pastor.

Classificar as características de um verdadeiro pastor.

Conscientizar-se da missão do ministério pastoral.  

TEXTO ÁUREO

João 10:11 “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas”.

VERDADE PRÁTICA

Por meio do ministério pastoral, conduzimos as ovelhas ao Supremo Pastor, Jesus Cristo.

Licao 8 O Ministerio de Evangelista 1 1024x1024 - EBD | Lição 9: O Ministério De Pastor  | 2° Trimestre De 2021

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Ec 12.11: Há um só Pastor

Terça – Is 40.11: O pastor apascenta as ovelhas

Quarta – Ez 34.12: O pastor em busca das ovelhas

Quinta – Am 3.12: O pastor protege as ovelhas

Sexta – Zc 11.17: O pastor negligente com o rebanho

Sábado – Hb 13.20: Cristo, o Pastor das ovelhas

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

João 10.11,14; Tito 1.7-11; 1 Pedro 5.2-4.

João 10

11 – Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

14 – Eu sou o bom Pastor; e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido.

Tito 1

7 – Porque convém que o bispo seja irrepreensível como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;

8 – mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante,

9 – retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina como para convencer os contradizentes.

10 – Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão,

11 – aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras, ensinando o que não convém, por torpe ganância.

1 Pedro 5

2 – apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;

3 – nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.

4 – E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória.

Caro professor, para o terceiro tópico da lição, e após o subtópico que conceitua a missão do pastor, use o esquema abaixo. Fale a respeito do aspecto múltiplo da missão pastoral. Na igreja local, o pastor é um guia espiritual do povo de Deus. Dele se espera maturidade, idoneidade e amor no trato com as coisas de Deus e ao rebanho. Por isso, conclua a lição desta semana afirmando a complexidade da função pastoral e como Deus leva a sério o pastor que cumpre o seu ministério. Em seguida, reúna os seus alunos para orarem pelo pastor local e pelos pastores de todo o mundo.

EBD |Lição 9: O Ministério de pastor  | 2° Trimestre De 2021 CPAD – Adultos – Tema: Dons Espirituais e Ministeriais – Servindo à Deus e aos Homens com Poder Extraordinário | escola dominical

INTRODUÇÃO

Ser pastor sempre foi uma tarefa árdua. Muitas são as demandas internas e externas da igreja local, entre elas o cuidado para com as pessoas do rebanho, visita a enfermos, questões relacionadas à administração eclesiástica e o constante desafio de se dedicar à oração, à pregação e ao ensino da Palavra de Deus. O dia a dia pastoral é desafiador a quem é vocacionado por Deus para apascentar. Somente pela graça e o amor do Pai é possível encarar tão grande responsabilidade. Por outro lado, uma liderança madura e servidora é imprescindível ao desenvolvimento da igreja local. Assim, a lição de hoje abordará esse importante ministério.

I- JESUS, O SUMO PASTOR

Jesus é o pastor supremo. A expressão “grande Pastor das ovelhas”, que aparece em Hebreus 13.20, refere-se diretamente à sublimidade do Senhor Jesus como pastor no Novo Testamento. Marcado pela humildade e despojamento da sua glória, Ele foi chamado “grande” em seu nascimento (Lc 1.32). O adjetivo “grande” enfatiza o quanto o Nazareno é incomparável e mediador da nova aliança de Deus com os homens. Jesus Cristo é o supremo pastor em todos os aspectos. Ele venceu a morte e libertou o homem da prisão do pecado. Ele é Deus!

O pastor conhece as suas ovelhas. Em João 10.14, o adjetivo “bom” identifica Jesus como o pastor que por amor protege e cuida das ovelhas que lhe pertencem. Por isso, Ele é o “bom Pastor”. Tal expressão designa ainda a intimidade entre o Sumo Pastor e as suas ovelhas. Estas não ouvem a voz de outro pastor. O bondoso Salvador conhece a sua Igreja por inteiro, e se relaciona com cada membro (Jo 10.5,15).

O pastor dá a vida pelas ovelhas. Uma das principais fontes da economia israelita era o trabalho pastoril. Os pastores cuidavam das ovelhas para delas obterem o lucro diário. Este é o contexto de que se valeu o Senhor Jesus para referir-se ao ensinamento contido na expressão “o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (Jo 10.11). Aqui, diferente dos pastores que garantiam o seu sustento no campo através do uso das ovelhas, o Mestre Jesus mostra disposição em dar a própria vida pelo seu rebanho (Jo 10.15). Os verdadeiros pastores da igreja devem imitar o Sumo Pastor, Jesus. NEle não há jamais exploração alguma do rebanho, e isso deve servir de exemplo a todos aqueles que desejam ministrar à igreja do Senhor, tal como ensina a Palavra em 1 Pedro 5.2-4.

SINOPSE DO TÓPICO (I)

Jesus, o Pastor Supremo, conhece as suas ovelhas e deu a sua vida por elas.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I  

Subsídio Teológico  

“Viver como Pedro: A Supervisão Pastoral (5.1-11)

Dirigindo-se aos ‘estrangeiros’ (1.2) que haviam sido dispersos entre povos infiéis, e frequentemente hostis, Pedro inicia sua carta com um imperativo à vida santificada baseada no exemplo de Deus Pai (1.3-2.10). Pelo fato de muitos de seus leitores poderem sofrer injustamente e de modo abusivo nas mãos de cruéis agentes do governo, senhores ou maridos, na parte central e mais importante de sua carta Pedro manda que se submetam à autoridade e sofram, mesmo sem merecer, segundo o exemplo de Cristo (2.11-4.13). Nesta seção final da carta, Pedro dirige-se aos presbíteros [pastores], responsáveis pelo pastoreio do rebanho de Deus (5.1-4). Escrevendo como um presbítero [pastor] mais experiente, Pedro é seu modelo de liderança sobre o povo de Deus (5.1-11). Termina os ensinamentos com uma série de obrigações aplicáveis não só aos presbíteros, mas também a todo o povo de Deus (5.5-11)” (STRONSTAD, Roger; ARRINGTON, French L. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. Vol. 2: Romanos a Apocalipse. 4 ed., RJ: CPAD, 2009, p.921).

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II- AS CARACTERÍSTICAS DO VERDADEIRO PASTOR

Um caráter íntegro. Entre outras coisas, o exercício pastoral envolve aptidão para ensinar, aconselhar e comunicar-se de forma clara com a igreja local. Porém, essas características não são validadas se o caráter do pastor não for íntegro. Uma das piores queixas que se pode ouvir acerca de um ministro é que sua palavra pastoral não se coaduna com a sua vida. Como pode o líder falar sobre honestidade e ser desonesto? De simplicidade e mostrar-se esbanjador? De humildade e comportar-se soberbo? A melhor palavra pastoral é a vida do pastor em sintonia com a mensagem do Evangelho que ele proclama (Mt 7.24-27; 23.2-36).

Exemplo para os fiéis e os infiéis. O texto bíblico de 1 Timóteo 3.2,3, afirma que o bispo não deve ser dado ao vinho, espancador, cobiçoso de torpe ganância, contencioso ou avarento; a recomendação é que o obreiro seja moderado. A Igreja, o Corpo de Cristo, precisa contemplar em seu líder sinais claros do fruto do Espírito, tais como autocontrole, mansidão, bondade e amor. Estas características denotam idoneidade moral e maturidade espiritual. A mesma postura moral que o pastor atesta aos fiéis deve ser demonstrada, igualmente, aos infiéis (1Tm 3.7).

Exemplo para a família. Não podemos esquecer que antes de ser exemplo para igreja local, e com os de fora, o ministro do Evangelho, em primeiro lugar, deve ser o exemplo para a sua própria família — sua primeira comunidade e igreja. Governar a própria casa com modéstia e equilíbrio, criando seus filhos com respeito (1Tm 3.4), é o testemunho que toda a família cristã deseja experimentar na convivência sadia com o pastor que é esposo, pai e avô. Portanto, todo obreiro deve cuidar bem do seu lar, pois sem o devido respaldo deste, o seu ministério jamais terá credibilidade.

SINOPSE DO TÓPICO (II)

Do pastor espera-se um caráter íntegro; um exemplo para os fiéis, aos infiéis e a toda a sua família.

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