Lição 11: O Sétimo Sinal – Jesus Ressuscita Lázaro | 1° Trimestre De 2022 | EBD – Jovens

EBD | 1° Trimestre De 2022 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Tema: Jesus, o Filho de Deus – Os Sinais e Ensinos de Cristo no Evangelho de João | Escola Biblica Dominical | Lição 11: O Sétimo Sinal – Jesus Ressuscita Lázaro

TEXTO PRINCIPAL

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.” (Jo 11.25)

RESUMO DA LIÇÃO

Jesus tem o controle a respeito da vida e da morte.

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – Jo 11.4 Enfermidade que não é para morte
TERÇA – Jo 11.5 Jesus amava Lázaro e sua família
QUARTA – Jo 11.11 Lázaro foi despertado do sono
QUINTA – Jo 11.17 Jesus nunca chega atrasado
SEXTA – Jo 11.25 Jesus, ressurreição e vida
SÁBADO – Jo 11.39 “Tirai a pedra”

OBJETIVOS

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), estudaremos o sétimo sinal narrado por João; a ressurreição de Lázaro. O amigo de Jesus ficou gravemente enfermo e veio a falecer. Tudo aconteceu em um momento em que Jesus não estava por perto. A princípio, ao lermos o texto bíblico de João 11, podemos ter a impressão de que Jesus chegou tarde na aldeia de Betânia e que mais nada poderia ser feito. Contudo, o milagre da ressurreição de Lázaro nos mostra que o Filho de Deus jamais chega atrasado. O Senhor tem a hora certa de agir em nosso favor, pois Ele é soberano e tem o controle do tempo. Tudo está em suas mãos, inclusive a morte e a vida.

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a), reproduza o mapa abaixo. Utilize-o para mostrar que “Jesus havia estado pregando nas aldeias além do Jordão, provavelmente na Pereia, onde recebeu a notícia da doença de Lázaro. Jesus não partiu imediatamente, mas esperou dois dias antes de voltar à Judéia. Ele sabia que Lázaro já estaria morto, quando Ele chegasse a Betânia, mas Ele iria realizar um grande milagre” (Adaptado de Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal: Rio de Janeiro: CPAD, 2015. p. 1423).

TEXTO BÍBLICO
João 11.1,3,4,14,17,39-41,43,44

1 Estava, então, enfermo um certo Lázaro, de Betânia, aldeia de Maria e de sua irmã Marta.
3 Mandaram-lhe, pois, suas irmãs dizer: Senhor, eis que está enfermo aquele que tu amas.
4 E Jesus, ouvindo isso, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela.
14 Então, Jesus disse-lhes abertamente: Lázaro está morto.
17 Chegando, pois, Jesus, achou que já havia quatro dias que estava na sepultura.
39 Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, irmã do defunto, disse-lhe: Senhor, já cheira mal, porque já é de quatro dias.
40 Disse-Lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?
41 Tiraram, pois, a pedra. E Jesus, levantando os olhos para o céu, disse: Pai, graças te dou, por me haveres ouvido.
43 E tendo dito isso, clamou com grande voz: Lázaro, vem para fora.
44 E o defunto saiu, tendo as mãos e os pés ligados com faixas, e o seu rosto, envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: desligai-o e deixai-o ir.

INTRODUÇÃO

Na lição de hoje vamos refletir a respeito de um aspecto fundamental de nossa fé no Deus a quem servimos: a segurança de que Ele sempre tem o controle de todas as coisas. Não há circunstância alguma que pegue Deus de surpresa ou que limite seu poder. Seja qual for a origem ou a extensão do dano ou qualquer tipo de mal, nada escapa ao controle soberano do Criador.

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I – A ALDEIA DE BETÂNIA

1- Sua posição geográfica. A pequena aldeia de Betânia é citada várias vezes nos Evangelhos (Mt 21.17; Lc 19.29: Jo 11.1; 12.1). É bem provável que essas citações não correspondam a todas as vezes que Jesus ali esteve. Mas os registros que temos são suficientes para que entendamos quão estratégico foi aquele lugar. É como quando viajamos para uma cidade grande e preferimos nos hospedar em seus arredores, em um lugar discreto, evitando os tumultos da metrópole.

2- Estrategicamente escondida. Jesus fez isso algumas vezes em relação a Betânia, há apenas 2,7 km de Jerusalém (“quase quinze estádios” cf. Jo 11.18). Bastava sair da cidade antiga, cruzar o Vale de Cedrom e passar para o lado oriental do Monte das Oliveiras, onde estava Betânia, como que estrategicamente escondida.

3- Saindo da agitação. Betânia era um lugar por vezes escolhido por Jesus para sair da agitação da movimentada Jerusalém. Essas viagens a Betânia levaram Jesus a ter um relacionamento muito terno com os irmãos Lázaro, Marta e Maria. Eles o recebiam em sua casa, dedicando-lhe serviço, tempo e atenção. Especialmente Maria, que se assentava aos pés de Jesus e ouvia sua Palavra (Lc 10.39).

SUBSÍDIO 1

Professor(a), explique aos alunos que “a aldeia de Betânia estava situada a aproximadamente três quilômetros a leste de Jerusalém, a caminho de Jericó. Ela ficava suficientemente próxima de Jerusalém para que Jesus estivesse em perigo, mas suficientemente longe para não atrair a atenção prematuramente. Quando o irmão ficou gravemente doente, Maria e Marta recorreram a Jesus, em busca de ajuda. Elas criam na sua habilidade de ajudar, porque haviam visto seus milagres. Nós, também, sabemos dos milagres de Jesus, quando precisamos de ajuda extraordinária, Jesus oferece recursos extraordinários. Não devemos hesitar em pedir-lhe ajuda.” (Adaptado de Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal: Rio de Janeiro: CPAD, 2015, p. 1421).

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II – O MILAGRE DA RESSURREIÇÃO

1- Para a glória de Deus. A expressão “glória de Deus” tem um lugar central nesse texto. Jesus disse aos discípulos que a enfermidade era “para que o Filho de Deus seja glorificado por ela” (Jo 11.4). Quando Marta hesitou diante da ordem de tirar a pedra do sepulcro, Jesus ressaltou justamente esse propósito (Jo 11.40). Esse milagre, portanto, seria mais um evidente sinal de sua divindade. Embora já tivesse registrado tantos outros, João precisava incluir esse, que mostra o poder de Cristo sobre esse terrível inimigo: a morte.

2- Defunto ou Lázaro? Quando alguém morre não faz mais sentido chamá-lo pelo nome porque não há comunicação alguma entre vivos e mortos. Não quer dizer que deixemos de considerar o ente querido e tê-lo em lembrança, inclusive com saudades. Acontece que, com a morte, cessa completamente a possibilidade de comunicação, pois o espírito e a alma já estão fora do corpo. Com Jesus é diferente. Ele não fala com defuntos. Enquanto nós perdemos toda a comunicação com quem morre — porque estamos, por enquanto, presos a esse mundo material e físico —, para Deus a única mudança é que os que já morreram deixaram essa habitação terrena, mas continuam a existir, como alma e espírito, podendo ouvir plenamente sua voz. Falando aos saduceus sobre a ressurreição, Jesus afirmou: “Deus não é Deus de mortos, mas de vivos, porque para ele vivem todos” (Lc 20,38).

É por isso que Jesus, como Filho de Deus, nunca fala “defunto”, mas sempre “Lázaro”: “Lázaro, vem para fora” (Jo 11.43). A ressurreição de Lázaro, portanto, é um chamado pessoal de volta à vida. Jesus chamou Lázaro, ressuscitando-o. Mesmo depois dessa declaração, o narrador continua a referir-se ao defunto: “E o defunto saiu” (Jo 11.44). O mesmo acontece na narrativa da ressurreição do filho da viúva de Naim. Todos se referiam ao defunto, mas Jesus disse: “Jovem, eu te digo: Levanta-te” (Lc 7.14).

3- A ressurreição no presente. Marta demonstrou profundo conhecimento teológico em sua conversa com Jesus. Falou claramente da ressurreição do Último Dia (Jo 11.24), além de ter confessado sua fé em Cristo, “o Filho de Deus que havia de vir ao mundo” (Jo 11.27), mas não demonstrou crer que Ele poderia operar milagre de ressurreição no presente. Esse é um exemplo de como nossa compreensão teológica, por mais profunda que seja, ainda pode apresentar grandes limitações espirituais. O texto é claro ao dizer que quando Jesus viu Maria chorar, “moveu-se muito em espírito” e também chorou (Jo 11.33-35). Foi também de Maria a disposição de levar Jesus até a sepultura de Lázaro (Jo 11.34). A lição espiritual que extraímos é: conhecimento teológico é importante, mas sem quebrantamento não se alcança o coração de Deus (Sl 5117). Maria alcançou esse quebramento porque tirava tempo para ficar aos pés de Jesus (Lc 10.39; Jo 12.3)

SUBSÍDIO 2

Professor(a), explique aos alunos que “se Jesus estivesse estado com Lázaro, durante os momentos finais da doença de Lázaro, poderia tê-lo curado, em vez de deixar que morresse, Mas Lázaro morreu, para que o poder de Jesus sobre a morte pudesse ser exibido aos seus discípulos e a outras pessoas. A ressurreição de Lázaro foi uma demonstração essencial do seu poder, e a ressurreição dos mortos é uma crença crucial da fé cristã. Jesus apenas não ressuscitou a si mesmo (Jo 10.18), como, também, tem o poder de ressuscitar outras pessoas.” (Bíblia de Estudo Cronológico Aplicação Pessoal Rio de Janeiro: CPAD, 2015. p. 1421).

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Lição 10: Jesus, O Bom Pastor | 1° Trimestre De 2022 | EBD – Jovens

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TEXTO PRINCIPAL

“Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. “ (Jo 10.11)

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – Jo 10.1 O verdadeiro pastor
TERÇA – Jo 10.4 As ovelhas conhecem a voz do pastor
QUARTA – Jo 10.7 Jesus, a porta das ovelhas
QUINTA – Jo 10.9 O pastor e a porta da salvação
SEXTA – Jo 10.10 O ladrão de ovelhas
SÁBADO – Jo 10.12,13 O mercenário

OBJETIVOS

APRESENTAR o aprisco de Deus;
EXPLICAR que Jesus deu a sua vida por nós de forma voluntária;
ESCLARECER que existe um só rebanho.

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), na lição de hoje estudaremos um riquíssimo sermão messiânico pregado por Jesus, estando ainda em Jerusalém. “O capítulo 10 de João começa com uma extensa figura de linguagem ou ilustração (Jo 10.6), semelhante a uma parábola, sobre pastores e ovelhas. João fornece dois aspectos da ilustração: ‘a porta’ (10.3-5) e o ‘pastor’ (10,3-5), e cada um tem a sua própria interpretação — a ‘porta’ é interpretada em 10.7-10, e o ‘pastor’ em 10.11-18. A passagem inteira lembra a imagem de Ezequiel 34, onde o profeta castigou os falsos pastores (os líderes maus de Israel) e predisse que o verdadeiro Pastor (0 Messias) viria e daria ao povo de Deus (as ovelhas) cuidado e liderança autênticos. Em comparação com os fariseus — que eram maus líderes do povo de Deus — Jesus era o verdadeiro Pastor de todo o povo de Deus. O homem curado que creu em Jesus representava todos os crentes que saíram do judaísmo para seguir Jesus, como ovelhas que seguem o seu pastor” (Comentário do Novo Testamento. Aplicação Pessoal. Vol 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p.548).

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a), reproduza o quadro abaixo e utilize-o para mostrar aos alunos alguns nomes de Jesus que designavam sua função. Explique que em João 10, Jesus se apresenta como o Bom Pastor.

REFERÊNCIANOME
JOÃO 6.27 FILHO DO HOMEM
JOÃO 6.35PÃO DA VIDA
JOÃO 8.12LUZ DO MUNDO
JOÃO 10.7PORTA DAS OVELHAS
JOÃO 10.11BOM PASTOR 
JOÃO 11.25A RESSURREIÇÃO EA VIDA
JOÃO 14.6O CAMINHO A VERDADE E A VIDA
JOÃO 15.1,5A VIDEIRA VERDADEIRA

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TEXTO BÍBLICO
João 10.11-18

11 Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
12 Mas o mercenário, que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o Lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa.
13 Ora. o mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado das ovelhas.
14 Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas ovelhas sou conhecido.
15 Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai e dou a minha vida pelas ovelhas.
16 Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar a estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.
17 Por isso, o Pai me ama, porque dou a minha vida para torna a torná-la.
18 Ninguém a tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar e poder para tornar a tomá-la, Esse mandamento recebi de meu Pai.

INTRODUÇÃO

Na lição deste domingo, estudaremos mais um riquíssimo sermão messiânico pregado por Jesus, estando ainda em Jerusalém, Há, nesse texto, profundas revelações do plano eterno de Deus para a humanidade, envolvendo a todos: judeus e gentios. Há, também, fortes declarações de Jesus a respeito de sua missão redentora; o caráter de sua entrega pessoal, que nos leva a glorificá-lo ainda mais. O cuidado de Jesus com suas ovelhas é retratado nesse texto, onde, como Pastor, não apenas protege o rebanho, mas dá sua vida por ele. Há, finalmente, a promessa de uma reunião eterna, com a formação de um só rebanho e um só Pastor, o que dá um profundo caráter escatológico para a mensagem, Apesar de toda essa riqueza espiritual, o sermão provocou forte reação negativa em parte dos judeus (Jo 10.20,21).

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I – O APRISCO DE DEUS

1- A abrangência da mensagem. A parábola contada por Jesus tinha um valor representativo especial em seu tempo, quando a criação de ovelhas era muito mais comum. Às pessoas que conheciam bem a realidade campestre, Jesus fala, em linguagem figurada, sobre o curral das ovelhas. Nele, o mesmo Jesus que é o bom Pastor é também a porta para o aprisco, o aprisco de Deus (Jo 10.7,16). Naquele momento, a mensagem tinha como endereço a comunidade judaica, dentro do contexto de uma nação espoliada por seus líderes. Jesus denuncia os ladrões, salteadores e mercenários (Jo 10.8,12), que não cuidam das ovelhas, mas buscam somente explorá-las. Mas essa grande mensagem não é dirigida apenas a Israel, mas a toda a humanidade, apresentando Cristo como o Pastor que tem um cuidado especial por todos aqueles que ouvem sua voz e o seguem. Fala de seu amor e ternura, com absoluta abnegação e entrega.

2- O fracasso dos pastores de Israel. O quadro caótico dos líderes da nação judaica não dizia respeito apenas à liderança espiritual de Israel daqueles dias, cujo comportamento hostil com o povo é bem retratado no Evangelho de João. Quando se refere a todos quantos vieram antes dEle (Jo 10.8), Jesus está denunciando os maus líderes de Israel de todos os tempos, especialmente do período da monarquia, quando a nação teve condutores insensatos e cruéis, incluindo reis, sacerdotes e profetas (Is 56.8-12; Ez 22.24-30). Com o fracasso total dos líderes de Israel, o próprio Deus viria, pessoalmente, em busca de suas ovelhas, para reuni-las novamente em seu aprisco (Ez 34.11-23). Jesus agora se apresenta como esse Pastor, o bom e eterno Pastor, que não apenas cuida das ovelhas, mas dá sua vida por elas (Jo 10.11)

3- O comportamento das ovelhas. Jesus afirma que suas ovelhas o conhecem e conhecem sua voz. Não ouvem a estranhos, nem os seguem (Jo 10.4,5,14). Esse relacionamento íntimo entre Pastor e ovelha é baseado na dedicação, afeto e cuidado que Ele dedica, chamando a si as que se agradam de ouvi-lo e segui-lo. Esse é o tipo de relacionamento que Jesus quer ter com todos nós. Sua entrega pessoal já foi feita. Cabe a nós nos deleitar nEle, nos submetendo integralmente ao seu pastoreio.

SUBSÍDIO 1

Professor(a), explique aos alunos que “a porta é a entrada principal. Jesus explicou que qualquer pessoa que tentasse entrar de qualquer outro modo que não fosse pela porta seria um ladrão — esta pessoa teria más intenções. É muito provável que esta “porta” representasse a posição do Messias, porque Jesus prosseguiu dizendo: ‘Aquele que entra pela porta é o pastor das ovelhas’. Somente o pastor tem o direito de entrar no aprisco das ovelhas e chamar as suas próprias ovelhas para fora para que o sigam. Jesus repreendeu aqueles que reivindicariam liderar o povo de Deus sem considerar o Messias (que está em seu meio, mas não é reconhecido por eles). Tais líderes têm falsas ambições, desejos egoístas e más intenções. Quando o pastor chegava, ele chamava as suas próprias ovelhas pelo nome. Pelo fato das ovelhas reconhecerem a voz de seu pastor, elas vêm e o seguem, e saem para pastar.”

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II – “DOU A MINHA VIDA”

1- A abnegação de Cristo. Um dos aspectos mais extraordinários da obra de Cristo é sua entrega voluntária. O Filho de Deus não foi sacrificado à força, como se obrigado fosse. Muito pelo contrário! Foi um gesto de profundo e verdadeiro amor, fruto de sua renúncia pessoal. Por isso, disse Jesus: “[…] o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém a tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou” (Jo 10.17,18). No mesmo capítulo 10 de João, estando Jesus ainda em Jerusalém, vemos uma prova dessa sua condição pessoal de entrega. Quando voltou a ser interceptado pelos judeus e declarou-se igual ao Pai, quiseram apedrejá-lo (Jo 10.30,31) e procuravam “prendê-lo outra vez, mas ele escapou de suas mãos e retirou-se outra vez […]” (Jo 10.39,40). O que isso significa? Que Jesus não foi preso antes que chegasse a hora da qual vinha falando desde o começo. Na noite da prisão se entregou voluntariamente, aceitando completamente a vontade do Pai (Jo 18.4; Mt 26.39.45.51- 54).

2- Esvaziou-se a si mesmo. Talvez a mais bela descrição dessa gloriosa obra de entrega sacrificial de Cristo pela humanidade seja a que Paulo fez aos filipenses. O apóstolo fala de Cristo como Deus, esvaziando-se de sua glória para cumprir a missão redentora (Fp 2.7). Como enfatiza o teólogo pentecostal Donald Stamps, “o texto grego !…] diz literalmente, que ele ‘se esvaziou’, i.e., deixou de lado sua glória celestial (Jo 17.4), posição (Jo 5.30; Hb 5.8), riquezas (2 Co 8.9), direitos (Lc 22.27; Mt 20.28) e o uso de prerrogativas divinas (Jo 5.19; 8.28; 14.10)”. O Filho não deixou de ser Deus, pois manteve completa natureza divina, mas assumiu uma natureza humana igualmente completa. Assim, o que temos é que segundo a Bíblia de Estudo Pentecostal “esse ‘esvaziar-se’ importava não somente em restrição voluntária dos seus atributos e privilégios divinos, mas também na aceitação do sofrimento, da incompreensão, dos maus-tratos, do ódio e, finalmente, da morte de maldição na cruz (vv. 7,8).” Paulo nos estimula a que tenhamos esse mesmo sentimento (Fp 2.5). Aliás, precisamos refletir o quanto temos da humildade de Cristo em nós, e o quanto ainda somos dominados por nossas mediocridades, vivendo segundo nossos próprios interesses. Devemos nos preocupar mais em servir e considerar os outros superiores a nós mesmos (Fp 2.3,4).

3- A glória de Cristo. Enquanto Lúcifer quis usurpar a glória de Deus (Is 14.12-14), Cristo esvaziou-se de sua própria glória. Essa profunda humilhação o credenciou a receber todo o poder e glória, não somente no céu, mas também na terra e debaixo da terra (Fp 2.10). Ao submeter-se inteiramente ao Pai em completa obediência e sem pecado, Jesus destronou por completo os poderes das trevas, triunfando sobre o inferno e a morte (Cl 2.15). Por isso, todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai (Fp 2.10,11). Chegará o tempo em que todo o mundo, todas as nações da terra, terão de reconhecer que Jesus, o descendente de Davi, é o Cristo, o Messias. Será a implantação do seu Reino eterno, que jamais terá fim (Is 9.6,7).

SUBSÍDIO 2

Professor(a), leia com os alunos João 10.17,18 e explique que “a morte e a Devemos nos preocupar mais em servir e considerar os outros superiores a nós mesmos (Fp 2,3,4). ressurreição de Jesus, como parte do plano de Deus para a salvação do mundo, estavam sob pleno controle de Deus. Ninguém poderia matar Jesus sem seu consentimento. Se Jesus tivesse sido, meramente, um homem, suas declarações de ser Deus teriam provado que Ele era louco. Mas seus milagres provaram que suas palavras eram verdadeiras — Ele era, verdadeiramente Deus. Os líderes judeus estavam perplexos. Mas não conseguiam ver além de seus próprios preconceitos, e por isso, consideravam Jesus somente de seu ponto de vista humano e limitado.”

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Lição 09: O Sexto Sinal – A Cura de um Cego de Nascença | 1° Trimestre De 2022 | EBD – Jovens

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TEXTO PRINCIPAL

“Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.” (Jo 9.5)

RESUMO DA LIÇÃO

Jesus sempre esteve consciente de estar vivendo segundo a perfeita vontade do Pai

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – Jo 9.1 Jesus viu o cego
TERÇA – Jo 9.2 Quem pecou?
QUARTA – Jo 9.4 Jesus faz a obra de Deus enquanto é dia
QUINTA – Jo 9,5 Jesus, a luz do mundo
SEXTA – Jo 9.11 “Lavei-me, e vi”
SÁBADO – Jo 9.36,38 O milagre e a conversão do cego

OBJETIVOS

APRESENTAR o sexto sinal relatado por João: Jesus cura um cego de nascença;
SABER como se deu a cura do cego;
EXPLICAR a reação dos fariseus diante do milagre realizado por Jesus,

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), na lição deste domingo estudaremos o sexto sinal: a cura de um cego de nascença. “Todos os milagres de Jesus também apontavam para quem Ele era. João dá prosseguimento ao discurso de Jesus sobre ser ‘a luz do mundo’ (Jo 8.12; 9.5) com o relato de Jesus restaurando a visão de um homem cego de nascença. Esta história ilustra a verdade espiritual de que Cristo é a Luz do Mundo. Como o mendigo cego passa a ‘ver’ que Jesus é o Messias, assim Jesus nos oferece a visão espiritual para permitir que o vejamos como o nosso Senhor e Salvador. Nós também nascemos espiritualmente cegos e precisamos do dom da visão que somente a Luz do Mundo pode proporcionar. A Luz do Mundo torna-se a nossa luz quando colocamos a nossa fé em Jesus Cristo” (Comentário do Novo Testamento. Aplicação Pessoal. Vol 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p.521).

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a), para concluir a lição faça a seguinte pergunta aos alunos: “Quais foram os resultados do sexto sinal realizado por Jesus Cristo?” Ouça os alunos com atenção e depois apresente os quadros abaixo. Utilize-os mostrando os resultados do sinal realizado por Jesus e os seus ensinamentos práticos para nós.

RESULTADO FINAL

COMOÇÃOJoão 9.8
O INTERROGATÓRIOJoão 9.9-10
A PERSEGUIÇÃO. João 9.16

ENSINAMENTOS PRÁTICOS 

COMPAIXÃO VALE MAIS DO QUE A ESPECULAÇÃOJoão 9.8
O LIMITE HUMANO É NOSSA OPORTUNIDADEJoão 9.9,10.
“REMINDO 0 TEMPO”.João 9.9,10.
CONHECIMENTO ATRAVÉS DA OBEDIÊNCIA.João 9.11,17,33,35-37
A CERTEZA DA EXPERIÊNCIA.João 9.25

TEXTO BÍBLICO
João 9.1-7

1 E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença.
2 E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?
3 Jesus respondeu: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.
4 Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.
5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. 6 Tendo dito isso, cuspiu na terra, e, com a saliva, fez lodo e untou com o lodo os olhos do cego.
7 E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa o Enviado). Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo.

INTRODUÇÃO

Jesus está de volta à Judéia. Outra vez em Jerusalém, Ele prossegue seu ministério no centro religioso e político de Israel. Mais um sinal de sua divindade será manifesto, tocando em pontos sensíveis das crenças judaicas e provocando forte reação nos fariseus. Estudaremos, hoje, a cura de um cego de nascença. Mas antes de entrarmos diretamente no exame do texto, faremos uma breve apresentação dos fatos antecedentes, o que aconteceu entre o quinto sinal (Jesus andando sobre as águas) e a cura do cego, o sexto sinal, já em Jerusalém. A finalidade é proporcionar uma visão mais completa possível do conteúdo do Evangelho de João. Ainda assim não estaremos perscrutando toda a riqueza desse extraordinário livro.

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I – FATOS ANTECEDENTES

1- Uma temporada na Galileia. Depois de andar sobre as águas do mar da Galileia, Jesus fala à multidão em Cafarnaum, principal cidade da região, e se apresenta como o Pão da Vida: “o verdadeiro pão do céu” dado pelo Pai (Jo 6.22-59). Conforme João 7.1, Jesus permaneceu por algum tempo pelas cidades da Galileia, evitando ir à Judéia, “pois os judeus procuravam matá-lo”. É a segunda fase de seu ministério, como já destacamos. Com a iminência da Festa dos Tabernáculos, os irmãos de Jesus sugerem que Ele vá a Jerusalém para que também seus discípulos pudessem ver as obras que fazia (Jo 7.2), Essa é uma das muitas passagens que apresentam os irmãos de Jesus. O texto de João 7.3-5 nos mostra que Jesus enfrentava a incredulidade dentro de sua própria casa. Fato é que “nem mesmo seus irmãos criam nele” (Jo 75).

2- “Não é chegado o meu tempo”. Jesus não respondeu aos seus irmãos como um homem natural. Falou-lhes como o Filho de Deus, expondo sua missão (Jo 7.6). Isaías profetizou a rejeição que o Messias teria (Is 53.3). Isso não fez dEle uma pessoa ressentida. Jesus sempre esteve consciente de estar vivendo segundo a perfeita vontade do Pai. Não podemos nos deixar afetar por qualquer insinuação, provocação ou desprezo. Quando vivemos segundo a vontade de Deus, devemos permanecer firmes em nosso propósito; como Jesus, que jamais se abalava, sempre estava convicto de estar obedecendo e agradando ao Pai (Jo 8.29). Se estamos certos disso, fiquemos tranquilos. Preservemos nosso coração e não nos entreguemos a tristezas ou angústias,

3- Jesus vai à festa. Depois de seus irmãos terem ido a Jerusalém, Jesus fez o mesmo, mas “não manifestamente, mas como em oculto” (Jo 7.10). No meio da festa foi ao Templo e ensinava aos judeus, falando de sua missão. No último dia da festa falou da obra do Espírito Santo no interior dos que o recebessem (Jo 7.38,39). Sua mensagem provocava distintas reações na multidão. Alguns criam ser Ele o Cristo, mas o fato de ser conhecido como sendo da Galileia produzia muita dúvida: Vem, pois, o Cristo da Galiléia? Não diz a Escritura que o Cristo vem da descendência de Davi e de Belém, da aldeia de onde era Davi?” (Jo 7.41-42). Nosso resumo dos fatos antecedentes ainda inclui a ida de Jesus ao monte das Oliveiras onde costumava orar, seu retorno ao Templo para ensinar e o perdão à mulher adúltera, quando atingiu a consciência dos judeus, que queriam apedrejá-la (Jo 8.1-11).

PENSE! A condição espiritual dos irmãos de Jesus é uma demonstração de como o conhecimento de Deus decorre da fé.
PONTO IMPORTANTE! Dentre os fatos estudados está a expressa referência de João ao ministério de Jesus na Galileia

SUBSÍDIO 1

Professor(a), explique aos alunos que no capítulo 9 de João “vemos quatro reações diferentes a Jesus, Os vizinhos revelaram surpresa e ceticismo: os fariseus mostraram incredulidade e preconceito; os pais creram, mas ficaram em silêncio, temendo a excomunhão; e o homem curado mostrou fé constante e crescente. Cada reação a Jesus permitiu que o homem chegasse a um entendimento mais claro a respeito daquele que o curou.” (Bíblia de Estudo Cronológico Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD. 2015, p. 1410).

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II – A CURA DO CEGO

1- A pergunta dos discípulos. Havia entre os judeus uma crença de que toda doença era consequência de pecado, do enfermo ou de seus pais (Jo 9.34). Por isso o questionamento dos discípulos quando viram o cego de nascença: “Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?” (Jo 9.2). A grande questão da razão do sofrimento humano inquieta muita gente e já fomentou grandes debates ao longo da história. É uma grande temeridade tentar responder essa e outras grandes questões da vida através de filosofias ou pressupostos teológicos que escolham esse ou aquele extremo. São diversas as razões da existência de enfermidades e de toda espécie de sofrimento. A primeira e principal delas é a Queda. A humanidade não seria afetada por nenhum dano se não fosse o pecado. Com a transgressão de Adão e Eva o mal passou a operar no mundo (Gn 3.14-19). Ninguém escapa dessa causa geral primária. Além dela, existem também causas específicas, isto é, pecados pessoais que podem trazer terríveis consequências ao indivíduo, incluindo doenças (Jo 5.14). Há também enfermidades de causas espirituais, como no caso da mulher que andava curvada por ter um espírito de enfermidade (Lc 13.11).

2- Obras de Deus. No caso do cego em questão, a situação era outra. Não decorria de pecado ou qualquer causa espiritual de índole pessoal (Jo 9.3). De fato, aquela cura, além de expressar a misericórdia de Deus para o cego e sua família, teve amplo efeito imediato e o testemunho chegou até nós, numa clara abrangência do propósito divino. O sofrimento também pode ser permitido por Deus como prova de nossa fé, para o desenvolvimento do caráter de Cristo em nós e um maior conhecimento de sua Pessoa e vontade. Jó era um homem reto, temente a Deus e que se desviava do mal e ainda assim foi intensamente afligido. Seus amigos “teorizavam” muito sobre seu quadro, buscando explicar seus sofrimentos. Tudo em vão. Deus se manifestou a Jó não com formulações teóricas, mas com a demonstração de sua Pessoa e poder.

3- A Luz do mundo. Antes de curar o cego, Jesus fala aos discípulos sobre o significado do sinal que iria realizar: mostrar seu poder de tirar o homem das trevas e trazê-lo para a luz. Imediatamente antes do milagre, Ele diz: “[…] sou a luz do mundo” (Jo 9.5). Em seguida, cuspiu na terra, fez lodo e untou os olhos do cego; ordenou que fosse ao tanque de Siloé lavar-se, o que o cego fez e voltou vendo (Jo 9.6,7). Este sinal tem, portanto, perfeita correlação com o sermão que Jesus havia recém pregado em Jerusalém (Jo 8.12-59). Assim como aquele homem, que tinha uma cegueira congênita, toda a humanidade estava espiritualmente cega e Jesus veio trazer luz para os homens. Em um mundo de tanta escuridão e engano, em Cristo temos Luz perfeita para nosso caminho, a luz da vida (Jo 8.12).

SUBSÍDIO 2

Professor(a), leia com os alunos João 9.2,3. Explique que havia “uma crença comum, na cultura judaica, de que a calamidade ou o sofrimento era resultado de algum pecado grave. Mas Cristo usou o sofrimento deste homem para ensinar a respeito da fé e para glorificar a Deus. Nós vivemos em um mundo de pecado, em que o bom comportamento nem sempre é recompensado, e o mau comportamento, nem sempre punido. Consequentemente, às vezes pessoas inocentes sofrem. Independentemente das razões para nosso sofrimento, Jesus tem o poder de nos ajudar a lidar com ele. Quando você sofre, por uma doença, tragédia ou deficiência, tente não perguntar: ‘Porque isso aconteceu comigo?’, ou ‘O que fiz de errado?’ Em vez disso, peça que Deus lhe dê forças para enfrentar e vencer a provação e uma perspectiva mais clara do que está acontecendo.” (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD. 2015, p. 1410).

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Lição 08: O Quinto Sinal – Jesus anda sobre o Mar | 1° Trimestre De 2022 | EBD – Jovens

EBD | 1° Trimestre De 2022 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Tema: Jesus, o Filho de Deus – Os Sinais e Ensinos de Cristo no Evangelho de João | Escola Biblica Dominical | Lição 08: O Quinto Sinal – Jesus anda sobre o Mar

TEXTO PRINCIPAL

“E, tendo navegado uns vinte e cinco ou trinta estádios, viram Jesus andando sobre o mar e aproximando-se do barco, e temeram. Porém ele lhes disse: Sou eu; não temais.11 (Jo 6.19,20)

RESUMO DA LIÇÃO

Os discípulos se viram diante de uma situação frente a qual eram impotentes. Foi naquelas circunstâncias que Jesus se revelou a eles.

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – Jo 6.18 Quando o mar se levanta
TERÇA – Jo 6.19 Medo em meio à adversidade
QUARTA – Jo 6.20 “Não temais”
QUINTA – Jo 6.24 Quando Jesus entra no barco
SEXTA – Sl 121.1,2 De onde vem o nosso socorro
SÁBADO – SI 121.7 Deus nos guarda

OBJETIVOS

APRESENTAR o quinto sinal narrado no Evangelho de João: Jesus anda sobre as águas;
COMPREENDER o processo da revelação de Jesus segundo João;
SABER como se deu o treinamento dos doze apóstolos de Jesus.

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), na lição deste domingo estudaremos o quinto sinal narrado pelo apóstolo João: Jesus anda sobre o mar. O capítulo 6 de João nos mostra que depois de alimentar a multidão faminta, os discípulos de Jesus entraram em um barco em direção a Cafarnaum. Contudo, eles foram surpreendidos por uma terrível tempestade, pois as tormentas eram comuns no mar da Galileia devido a sua localização. A tempestade causou muito medo nos discípulos e os deixou abalados, pois chegaram a pensar que Jesus era um “fantasma”. Em geral, as tormentas da vida mexem com as nossas emoções. Ficamos como os discípulos no barco, temerosos e o medo nos leva a vermos “fantasmas”. Não importa a tempestade que você ou quem sabe alguns de seus alunos estejam enfrentando, tenha confiança, pois Jesus também virá em seu socorro.

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a), depois de orar para iniciar a aula faça a seguinte pergunta aos seus alunos: “Quem é Jesus Cristo para você?” Ouça com atenção a todos os alunos e incentive a participação deles, pois a participação da turma torna a aula mais interativa. Infelizmente, muitos na atualidade, falam e até conhecem algo a respeito de Jesus Cristo. Muitas pessoas também buscam a Jesus somente esperando receber um milagre. Contudo, poucos são os que reconhecem a Jesus Cristo como o Cordeiro de Deus (1.29,36); o Messias (1.41,45); o Filho de Deus (1.34,49) e na verdade, ninguém menos que o próprio Deus (1.1-3). Ao ver Jesus caminhando sobre as águas, os discípulos pensaram ser um fantasma e não o Mestre, uma visão equivocada do Filho de Deus. Que venhamos ter uma visão correta a respeito de Jesus e que Ele seja visto como o nosso Salvador e Senhor.

TEXTO BÍBLICO

João 6.16-21
16 E, quando veio a tarde, os seus discípulos desceram para o mar.
17 E, entrando no barco, passaram o mar em direção a Cafarnaum; e era já escuro, e ainda Jesus não tinha chegado perto deles.
18 E o mar se levantou, porque um grande vento assoprava.
19 E, tendo navegado uns vinte e cinco ou trinta estádios, viram Jesus andando sobre o mar e aproximando-se do barco, e temeram.
20 Porém ele lhes disse: Sou eu; não temais.
21 Então, eles, de boa mente, o receberam no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam.

INTRODUÇÃO

Dentre os propósitos de Cristo em seu ministério, estava o treinamento dos discípulos, Isso acontecia através da criação de oportunidades que gerassem experiências de fé. Nesta lição refletiremos a esse respeito, considerando, inclusive, como é importante que reconheçamos nossa fragilidade diante do poder de Deus, que não encontra quaisquer limites ou barreiras. Na sequência do estudo dos sinais selecionados por João, esse se destaca como mais uma contundente demonstração de sua divindade: Jesus andando sobre as águas mostra seu poder como Criador, com absoluto controle sobre todas as coisas, incluindo a criação e seus fenômenos, como uma tempestade em alto mar. Por isso podemos ter segurança nEle em meio aos maiores perigos da vida.

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I – O MAR SE LEVANTOU

1. A cronologia dos fatos. Pela narrativa feita por João, Mateus e Marcos, entendemos que a travessia do mar da Galileia foi iniciada na tarde do mesmo dia da primeira multiplicação dos pães. De Tiberíades Jesus ordenou aos discípulos que navegassem para o outro lado do lago, em direção a Cafarnaum, enquanto Ele foi orar. A travessia demandava um tempo considerável, principalmente pelas condições primitivas das embarcações. Naquela tarde e noite os discípulos já haviam navegado “uns vinte e cinco ou trinta estádios” (Jo 6.19), ou seja uns 4,5 ou 5,4 km. Com ventos contrários, isso representava longas horas. Quando Jesus foi ao encontro dos discípulos já havia passado das 3h da manhã. Mateus registra que era já a quarta vigília da noite (Mt 14.25). Portanto, já estavam no mar havia aproximadamente 12h.

2. A impetuosidade das ondas. Os discípulos se viram diante de uma situação frente a qual eram totalmente impotentes. O mar da Galileia, por sua grande extensão (20 km) e ventos inesperados, sujeitava os navegantes a fortes tempestades. No caso dos discípulos, João conta que “um grande vento assoprava” (Jo 6.18). Conforme Mateus, o barco estava “açoitado pelas ondas” (Mt 14.24). Foi naquelas pavorosas circunstâncias que Jesus apareceu “andando sobre o mar” (Jo 6.19). O Mestre se revelou como soberano que, mesmo diante de qualquer tempestade, jamais perde o controle da situação, a ponto de andar sobre as águas. O quadro é justamente esse: do ponto de vista físico e humano, havia uma tragédia iminente; a instabilidade era reinante. Do ponto de vista divino, contudo, havia plena segurança e estabilidade. Jesus apareceu, soberano, andando sobre as águas.

3. Um fantasma? A relevância desse sinal também se vê na reação dos discípulos quando veem Jesus. Marcos registra que eles “pensaram que era um fantasma e deram grandes gritos” (Mc 6.49). É de se imaginar que os discípulos não cogitassem que Jesus fosse tão poderoso a ponto de andar sobre as águas, mesmo sendo autor dos milagres que já haviam testemunhado. Como poderia não ser afetado pela impetuosidade das ondas ou qualquer força da natureza? Eles ainda não tinham uma compreensão exata de sua divindade e poder. É de se imaginar também qual seria a origem da crença que expressaram, ao imaginarem que seria um fantasma. Isso não tinha relação alguma com toda a revelação escriturística já disponível aos judeus! Precisamos ter cuidado com todo tipo de crendice. Nossa compreensão das realidades espirituais deve ter sempre uma fonte única e segura: a Palavra de Deus.

PENSE! Mesmo fazendo a vontade de Deus somos sujeitos a enfrentar crises e dificuldades na vida.
PONTO IMPORTANTE! Os discípulos assombrados são um retrato da fragilidade humana.

SUBSÍDIO 1

Professor(a), abra a sua Bíblia e procure mostrar aos alunos o “quinto sinal” nos Evangelhos de Mateus e Marcos (Mt 14.22-33; Mc 6.45-52). Em seguida explique que “nos três relatos dos Evangelhos sobre este milagre, o de João é o que inclui menos detalhes. Ele expõe a ação com moderação, e exceto por uma breve menção do pavor dos discípulos, ele dá pouca ênfase a este evento. Mateus descreve o andar de Pedro sobre as águas, destacando também o momento em que lhe faltou a fé e começou a afundar. Marcos mencionou as dificuldades que foram criadas pelo vento e pelas ondas, bem como o fato de que quando os discípulos viram Jesus, Ele estava passando por eles. Os enfoques de Mateus e Marcos destacaram o milagre e seus efeitos sobre aqueles que participaram dele; João incluiu o milagre como sendo ainda outra indicação da verdadeira identidade de Jesus.” (Comentário do Novo Testamento. Aplicação Pessoal. Vol 1. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, P-521).

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II – O PROCESSO DA REVELAÇÃO DE JESUS

1. “Sou eu; não temais”. Quando os discípulos, assustados e com medo, pensaram estar diante de um “fantasma”, Jesus se identificou: “Sou eu; não temais” (Jo 6.20). João relata o momento em que o recebem no barco, mas Mateus dá uma informação precedente. Pedro manifestou dúvida se realmente era Jesus: “Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas” (Mt 14.28), Jesus o chama e ele, descendo do barco, começa andar sobre as águas. Sentindo o vento forte, teve medo e começa a afundar. Clama por Jesus, que lhe estende a mão e o segura (Mt 14.31).

2. Medo e dúvida. Jesus abordou os discípulos com uma palavra de ânimo, diante do pavor que enfrentavam. Pedro pôs em dúvida sua identidade e pediu uma prova exclusiva, de ordem pessoal Foi censurado por sua incredulidade. Aprendemos com isso que o reconhecimento de nossas fragilidades encontra conforto em Deus. Ele é nosso socorro bem presente na angústia (SL 46.1). O que não devemos fazer é duvidar de sua Palavra, como fez Pedro.

3. O perigo da apostasia. As Escrituras e a História nos mostram exemplos de pessoas que exigiram provas da existência de Deus e de seu poder, não como fruto da necessidade de conhecê-lo, mas como expressão de resistente incredulidade e orgulho. Uma das fases da tentação de Cristo foi quando o Diabo o instou para que se lançasse do pináculo do Templo, exigindo que o Pai ordenasse aos anjos que o livrasse (Mt 4.6). Disse-lhe Jesus: “Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus” (Mt 4.7).

SUBSÍDIO 2

Professor(a), leia novamente com os alunos o Texto Bíblico da Lição. Explique que a tempestade no mar “foi o cenário em que os discípulos aprenderam que a presença divina vem ao homem não somente na hora da adoração no lugar sagrado, mas nos momentos inesperados e de maior necessidade (cf. Hb 416). Jesus chegou dizendo Sou eu (literalmente, ‘Eu sou’): a divina presença está aqui: não tenham medo. ‘Então, eles, de boa mente, o receberam no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam’. Aqui está um bonito epílogo para todo o drama.” Diga aos alunos que é preciso confiar em Jesus em todo o tempo — na bonança e na tempestade. A nossa fé nEle não pode ser alterada pelas circunstâncias, pois não vivemos firmados no que vemos ou sentimos. (Adaptado de Comentário Bíblico Beacon Vol 7. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p. 70.)

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Lição 07: O Quarto Sinal – A Multiplicação dos Pães e Peixes | 1° Trimestre De 2022 | EBD – Jovens

EBD | 1° Trimestre De 2022 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Tema: Jesus, o Filho de Deus – Os Sinais e Ensinos de Cristo no Evangelho de João | Escola Bíblica Dominical | Lição 07: O Quarto Sinal – A Multiplicação dos Pães e Peixes

TEXTO PRINCIPAL

” E Jesus tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos, pelos que estavam assentados; e igualmente também os peixes, quanto eles queriam.” (Jo 6.11)

RESUMO DA LIÇÃO

Os sinais servem para atrair as pessoas para Cristo, a fim de que possam ouvir sua palavra e crer nEle.

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – Jo 6.2 Os sinais de Jesus
TERÇA – Jo 6.19 A estratégia do milagre
QUARTA – Jo 6.11 Jesus dá graças
QUINTA – Jo 6.12 Todos ficaram saciados
SEXTA – Jo 6.13 Nada se perdeu
SÁBADO – Jo 6.48 Jesus, o pão da vida

OBJETIVOS

CONHECER a segunda fase do ministério de Jesus na Galileia dos gentios;
MOSTRAR que os sinais apresentados por Jesus eram um atrativo para as multidões;
COMPREENDER que os judeus tinham um entendimento imperfeito de Jesus Cristo e seu ministério.

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), nesta lição estudaremos a quarto sinal: a multiplicação dos pães e peixes. O propósito de Jesus não era somente saciar a fome física das pessoas, mas ELE tinha como desígnio atraí-las para que ouvissem suas palavras e assim pudessem crer que Ele era e é o “Verbo que se fez carne”. Jesus não mudou. Ele tem poder para saciar as nossas necessidades materiais e espirituais. Que venhamos crer na sua provisão mesmo que as circunstâncias sejam contrárias. No decorrer da lição, enfatize também o fato de que a atuação de Jesus na Galileia é mais um sinal da amplitude do plano divino de salvação.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a), depois de orar para iniciar a aula, leia o Texto Bíblico da lição. Em seguida, dê início ao conteúdo da aula fazendo a seguinte pergunta: “Por que Jesus perguntou a Filipe onde eles poderiam comprar pão?” Incentive a participação de todos os alunos. Depois explique que “quando Jesus fez a pergunta a Filipe, ele começou a avaliar o custo provável, Mas Jesus queria lhe ensinar que os recursos financeiros não são mais importantes, Podemos limitar o que Deus faz em nós e através de nós, supondo o que é e o que não é possível Há alguma tarefa impossível que você acredita que Deus quer que você faça? Não deixe que sua avaliação do que não pode ser feito lhe impeça de assumir a tarefa. Deus pode fazer muitos milagres; confie que Ele trará os recursos” (Adaptado da Bíblia Cronológica Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2015, p. 1368).

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TEXTO BÍBLICO

João 6.3-12
3 E Jesus subiu ao monte e assentou-se ali com os seus discípulos.
4 E a Páscoa, a festa dos judeus, estava próxima.
5 Então, Jesus, levantando os olhos e vendo que uma grande multidão vinha ter com ele, disse a Filipe: Onde compraremos pão, para estes comerem?
6 Mas dizia isso para o experimentar; porque ele bem sabia o que havia de fazer.
7 Filipe respondeu-lhe: Duzentos dinheiros de pão não lhes bastarão, para que cada um deles tome um pouco.
8 E um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe:
9 Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isso para tantos?
10 E disse Jesus: Mandai assentar os homens. E havia muita relva naquele lugar. Assentaram-se, pois, os homens em número de quase cinco mil.
11 E Jesus tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos, pelos que estavam assentados; e igualmente também os peixes, quanto eles queriam.
12 E, quando estavam saciados, disse aos seus discípulos: Recolhei os pedaços que sobejaram, para que nada se perca

INTRODUÇÃO

Estudaremos mais um sinal miraculoso: a multiplicação dos pães e peixes. São dois os milagres de multiplicação registrados pelos evangelistas. O primeiro, de cinco pães e dois peixinhos, consta dos quatro Evangelhos. O segundo, de sete pães e “uns poucos peixinhos”, foi registrado somente por Mateus e Marcos (Mt 14.13-21; Mc 8.1-9). O primeiro milagre, alimentou quase cinco mil homens, além de mulheres e crianças (Jo 6.10). O segundo milagre, quatro mil homens, além de mulheres e crianças (Mt 15.38). O sinal de João 6 não ficou circunscrito aos discípulos, à família de um oficial do rei ou aos religiosos de Jerusalém, Alcançou uma grande multidão, e justamente na Galileia dos gentios. Consideramos esse e outros aspectos na lição de hoje.

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I – A GALILEIA DOS GENTIOS

1. A segunda fase do ministério. Na primeira fase de seu ministério, Jesus fez várias incursões à Judeia. Há intercalações, mas a segunda fase ocorre proeminentemente na Galileia, e a terceira e última é a consumação, novamente na Judeia. A narrativa de João da primeira multiplicação perpassa por essa fase mais intensa na Galileia, em perfeita consonância com os demais Evangelhos, que cobre mais o ministério de Cristo entre os galileus. Isso nos indica mais um propósito de João, de ampliar aos seus leitores o conhecimento do ministério de Jesus, cobrindo tempo maior de sua vida e obra em relação aos sinóticos, cujas narrativas atingem apenas cerca de um ano da vida do Messias e a consumação nos dias finais em Jerusalém. Mais que um propósito de João, vemos a perfeição da obra revelacional dirigida pelo Espírito Santo. Abrir este parêntese e falar um pouco sobre o ministério de Jesus entre os galileus demonstra como isso não passou totalmente ao largo das narrativas joaninas. Em João 7.1 há um registro sintético dessa fase, ao dizer que “Jesus andava pela Galiléia e já não queria andar pela Judéia, pois os judeus procuravam matá-lo.” Há, portanto, uma complementaridade narrativa entre todos os Evangelhos.

2. Por que Galileia dos gentios? A Galileia está situada ao norte de Israel, a oeste do rio Jordão, em torno e acima do grande lago que leva o mesmo nome. Em Isaías 9.1 é chamada de Galiléia dos gentios”, a terra de Zebulom e de Naftali, as tribos que nos dias de Josué herdaram a região (Js 19.10-16,32-39). Foi devastada quando da invasão da Assíria, em 733 a.C„ e teve sua ocupação alterada (2 Rs 15.29). Registros históricos citados pela Bíblia de Estudo Holman dão conta de que para lá foram levados egípcios, árabes, fenícios e gregos. Isso levou a Galileia a ser uma região considerada predominantemente como gentia e pagã. Por isso era considerada como Galiléia dos gentios ou Galiléia das nações. A segunda fase do ministério de Jesus, portanto, é uma eloquente demonstração do quanto Ele se dedicou a essa população heterogênea, revelando o caráter universal de sua missão.

3. A Galileia nos dias de Jesus. A predominância gentílica na Galiléia recebeu sensível mudança depois que Herodes a anexou ao seu reino, mas isso não eliminou a miscigenação. Para lá afluíram muitos judeus e a região se tornou mais populosa. Tinha cerca de 240 cidades e vilas, segundo Flávio Josefo. As principais eram Cafarnaum, Nazaré e Tiberíades, a capital. Por sua histórica heterogeneidade e por ter uma cultura bastante influenciada por gregos e romanos, o termo Galileu ganhou um conceito pejorativo entre os judeus da Judeia. Esse era um dos motivos que apresentavam para a rejeição de Jesus, que consideravam ser galileu. Até nesse aspecto vemos a sabedoria divina em ação, confundindo aqueles que, pela dureza do coração, rejeitavam o Salvador.

PENSE! A completude e perfeição das Escrituras são o resultado da ação do Espírito Santo.
PONTO IMPORTANTE! A atuação de Jesus na Galileia é mais um sinal da amplitude do plano divino de salvação.

SUBSÍDIO 1

Professor(a), ‘grande multidão o seguia, porque via os sinais que operava sobre os enfermos. Os verbos seguia e operava no tempo imperfeito em grego. Eles poderiam ser traduzidos, respectivamente: estava continuamente seguindo’ e ‘estava continuamente operando’. A
atividade de cura de Jesus regularmente atraía as multidões na Galileia,” (Adaptado de Comentário Bíblico Beacon. Vol 7. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p. 68.)

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II – SEGUINDO OS SINAIS

1. Um atrativo para as multidões. Os sinais jamais podem ser vistos como um fim em si mesmo, ou seja, não podemos nos relacionar com Deus por causa dos para atrair as pessoas para Cristo, a fim de que possam ouvir sua Palavra e crer nEle. Jesus realizou muitos milagres e prometeu que suas testemunhas receberiam poder para realizar obras ainda maiores (Jo 14.12), incluindo expulsar demônios, falar novas línguas, operar maravilhas e curas. Quando os discípulos saíram pregando, o Senhor Jesus cooperava com eles, “confirmando a palavra com os sinais que se seguiram” (Mc 16.20). Os sinais não cessaram no primeiro século. Têm acontecido durante toda a história da Igreja e ainda se manifestam entre nós. Precisamos buscá-los com fé, pois disse Jesus: “E tudo o quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho” (Jo 14.13).

2. O propósito revelacional. João registra que a multidão seguia a Jesus “porque via os sinais que operava sobre os enfermos” (Jo 6.2). Nessa movimentação pública, Jesus prossegue seu ministério de milagres e pregação, sempre no propósito de revelar-se à humanidade. Mais uma vez age no sentido de demonstrar, com clareza, a impossibilidade humana de solucionar o problema instaurado, ao questionar Filipe sobre a compra de pães para alimentar a multidão. Como acentua o evangelista, na verdade Jesus “bem sabia o que havia de fazer” (Jo 6.6). Ou seja, o propósito foi específico: realizar o sinal para revelar seu poder aos homens, a fim de que cressem nEle.

3. “Está aqui um rapaz”. Além de o lugar ser afastado, Filipe indicou o obstáculo financeiro, já que para supri-los de pão seriam necessários mais que duzentos dinheiros, o equivalente a cerca de dez meses de trabalho. Diante disso, André informa que havia ali um rapaz que tinha cinco pães de cevada e dois peixinhos, mas logo reconhece que isso era absolutamente nada para a multidão reunida (Jo 6.9). De qualquer sorte, a informação trazida por André foi válida, porque foi a partir dessa insuficiência humana, seguida de uma atitude de desprendimento, que houve a operação do milagre. A lição que tiramos é: o pouco que temos é realmente insuficiente, mas quando entregue a Jesus pode se tomar muito e servir para alimentar grandes multidões. Da mesma forma que Jesus operou aquele milagre a partir do pouco que tinha aquele jovem, pode fazê-lo em relação a qualquer um de nós, desde que coloquemos em suas mãos tudo o que somos e temos. Com o rapaz, aqueles cinco pães e dois peixinhos continuariam sendo cinco pães e dois peixinhos. Entregues a Jesus, foram multiplicados, alimentaram a multidão e ainda sobejaram, enchendo doze cestos de pedaços dos pães (Jo 6.11-13).

PENSE! Não podemos nos acomodar a uma religião sem o sobrenatural.
PONTO IMPORTANTE! Reter o que temos para nós mesmos revela nossa mediocridade.

SUBSÍDIO 2

Professor(a), ao comentar o tópico II da lição, diga aos alunos que “nada é demasiado pequeno nas mãos dAquele que criou os céus e a terra, quando entregue às suas mãos, Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes, 1 Co 1.27.” (BOYER. Orlando. Espada Cortante. Lucas, João e Atos. Vol 2. Rio de Janeiro: CPAD. 2007, p.265.)

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Lição 02: João Batista – Preparando o Caminho | 1° Trimestre De 2022 | EBD – Jovens

TEXTO PRINCIPAL

“Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio para testemunho para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele.” (Jo 1.6,7)

RESUMO DA LIÇÃO

João, o evangelista, nos apresenta João, o Batista, que veio dar testemunho de Jesus.

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – Lc 1.36 O precursor
TERÇA – Lc 1.5,6 Gabriel anuncia o precursor
QUARTA – Jo 1.6,7 O ministério do precursor
QUINTA – Jo 1.23 Voz do que clama no deserto
SEXTA – Lc 1.13,14 Escolhido desde o ventre materno
SÁBADO – Mt 11.13 Último profeta veterotestamentário

OBJETIVOS

APRESENTAR a origem do precursor de Jesus Cristo, João Batista;
APONTAR a mensagem do precursor;
SABER que a pregação de João Batista apresentava Jesus como o Verbo de Deus e que ele foi o último profeta do Antigo Testamento.

INTERAÇÃO

Na lição deste domingo estudaremos a respeito de João Batista. O último profeta do Antigo Testamento que teve como missão divina preparar o caminho para Jesus, o “Verbo que se fez carne”. Seu nascimento se deu de forma sobrenatural, já que seus pais eram idosos. Ele foi enviado por Deus, como cumprimento profético, por isso era um profeta e nazireu. Exerceu seu ministério no deserto, comendo e se vestindo de modo bem singular. Sua missão era apregoar a mensagem divina a uma geração que estava cega pelo pecado, por isso a sua mensagem não era popular, mas o profeta de Deus não estava preocupado com notoriedade. Ele apregoava o arrependimento dos pecados, uma mensagem intensa para muitos que não queriam uma mudança de vida. João Batista também anunciava a vinda do Messias. No decorrer da lição, procure mostrar aos alunos que aqueles que estão “cegos” pelo pecado e perdidos neste mundo tenebroso, ainda precisam de nós, servos (as) de Deus. Precisamos testificar a respeito do “Verbo que se fez carne” e preparar esta geração para o Arrebatamento da Igreja.

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Para a aula desta semana, sugerimos que você peça aos alunos que citem algumas características de João Batista. À medida que forem falando vá tomando nota no quadro. Em seguida apresente a tabela abaixo e mostre aos alunos as qualidades de João Batista. Conclua explicando que Deus também deseja nos dar essas características para que possamos anunciar sua Palavra.

JOÃO BATISTA

1- O mensageiro designado por Deus para anunciar a chegada de Jesus como o Salvador.
2 – Um pregador cuja mensagem tinha como tema o arrependimento.
3 – Um confrontador destemido.
4 – Conhecido por seu notável estilo de vida.
5 – Não era transigente em relação à Palavra de Deus e à fé.

Extraído da Bíblia do Estudante Aplicação Pessoal CPAD, p. 1201

TEXTO BÍBLICO

João 1.6-8,15,16,24-27
6 Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.
7 Este veio para testemunho para que testificasse da Luz, para que todos cressem por ele.
8 Não era ele a Luz, mas veio para que testificasse da luz.

15 João testificou dele e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: o que vem depois de mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu.
6 E todos nós recebemos também da sua plenitude, com graça sobre graça.
24 E os que tinham sido enviados eram dos fariseus.
25 E perguntaram-lhe, e disseram-lhe: Por que batizas, pois, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?

26 João respondeu-lhes, dizendo: Eu batizo com água, mas, no meio de vós. está um a quem vós não conheceis,
27 Este é aquele que vem após mim, que foi antes de mim, do qual eu não sou digno de desatar as correias das sandálias.

INTRODUÇÃO

Na lição desta semana, veremos a fundamental importância do testemunho para a implantação e expansão do Reino de Deus. No seu relacionamento com as pessoas, nosso Deus sempre se valeu do próprio ser humano para revelar sua vontade e propósito, gerar fé nos corações e construir relacionamentos. Veremos também como João, o evangelista, nos apresenta João, o Batista, que veio dar testemunho de Jesus. Compreenderemos como o ministério desse precursor era necessário para denunciar o sistema pecaminoso reinante em Israel, preparando o caminho para o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

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I- A ORIGEM DO PRECURSO

1. Das montanhas de Judá. Luca é o único dos evangelistas que registra informações do nascimento de João, que passaria a ser identificado como “o Batista”, aquele que batiza, segundo o Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento, O texto sagrado não menciona sua cidade de origem, senão que ficava na região montanhosa de Judá (Lc 1.39). A tradição cristã a identifica como a atual Ein Kerem, vila que pertence à Jerusalém Ocidental. Maria foi para lá, após receber o anúncio da concepção de Jesus, visitar sua prima Isabel, grávida já havia seis meses (Lc 1.36). O precursor, portanto, nasceu antes do Messias.

2. O anúncio a Zacarias. O plano de Deus estava sendo fielmente executado. O mesmo Gabriel que visitou Maria e anunciou-lhe a obra do Espirito Santo para a encarnação do Filho de Deus (Lc 1.26-36), já havia estado com o sacerdote Zacarias, homem justo e temente a Deus (Lc 1.5,6), anunciando-lhe o nascimento de João, o precursor do Messias (Lc 1.13-19). Zacarias e Isabel, assim como Simeão e Ana, nos mostram que mesmo diante da apostasia e do declínio moral reinantes naquele tempo, alguns judeus piedosos serviam a Deus e perseveravam em oração, esperando a consolação de Israel, prometida pelos profetas (Lc 2.25-38).

3. O cumprimento profético. O anúncio do nascimento de João Batista foi feito em cumprimento à profecia do Antigo Testamento. O anjo Gabriel cita Malaquias 4.5,6 ao falar do ministério de João: “E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor, seu Deus, e irá adiante dele no espirito e virtude de Elias, para converter o coração dos pais aos filhos e os rebeldes, à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto” (Lc 1.16,17). Mas a principal profecia do precursor é a que o próprio João Batista menciona para apresentar-se aos judeus que lhe indagavam a respeito de quem era: “Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaias” (Jo 1.23). Esta citação é extraída do capítulo 40 de Isaias (v. 3), que inaugura a seção do livro a qual anuncia livramento ao povo de Israel e é comparada como o “Novo Testamento” dentro do livro. Isaias é considerado o livro mais messiânico do Antigo Testamento e uma Bíblia em miniatura: do capítulo 1 ao 39, teríamos uma representação do Antigo Testamento; do 40 ao 66, a do Novo Testamento, completando os 66 capítulos (mesmo número de livros da Bíblia). É bem significativo, portanto, que a referência ao precursor do Messias apareça logo no início do capítulo 40, pois João Batista veio justamente no começo da era cristã.

SUBSÍDIO 1

Prezado(a) professor(a), converse com seus alunos explicando que em geral avaliamos as pessoas pelo que elas vestem. Em seguida, faça a seguinte indagação: “Qual seria a nossa avaliação em relação ao modo de se vestir, comer e se comportar de João Batista?” Ouça os alunos e incentive a participação de todos. Depois, explique que “João realmente não estava interessado em ser singular. O que ele queria fazer, mais do que qualquer coisa, era obedecer a Deus. E ele não tinha medo de pedir aos outros que fizessem o mesmo. João sabia que tinha um papel a desempenhar. Sua tarefa era dizer ao mundo que o Salvador estava prestes a chegar.” (Adaptado da Bíblia do Estudante Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD. p. 1201.)

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II – A MENSAGEM DO PRECURSOR

1. O estabelecimento de uma ruptura. O ministério de João representa um claro recorte espiritual. Um chamado ao arrependimento diante do quadro degradante vivido pelos judeus. Sectarismo, apostasia, politização, corrupção moral e indiferença eram as principais marcas do judaísmo de então. Essênios, zelotes, herodianos, fariseus e saduceus eram os principais grupos representativos da babel política e religiosa que Israel havia se transformado. João aparece no deserto da Judeia para marcar a chegada de um novo tempo. Uma necessária ruptura com o pervertido sistema religioso reinante, preparando a chegada do Salvador. Para tanto, a ferramenta estava posicionada: “…está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo” (Mt 3.10). É importante Considerarmos essa característica predominante no ministério de João Batista, para entendermos sua mensagem e propósito. Um homem simples, vestia-se de pelos de camelo e um cinto de couro e se alimentava de gafanhotos e mel silvestre (Mt 3.4), a quem acorriam as multidões de “Jerusalém [e de] toda a Judeia, e toda a província adjacente ao Jordão” (Mt 3.5). Estava consciente de seu papel: “É necessário que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.30).

2. Um enviado de Deus. autoridade de João Batista decorria de ele ser um enviado de Deus, Foi escolhido desde o ventre e preparado na escola divina (Lc 1.13-27). Entendeu e aceitou inteiramente o propósito de Deus para sua vida, era o último dos profetas do Antigo Testamento (Mt 11.13; Lc 16,16).

3. Uma mensagem contundente. João Batista pregava o arrependimento para perdão dos pecados. Sua mensagem era contundente: “Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não comeceis a dizer em vós mesmos: Temos Abraão por pai, porque eu vos digo que até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão” (Lc 3.7.8), o Batista não se iludia com religiosidades, Tinha uma mensagem transformadora, que exigia de todos mudança de atitudes: “Quem tiver duas túnicas, que reparta com o que não tem, e quem tiver alimentos, que faça da mesma maneira”; de caráter, como dito aos cobradores de impostos e aos soldados respectivamente: “Não peçais mais do que aquilo que vos está ordenado”; “A ninguém trateis mal, nem defraudeis e contentai-vos com o vosso soldo” (Lc 3.11-14). Essa mensagem despertou a consciência dos homens acerca de seu estado pecaminoso, preparando o caminho para a chegada do Messias, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29).

SUBSÍDIO 2

Professor(a), explique que “João advertiu a respeito do juízo iminente, comparando os que recusavam a viver à maneira de Deus à palha, que é a casca externa e inútil do trigo. Em contraste, João comparou os que se arrependem e transformam as vidas com o próprio trigo nutritivo. Os que se recusarem a ser usados por Deus serão descartados, porque não tem valor para a promoção da obra de Deus. Aqueles que se arrependem e creem, no entanto, terão grande valor aos olhos de Deus, porque estarão iniciando uma nova vida de serviço produtivo para Ele.” (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD. 2015. p. 1293.)

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Lição 01: Conhecendo o Evangelho de João | 1° Trimestre De 2022 | EBD – Jovens

TEXTO PRINCIPAL

“E o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (Jo 1.14)

RESUMO DA LIÇÃO

O Evangelho de João é essencialmente cristológico e singular em relação aos demais Evangelhos.

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – Mt 4.21 João, filho de Zebedeu
TERÇA – Jo 13.23 João o discípulo amado
QUARTA – Mt 17.1,2 João esteve presente na transfiguração
QUINTA – Jo 1.12 João apresenta Jesus como Salvador
SEXTA – Jo 1.1 João apresenta o Verbo encarnado
SÁBADO – Jo 2.1 João apresenta o primeiro sinal de Jesus

OBJETIVOS

APRESENTAR a autoria, a época e o propósito do Evangelho de João;
EXPOR a riqueza doutrinária do Evangelho de João;
COMPREENDER a Cristologia apresentada por João.

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), com a graça de Deus vamos iniciar o ano estudando o Evangelho de João, um livro singular cujo o propósito é mostrar que Jesus Cristo é o Filho Unigênito de Deus, o “Verbo que se fez carne”. O comentarista das lições é o pastor Silas Queiroz, membro do Conselho de Comunicação e Imprensa da CGADB. Ele é Jornalista, Bacharel em Teologia e Direito. Especialista em Direito Público, Direito Processual Civil e Docência Universitária. É pastor na Assembleia de Deus em Ji-Paraná (RO), cidade na qual reside e atua como procurador geral do município. Que o estudo de cada lição possa trazer a certeza de que Jesus Cristo é o Filho de Deus e único mediador entre o Todo-Poderoso e os seres humanos.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a), para a primeira lição do trimestre sugerimos que você reproduza o quadro abaixo. Utilize-o na apresentação do primeiro tópico da lição, pois o objetivo é apresentar algumas informações importantes a respeito do Evangelho de João.

O EVANGELHO DE JOÃO

PROPÓSITOComprovar que Jesus é o Filho de Deus e que todo
aquele que nEle crê tem a vida eterna.
AUTORJoão, filho de Zabedeu e irmão de Tiago, o apóstolo
apelidado de “filho do trovão”.
DESTINATÁRIONovos cristãos e não cristãos.
DATAProvavelmente 85-90 d.C.
PANORAMAEscrito depois da destruição de Jerusalém, em 70 d.C.,
antes do exílio de João na ilha de Patmos.
PESSOAS-CHAVEJesus, João Batista, os demais discípulos, Maria, Marta,
Lázaro, a mãe de Jesus, Pilatos e Maria Madalena.
LUGARES-CHAVEInterior da Judeia, Samaria, Galileia, Betânia e Jerusalém.

Extraído de Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD, p. 1410.

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TEXTO BÍBLICO

João 1.1-5,9-14
1 No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
2 Ele estava no princípio com Deus.
3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
4 Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens.
5 E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
9 Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo homem que vem ao mundo.
10 Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele e o mundo não o conheceu.
11 Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
12 Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que creem no seu nome.
13 Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da Vontade do varão, mas de Deus.
14 E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.

INTRODUÇÃO

Estamos iniciando não somente um novo trimestre, mas também um novo ano. Estudaremos um livro que expõe, com muita clareza, profundidade e objetividade, uma das principais doutrinas da Bíblia: a Doutrina de Cristo no Evangelho de João. O Evangelho de João é essencialmente cristológico e se apresenta com toda a sua singularidade em relação aos demais Evangelhos, que guardam entre si grande similaridade, daí serem considerados sinóticos. Enquanto Mateus, Marcos e Lucas enfatizam mais a humanidade de Cristo, em João Jesus é apresentado especialmente como o Filho de Deus, o Verbo Encarnado.

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I – AUTOR, ÉPOCA E PROPÓSITO

1. O discípulo amado. João, filho de Zebedeu e irmão de Tiago, também discípulo de Jesus (Mt 4.21), é o autor desse “Evangelho espiritual”, como assim o chamou Clemente de Alexandria (150-215 d.C.). O livro traz várias referências ao discípulo “a quem Jesus amava” (Jo 13.23; 19.26; 20.2) e encerra com a expressão: “Este é o discípulo que testifica dessas coisas e as escreveu” (Jo 21.24). João trabalhava com o pai e o irmão no ramo da pesca (Mc 1.19,20). Tornou-se um dos discípulos mais próximos de Jesus, ao lado de Pedro e Tiago, tendo o privilégio de estar presente em momentos ímpares, como na transfiguração (Mt 17.1). O que muito se destaca na vida de João, portanto, é sua intimidade com Jesus (Jo 13.25).

2. O apóstolo do amor. Evangelho de João foi o último a ser escrito. Não há uma data específica, mas registros dos primeiros séculos indicam ter sido entre os anos 80 e 95 d.C. Nessa época, e nos séculos seguintes, foram intensos os debates teológicos em torno das
doutrinas centrais da fé cristã. Muitas heresias foram forjadas pelo judaísmo, que tentou se reestabelecer após a Diáspora, ocorrida depois de 70 d.C., quando aconteceu a destruição de Jerusalém. Também no seio do cristianismo surgiram muitos hereges. Dentre os falsos ensinos destaca-se o que negava a divindade de Jesus. O amoroso apóstolo João, o mesmo autor de 1, 2 e 3 João e do Apocalipse, havia estabelecido muitas igrejas, especialmente na Ásia Menor. Foi justamente de lá, mais precisamente de Éfeso, que escreveu seu Evangelho, cujo escrito serviu para solidificar a fé de cristãos não somente de seu tempo, mas de todas as épocas, chegando até nós.

3. Evangelista e apologista. O diligente pastor João, já idoso, era também evangelista e apologista. Seu Evangelho tem esse duplo caráter, sobressaindo nele uma firme apologia da doutrina central da fé cristã. Esse propósito é diretamente anunciado por ele, quando, após registrar os sinais que evidenciavam a divindade de Cristo, afirmou: “Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e que para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.31). O Evangelho de João tem, portanto, crucial importância tanto para a propagação das Boas-Novas da Salvação aos que ainda não creem, quanto para a firmeza e permanência da nossa fé, através da vida que somente no Filho de Deus podemos ter.

SUBSÍDIO 1

“Prezado(a) professor(a), incentive seus alunos a lerem, no decorrer do trimestre, o Evangelho de João. Se possível faça uma leitura em que todos possam acompanhar juntos. Para dar início ao primeiro tópico faça a seguinte pergunta: “O que João desejou evidenciar ao escrever o Evangelho que leva o seu nome?” Explique que “neste Evangelho, João evidenciou claramente que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que, crendo nEle, teremos a vida eterna. João também forneceu um material singular a respeito do nascimento de Jesus, ao revelar que Ele não veio a existir quando nasceu, porque é eterno; sempre existiu.” (Adaptado da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p. 1410.)

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II – A RIQUEZA DOUTRINÁRIA DO EVANGELHO DE JOÃO

1. A Cristologia e a Trindade. A riqueza doutrinária do Evangelho de João é simplesmente surpreendente. Já nos primeiros 34 versículos do primeiro capítulo do Livro é possível encontrar revelações claras e profundas acerca das principais doutrinas da Bíblia. A doutrina de Deus, dentro da compreensão da Trindade (“um só Deus, eternamente subsistentemente em três pessoas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade”, conforme nossa Declaração de Fé), levaria cerca de três séculos para ser bem compreendida e sistematizada pela cristandade, mas ali estava, de maneira inequívoca, o registro acerca das pessoas do Deus Pai, do Deus Filho e do Deus Espírito Santo, com indicação, inclusive, do papel primordial de cada uma delas. Depois de falar do Filho, como o Verbo que sempre esteve com o Pai, João apresenta o Espírito Santo, aquele que outro João, o Batista, viu “descer do céu como uma pomba e repousar sobre ele” (Jo 1.32). O Espírito é o que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8), tem papel imprescindível na regeneração (Jo 3.5; 20.22) e é indispensável para uma vida cristã vitoriosa (Jo 14.16-18,26).

2. Cristo, o Deus Criador. João não apenas refere-se a Cristo como um Ser Divino, mas apresenta desde logo seus principais atributos, como a eternidade, a Onipotência, a Onipresença e a Onisciência, pois o situa “no princípio”, na eternidade passada, agindo com e como Deus: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). Quando houve esse “princípio”, que foi revelado a Moisés (Gn 1.1), Cristo já existia como verdadeiro Deus, Eterno, sem princípio; incriado. Ele, aliás, participou com o Pai e o Espírito da obra da criação: “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3). Cristo, portanto, é também Deus Criador. Por isso, Gênesis registra a ação plural: “Façamos o homem, à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1.26) e Paulo afirma que “ele [Cristo] é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele” (Cl 1.17).

3. Cristo no Antigo Testamento. O discípulo amado também sintetizou, em um versículo apenas, a livre e permanente agência de Cristo desde o Éden e por todo o Antigo Testamento até sua encarnação, quando diz: “Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens” (Jo 1.4). Um dos exemplos está na declaração paulina aos coríntios: “Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem; e todos passaram pelo mar, e todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar, e todos comeram de um mesmo manjar espiritual, e beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo” (1 Co 10.1-4). Cristo, portanto, não foi um mero assistente junto ao Pai desde Adão. Seja de forma teofânica, seja através de tipos, o Deus Filho esteve presente em toda a Antiga Aliança, aguardando o tempo em que haveria de se manifestar, encarnado, para a obra prometida ainda no Éden: que da semente da mulher nasceria um que pisaria a cabeça da serpente (Gn 3.15).

SUBSÍDIO 2

Professor(a), explique neste tópico que “enquanto na filosofia grega, o logos significa princípio da razão que governa o mundo, o pensamento; na cultura hebraica, é outra forma de referir-se
a Deus. Assim, a descrição de Jesus como o Verbo feita por João indica que ele se refere a um ser humano que conheceu e amou, mas ao mesmo tempo o Criador do universo, a suprema revelação de Deus, a Deidade encarnada (1.14), o retrato vivo da santidade de Deus, o único em que tudo subsiste (Cl 1.17). Para os leitores judeus, afirmar que Jesus é a encarnação de Deus é blasfêmia. Para os leitores gregos, dizer que o “Verbo se fez carne” (1.14) era inconcebível. Para João, o novo entendimento sobre o Verbo eram as Boas-Novas em Jesus Cristo.” (Adaptado da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, p. 1410.)

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Lição 13: Esperando Jesus para Hoje | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Jovens

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 13: Esperando Jesus para Hoje | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o Senhor constituiu sobre sua a sua casa, para dar o sustento a seu tempo?” (Mt 24.45)

SÍNTESE

A volta de Jesus Cristo será de forma inesperada. Pode se dar a qualquer dia e hora, por isso precisamos estar preparado

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Mt 25.6 Jesus, o esposo que vem de forma inesperada
TERÇA – Mc 13.35 Jesus, o dono da casa que vai voltar
QUARTA – Lc 10.35 Jesus, o amigo que vai voltar
QUINTA – Lc 12.37 Jesus, o Senhor que vai voltar
SEXTA – Lc 19.12 Jesus, o homem nobre que vai voltar
SÁBADO – Jo 14.18 Jesus, não nos deixará

OBJETIVOS

• COMPREENDER que precisamos aguardar a volta do Senhor com expectativa;
• MOSTRAR que Jesus Cristo é aquele que voltará:
• SABER qual deve ser as atitudes dos crentes diante da volta de Jesus.

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), com a graça de Deus chegamos ao final de mais um trimestre. Depois de tudo que es­tudamos podemos afirmar: “Jesus voltará a qualquer momento para arrebatar a sua Noiva.” O próprio Senhor Jesus declarou: “cedo venho”. Nesta última lição do trimestre concluiremos nosso estudo a respeito da Escatologia Bíblica tratando sobre a volta repentina de Jesus. A vinda do Salvador se dará de forma inesperada, por isso precisamos estar sempre alertas e vigilantes. Que venhamos apregoar a este mundo que Jesus Cristo em breve voltará e que hoje a “porta da graça” está aberta.

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 13: Esperando Jesus para Hoje | Escola Biblica Dominical

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor (a), peça aos alunos que façam uma avaliação do trimestre. Para ajudar na avaliação, faca as perguntas abaixo. Solicite que os alunos respondam as questões em dupla. Depois, faça um único grupo para que eles respondam as indagações. Conclua fazendo as suas considerações a respeito do trimestre.

AVALIAÇÃO DO TRIMESTRE

• O que você achou do tema geral do trimestre?
• Qual tema abordado você mais gostou? Por quê?
• Qual tema você gostaria que tivesse sido abordado e não foi?
• O que você aprendeu e acredita que tenha uma relevância maior?
• O que você acredita que tenha sido um ponto negativo neste trimestre?.

TEXTO BIBLICO

Apocalipse 22.1-14
1 E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
2 No meio da sua praça e de uma e da outra banda do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a saúde das nações.
3 E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão.
4 E verão o seu rosto, e na sua testa estará o seu nome.
5 E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de Lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumia, e reinarão para todo o sempre.
6 E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos santos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.
7 Eis que presto venho. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
8 E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E. havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar.
9 E disse-me: Olha, não faças tal, porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
10 E disse-me: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque próximo está o tempo.
11 Quem é injusto faça injustiça ainda: e quem está sujo suje-se ainda: e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda.
12 E eis que cedo venho, e o meu galardão esta comigo para dar a cada um segundo a sua obra
13 Eu sou o Alfa e o Omega, o Principio e o Fim. o Primeiro e o Derradeiro.
14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida e possam entrar na cidade pelas portas.

INTRODUÇÃO

Os crentes do Antigo Testamento esperaram, com muita expectativa, a chegada do Messias, promessa feita no Éden (Gn 3-1510 profeta Malaquias, 400 anos antes do nascimento do Salvador, ratificou que nasceria “o sol da justiça”, O Messias, e salvação traria“ debaixo das suas asas”(Ml 4.2). Deus cumpriu a sua promessa e no tempo certo O Messias veio ao mundo. Antes da sua ascensão, Jesus pro­meteu que voltaria para nos buscar. Quase dois mil anos já se passaram, e nós os crentes aguardamos a volta do Messias para buscara sua Igreja. A promessa de Jesus pode ser cumprida a qualquer instante, por isso precisamos estar preparados: “E as coisas que vos digo digo-as a todos: Vigiai” (Mc 13.37) – No Livro de Apocalipse. O Senhor disse, três vezes: “cedo venho” (22.7,12,20).

I- A EXPECTATIVA DA VOITA DO SENHOR

1. A promessa do rapto da Noiva. João, na Ilha de Patmos, recebeu a revelação da vitória final do Cordeiro, que foi morto, o qual, por fim, concluirá sua missão e reinará eternamente. Segundo a cultura judaica, nos dias de Jesus, mesmo com o casamento marca­ do, a hora em que o noivo compareceria para buscar a noiva na casa do pai dela não era agendada. O Senhor Jesus, igual­mente, prometeu voltar, mencionando os sinais de sua vinda, mas disse que daquele dia e hora ninguém sabia. Com essas últimas palavras o Mestre reafirma a promessa do Arrebatamento, em que Ele virá num piscar de olhos, como um ladrão, sem aviso prévio: “Porque ainda um poucochinho de tempo, e o que há de vir virá e não tardará” (Hb 10.37).

2. O compromisso da Noiva com a santidade. A Noiva de Cristo deve viver neste mundo até o dia da sua volta de forma gloriosa, “sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irre­preensível” (Ef 5.27). Precisamos viver em santidade se desejamos ser arrebatados para encontrar com Jesus nas nuvens. A Palavra de Deus nos exorta: “Pelo que, amados, aguardamos estas coisas, pro­curai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz” (2 Pe 3.14).

3. As obras serão recompensadas. O Senhor Jesus afirma que há galardão reservado para os que são fiéis, cujas obras são dignas diante dEle: “para dar a cada um segundo a sua obra” (Ap 22.12). Aqueles que fazem parte do Cor­po de Cristo e de maneira abnegada, deixaram as coisas do mundo para se dedicarem intensamente ao Senhor, preparando-se para o encontro com Ele, receberão a tão almejada recompensa que está com o Senhor Jesus.

Pense! Porque Jesus falou sobre galardão neste momento? Só a salvação não seria suficiente?

Ponto Importante Se Jesus deu importância ao recebimento dos galardões e, então, isso é muito importante. Não sabemos os maiores segredos da eternidade.

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II- JESUS CRISTO, AQUELE QUE VOLTARÁ

1. Jesus Cristo, o grande vencedor. A função primordial da Escatologia Bíblica é glorificar a Cristo. Depois de falar sobre o galardão. Jesus declara: “Eu sou o Alfa e o Ómega, o Principio e o Fim, o Primeiro e o Derradeiro” (Ap 22.13). Durante toda a revelação do Apocalipse, o Cordeiro é glorificado sendo o único digno de “desatar os selos” e abrir o Livro (Ap 5.5). Ainda que surjam inimigos ferozes, todavia, não devemos temê-los, pois só o Senhor é o Todo-Poderoso. Por isso, os crentes podem ter a firme esperança do futuro glorioso que lhes está reservado.

2. Jesus Cristo, o único que pode salvar o homem. Depois de descrever as maravilhas da Nova Jerusalém, João afirma que todos aqueles que creram em Jesus e no seu sacrifício vicário, e pela fé tiveram suas vestiduras lavadas no sangue do Cordeiro terão direito à salvação, ou seja, à árvore da vida (Ap 22.14). Jesus morreu e mediante o seu sacrifício podemos obter a salvação. Só há salvação em Jesus Cristo.

3. Jesus, o único que pode purificar o pecador. Só o sangue de Jesus pode nos limpar de todo o pecado (1 Jo 1.7). Somente serão arrebatados aqueles que tiverem seus corações purificados pelo sangue do Cordeiro. O crente pode até cometer um pecado acidental, mas ele não tem mais prazer no erro e quando o comete, logo se arrepende, pede o perdão de Jesus e abandona o erro. Se anelamos viver eternamente com Cristo precisamos esmurrar o nosso corpo, e o reduzirá servidão pelo Espi­rito, para que não sejamos reprovados (1 Co 9.27).

Pense! O crente está imune as obras da Carne?

Ponto Importante. O justo não estão imunes as obras da carne: antes, pelo contrário, como alguém já disse ” o melhor do santos podem cometer o pior dos pecados”.

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Lição 11 – Julgamento Final: Novos Céus e Nova Terra | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Jovens

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 11 – Julgamento Final: Novos Céus e Nova Terra | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.” (Ap 20.11)

SÍNTESE

No final da História, Deus pedirá a prestação de contas da humanidade não regenerada e, após a condenação, estabelecerá definitivamente novos Céus e nova Terra nos quais habitara a justiça

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Jo 3.18 O fundamento da condenação dos ímpios
TERÇA – Ap 20.12 O fundamento da pena aos ímpios no Juízo Final
QUARTA – Jo 5.29 Os ímpios terão a ressurreição da condenação
QUINTA – Is 65.17 Novos Céus e Terra: uma promessa
SEXTA – SL 102.25,26 Novos Céus e Terra: uma mudança completa
SÁBADO – 2 Pe 3.13 Novos Céus e Terra: uma esperança

OBJETIVOS

MOSTRAR que segundo as Escrituras Sagradas haverá um julgamento final;
EXPLICAR que haverá novos Céus e a nova Terra
MOSTRAR que a alma e imortal e que a vida não cessa

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), você crê que haverá um julgamento final? Então, você não terá dificuldades para preparar a lição deste domingo Estudaremos a respeito do juízo final, o Grande Trono Branco e os novos Céus e a nova Terra. Os crentes que foram arrebatados não terão que passar por nenhum tipo de julgamento e vão desfrutar de uma vida de paz e alegria ao lado do Senhor na Nova Jerusalém. No Juízo Final será julgada a humanidade não regenerada, pois rejeitaram a Deus não se arrependeram de seus pecados.

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor (a), para a aula de hoje sugerimos que você reproduza a figura abaixa Utilize-a para mostrar aos alunos os julgamentos futuros

Extraído de LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 293

TEXTO BÍBLICO

Apocalipse 20.11-15; 21.1-3
11 E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles
12 E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.
13 E deu o mar os mortos que nele havia: e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.
14 E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte.
15 E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo,

Apocalipse 21.1-3
1 E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.
2 E eu. João, vi a Santa Cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu. adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido
3 E ouvi uma grande voz do céu, que dizia Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitara, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus.

INTRODUÇÃO

As Escrituras revelam que Deus separou um dia para julgar a Satanás e a todos os ímpios que rejeitaram a mensagem da salvação. O Julgamento Final será presidido por Jesus Cristo, a quem o Pai outorgou todo o poder para julgar e estabelecer a justiça (At 17.31). Após o fim do Milênio, Satanás será solto de sua prisão para enganar muitas pessoas e as conduzirá a marchar para destruir Jerusalém. Contudo. o Senhor fará descer fogo do céu. destruindo os exércitos inimigos, derrotando a Satanás e estabelecendo o Juízo. Em seguida, todos os mortos, grandes e pequenos, deverão comparecer perante o grande trono branco, onde o Senhor estará assentado para julgá-los conforme as suas obras encontradas nos registros divinos. E todo aquele que não for achado escrito no livro da vida será lançado no lago de fogo. Será um dia terrível! Findados os juízos de Deus, os redimidos do Senhor o servirão com alegria por toda a eternidade.

1- O JULGAMENTO FINAL

1. O presidente do tribunal. O Pai outorgou ao Filho todo o juízo a fim de que Ele tivesse todas as credenciais necessárias para presidir o Tribunal de Cristo (2 Co 5.10), o Juízo das Nações (Mt 25.31-46) e o Julgamento Final (At 17.31): “O Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo, para que todos honrem o Filho, como honram o Pai” (Jo 5.22.23). As qualificações de Jesus Cristo dão-se por sua obediência e humilhação voluntária. Ele esvaziou-se de todo o privilégio da divindade, assumindo a forma humana, fazendo-se semelhante aos homens (cf. Fp 2.7). Em decorrência de sua submissão ao Pai, Jesus foi exaltado soberanamente e restituído à sua posição apropriada. Deus o exaltou soberamente e toda a língua confessará e todo joelho se dobrará diante dEle (Fp 25-11), Esta, certamente, será uma cena do Juízo Final.

2. Os livros do julgamento. A Bíblia faz refecia a “livros” no Juízo Final, os quais conterão, certamente, os registros das obras dos homens, e menciona, especificamente, o Livro da Vida (Fl 4.3: Ap 3.5;13.8; 17.8; 20.12,15; 21.27; 22.19). O Espírito Santo. nos Salmos (56.8; 69.28; 139.16) revela também a existência de um livro de Deus. onde estariam escritas as condutas dos homens. Da mesma forma o profeta Daniel (Dn 7.9,10), como João (Ap 20.11.12) viu, no Juízo Final, livros sendo abertos, Jesus, por sua vez, mencionou a importância de se ter o nome escrito no céus (Lc 10.20). Evidentemente Deus não precisaria de livros para tomar nota de todos os fatos. Entretanto, a abertura dos livros evidencia a onisciência de Deus em relação a todos os atos praticados pelos homens, assim como o conhecimento do que há de mais profundo no pensamento e sentimento humanos.

Pense! Por qual razão o mundo, diante de tantas verdades estarrecedoras quanto à eternidade sem Deus, não se converte de uma vez por todas?

Ponto Importante Está escrito: “[…] O deus deste séculos cegou os entendimentos dos incrédulos, para que nao lhes resplandeça a luz do evangelho da gloria de Cristo, que é a imagem de Deis “.(2 Co 4.4)

II – NOVOS CÉUS E NOVA TERRA

1. O fim do mundo. O cataclisma final da existência é tratado no contexto biblico tanto pelos profetas do Antigo Testamento quanto por Jesus e os apóstolos em o Novo Testamento. (ls 34.4; 51.6; Mt 13.39; 24.3,14; Mc 13.7,31; 1 Co 15.24; 2 Pe 3.7,11,12; Ap 20.11). Embora o texto biblico não mencione cronologicamente os eventos acerca do fim, é possível identificar nas profecias os acontecimentos que precederão o Juízo de Deus. Depois, virá o fim, quando tiver entregado o Reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo império e toda potestade e força” (1Co 15.24). Esse momento parece coincidir com a visão joanina do Senhor assentado no grande Trono Branco ‘de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles’ (Ap 20.11). De acordo com a Declaração de Fé das Assembleias de Deus “quando for instalado o juízo do Grande Trono Branco, o Céu e a Terra deixarão de existir. A Terra, contaminada pelo pecado, não resistirá ao esplendor da presença de Deus: o universo físico não se susterá diante da pureza, santidade e gloria daquele que está assentado sobre o trono.

2. A Nova Jerusalém. A Nova Jerusalém é o lar eterno e destino final dos salvos. Ela já existia no céu (Gl 4.26; Fl 3.20), é a cidade que Abraão anelou, cujo arquiteto e edificador é Deus (Hb 11.10,13,16). Deus prometeu que habitaria com os homens e eles seriam o povo de Deus, e o Pai Celeste estaria com eles para sempre (Ap 21.3). Nesta cidade, não haverá templo. pois seu templo é o próprio Senhor. Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro (cf. Ap 21.22). O seu material é constituído de pedras preciosas, nas doze portas da cidade estão os nomes das doze tribos de Israel e em seus fundamentos os nomes dos doze apóstolos. A adoração será perpetuamente e os salvos desfrutarão de paz e alegria eternas. Nas cartas endereçadas às sete igrejas da Ásia, o Senhor Jesus faz menção a várias recompensas que existirão na Nova Jerusalém: comer da árvore da vida no Paraiso de Deus, alimentar-se do mana escondido, receber uma pedra branca com o novo nome escrito, vestimentas brancas, sentar-se com Jesus em seu trono etc. No entanto, esses privilégios só serão concedidos aos que vencerem (Ap 2.7,17; 3.21).

Pense! Você crê que haverá novos Céus e nova Terra?

Ponto Importante A Bíblia diz que “e vi um novo céu e uma nova terra. Porque o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe” (Ap 21.1)

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Lição 09: O Retorno Triunfal de Cristo | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Jovens

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 09: O Retorno Triunfal de Cristo | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém” (Apocalipse 1:7)

SÍNTESE

O retorno do Senhor em gloria enche de esperança o coração dos cristãos, pois um dia, Deus intervirá definitivamente nesta Terra e restaurará as boas coisas que foram perdidas com a Queda.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Jd 1.4 O Senhor virá com seus santos
TERÇA – Zc 12.9,10 Israel chorará por aquele a quem traspassaram
QUARTA – Dn 7.13,14 O Senhor virá para reinar eternamente
QUINTA – Mt 24.30 O Senhor virá com poder e grande glória
SEXTA – 2 Ts 1.7-9 O Senhor se manifestará labaredas de fogo
SÁBADO – CL 3.4 O Senhor se manifestará a sua Igreja em glória

OBJETIVOS

• MOSTRAR o que é o retorno triunfal de Cristo,
• EXPLICAR o propósito para o retorno triunfal de Cristo:
• SABER que haverá uma intervenção divina plena na história.

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), a volta triunfante de Jesus se dará em duas fases: na primeira Ele virá nas nuvens para buscar a sua Igreja é somente as crentes o verão. Na segunda fase a sua vinda será visível a todos. Depois do periodo da Grande Tribulação Jesus voltará para implantar seu Reino Milenial Durante este período, Satanás ficará preso por mil anos no abismo. Depois será solto por um pouco de tempo, antes de receber o castigo eterno no Lago de Fogo. No decorrer da aula enfatize que nós não precisamos temer Satanás, pois seus dias estão contados e togo suas ações vão se findar A Trindade Satânica será aniquilada pelo assopro da boca do Senhor (2 Ts 2.8).

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ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor(a) sugerimos para a aula deste domingo que você. logo na introdução da lição, enfatize aos alunos que um dos propósitos do retorno triunfal de Jesus é para julgar as nações Em seguida, faça a seguinte pergunta. “Quais as nações que serão julgadas? Incentive a participação dos alunos. Ouça as resposta e explique que segundo o pastor Antônio Gilberto na obra o Calendário da Profecia, páginas 91 e 92 “a base do juízo é a maneira como as nações trataram os irmãos de Jesus.

TEXTO BÍBLICO

Apocalipse 19.11-16
11 E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça.
12 E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito que ninguém sabia, senão ele mesmo.
13 E estava vestido de uma veste salpicada de sangue, e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus.
14 E seguiam-no os exércitos que há no céu em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro.
15 E da sua boca saia uma aguda espada. para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso.
16 E na veste e na sua coxa tem escrito este nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES

INTRODUÇÃO

Durante a ascensão de Jesus, no Monte das Oliveiras (At 19-12), os anjos questionaram aos discípulos por que eles olhavam para o céu. e, em seguida, complementaram: “Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes in (At 1.11) Tal ênfase ocorre porque. segundo a profecia de Zacarias 14.4, o retorno triunfal de Jesus acontecerá do mesmo modo e no mesmo lugar da sua ascensão. A volta gloriosa de Jesus será um momento decisivo para o mundo, em especial para Israel que naquele dia terá a restauração prometida. Cristo aparecerá “com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que o traspassaram” (Ap 1.7). Os discípulos queriam saber sobre isso (At 1.6), e os anjos lhes res ponderam. Ainda, muitos séculos de sofrimento e humilhação aos judeus se seguiram, mas quando Jesus voltar com sua Igreja, então, a justiça divina colocará tudo no seu devido lugar.

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I- O QUE É O RETORNO TRIUNFAL DE CRISTO

1. A última etapa da volta de Jesus. O apóstolo Paulo afirmou que a Igreja está “aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo’ (Tt 2:13). Há, portanto, a distinção entre os dois eventos: a bem-aventurada esperança, que diz respeito ao arrebata mento, quando o Senhor virá como um ladrão para sua igreja (Mt 24-42-44) e a manifestação da glória, que faz alusão à sua volta, quando aparecerá publica mente como um relâmpago que sai do oriente até o ocidente. Então todo o olho o verá (Mt 24.27). Na primeira fase da sua vinda, Jesus virá para levar a sua Igreja de forma invisivel (Mt 25.6).

Em um piscar de olhos (1 Co 15 51.52) os mortos em Cristo ressuscitarão e os crentes que estiverem vivos serão transformados e subirão ao encontro do Senhor nos ares (1 Ts 4.13-17). Na segunda fase, logo depois da Grande Tribulação, Jesus virá e todas as tribos da Terra se lamentarão e o verão vindo sobre as nuvens, com poder e grande glória (Mt 24 29 30). Nessa ocasião, o Senhor não virá sozinho, mas com miríades (gr. myrias, isto é, uma multidão incontável) de seus santos – a Igreja -(Jd 1.14; Cl 3.4) e seus anjos (Ap 19.11,14). Ele virá como labaredas de fogo, para fazer justiça aos santos (2 Ts 1.7-9).

2. A volta gloriosa do Senhor. A Bíblia faz questão de frisar que Jesus virá “com poder e grande glória” (gr. doxa, que significa esplendor, brilho). Na atualidade, Deus está trabalhando em oculto (Is 45.15). Todavia, chegara o dia em que Ele será revelado ao mundo com toda a sua glória e esplendor. Na segunda fase da vinda de Jesus, muitos argumentos humanistas. ateístas e blasfemos contra o Senhor desaparecerão instantaneamente, pois. ante os fatos, ninguém mais duvidará da sua existência. Os homens serão convencidos pelo esplendor da vinda do Filho do Homem. Afinal, todo olho verá sua grande gloria e sentirá o impacto constrangedor de sua presença poderosa. Nenhum arrogante conseguirá ficar de pé diante da presença do Senhor (Is 45.23: Rm 14.11).

3. A volta triunfal com a Igreja. Após as Bodas do Cordeiro, Jesus retornará juntamente com a Igreja, para fazer juízo e condenar todos os ímpios (Jd 1.14.15) Tal momento glorioso faz parte da analogia ao casamento judaico, que era composto por três fases. Cada qual simbolizando uma etapa da aliança de Cristo com sua igreja desde o noivado até o momento em que o marido apresenta sua esposa à sociedade, fazendo referência à volta de Cristo com uma igreja (Cl 3.4). Esta será uma “apresentação” Triunfal da Noiva, a qual estará lindíssima: “Igreja gloriosa sem mácula nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e irrepreensível” (E

Pense! Jesus virá buscar a sua noiva  

Ponto Importante Como noiva de Cristo, precisamos viver de maneira Santa, pura, testemunhando o evangelho de Jesus

II- PROPÓSITOS PARA O RE TORNO TRIUNFAL

1. Para salvar Israel. No momento mais difícil da história do povo hebreu, perto de sua possível extinção, os exércitos inimigos já terão invadido Jerusalém e cometido muitas atrocidades. Conforme a passagem de Zacarias 13.8, apenas um terço dos judeus restará. Então surgirá um esplendor de luz no céu e como o brilho de um intenso relâmpago que cruza os céus assim será o sinal da vinda do Filho do Homem, e aparecerá o Senhor gloriosamente, com a Igreja e seus anjos. vindo sobre as nuvens (Mt 24 30). Na historia biblica e também nas guerras contra Israel no século XX, há vários relatos da intervenção divina para salvar o povo hebreu. Entretanto, nada se comparará a este momento esplêndido de glória e manifestação do poder de Deus, em que todas as gentes do mundo se lamentarão sobre o Filho do Homem, inclusive os judeus (Mt 24.30, Ap 17). Israel será salvo, e o remanescente Judeu, arrependido, reconhecerá Jesus como seu Messias e se converterá (Is 4.3; 59.20,21; 60.21; Zc 12.10-14; Rm 9.27; 11.25-27).

2. Para destruir os inimigos. A Guerra do Armagedom (Ap 16.15) será intentada pela trindade satânica e as nações que seguiram o Anticristo. Contudo. Cristo os vencerá pela espada que sai da sua boca. Será uma mortandade nunca vista, a tal ponto que decorrerão sete meses para os mortos serem enterrados (Ez 39.12-16), e as aves de rapina terão um “grande banquete’ (Ap 19.17.21), A longanimidade de Deus chegou ao fim diante de tantas obras iniquas cometidas.

3. Para se cumprirem as profecias. Conforme o próprio Jesus disse desde o inicio de seu ministério terreno. “até que o céu e a terra passem. nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido” (Mt 5.18). Deus é fiel e as suas palavras vão se cumprir no tempo certo.

Pense! Qual o propósito de Deus para sua vida?

Ponto importante Assim como existe um propósito para o retorno Triunfal de Jesus, o senhor também tem um objetivo para as nossas vidas

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