Lição 06 – Paulo no Poder do Espírito | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema do Trimestre: O APÓSTOLO PAULO – Lições da Vida e Ministério do Apóstolo dos Gentios para a Igreja de Cristo | Lição 06 – Paulo no Poder do Espírito

Texto Áureo

“E impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas e profetizavam.” (At 19.6)

Verdade Prática 

Uma vez movidos no poder do Espírito, podemos ser bem-sucedidos na missão de pregar o Evangelho a toda a criatura.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – At 2.38 A atualidade do dom do espírito santo

Terça – At 9.17 uma experiência do espírito após a decisão por Cristo

Quarta – At 2.1-4; 10.44-47 a experiência do Pentecostes se repete na história

Quinta – At 19.11,12 O Evangelho chegou a Éfeso no poder do Espírito

Sexta – 1 Co 12.3 Só podemos dizer que Jesus é o Senhor pelo Espírito Santo

Sábado – At 19.20 O poder do Espírito faz a Palavra de Deus crescer

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 19.1-7

1- E sucedeu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado por todas as regiões superiores, chegou a Éfeso e, achando ali alguns discípulos,

2- disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo

3- Perguntou-lhes, então: Em que sois batizados, então? E eles disseram: No batismo de João.

4- Mas Paulo disse: Certamente João batizou com o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir, isto é, em Jesus Cristo.

5- E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus.

6- E impondo-lhes Paulo as mãos, velo sobre eles o Espírito Santo; e falavam linguas e profetizavam.

7- Estes eram, ao todo, uns doze varões.

HINOS SUGERIDOS: 24, 85, 290 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Conscientizar de que é preciso viver na plenitude do Espírito para fazer a obra de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

Expor que Cristo deve ser pregado no poder do Espírito

Identificar o argumento de Paulo sobre a plenitude do Espírito;

Apresentar a fonte de ensino de Paulo sobre o Espírito Santo.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Os obstáculos no caminho da vida cristã são numerosos. Só o Espírito Santo pode conduzir a vida do crente entre esses obstáculos. Quando Paulo exerceu o ministério, o Espírito foi agente fundamental para que o apóstolo “combatesse o bom combate, Terminei a carreira e guardei a fé”. Paulo começou a caminhada no Espírito, viveu no Espírito e terminou no Espírito. Assim, converse com os alunos a respeito da importância de ter o Espírito Santo em nossas vidas. Sua unção é indispensável para a nossa caminhada com Cristo. Não podemos viver sem Ele, muito menos, extinguir a sua presença em nossas vidas. Vivamos na plenitude do Espírito Santo!

INTRODUÇÃO

Movido pelo Espírito Santo, o apóstolo Paulo passou a ter como missão de vida dar testemunho de Jesus e provar que Ele é o Cristo (At 19.21,22). Nesta lição, veremos como Paulo pregou a Cristo no poder do Espírito, seu argumento sobre a plenitude do Espírito Santo e a fonte da revelação do Espírito Santo em seu ministério. Confirmaremos que o ministério do apóstolo Paulo foi um ministério no poder do Espírito Santo.

PONTO CENTRAL : PARA FAZER A OBRA DE DEUS É PRECISO VIVER NA PLENITUDE DO ESPÍRITO

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I- PREGANDO A CRISTO NO PODER DO ESPÍRITO

1. Paulo, movido pelo poder do Espírito. O Livro de Atos mostra que, após sua conversão, Paulo ficou “alguns dias com os discípulos que estavam em Damasco” (At 9.19). E, logo em seguida, ele “pregava a Jesus, que este era o Filho de Deus” nas sinagogas (9.20). Mais tarde, quando chegou a Jerusalém, Paulo “falava ousadamente no nome de Jesus” (9.29). Era o poder do Espírito Santo que o movia de tal modo que o apóstolo não tinha outra missão, senão, pregar a Jesus, e este crucificado (1 Co 2.2). Ele só poderia pregar tal mensagem pelo Espírito de Deus (1 Co 12.3).

2. O caminho de pregação. Depois do estágio no deserto da Arábia por três anos, Paulo voltou a Damasco, e daí foi para Jerusalém (Gl 1.18). Não teve uma recepção calorosa porque os cristãos de Jerusalém, inclusive os apóstolos, ainda temiam a presença do antigo Saulo de Tarso (At 9.26). Com alguma reserva, ele foi acolhido na “igreja-mãe” e todos ouviram o seu testemunho e, sem se intimidar, ele pregava ousadamente para os judeus e gregos da cidade (A 9.28,29). Entretanto, Paulo recebeu uma revelação de que deveria sair de Jerusalém (At 22.17,18).

3. Paulo e as duas viagens missionárias. Na primeira viagem, Paulo não estava só, mas acompanhado e assistido por Barnabé, que era um conselheiro competente. Os dois, Paulo e Barnabé, passaram por vários lugares e visitaram os discípulos que estavam em Antioquia, Fenícia, Chipre e outros pequenos lugares. Na segunda viagem missionária, o apóstolo e Barnabé voltaram a Antioquia porque a igreja dessa cidade havia crescido e se tornou o ponto de partida para visitar outras cidades (Atos 16-18). Nessa viagem, eles passaram por Listra, Troas (ou Trôade), Filipos, Tessalônica, Beréia, Atenas, Corinto e, por fim, Éfeso. Em todas essas viagens, o Espírito Santo movia o ministério de Paulo.

SÍNTESE DO TÓPICO I

Nas suas viagens missionárias, o Espírito Santo moveu a Paulo no caminho de pregação.

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Chegamos à lição 6. Ao iniciar a aula, faça uma pequena revisão com a classe. Já estudamos temas como “o mundo de Paulo”, “a perseguição”, “a conversão”, “a vocação” e “a mensagem da cruz”. Relembre alguns pontos importantes e procure apontar a unidade entre as lições que perpassa a vida e o ministério de Paulo. Não esqueça que ensinar é a arte de transmitir ensinos que façam sentido à vida concreta do aluno. Por isso, quando planejar a aula, nunca esqueça do espaço da revisão, tanto a espessa, após uma sequência de aula, quanto a semanal, relembrando sempre o conteúdo passado para começar um novo.

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II- O ARGUMENTO DE PAULO SOBRE A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO

1. Paulo aclara o ensino sobre a plenitude do Espírito. Nos capítulos anteriores, depois da separação entre Paulo e Barnabé, o jovem Timóteo e Silas passaram a acompanhar o após- tolo. Quando Paulo voltou a Éfeso, deparou-se com um grupo de discípulos que seguiam o ensino de Apolo e foram batizados com o batismo de arrependimento de João Batista. Esses discípulos ouviram falar de Jesus, mas não conheciam a doutrina do batismo no Espírito Santo. Eles haviam crido (At 19.2) em Cristo, mas nada sabiam da experiência do Pentecostes. Paulo percebeu que a despeito de terem crido no Cristo das Escrituras, eles não haviam recebido o poder do Espírito para se tornarem testemunhas do Senhor.

2. É preciso crer para receber o Espírito Santo. Ninguém recebe o batismo no Espirito Santo antes de crer em Cristo como Salvador. Somente depois de passar pela experiência da conversão, de reconhecer Jesus como o Salvador, então, o Senhor concede “o dom do Espírito Santo (At 2.38), ou seja, o batismo no Espírito Santo sobre a pessoa convertida.

3. Paulo cuida para esclarecer Apolo (At 18.21-28). Quem era Apolo? Era um judeu de Alexandria, cidade egipcia, de grande cultura. Certamente Apolo teve uma elevada formação, principalmente, no conhecimento das Escrituras Sagradas, e se destacava pela eloquência. Tornou-se um discípulo de João Batista à distância e creu na mensagem dele (Mt 3.11). Apolo tornou-se pregador de Cristo, mas não havia experimentado ainda o poder do Espírito Santo. Fez discípulos em Éfeso, os quais eram fiéis à sua mensagem. Quando Paulo enviou Áquila e Priscila para Éfeso, tinha por objetivo orientar Apolo acerca da via do espírito santo. Antes que o apóstolo chegasse a Éfeso, Apolo foi para Corinto.

SÍNTESE DO TÓPICO I

O apóstolo Paulo cuidou para esclarecer Apolo a respeito da plenitude do Espírito Santo.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Inicialmente, o batismo de João era um sinal de arrependimento pelo pecado, não um marco de uma nova vida em Cristo. Como Apolo (At 18.24-26), os cristãos de Éfeso tinham conhecimento apenas da mensagem de João; precisavam de uma instrução adicional sobre a mensagem e o ministério de Jesus Cristo. Eles creem em Jesus como o Messias, mas não atendiam a importância da obra do Espírito Santo. Tornar-se um cristão envolve o arrependimento do pecado e o abandono do pecado, mas também a aproximação de Cristo pela fé. Assim, os cristãos efésios tinham a mensagem incompleta” (Bíblia de estudo de aplicação pessoal. Rio de janeiro: CPAD, p.1528).

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CONHEÇA MAIS

*Sobre a Vinda do Espírito Santo

“É melhor entender aqui, também, que a imposição das mãos era um meio de encorajar a fé deles, e que precedia a vinda do Espírito Santo, e era uma ação separada. Em seguida, para enfatizar que esses discípulos tinham recebido a plena experiência do batismo com o Espírito Santo, Lucas declara que falavam em línguas e profetizavam”. Para ler mais, consulte o livro “O Espírito Santo na Bíblia: A Atuação do Espírito Santo de Gênesis a Apocalipse”, editado pela CPAD, p.175

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Lição 04: O Tribunal de Cristo | EBD – Jovens | 4° Trimestre De 2021

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 04: O Tribunal de Cristo | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“Porque todos devemos comparecer antes o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal” (2 Co 5.10)

SÍNTESE

Todos os salvos em Jesus Cristo, um dia, must comparecer diante do tribunal de Cristo. Aí cada um será recompensado por suas atitudes e obras.

AGENDA DE LEITURA

Segunda – Pv 21.2 O Senhor Sonda os corações.
Terça – 1 Co 8.13 Nossas obras serão manifestos no tribunal de Cristo.
Quarta – Rm 14.13 Não podemos julgar uns aos outros.
Quinta – Rm 14.12 Cada um dará conta de si mesmo a Deus.
Sexta – 1 Co 4.5 Deus manifestará os desígnios do coração.
Sábado – Ap 22.12 Os galardões Serão distribuídos por Jesus

OBJETIVOS

Explicar como será o tribunal de Cristo;
Evidenciar o que acontecerá no tribunal de Cristo;
Compreender o que receberemos no tribunal de Cristo.

INTERAÇÃO

Professor(a), na lição deste domingo veremos que todos os crentes, um dia, vão comparecer perante serem recompensados por suas suas obras. Existe uma recompensa para todos aqueles que servem ao Senhor com dedicação e amor. Sabemos que todos aqueles que desejam servir ao Senhor fielmente enfrentaram lutas, decepções e frustrações e toda a sorte de intempéries. Contudo, temos um Deus que é fiel e bom e que no momento certo vai recompensar todo nosso trabalho. No tribunal de Cristo, os crentes serão recompensados com os galardões. Porém, a palavra de Deus nos mostra que as obras de muitos crentes, infelizmente,  fenecerão ao serem provadas pelo fogo. Tal verdade reforça o fato de que nosso Deus conhece as intenções dos corações. Que você, professor(a), realize a obra de Deus com alegria e amor, fazendo tudo de coração, para glória do Pai e não para ser visto ou reconhecido pelos homens.

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Orientação Pedagógica

Para a lição de hoje sugerimos que você faça um estudo dirigido com os alunos a respeito do tema da lição. Divida a turma em quatro grupos. Cada grupo deverá ficar com uma questão para ser discutida e respondida em grupo. Depois, essa que os alunos se uniram formando um único grupo onde as respostas serão apresentadas.

Quem passará pelo tribunal de Cristo? (R: todos os crentes em Jesus Cristo.)

Quando e onde ocorrerá o determinado das obras dos crentes? (R: o julgamento dos crentes ocorrerá no céu).

O que será julgado? (R: as obras dos crentes).

Quais serão as consequências do julgamento?(R: a perda ou ganho dos galardões)

TEXTO BÍBLICO

1 Corintios 3.8-15

8- Ora, o que planta e o que rega são um; mas cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho.
9- Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus.
10- Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele.
11- Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.
12- E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha,
13- A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um.
14- Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão.
15- Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo.

INTRODUÇÃO

Como você tem realizado a obra do Senhor? Com diligência e excelência? Na lição de hoje estudaremos acerca do tribunal de Cristo, lugar onde os crentes vão receber a recompensa por suas obras realizadas na terra em favor do Reino de Deus. O próprio Senhor Jesus Cristo afirmou: “O meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra” (Ap 22.12). Muitas pessoas confundem o tribunal de Cristo com o Juízo Final, entretanto serão dois acontecimentos muitos distintos. Segundo a Declaração de Fé das Assembleias de Deus, o tribunal de Cristo será para os crentes. É o momento em que eles serão recompensados por todo o trabalho realizado em prol do Reino de Deus. Veremos que haverá uma recompensa para todos aqueles que serviram e servem a Cristo por Amor, com zelo e excelência.

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I- O QUE É O TRIBUNAL DE CRISTO

1. Uma avaliação das obras realizadas pelos crentes. Se pela fé em Jesus Cristo nos tornamos filhos de Deus, certamente participaremos essa grande audiência. Paulo diz que todos os salvos estão intimados a comparecer ante o tribunal de Cristo para receber ‘o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal’ (2 Co 5.10). Você consegue imaginar esse momento? Nessa hora, Nossas obras, boas ou más, serão expostas diante de uma multidão de pessoas. Você já pensou A esse respeito? Haverá, certamente, muitas surpresas quando o Senhor trouxer juízo a respeito das nossas ações. Quando se dará o tribunal de Cristo? Segundo a Declaração de Fé das Assembleia de Deus o Tribunal de Cristo se dará após o Arrebatamento da igreja.

2. Uma prestação de contas. Ainda não conseguimos compreender totalmente a justiça de Deus, contudo sabemos que o Senhor Jesus Cristo é justo e fiel; Ele não erra, seu julgamento é perfeito e Deus outorgou todos os julgamentos (Jo 5.27). As Escrituras Sagradas nos mostram como será o julgamento dos crentes para entrega dos galardões, o tribunal de Cristo. Segundo Tim Lahaye, somente as obras que suportarem o fogo do julgamento Divino serão recompensados (1 Co 3.14). É importante ressaltar que no tribunal de Cristo não haverá julgamento de Pecados, os crentes somente receberam ou perderam recompensas. Contudo, esse será um momento de muito terror, pois as intenções dos corações dos homens será revelada diante de todos os crentes. Muitos fazem a obra de Deus por amor e obediência, de modo desinteressadas. No entanto, alguns fazem a obra visando apenas lucro e fama, mas no tribunal de Cristo tudo será revelado.

3. Um momento de recompensa ou a perda delas. Alguns crentes pregaram a Cristo somente por invés de porfia, mas todos anunciaram o Evangelho, fizeram uso dos seus dons e talentos, de boa vontade e por amor (Fp 1.15). Estes que pregaram porfias verão, no tribunal de Cristo, suas obras serem queimadas e sofreram perdas, quando do recebimentos dos galardões.  Jesus ensinou a respeito da importância de fazermos qualquer tipo de ação, como por exemplo, orar, dar esmola e jejuar em secreto, para que não venhamos perder o nosso galardão no céu (Mt 6.1-21). Muitos praticam boas ações e realizam a obra do senhor somente para serem reconhecidos pelos homens.

Esses já receberam a sua recompensa que na terra. Que venhamos servir ao Senhor de modo a garantir mus o recebimento do inteiro galardão (2 Jo 8). No tribunal de Cristo, haverá muitas surpresas, os alguém que se achava grandemente usado por Deus e que era reconhecido pelos homens na terra pode ter suas obras reprovadas: e outro que não tinha nenhum tipo de reconhecimento fez a obra do senhor no anonimato, poderá ser grandemente honrado pelo Eterno.

PENSE! O que as suas ações vão dizer a seu respeito?

PONTO IMPORTANTE: As Nossas ações expõe nossas intenções e tudo será revelado no tribunal de Cristo

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II- O QUE ACONTECERÁ NO TRIBUNAL DE CRISTO

1. A Fidelidade ao Senhor será recompensado. A palavra usada por Paulo, Não grego, para tribunal de Cristo em 2 Coríntios 5.10 é bema. bema era um lugar elevado, uma plataforma, usado por oradores (públicos) e atletas (pódio) quando recebiam seus troféus. O bema também era usado pelos governantes em seus discursos e pelos juízes (At 12.21; 18.12-17). No tribunal de Cristo, Jesus estará em uma posição elevada, superior e dali seus olhos podem contemplar tudo o que acontece e assim premiar os Vencedores de forma justa. Não desanime pois Jesus está vendo todo o seu trabalho, a sua fidelidade e no momento certo ele vai lhe recompensar. Por isso, não desista!

2. Um julgamento individual. Os crentes prestaram contas, individualmente, do uso que fizeram dos dons e talentos que receberam do Senhor. Todos os servos de Deus receberam da parte do Senhor algum tipo de talento, sendo que uns receberam mais e outros menos, mas todos receberam conforme suas habilidades (Mt 25.14-30). Na Parábola dos Talentos e vírgulas narrada pelo Senhor Jesus, também vemos que os servos não receberam aquilo que eles poderiam administrar. Tal fato nos mostra que se falarmos em nossas atribuições, não poderemos dar nenhum tipo de desculpas. Diante do tribunal de Cristo, os crentes não poderão dizer que estavam sobrecarregados. Então, precisamos ter cuidado!

3. A qualidade precederá a quantidade. Deus valoriza a maneira como crente executam seu trabalho. O Senhor não se impressiona com a quantidade, com os números. Ele deseja ver qualidade, pois a palavra de Deus adverte a respeito daqueles que fazem no serviço de Deus de qualquer maneira: “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente” (Jr 48.10a NAA). Precisamos de realizar a obra do Senhor, mas com excelência!

Temos visto um aumento aumento do chamado ‘marketing pessoal’, ou seja, os crentes querem ser conhecidos e que suas obras apareçam a todo custo mesmo que para isso usem de engano. Esses fazem da sua vida uma verdadeira ‘vitrine’, postando todas as suas ações nas redes sociais a fim de receberem muitas curtidas e aumentar o número de seguidores. Deus Sabe conhece o coração do homem. Ninguém engana ao Senhor por isso, as nossas ações serão provadas pelo fogo.

PENSE! Como você tem Realizado a obra do senhor?

PONTO IMPORTANTEO padrão de Deus é alto. Precisamos fazer a sua obra com excelência

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Lição 03: O Arrebatamento da Igreja | EBD – Jovens | 4° Trimestre De 2021

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 03: O Arrebatamento da Igreja | Escola Biblica Dominical

TEXTO DO DIA

“E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também.” (Jo 14.3)

Síntese

O arrebatamento da igreja será tão repentino que não haverá chance para arrependimento ou preparo da Última Hora

Agenda de leitura

Segunda – Mt 24.36 Ninguém sabe o dia e nem a hora do arrebatamento.
Terça – Mt 24.50 O arrebatamento será surpreendente
Quarta – 1 Co 15.52 O arrebatamento se não abrir e fechar de olhos
Quinta – 1 Co 15.54 O arrebatamento trará a vitória final sobre a morte.
Sexta – Fp 3.21 O arrebatamento será um evento transformador.
Sábado – 1 Ts 4.18 O arrebatamento será um evento consolador

OBJETIVOS

Explicar o que é quando se expõe o arrebatamento;
Evidenciar que o arrebatamento da igreja para os crentes;
Compreender que precisamos aguardar o arrebatamento da igreja com vigilância

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), na lição deste domingo estudaremos um tema que enche os corações dos crentes de esperança: o arrebatamento da igreja. Enfrentamos lutas, perseguições e toda sorte de dificuldade neste mundo tenebroso, mas temos uma viva esperança: em breve o nosso Salvador virá nos buscar e finalmente chegaremos ao nosso destino final. Em um abrir e fechar de olhos todos os crentes serão transformados e receberam corpo glorificado. Estaremos para sempre junto do Senhor em um lugar onde todas as dores e lágrimas cessarão. Talvez, você e seus alunos, estejam enfrentando muitas adversidades, mas não desista da sua fé e não abra mão do seu chamado. Vale a pena servir ao Senhor e viver para ele, sendo ‘sal’ e ‘luz’ neste mundo.

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Orientação Pedagógica

Professor(a), para a aula de hoje sugerimos que você copie no quadro esquema abaixo. Depois, faça as seguintes perguntas aos alunos: “Vocês já ouviram falar a respeito das fases do arrebatamento?” “O que sabem a este respeito?” Incentive a participação dos alunos e ouço as respostas com atenção. Em seguida, utilizando o quadro, mostra aos alunos os cinco estágios do arrebatamento. Conclua, discutindo com eles cada um dos estágios.

ESTÁGIO DO ARREBATAMENTO
Jesus descer do céu com alarido e com som de trombetas
Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro
Nós que estivermos vivos e permanecemos na Terra seremos Arrebatados juntamente com eles nas nuvens
Encontraremos ao Senhor
Estaremos para sempre com o Senhor

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TEXTO BÍBLICO

1 Tessalonicenses 4:13-18

13- Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.

14- Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.

15- Dizemos-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.

16- Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.

17- Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.

18- Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.

INTRODUÇÃO

No Sermão Profético de Mateus 24.12 Jesus mencionou alguns eventos que já se cumpriram, como por exemplo, a destruição de Jerusalém que aconteceu nos anos 70 d.C. Nesse mesmo seu irmão, o mestre também falou a respeito de eventos que aconteceriam em um tempo determinado pelo pai, mas não revelado a nós, como o dia do arrebatamento da igreja. Esse evento, tão aguardado pelos crentes de todos os tempos, será a completude da nossa salvação, por isso, almejamos esse dia, quando seremos transformados que receberemos um corpo glorificado.

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I- O QUE É E QUANDO SE DARÁ O ARREBATAMENTO

1. O que é. A palavra grega para o arrebatamento é harpazo e significa ”retirada brusca”. O arrebatamento será uma retirada sobrenatural e rápida da igreja do Senhor da terra, culminando no encontro com Jesus nos ares. Esse é um tema tão importante para os frente que no Novo Testamento, o apóstolo Paulo, desde o começo as cartas dois capítulos para tratar a respeito desse assunto: 1 Coríntios 15 e 1 Tessalonicenses 4.

2. Quando se dará o Arrebatamento. Ao longo da história, muitas pessoas se aventuraram em marcar o dia e a hora em que o Senhor Jesus voltaria. Entretanto, todos os que assim procederam foram desmentidos e envergonhados. A palavra de Deus afirma que ”Daquele dia e hora, ninguém sabe nem os anjos que estão no céu nem o Filho senão o Pai” (Mc 13.32).  Então, se você receber algum áudio no seu aplicativo de mensagem marcando o dia e a hora da volta de Jesus, não acredite, pois é mentiroso.

3. A Trombeta soará. Na caminhada dos israelitas rumo a terra prometida, o senhor mandou Moisés fazer duas Trombetas de prata, pois na Bíblia prata é símbolo de Redenção. Ela seria utilizada para convocar a congregação e para a partida dos arraiais. A trombeta deveria também ser tocada nas solenidades e no princípio dos meses. O toque da trombeta tinha a finalidade de lembrar aos israelitas que o Senhor era o Deus deles que os resgatará da escravidão no Egito (Nm 10.2-10). No arrebatamento, a trombeta também soará como nos dias de Moisés (1 Co 15.52). O Senhor estará convocando seu povo desde o primeiro justo morto, o qual ressuscitará até os que estiverem vivos na sua vinda, os quais serão transformados, a encontrar o Senhor nos ares, nesse instante ‘solene de alegria’ para todos os salvos em Jesus Cristo.

Pense: Porque as pessoas ainda insistem em marcar o dia da volta de Jesus?

Ponto Importante: O inimigo quer confundir as pessoas e para isso dissemina as suas mentiras

II- O ARREBATAMENTO DA IGREJA PARA OS CRENTES

1. É a nossa esperança. Os crentes em Jesus, pela fé, tem a esperança é a certeza de que o arrebatamento pode acontecer a qualquer momento. Por isso, o crente Fiel procura viver de maneira ”sóbria, justa e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da Glória do grande Deus e nosso senhor Jesus Cristo” (Tt 2.12-13). A certeza da esperança de que Jesus voltará nos leva a viver como Simeão um homem justo e temente a Deus que durante anos aguardava promessa da Consolação de Israel (Lc 2.25). Todos os salvos em Jesus Cristo serão Arrebatados e, num piscar de olhos, transformados. Deixaremos o nosso corpo abatido e receberemos um corpo glorioso, imortal e incorruptível semelhante ao corpo do nosso Senhor Jesus Cristo (Fp 3.21).

2. É a chegada repentina do noivo. Em continuidade ao Sermão Profético de Mateus 24, Jesus contou a Parábola das Dez Virgens (Mt 25.1-13). O casamento Hebreu possuía uma longa celebração que chegava durar dias e uma parte importante do cerimonial era Inicial, na qual o noivo, em o cortejo e ao encontro da noiva. Segundo Jesus o noivo tardou a chegar e as damas de honra adormeceram. Porém, as prudentes tinham azeite suficiente para não ter suas lamparinas acesas. Sabemos que o azeite é um símbolo do Espírito Santo e a história narrada por Jesus nos mostra que precisamos estar cheio do Espírito pois só assim conseguiremos aguardar a sua volta de forma Prudente e produtiva. Precisamos estar vigilantes para não sermos dominados pelo sono da indiferença. No arrebatamento, igual a parábola, haverá um cortejo nupcial, pois o noivo virá para o encontro, nos ares, com a sua noiva à igreja. Então, todos os crentes fiéis que estiverem vivos nesse dia glorioso serão levados para encontrar com o Senhor nos ares, E assim estaremos reunidos para sempre com Ele (1 Ts 4.17).

3. E a derrota da morte. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Coríntios a respeito da Ressurreição afirma que a morte será tragada na Vitória (1 Co 15.54). A vitória sobre a morte acontecerá simultaneamente com a redenção dos justos que morreram desde Abel, pois a morte será derrotada com efeito retroativo, e até o mais novo convertido, naquele momento, será transformado e receberá um corpo incorruptível (2 Co 5.4).

Pense: Você tem vivido como Simeão de forma Justa e fiel aguardando o arrebatamento da igreja?

Ponto Importante: A vinda do noivo pode se dar a qualquer momento por isso devemos agir como as virgens prudentes

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Lição 05 – “Jesus Cristo, e Este Crucificado” – Mensagem do Apóstolo | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema do Trimestre: O APÓSTOLO PAULO – Lições da Vida e Ministério do Apóstolo dos Gentios para a Igreja de Cristo | Lição 05 – “Jesus Cristo, e este Crucificado” – Mensagem do Apóstolo

Texto Áureo

“Mas nós pregamos a Cristo crucificado que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos (1 Co 1.23)

Verdade Prática

O Cristo Crucificada, o centro da mensagem de cruz, é a encarnação da verdadeiro sabedoria para a salvação

LEITURA DIARIA

Segunda – 1 Co 1.18 A palavra da Cruz é o poder de Deus
Terça – 2 Co 11.3 A simplicidade da mensagem de Paulo
Quarta – 1 Ts 2.2; 8,9; 2 Co 11.7 A pregação de Paulo é o Evangelho de Deus
Quinta – Rm 1.15-18 O Evangelho é a manifestação do poder de Deus
Sexta – 1 Co 1.20 Onde está a sabedoria do mundo?
Sábado – 1 Co 2.3,4 A mensagem da cruz revela quem nós somos

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 Corintios 1.18-25; 2.1-5

1 Corintios 1

18- Porque a palavra da cruz e loucura para os que perecem mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus 19-Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a Inteligência dos Inteligentes.

20- Onde está a sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca as sabedoria deste mundo?

21- Visto como, no sabedoria de Deus, o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação

22- Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria

23- mas nos pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos

24- Mas, para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus.

25- Porque a loucura de Deus é mais sabia do que os homens e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.

1- E eu, irmãos, quando fui ter convosco anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria.

2- Porque nada me propus saber entre vos, sendo a Jesus Cristo e este crucificado

3- E eu estive convosco em fraquezas e em temor, e em grande tremor.

4- A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espirito e de poder.

5- para que a vossa fé não se apolasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.

HINOS SUGERIDOS: 182, 291, 350 da Harpa Crista

OBJETIVO GERAL

Ressaltar que Jesus Cristo, e este crucificado, é o centro de mensagem crista

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que a professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo l refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos

Destacar a centralidade da pregação de Paulo:
Elencar as expressões-chave na doutrina de Paulo:
Pontuar os efeitos da mensagem da cruz

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Nos dias de Paulo, nem todos acreditavam na possibilidade de que um homem crucificado seria o Filho de Deus. Para os judeus, isso era blasfêmia; para os gregos, loucura. Entretanto, o apóstolo Paulo não deixava de falar a respeito do Cristo Crucificado tanto para os judeus quanto para os gentios. Nele, está a verdadeira sabedoria de vida. Converse com seus alunos e mostre que a cruz de Cristo não pode ser ignorado em nossa mensagem. Essa é a razão de pregar as boas novas de salvação. Ore ao Senhor, pedindo que os alunos não tenham vergonha de cruz e corajosamente, possam repetir as palavras do poeta “Sim eu amo a mensagem da cruz / Té morrer eu a vou proclamar”.

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INTRODUÇÃO

Paulo descobriu a verdade sobre o Cristo crucificado e ressurreto e, por isso, sua missão de vida foi pregar aos judeus e aos gentios. O Cristo Crucificado era o Salvador prometido nas profecias dos antigos profetas de Israel. Assim, o Crucificado foi sua mensagem central. Para ressaltar essa centralidade, devemos prestar atenção nas expressões que se destacam em suas cartas: “Evangelho de Cristo”, “Cristo Crucificado” e “Cristo Ressurreto”. Nesta lição, veremos o Quanto a mensagem da cruz traz impacto à nossa vida espiritual e pessoal.

PONTO CENTRAL: Jesus Cristo, o Crucificado, é o centro da mensagem cristã.

1- A CENTRALIDADE DA PREGAÇÃO DE PAULO

1. O ministério de pregação e o Cristo Crucificado. Sem menosprezar os demais escritores do Novo Testamento, indiscutivelmente, o apóstolo Paulo foi o maior teólogo cristão e doutrinador do Cristianismo. Suas cartas, baseadas na fidelidade aos ensinos de Cristo, lançaram os fundamentos das doutrinas cristas. Embora Paulo não tenha convivido fisicamente com Jesus, ele recebeu toda a revelação do próprio Cristo (Gl 1.12) para pregar o Evangelho sem se opor aos ensinos dos outros apóstolos. Por intermédio desse ministério, judeus e gregos, orgulhosos de sua religiosidade e conhecimento, descobriram que a manifestação de sabedoria de Deus ao mundo é o “Cristo Crucificado”. Por isso, judeus e gentios são chamados por Deus para ver no “Crucificado” o único meio de salvação e de verdadeira sabedoria (1 Co 1.24).

2. A palavra da Cruz é a loucura da pregação. Em uma das cartas de Paulo, lemos: “Porque a palavra da cruz é loucura” (1 Co 1.18) Havia uma mentalidade na época paulina em que “a palavra da cruz” era uma afronta aos religiosos e filósofos. Por exemplo, acreditar que uma execução romana podia ser um instrumento pelo qual a salvação de pecadores fosse consumada, era tolice para eles. Nesse sentido, a cruz de Cristo não produziu atração, mas rejeição, pois era um instrumento de suplicio e morte.

3. Para os judeus e gregos. A cruz era considerada loucura porque chocava a sabedoria humana. Enquanto as judeus queriam sinais físicos, milagres visíveis, os gregos desejavam argumentos filosóficos que mostrassem a lógica da mensagem. Assim, o conteúdo da mensagem de Paulo gerava escândalo para os judeus, pois a cruz não era um espetáculo suntuoso; e, ao mesmo tempo, contrariava a retórica erudita dos filósofos gregos por causa de sua simplicidade (2 Co 11.3). Entretanto, embora simples, a mensagem de Paulo era poderosa em Deus (1.18) A palavra da cruz preenche as necessidades da alma humana, enquanto a sabedoria humana não o faz. O Evangelho é poderoso para salvar o homem que cré. Logo, para os que perecem, a palavra da cruz é loucura, mas para nós, os cristãos, é o poder de Deus para salvar a ser humano.

SINTESE DO TÓPICO

Jesus Cristo, o Crucificado, é o centro de mensagem de Paulo

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Escreva na lousa a seguinte indagação: Por que a mensagem da Cruz é considerada loucura da pregação? De um tempo para que os alunos elaborem uma reposta. Após passar o tempo determinado, permite que cada aluno exponha a sua própria resposta. Aqui, não é importante saber se as repostas estão corretas. A ideia é introduzir a aula a partir do conhecimento prévio das alunos. Depois das respostas deles faça a exposição deste primeiro tópico e, ao final, peça aos alunos que respondam à pergunta novamente, comparando com as respostas anteriores. A Escola Dominical é uma oportunidade de conhecer a cultura biblica de modo proativo.

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II- EXPRESSÕES-CHAVE NA DOUTRINA DE PAULO

Há algumas expressões de grande importância no ministério de pregação do apóstolo Paulo: “Evangelho de Cristo, “Cristo crucificado” e “Cristo ressurreto. Vejamos:

1. “Evangelho de Cristo”. Além de aparecer nos quatro Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João), a palavra “evangelho também aparece nas cartas de Paulo: “evangelho de Cristo” (Rm 1.16). Das 76 ocorrências dessa palavra no NT, 54 vezes a encontramos nas cartas paulinas. Por isso, podemos dizer que ela central para a doutrina ensinada pelo aposto. No Novo Testamento, a palavra grega para “evangelho” e euangelion. O prefixo eu é uma forma neutra da palavra que significa “bom, bem feito”. Assim, a palavra “evangelho” significa boa-nova, boa noticia que se leva às pessoas. Nosso Senhor ordenou que fosse levada a boa-nova da sua doutrina a toda criatura (Mc 16.15) Paulo fez assim e, não por acaso, identificava sua pregação como “o evangelho de Deus” (1 Ts 2.2,8,9; 2 Co 11.7; Rm 11.15,16). O seu Evangelho era a manifestação do poder de Deus (Rm 1.16.17) É um poder divino e dinâmico que atua de maneira imediata na vida do pecador.

2. “Cristo Crucificado”. Em Gálatas 3.1, Paulo escreve: “L. Não for diante dos olhos de vocês que Jesus Cristo foi exposto como crucificado?” (NAA). A palavra de cruz, na lógica paulina, é o tema dominante na mensagem do Evangelho. Se o mundo julgava como loucura a mensagem do Messias Crucificado, o apóstolo afirmava que a mensagem era a mais sublime demonstração da sabedoria de Deus. Ora, a cruz traz uma ideia de fraqueza ou loucura a quem não crê, mas “poder” e “sabedoria” de Deus para os que creem no Senhor, Esse contraste entre “sabedoria” e “loucura” está presente na mensagem de Paulo (1 Co 2.6). Os homens não conseguem alcançar a sabedoria divina, pois estão escravos do pecado e, por isso, para eles essa sabedoria é loucura. Por isso que o Evangelho não foi anunciado por mera sabedoria humana, mas apresentado por meio de “Jesus Cristo, a Crucificado” (1 Co 2.2). Não podemos deixar de pregar o Cristo Crucificado. O tema da expiação dos pecados deve ser mais pregado e ensinado em nossas igrejas.

3. “Cristo Ressurreto”. Não há importância na morte de Cristo se Deus não o tivesse ressuscitado. Sem a ressurreição, a cruz não teria sentido. Em vão seria a nossa pregação sobre a morte de Jesus Cristo (1 Co 15.14). Por isso, o apóstolo descreve de maneira sublime: “Cristo, morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1Co 15.3.4) A ressurreição de Cristo é reafirmada pelo apostola; ela completou a obra de salvação, consumando a nossa libertação do domínio do pecado e a nossa justificação diante do Senhor. Logo, a relação entre a cruz e o túmulo vario de Jesus expressa o real significado de cruz. Ora, a crucificação e a ressurreição formam uma unidade. Portanto, nosso Senhor é proclamado como o Crucificado e, ao mesmo tempo, o Ressurreto.

SÍNTESE DO TÓPICO II

“Evangelho de Cristo” “Cristo crucificado” e “Cristo ressurreto são expressões-chave no doutrina de Paulo

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Paulo não se envergonhava porque pregava sobre as Boas Novas a respeito de Cristo, uma mensagem de salvação que tem o poder de transformar vidas e é destinada a todos, sem exceção. Quando você sentir-se constrangido, lembre-se de significado das Boas Novas. Se fixar sua atenção somente em Deus e naquilo que Ele está fazendo, não em sua inaptidão você não sentirá vergonha anunciar o evangelho. As Boas Novas revelam como Deus foi justo em seu plano para nos salvar e como podemos estar prontos e adequados para a vida eterna. As confiar em Cristo, nosso relacionamento com Deus tornar-se perfeito” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, Rio de Janeiro CPAD, 2003, p.1557).

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CONHEÇA MAIS

“A Cruz de Cristo

A cruz de Cristo está cheia do poder de Deus, porque foi o meio pelo qual Jesus realizou nossa salvação quando derramou o seu sangue e morreu por nós. Tentar explicar a cruz ou deduzir sua importância em termos de sabedoria e filosofia humanas implicara furtá-la do seu poder, ou seja, da sua capacidade de transformar os pecadores em santos. É exatamente isto que os teólogos liberais estão fazendo hoje. Para ler mais, consulte o “I e II Corintios: Os Problemas da Igreja e Suas Soluções”, editado pela CPAD, p.28.

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Lição 04: Paulo, a Vocação para ser Apóstolo | 4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos

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TEXTO ÁUREO

” Paulo, chamado pela vontade de Deus para ser Apóstolo de Jesus Cristo.” (1 Co 1.1)

Verdade Pratica

Deus chama pessoas para realizar grandes feitos no reino divino

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Gl 1.15 Um chamado pela persistência de Deus
Terça – At 9.15-16 Paulo O Vaso Escolhido de Deus.
Quarta – At 9.17; 1 Co 14.18 Paulo na dimensão do Espírito
Quinta – At 22.14 Deus ou escolhe de antemão para fazer a sua vontade.
Sexta – Ef 1.1 Paulo, separado para ser Apóstolo.
Sábado – Gl 1.17-18 A escola do deserto na Arábia

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 9.15-22; Gálatas 1.11-18

Atos 9

15- Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel.
16- E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome.
17- E Ananias foi, e entrou na casa e, impondo-lhe as mãos, disse: Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que te apareceu no caminho por onde vinhas, me enviou, para que tornes a ver e sejas cheio do Espírito Santo.
18- E logo lhe caíram dos olhos como que umas escamas, e recuperou a vista; e, levantando-se, foi batizado.
19- E, tendo comido, ficou confortado. E esteve Saulo alguns dias com os discípulos que estavam em Damasco.
20- E logo nas sinagogas pregava a Cristo, que este é o Filho de Deus.
21- E todos os que o ouviam estavam atônitos, e diziam: Não é este o que em Jerusalém perseguia os que invocavam este nome, e para isso veio aqui, para os levar presos aos principais dos sacerdotes?
22- Saulo, porém, se esforçava muito mais, e confundia os judeus que habitavam em Damasco, provando que aquele era o Cristo.

Gálatas 1

11- Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.
12- Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.
13- Porque já ouvistes qual foi antigamente a minha conduta no judaísmo, como sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava.
14- E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais.
15- Mas, quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua graça,
16- Revelar seu Filho em mim, para que o pregasse entre os gentios, não consultei a carne nem o sangue,
17- Nem tornei a Jerusalém, a ter com os que já antes de mim eram apóstolos, mas parti para a Arábia, e voltei outra vez a Damasco.
18- Depois, passados três anos, fui a Jerusalém para ver a Pedro, e fiquei com ele quinze dias.

Hinos Sugeridos: 16, 93, 600 Harpa Cristã

OBJETIVOS GERAL

Revelar que Deus vocacional atualmente os crentes para sua obra

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I- Salientar o ponto de partida para a vocação de Paulo;
II- Enfatizar que a vocação de Paulo foi efetivada pelo Cristo ressurreto;
III- Relacionar a vocação de Paulo com aprendizado no deserto

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Antes de o apóstolo Paulo exercia sua vocação, ele passou por um aprendizado no deserto. O deserto me ensinou mais sobre Jesus, onde o apóstolo pôde reavaliar se diante de Deus, mediante suas crenças e convicções. Ele podia agora confrontá-las com a revelação da Graça de Deus em Cristo. Ainda no deserto, ele pode refletir sobre a simplicidade, dominar suas paixões incentivas e. Por meio da Solidão aprender a depender de Deus. O deserto que Paulo experimentou pode trazer profundos aprendizados para os nossos próprios desertos, quando os experimentamos quer na vida cotidiana, quer no ministério dado por Deus.

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INTRODUÇÃO

Nesta lição, estudaremos a respeito da vocação de Paulo para santo apostolado. Veremos o ponto de partida de sua vocação e sua escola de formação no deserto da Arábia. Assim, teremos uma visão geral de como Deus usa o tempo e a circunstância para formar o ministério o último para o reino de Deus.

PONTO CENTRAL: Deus chama para sua obra

I- O PONTO DE PARTIDA PARA A VOCAÇÃO DE PAULO

1. Chamada e presciência divina. A vocação de Paulo foi estabelecida segunda presciência de Deus. Ele mesmo confirma esse fato aos Gálatas, quando escreve: ” mas, quando aprove a Deus, que desde o ventre de minha mãe e separou e me chamou para sua graça” (Gl 1.15) o apóstolo experimentou uma completa transformação por meio do encontro com Cristo, e foi vocacionado por Ele para uma grande obra. O livro de Atos atesta para uma chamada presciente quando nosso Senhor diz Ananias: ” Vai, porque este é para mim um vaso escolhido para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis, e dos filhos de Israel. E eu lhe mostrarei Quanto deve padecer pelo meu nome” (At 9.15-16). Assim, Paulo foi batizado no Espírito Santo, batizado nas águas e teve sua visão recuperada (At 9.18).

2. Um ministério na plenitude do Espírito.  Depois de passar pela experiência do Novo Nascimento, Paulo recebeu a plenitude do Espírito, isto é, ele foi batizado no Espírito Santo (At 9.17). Nesse sentido, no livro de Atos revela que o ministério do apóstolo dos gentios recebeu uma unção especial do Espírito Santo. Foi o ministério marcado por pregação poderosa, curas, sinais, prodígios e maravilhas. Com o Ministério do apóstolo, aprendemos que não podemos fazer a obra de Deus sem a atuação do Espírito Santo. Ele é que confirma a palavra e a obra.

3. Deus mudou o nome de Saulo para Paulo?  Na Bíblia, vemos ocasiões em que Deus mudou o nome de pessoas (Abrão para Abraão [Gn 17.5]; Jacó para Israel [Gn 35.10]), como Jesus alterou o nome de Simão para Pedro (Mc 3.16; Jo 1.42). Entretanto, isso não se deu com o nome do apóstolo Paulo. Não há qualquer menção disso na Bíblia. O que explica a mudança de ênfase do nome de Saulo para Paulo é origem do apóstolo. O nome ”Saulo” (aportuguesado de ‘Saul’) origem judaica; já ”Paulo” (aportuguesado  de Paulus, em latim), sua cidadania Romana. Como o Ministério do apóstolo buscava alcançar o sentias, o nome Paulo foi naturalmente usado no trabalho missionário e, consequentemente nas escrituras canônicas.

SÍNTESE DO TÓPICO I

O ponto de partida para a vocação de Paulo foi a presciência divina e a pessoa do Espírito.

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Parece que no passado havia uma percepção maior a respeito de jovens, e de muitos outros irmãos que entregavam a sua vida a Cristo, que desejavam por uma vocação na obra de Deus. Muitos se planejavam para ir aos seminários a fim de aperfeiçoarem-se para servir melhor na obra de Deus. Muitos obreiros relatam não perceber essa mesma disposição com o mesmo sentimento de outrora. Claro que isso não significa que não haja pessoas sendo vocacionadas, pois Deus as chama em qualquer tempo. Nesse sentido, promova uma refle xão a respeito das vocações por meio das seguintes indagações: Você se sente vocacionado por Deus para alguma obra? Em algum momento de sua vida, você ignorou ou tem ignorado esse chamado? O que você poderia fazer para aperfeiçoar-se melhor na obra de Deus? Você deve promover essa reflexão como introdução ao tema desta semana, ressaltando sempre que Deus chama pessoas para a sua obra.

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II- UMA VOCAÇÃO EFETIVADA PELO CRISTO RESSURRETO

1. Saulo viu o esplendor glorioso do Cristo ressurreto (At 9.3-6). Não foi uma miragem, nem uma ilusão de ótica, mas Saulo viu realmente o Cristo ressurreto, a quem ele perseguia (At 9.17). Essa visão gloriosa ofuscou seu orgulho ante às autoridades judaicas e foi definitiva para a vida daquele que, mais tarde, seria um embaixador de Cristo entre os gentios.

2.Uma vocação inevitável para o apostolado entre os gentios. Deus escolheu Saulo de antemão para fazer conhecer a sua vontade (At 22.14). Qual era a vontade dEle para Saulo? Torná-lo um embaixador de Cristo, um pregador do Evangelho (At 9.20). Não por acaso, as várias cartas do apóstolo às igrejas plantadas por ele eram assim identificadas: “Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus” (Ef 1.1). O após tolo não foi ordenado em Jerusalém, nem por uma comissão de apóstolos formada por Pedro, João e Tiago, ou por outros apóstolos de Cristo. O que – prevaleceu foi a declaração de Jesus para Ananias, discípulo fiel de Cristo em Damasco: “Va, porque este é para mim um instrumento escolhido para levar o meu nome diante dos gentios e reis, bem como diante dos filhos de Israel” (At 9.15). Ananias, com autoridade -delegada pelo próprio Senhor Jesus numa visão, foi ao encontro de Saulo, na rua chamada Direita, e lá chegando, “impôs as mãos sobre Saulo” (At 9.17).

3. A vocação mudou o rumo da vida de Saulo. De perseguidor dos seguidores de Jesus, de personalidade tenaz e obstinada (At 9.1.1-6), Deus chamou Saulo e o transformou no apóstolo que seria o maior responsável pela expansão da Igreja no mundo gentílico. A operação da graça salvadora na vida de Saulo promoveu uma mudança radical em sua vida. Foi Jesus que o confrontou, o surpreendeu e o chamou pelo nome. Cristo ainda chama o ser humano para frutificar no Reino de Deus. É necessário um encontro real com Cristo. Quando isso acontece, Ele capacita o ser humano para o seu propósito. Assim aconteceu com Saulo.

SÍNTESE DO TÓPICO II

A visão gloriosa do Cristo Ressurreto mudou definitivamente o rumo da vida de Paulo.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“O Jesus ressurreto é quem aparece a Saulo (cf. 1 Co 9.1; 15.8) e lhe diz: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?” (At 9.4). Essa pergunta é dirigida ao propósito imediato de Saulo destruir a Igreja. Atacar os discípulos de Jesus não é, como Saulo pensa, mera perseguição de pessoas que adoram de maneira herética. É um ataque contra o próprio representante divino, na pessoa do seu povo. […] De começo, Jesus não se identifica. Então o perseguidor pergunta: ‘Quem és, Senhor?’ (v.5). O termo de tratamento ‘Senhor’ usado aqui pode ser simplesmente um titulo de respeito. Mas há forte apoio para o entendermos no sentido cristão de ‘Senhor’ (cf. At 1.6,24; 4.29; 7.59,60; 9.10,13; 10.14; 11.8; 22.19). Saulo confessa que está falando com Ele como Senhor, reconhecendo que se dirige à pessoa divina. […] O Senhor exaltado se identifica como Jesus, a quem Saulo está perseguindo. Lá, na estrada de Damasco, o crucificado, revelado a Saulo na sua glória divina, o transforma” (Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento: Mateus-Atos. Vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.674).

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EBD – Jovens | Lição 01: A doutrina das Ultimas Coisas | 4° Trimestre De 2021

• COMPREENDER que devemos viver segundo a esperança cristã.

TEXTO DO DIA

“Mas o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão.”
(2 Pe 3.10)

SÍNTESE

Estudar a respeito do fim de todas as coisas, à luz da Bíblia, traz consolo e esperança para
o crente, e glorifica aquEle que tem o controle da história: Jesus.

INTERAÇÃO

Prezado(a) professor(a), com a graça de Deus iniciamos o quarto trimestre do ano. Estudaremos treze lições a respeito da Doutrina das Últimas Coisas. Sabemos que em breve Jesus virá buscar a sua Noiva! Infelizmente, muitos cristãos já não creem no Arrebatamento, por isso desprezam as profecias bíblicas. Todavia, Jesus virá! O Arrebatamento da Igreja pode ocorrer a qualquer momento. Este glorioso dia, não nos pegará de surpresa, pois somos do Senhor e aguardamos a sua vinda com grande expectativa.

O comentarista do trimestre é o pastor Reynaldo Odilo. Ele é membro da Assembleia de Deus em Natal, RN. O pastor Reynaldo é juiz de direito, bacharel em Teologia e Direito, especialista em Direito Processual Civil e Penal, doutorando em Direito pela Universidade do País Basco, Espanha. Ele tem várias obras publicadas pela CPAD. Que o estudo de cada lição possa trazer esperança ao seu coração, pois breve Jesus Cristo virá arrebatar a sua Igreja e estaremos para todo o sempre com Ele.

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Revista Jovens – Tema: Jesus Cristo Voltará – Fé e perseverança para o glorioso dia com o Senhor da Igreja | Lição 01: A doutrina das Ultimas Coisas

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor (a), para a aula de hoje sugerimos que você escreva no quadro a sequência dos eventos que acontecerão nos últimos dias que estão relacionados abaixo. Porém, ao escrever no quadro coloque os eventos fora da ordem. Peça aos alunos que falem a sequência, a ordem certa dos acontecimentos. Conclua explicando que esses eventos vão se cumprir e que eles serão estudados no decorrer do trimestre.

1- A Grande Tribulação;
2- O Milênio;
3- O Futuro de Israel;
4- A Ressurreição;
5- O Julgamento;
6- O Estado Eterno.

TEXTO BÍBLICO

2 Pedro 3.1-12

1 Amados, escrevo-vos, agora, esta segunda carta, em ambas as quais desperto com exortação o vosso ânimo sincero.
2 Para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas e do mandamento do Senhor e Salvador, mediante os vossos apóstolos.
3 Sabendo primeiro isto: que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências.

4 E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.
5 Eles voluntariamente ignoram isto: que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste.
6 Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio.

7 Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro e se guardam para o fogo, até o Dia do Juízo e da perdição dos homens ímpios.
8 Mas, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos, como um dia.
9 O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.
10 Mas o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão.
11 Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato e piedade.
12 Aguardando e apressando-vos para a vinda do Dia de Deus, em que os céus, em fogo, se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?

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INTRODUÇÃO

As mensagens a respeito das últimas coisas nos concedem a esperança necessária para conhecermos a vontade divina para nós até que o Senhor volte. O estudo das últimas coisas não deve nos preocupar ou entristecer, pois esse nunca foi o objetivo do Senhor. Estudar a Escatologia serve de alerta e nos tornar vigilantes acerca da iminência dos fatos finais da História. Não devemos nos esquecer de que, quando estudamos a respeito da escatologia bíblica, precisamos ser humildes e saber que somente com a revelação do Senhor conheceremos o real sentido das revelações.

I – A DOUTRINA DAS ÚLTIMAS COISAS E A BÍBLIA

1. O que é a escatologia. Talvez você já tenha ouvido muitas vezes essa palavra e ainda não conhece o seu real significado. Segundo o Dicionário de Escatologia Bíblica (CPAD), o vocábulo “escatologia” é derivado do grego escathos, últimas coisas, mais a palavra logia, discurso racional. Então, podemos definir a Escatologia como o “estudo sistemático e lógico das doutrinas concernentes às últimas coisas.” Nas Sagradas Escrituras, encontramos um conjunto de princípios que formam a base do nosso sistema religioso. Esse conjunto de princípios é denominado de doutrina. Como servos de Deus, primamos pela fidelidade das Sagradas Escrituras e rejeitamos os modismos contrários à Palavra de Deus.

2. O Espírito Santo nos ajuda no estudo da Escatologia. Algumas pessoas, erroneamente, acreditam que a doutrina das últimas coisas é difícil de ensinar e compreender. Contudo, nós podemos contar com a ajuda do Espírito Santo que nos instrui a respeito das Sagradas Escrituras. Aqueles que leem a Palavra de Deus e procuram aprender a respeito do fim de todas as coisas, encontram sabedoria, conhecimento e não são enganados pelos falsos mestres. Nossa fé a respeito do fim não pode estar firmada em meros palpites, mas precisa estar solidificada sobre a Palavra de Deus.

3. Deus fala a respeito do futuro. O Senhor chamou Abraão e prometeu que o seu futuro seria magnífico e que sua família seria tão numerosa quanto às estrelas do céu. Com Moisés, Ele sempre apontou o caminho para a Terra Prometida. Com Davi, a promessa, acerca do futuro, dizia respeito de um descendente que reinaria para sempre. E assim, Deus sempre levantou profetas para falar ao seu povo a respeito do futuro. O Senhor Jesus, igualmente tratou de
vários temas que estavam relacionados ao “tempo”, ou seja, ao futuro. No último grande sermão de Jesus, registrado em Mateus 24, Ele falou a respeito dos últimos dias, mencionando
fatos que aconteceriam nas décadas seguintes e até o fim dos tempos.

Pense! Por que devemos crer na doutrina das últimas coisas?

Ponto Importante Na Palavra de Deus encontramos vários textos que fundamentam o fim de todas as coisas.

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II – POR QUE DEVEMOS ESTUDAR A DOUTRINA DAS ÚLTIMAS COISAS?

1. Para termos uma vida santa. O Senhor espera que, conhecendo mais sobre o fim de todas as coisas, vivamos de maneira santa e piedosa neste mundo, conforme está escrito: “Uma vez que tudo será assim desfeito, vocês devem ser pessoas que vivem de maneira santa e piedosa” (2 Pe 3.11 -NAA). Conhecendo mais acerca do futuro, o crente anela estar mais perto, dia a dia, do Salvador. Infelizmente, alguns crentes estudam Escatologia no afã de serem reconhecidos
como “especialistas” em profecias bíblicas. Outros são movidos somente pela curiosidade, mas também existem aqueles que creem que a verdade acerca do futuro vai impactar e transformar suas vidas.

2. Para estarmos sempre alertas. Deus, em nenhum momento da História, teve o desejo de alarmar os homens, isto é, deixá-los sobressaltados, alvoroçados, acerca dos fatos futuros. Ao usar os profetas para falarem sobre o juízo futuro, o Senhor anelava, em sua grande misericórdia, nos alertar, isto é, nos tronar mais vigilantes, precavidos, a respeito do Dia do Senhor que virá sobre o mundo rebelde. Um exemplo disso está na mensagem que o
Senhor determinou que Jonas pregasse em Nínive (Jn 3.2): “Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida” (Jn 3.4), era um alerta de que densas trevas sobreviriam sobre os que viviam em rebeldia contra o Senhor. Contudo, o povo de Nínive se arrependeu e a cidade não foi destruída naquele tempo.

3. Para termos esperança e sabermos combater as heresias. No sermão profético de Mateus 24, bem como na revelação de João no livro do Apocalipse, o Senhor não tinha o propósito de amedrontar as pessoas. Seu objetivo era trazer uma esperança indestrutível ao coração daqueles que são fiéis, a respeito do futuro glorioso com Deus na eternidade. Ele também desejava advertir, de forma veemente, sobre o fim daqueles que vivem uma vida dissoluta.
Atualmente há muitos pensamentos danosos em relação à Escatologia, como por exemplo:

(1) os pós-tribulacionistas que afirmam que o Arrebatamento ocorrerá após o fim da Grande Tribulação; (2) o universalismo que acredita que todos serão salvos e o (3) aniquilacionismo que acredita que as almas dos condenados, no inferno, serão aniquiladas. As heresias precisam ser combatidas com sólidos argumentos bíblicos e, para tal, precisamos conhecer as Sagradas Escrituras.

Pense! Qual o seu sentimento em relação ao fim de todas as coisas?

Ponto Importante A Segunda Vinda de Cristo é a nossa esperança. Não temamos o Dia do Senhor.

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Lição 02: Saulo de Tarso, o Perseguidor |4° Trimestre De 2021 | EBD – Adultos

 EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema do Trimestre: O APÓSTOLO PAULO – Lições da Vida e Ministério do Apóstolo dos Gentios para a Igreja de Cristo | Lição 02: Saulo de Tarso, o Perseguidor | Escola Biblica Dominical

Texto Áureo

E Saulo, respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote.” (At 9.1)

Verdade Prática

A Igreja é uma instituição divina que perdurará na Terra até o arrebatamento, pois do contrário, já teria acabado ao longo da história.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – 1 Tm 1.13 Saulo: blasfemo, perseguidor e opressor
Terça – At 9.1,2 Saulo “respirava ameaças e morte”
Quarta – Dt 21.23 Para ele, quem fosse para o madeiro “não podia ser o Messias”
Quinta – Gl 3.13 Saulo descobriu que Jesus se fez maldição por nós
Sexta – At 6.8-10; 7.51-53 Estevão: Um discurso que se deparou com o de Saulo
Sábado – At 26.10,11 O método de perseguição

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 8.1-3; 22.4-5; 26.9-11

Atos 8

1- E também Saulo consentiu na morte dele [Estevão]. E fez-se, naquele dia, uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judeia e da Samaria, exceto os apóstolos.

2- E uns varões piedosos foram enterrar Estevão e fizeram sobre ele grande pranto.

3- E Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão.

Atos 22

4- Perseguiu este Caminho até a morte, prendendo e metendo em prisões, tanto homens como mulheres,

5- como também o sumo sacerdote é testemunha, e todo o conselho dos anciãos; e, recebendo destes cartas para os irmãos, fui a Damasco, para trazer manietados para Jerusalém aqueles que ali estivessem, a fim de que fossem castigados.

Atos 26

9- Bem tinha eu imaginado que contra r o nome de Jesus, o Nazareno, devia eu . praticar muitos atos,

10- o que também fiz em Jerusalém. E, e havendo recebido poder dos principais dos sacerdotes, encerrei muitos dos santos nas prisões; e, quando os matavam, eu dava o meu voto contra eles.

11 – E, castigando-os muitas vezes por todas as sinagogas, os obriguei a blasfemar. E, enfurecido demasiadamente e contra eles, até nas cidades estranhas os persegui.

HINOS SUGERIDOS: 126, 377, 608 da Harpa Crista

OBJETIVO GERAL

Conscientizar a respeito do problema da perseguição aos cristãos no mundo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

Elencar as características persecutórias de Saulo;

Expor a respeito da perseguição contra a igreja em Atos:

Esclarecer a respeito de um sistema contra a Igreja.

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Com o objetivo de preparar os alunos para a aplicação do conteúdo desta lição, inicie falando a respeito da perseguição dos cristãos no mundo. Se possível, informe-se a respeito desse tema em sites especializados de noticias que abordam o terrível quadro de perseguição cristã no mundo. Pro ponha um momento de oração, mostrando a relevância de rogar a Deus por livramento de irmãos que hoje estão debaixo de perseguição mundial. Não podemos fechar os olhos para esse quadro. As vezes, porque vivemos em um ambiente de aparente tolerância religiosa, corremos o risco de pensar que é assim em outros lugares da Terra. Portanto, aproveite essa oportunidade para conscientizar a sua classe acerca dessa terrível realidade.

INTRODUÇÃO

A história da expansão da Igreja no livro de Atos mostra um fariseu zeloso: Saulo de Tarso. Este tinha prestígio religioso e cultural entre os judeus. Por isso, ele ganhou “carta branca” das autoridades religiosas para perseguir os seguidores de Jesus e, assim, tornar-se um implacável perseguidor da Igreja de Cristo do primeiro século. É o que estudaremos nesta lição.

PONTO CENTRAL: No mundo de hoje há perseguição contra os cristãos

I- SAULO DE TARSO, O PERSEGUIDOR IMPLACÁVEL

1. Saulo se descreve como “blasfemo”, “perseguidor” e “opressor” (1 Tm 1.13). Como um fariseu fanático, Saulo tinha a convicção de que seu papel era destruir a fé cristã, matando e prendendo os seguidores de Jesus. Sua postura arrogante o fazia ser truculento, usando grande violência contra pessoas simples, homens e mulheres, sem qualquer compaixão. Ele acreditava piamente que, com esse comportamento, estava agradando a Deus. Apoiado pela casta sacerdotal que odiava o nome de Jesus, Saulo usava dos meios legais para atacar os cristãos. Por causa de sua truculência, os seguidores de Jesus tiveram que fugir para outras cidades. O perseguidor “respirava ameaças e morte” contra os discípulos de Jesus (At 9.1) e, por isso, não via problemas em prender e do de arrastar presos para Jerusalém os que professavam o contra nome do Nazareno (At 9.2).

2. As ameaças de Saulo de Tarso. A expressão “respirando ameaças e morte” (At 9.1) descreve Saulo, de maneira figurada, como uma fera selvagem que ameaça sua presa. No texto de Atos 9.21, o perseguidor era visto como um exterminador, pois conduzia os cristãos às prisões, além de permitir que fossem açoitados. Ele não poupava ninguém que seguisse a doutrina de Cristo.

3. Por que Saulo perseguia os cristãos? Os motivos que levaram Saulo a se tornar um perseguidor inclemente contra os seguidores de Cristo, eram o zelo destrutivo pela Torah e o suposto fato religioso de que Jesus talvez fosse um “blasfemo”. Para Saulo, o anúncio de que um crucificado pudesse ser o Messias prometido pelos profetas do AT era um escândalo. Ora, quem fosse suspenso no madeiro (cruz), de acordo com a Lei, estava sob a maldição divina (Dt 21.23). Por isso, nosso Senhor não passava de um blasfemo para Saulo. Mais tarde, por ocasião de sua conversão, ele descobre que Cristo assumiu a maldição da Lei e, por isso, nos livrou dessa maldição (Gl 3.13).

SÍNTESE DO TÓPICO I

Saulo ameaçava a igreja, não por acaso, ele se descreve como blasfemo, perseguidor e opressor.

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Antes de iniciar a aula desta semana, faça uma pequena recapitulação da aula passada. É muito importante que os alunos tenham uma percepção da concatenação dos assuntos. Jamais deixe que o conteúdo fique solto na imaginação dos alunos. O trabalho do professor e da professora é trazer unidade ao tema e aplicá-la à realidade dos alunos. Outrossim, procure aplicar esse método de recapitulação ao longo de todo o trimestre. Portanto, cuide da concatenar as ideias e, ao mesmo tempo, expressar a unidade da revista

II- A PERSEGUIÇÃO CONTRA A IGREJA DE CRISTO

1. Contra os seguidores de Jesus. A perseguição de Saulo contra Jesus era uma perseguição contra a Igreja, o Corpo de Cristo, uma instituição divina. Ao passo que ele “respirava ameaças e morte” (At 9.1) contra os seguidores de Cristo, sua intenção era acabar de vez com “a Igreja”. Ao atacá-la, atingiu as pessoas que representavam Cristo, dentre as quais havia um homem arguto, defensor do nome de Jesus e cheio do Espírito Santo, cujo nome era Estevão.

2. Saulo de Tarso e Estevão. Se por um lado Saulo era um erudito que chamava atenção, devido à sua cultura judaica, greco-romana e autoridade na Torah, Estevão era um erudito do Judaísmo com uma grande capacidade do Espirito para confrontar ideias contrárias aos ensinos de Jesus (At 6.9.10; 7.2-53). O primeiro mártir da Igreja era um homem cheio do Espírito Santo, conhecedor profundo da história de seu povo e da teologia judaica. Por isso, quando apontava para Jesus Cristo como clímax da revelação redentora para o mundo, o fazia com autoridade.

O discurso inflamado de Saulo, e respaldado pelos oponentes dos seguidores de Jesus, deparou-se com outro discurso, mas este proveniente da sabedoria do Espirito (At 6.10). Essa autoridade espiritual de Estevão atraiu a ira dos inimigos de Cristo (At 6.5.11; 7.55). Por isso, com o pleno consenti mento de Saulo (At 8.1), eles o apedrejaram até a morte (At 7.59,60). Mas se por um lado eles mataram Estevão; por outro, potencializaram a mensagem do primeiro mártir da Igreja.

3. Uma intolerância religiosa e política contra a igreja atual. A igreja atual continua a despertar fúrias de certas autoridades políticas e religiosas que não aceitam a mensagem de liberdade e vida que o Evangelho proporciona. Nossos irmãos, que servem a Deus em países políticos e religiosamente fechados para o Evangelho, continuam a pagar, com a própria vida, a fidelidade à mensagem de Cristo. Oremos pela igreja perseguida!

SÍNTESE DO TÓPICO II

A perseguição de Saulo contra Jesus era uma perseguição contra a Igreja de Cristo.

SUBSÍDIO APOLOGÉTICO

Além da perseguição tradicional aos cristãos, há a perseguição mais sofisticada, que se dá no campo cultural. Por exemplo, quando tentam reduzir a vivência da fé à vida privada dos cristãos, trata-se de uma perseguição cultural e ideológica. Ora, do ponto de vista filosófico, o ser humano é um ser religioso. Do ponto de vista antropológico-teológico, o ser humano é imagem de Deus e, por isso, tem uma centelha divina dentro dele que o impulsiona à busca por Deus, embora, como afirma a nossa Declaração de Fé, essa imagem divina esteja distorcida e corrompida. A necessidade de buscar a Deus é própria do ser humano. Impedir essa iniciativa livre e pública é impedir a livre manifestação da condição de ser humano. Por isso que, ao longo da história, a perseguição aos cristãos viola os direitos humanos.

Ou seja, a partir do momento que autoridades, intelectuais, jornalistas, artistas exigem que os cristãos não tenham o direito de expressar os seus valores, princípios e doutrinas que perpassam a dinâmica da vida e fazê-lo em qualquer espaço da sociedade, há sim uma violação aos direitos mais nobres do ser humano. Não é possível exigir dos cristãos que escondam a sua fé, isto é, que deixem de falar o que eles têm visto e ouvido. Tentaram fazer isso com os apóstolos Pedro e João: “E, chamando-os, disseram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem, no nome de Jesus” (At 4.18); mas suas respostas foram taxativas: “Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vás se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus; porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido” (At 4.19,20).

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EBD – Lição 01: O Mundo do Apóstolo Paulo | 4° Trimestre De 2021 | 

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema do Trimestre: O APÓSTOLO PAULO – Lições da Vida e Ministério do Apóstolo dos Gentios para a Igreja de Cristo | Lição 01: O Mundo do Apóstolo Paulo

Texto Áureo

“Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis, e dos filhos de Israel.” (At 9.15)

Verdade Pratica

Segundo a sua soberana vontade, Deus usa as circunstâncias para fazer uma grande obra.

OBJETIVO GERAL

Saber como o mundo de hoje é uma porta aberta para o Evangelho.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

I- Apresentar o mundo de Paulo no império romano;
II- Discorrer sobre o mundo cultural de Paulo;
III- Descrever o mundo religioso de Paulo.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Rm 1.1; 1 Co 1.1; Ef 1.1 – Paulo, chamado para ser apóstolo
Terça – At 26.16-18 – Enviado para os gentios
Quarta – 1 Co 8.5,6 – Paulo, um defensor da fé
Quinta – At 22.3 – Paulo declara sua identidade judaica
Sexta – Gl 1.14 – Seu zelo pela religião judaica
Sábado – Atos 13.1-3 – O chamado de Paulo para missões

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 26.1-7

1 – Depois, Agripa disse a Paulo: Permites-te que te defendas. Então, Paulo, estendendo a mão em sua defesa, respondeu:
2 – Tenho-me por venturoso, ó rei Agripa, de que perante ti me haja, hoje, de defender de todas as coisas de que sou acusado pelos judeus,
3 – mormente sabendo eu que tens conhecimento de todos os costumes e questões que há entre os judeus; pelo que te rogo que me ouças com paciência.
4 – A minha vida, pois, desde a mocidade, qual haja sido, desde o princípio, em Jerusalém, entre os da minha nação, todos os judeus a sabem.
5 – Sabendo de mim, desde o princípio (se o quiserem testificar), que, conforme a mais severa seita da nossa religião, vivi fariseu.
6 – E, agora, pela esperança da promessa que por Deus foi feita a nossos pais, estou aqui e sou julgado,
7 – à qual as nossas doze tribos esperam chegar, servindo a Deus continuamente, noite e dia. Por esta esperança, ó rei Agripa, eu sou acusado pelos judeus.

HINOS SUGERIDOS: 194, 204, 473 da Harpa Cristã

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Mais um ano está chegando ao fim. Neste último trimestre, estudaremos a vida e o ministério de um grande homem usado por Deus: o apóstolo Paulo. É uma oportunidade para aprender e colocar em prática princípios eternos que nortearam a vida desse mui digno homem de Deus.

Nesta primeira lição, você pode propor uma reflexão aos alunos a respeito das circunstâncias que o mundo de hoje nos oferece para pregar o Evangelho. À luz do mundo político, cultural e religioso do apóstolo dos gentios, reflita com os alunos as portas abertas para o Evangelho no mundo atual. Apresente o comentarista do trimestre, o pastor Elienai Cabral, escritor,
conferencista e consultor doutrinário e teológico da CGADB/CPAD.

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema do Trimestre: O APÓSTOLO PAULO – Lições da Vida e Ministério do Apóstolo dos Gentios para a Igreja de Cristo | Lição 01: O Mundo do Apóstolo Paulo

INTRODUÇÃO

O assunto deste trimestre é a vida do apóstolo Paulo. Para compreendê-lo melhor, veremos como era o mundo que o apóstolo atuava. Por isso, o texto áureo desta lição apresenta como Paulo foi vocacionado para levar o nome de Jesus diante dos gentios (At 9.15).

PONTO CENTRAL: O mundo de hoje é uma porta aberta para o Evangelho.

I – O MUNDO DE PAULO NO IMPÉRIO ROMANO

1Entendendo a origem de Paulo. Há poucas informações concretas acerca da vida cronológica de Paulo, como sua data de nascimento, formação cultural e religiosa. Geograficamente, Paulo (nome romano) era natural de Tarso, capital da Cilícia, que ficava às margens do rio Cydnus, na Ásia Menor. Sobre o seu nascimento, não temos data precisa. Talvez tenha ocorrido no ano 5 a.C. Dessa forma, quando o nosso Senhor foi crucificado, Paulo poderia ter entre 30 e 35 anos de idade.

2A geografia do mundo de Paulo. Geograficamente, o mundo gentílico estava sob o domínio do Império Romano. Naqueles dias, entre o ano 33 e 35 d.C., o imperador era Tibério. A dimensão geográfica do Império Romano permitia excelentes possibilidades de viagens missionárias. Segundo informes da história, a malha viária abrangia em torno de 300 mil quilômetros, sendo que 90 mil quilômetros apresentavam condições excelentes TO RAL para viajar. As estradas do do de império, bem como as vias a porta marítimas, foram de grande importância para a expansão da fé cristã.

Pelo Espírito Santo, o apóstolo percebeu as oportunidades incríveis para a disseminação do Evangelho no império. Ele usou todos os meios possíveis de transporte da época, inclusive navios pelas vias marítimas, nas quais sofreu naufrágios e enfermidades. Assim, a geografia do mundo paulino tem papel essencial para a plantação das primeiras igrejas. Por isso, devemos pensar nas oportunidades que Deus nos dá para a eficiência da evangelização urbana e do campo.

3Paulo, chamado para os gentios. Atos 9 mostra que, em sua infinita sabedoria e presciência, Deus separou Paulo e o chamou a partir de uma experiência espiritual impressionante, bem diferente dos demais apóstolos, para levar o nome de Jesus ao mundo gentílico (At 9.15). Ele soube que seu apostolado não se daria em Jerusalém, que já tinha Pedro, Tiago (o irmão do Senhor) e João, além dos outros apóstolos que ainda não haviam se espalhado pelo mundo.

Por isso, Atos 26 menciona o testemunho pessoal do apóstolo perante o rei Agripa: “Mas levanta-te e põe-te sobre teus pés, porque te apareci por isto, para por por ministro e testemunha […] dos gentios, a quem agora te envio” (26.16,17). Enquanto os apóstolos de Cristo restringiam-se a anunciar Jesus aos judeus, nosso Senhor convocava Paulo, de maneira dramática, para ser “apóstolo entre os gentios” (Rm 1.1: 1 Co 1.1; Ef 1.1). Nosso Senhor continua a chamar pessoas para um ministério. Precisamos estar sensíveis à voz do Espírito Santo a nos chamar.

SÍNTESE DO TÓPICO I

A “pax romana”, a geografia e os meios de transporte urbanos e do campo do império romano contribuíram para a propagação do Evangelho.

SUBSÍDIO PEDAGÓGICO

Esta lição nos mostra os três “mundos” do apóstolo Paulo: o romano, o grego e o judeu. O apóstolo teve certa liberdade para peregrinar dentro do império. Ele também se comunicou na língua predominante da época, o grego koiné, bem como fez uso da vasta literatura de seu tempo. Paulo também era judeu. A moral judaica estava presente em algumas partes do império por meio das sinagogas. A soma de tudo isso serviu ao Espirito Santo para que a vida do apóstolo fosse usada integralmente para a causa do Evangelho no mundo gentílico. Por isso, sugerimos que você introduza o assunto desta lição perguntando aos alunos acerca da contribuição cultural, politica e religiosa que o mundo atual nos da para pregar o Evangelho. Quais as necessidades que o mundo de hoje apresenta? Como o Evangelho pode preenche-las?

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II – O MUNDO CULTURAL DE PAULO

1. A língua mundial daqueles dias era o grego. Para o povo judeu, o hebraico e o aramaico eram línguas nativas. Entretanto, apesar de a Palestina e todos os demais países do médio-oriente estarem sob a autoridade do Império Romano, prevaleceu a língua do grego koinê, possibilitada pela infraestrutura de comunicação do império. O koinê era uma língua popular muito difundida na época. O Novo Testamento foi escrito no grego koinê, e o apóstolo Paulo falava e escrevia fluentemente tanto o grego como o hebraico e o aramaico.

Utilizando o grego, Paulo teve uma formação básica em Tarso e, posteriormente, foi levado por seu pai, que era judeu e pertencia ao grupo dos fariseus em Jerusalém, para aprender e conhecer em profundidade a Torah aos pés do rabino Gamaliel. Aqui, é possível refletir acerca do uso das principais línguas do mundo (inglês, francês, espanhol, mandarim) para a obra da evangelização.

2. O mundo cultural do apóstolo Paulo. O Império Romano respeitava a diversidade religiosa, desde que se respeitassem os deuses do império. Em Roma, havia os cultos a entidades gregas como Eleusis, Dionísio, Atis, que se integravam com divindades egípcias como Osíris, Ísis, Serapis, bem como as divindades orientais Mitras e Asclépio, uma divindade de cura. Havia divindades da Ásia Menor sob o domínio do império em Éfeso, Colossos e Corinto, tais como Diana, Artemis e outras mais Essa diversidade religiosa acabou facilitando a propagação do nome de Jesus. pregado pelos apóstolos. A realidade atual das diversidades culturais e religiosas pode abrir caminhos para que, de maneira inteligente, evangelizemos o mundo, nos termos do apóstolo Paulo, no areópago de Atenas (At 17.15-34).

3. A influência da filosofia grega. Nesse mundo religioso havia a influência filosófica grega. Essencialmente, o Império Romano era politeísta e Paulo referiu-se a isso em 1 Corintios 8.5. A influência filosófica grega, especial mente do gnosticismo, era muito forte e acabou influenciando o pensamento de muitos cristãos daqueles dias. Os Líderes da Igreja da época tiveram de refutar com veemência as teorias do gnosticismo, cujos adeptos queriam misturá-las com a doutrina pura de Cristo. Naturalmente, pelo fato de ter vivido naquele mundo, Paulo teve de fortalecer a doutrina crista sobre Deus, fé, Jesus, Espirito Santo, graça e salvação. O apóstolo, indiscutivelmente, se tornou o grande defensor do Evangelho de Cristo. Como proclamadores do Evangelho, devemos pensar em estratégias a fim de que nossos jovens e adolescentes, bem como a maturidade cristã, possam expressar as razão da fé com mansidão e temor diante dos não crentes (1 Pe 3.15).

SÍNTESE DO TÓPICO II

O grego koiné era a principal lingua do tempo do apóstolo e, como mola propulsora da cultura grega, ela contribuiu para a propagação da mensagem escrita do Evangelho.

SUBSÍDIO PENSAMENTO CRISTÃO

“À medida que o cristianismo se expandia no mundo romano, a igreja Primitiva enfrentava muitas questões e desafios novos. Os pais escreveram e ensinaram, individualmente e em reuniões de concílios, no esforço de responder a essas questões. Muitas de suas soluções ainda formam um fundamento essencial para a reflexão teológica, a organização da igreja e a vida cristã. Entre as contribuições da Igreja Primitiva para a formação de uma cosmo visão cristã, quatro áreas foram particularmente importantes:

1) auto definição, quer dizer, a compreensão do que significa ser cristão em referência ao judaísmo, 2) a relação do cristianismo com a cultura não-cristã [grega], segundo reflexões
feitas pelos apologistas ou defensores da fé, 3) a visão cristã de Deus e de Jesus Cristo nos primeiros concílios ecumênicos, e 4) a relação do cristianismo com o governo”(PALMER, Michael D. (Ed). Panorama do Pensamento Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, p.113).

EBD | 4° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema do Trimestre: O APÓSTOLO PAULO – Lições da Vida e Ministério do Apóstolo dos Gentios para a Igreja de Cristo | Lição 01: O Mundo do Apóstolo Paulo

CONHEÇA MAIS

*O Evangelho no mundo gentílico

“O Evangelho já havia sido pregado em Jerusalém, Judeia e Samaria. Desarraigado pela mão feroz de Saulo, o perseguidor, estabeleceu-se na grande cidade de Antioquia. O propósito do Evangelho era ser transplantado. Antioquia, que veio a ser um centro missionário, foi o ponto de partida para Paulo. Para ler mais, consulte a obra “Atos: E a Igreja se Fez Missões editada pela CPAD, p.145.

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Lição 13: O Cativeiro de Judá | EBD – Adultos | 3° Trimestre De 2021

EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 13: O Cativeiro de Judá

OBJETIVO GERAL

Sinalizar o efeito dos pecados cometidos pelo povo de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

Apontar os motivos da decadência de Judá,

Revelar a teimosia do rei Zedequias;

Relatar a queda de Judá.

Texto Áureo

“Porém zombaram dos mensageiros de Deus, e desprezaram as suas palavras, e escarneceram dos seus profetas, até que o furor do Senhor subiu tanto, contra o seu povo, que mais nenhum remédio houve.” (2 Cr 36.16)

Verdade Prática

Todo o ser humano se torna cativo de suas escolhas e das consequências delas.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Lm 3.22,23 A misericórdia de Deus se renova todo dia, por isso nEle deve estar a nossa esperança 

Terça – Mt 24.32-35 A Palavra de Deus permanece para sempre

Quarta – Cl 1.27,28 Cristo é a esperança da glória

Quinta – Mt 24.14 Antes do fim a Palavra de Deus será levada para todas as nações

Sexta – Jr 23.16,17 Falsos profetas se levantam, mas cada um de nós deve estar atento à voz de Deus

Sábado – Rm 10,20,21 Deus sempre está pronto para salvar os pecadores que o buscam

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Reis 24.18-20; 25.1-10

2 Reis 24

18 – Tinha Zedequias vinte e um anos de idade quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Hamutal, filha de Jeremias, de Libna.

19 – E fez o que era mal aos olhos do Senhor, conforme tudo quanto fizera Jeoaquim.

20 – Pois assim sucedeu por causa da ira do Senhor contra Jerusalém e contra Judá, até os rejeitar de diante da sua face; e Zedequias se revoltou contra o rei de Babilônia.

2 Reis 25

1- E sucedeu que, no nono ano do reinado de Zedequias, no mês décimo, aos dez do mês, Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio contra Jerusalém, ele e todo o seu exército, e se acamparam contra ela, e levantaram contra ela tranqueiras em redor.

2- E a cidade foi sitiada até ao undécimo ano do rei Zedequias.

3 – Aos nove dias do quarto mês, quando a cidade se via apertada da fome, nem havia pão para o povo da terra,

4- Então, a cidade foi arrombada, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta que está entre os dois muros junto ao jardim do rei (porque os caldeus estavam contra a cidade em redor); e o rei se foi pelo caminho da campina.

5- Porém o exército dos caldeus perseguiu o rei e o alcançou nas campinas de Jericó; e todo o seu exército se dispersou.

6- E tomaram o rei e o fizeram subir ao rei de Babilônia, a Ribla; e procederam contra ele.

7- E os filhos de Zedequias degolaram diante dos seus olhos; e vazaram os olhos a Zedequias, e o ataram com duas cadeias de bronze, e o levaram a Babilônia.

8- E, no quinto mês, no sétimo dia do mês (este era o ano décimo nono de Nabucodonosor, rei de Babilônia), veio Nebuzaradã, capitão da guarda, servo do rei de Babilônia, a Jerusalém.

9- E queimou a Casa do Senhor e a casa do rei, como também todas as casas de Jerusalém; todas as casas dos grandes igualmente queimou.

10- E todo o exército dos caldeus, que estava com o capitão da guarda derribou os muros em redor de Jerusalém.

HINOS SUGERIDOS: 15, 47, 515 da Harpa Cristã

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Ao introduzir a lição, converse com seus alunos sobre a fidelidade de Deus diante de suas promessas. Deus demonstrou sua misericórdia por Judá dando ao povo, diante do juízo merecido, repetidas oportunidades para arrependimento. Mas, infelizmente, eles viraram as costas para o Eterno. Embora as promessas de juízo de Deus pelos pecados de Judá tenham se cumprido, o Senhor continuou a falar com seu povo por meio de seus profetas e em oração. Mesmo com seu juízo pelo pecado, Deus permanece fiel às suas promessas.

Ponto Central: A justiça de Deus é aplicada àqueles que insistem em permanecer e, seus erros.

INTRODUÇÃO

A fase final do reino de Judá foi protagonizada por quatro reis: Joacaz, filho do rei Josias (2 Cr 36.1); Jeoaquim, que reinou por ocasião do primeiro grupo de prisioneiros levados para Babilônia, em 605 a.C. (2 Cr 36.5,6); Joaquim, que reinado, vivenciou o cerco de Jerusalém por Nabucodonosor, que resultou em dez mil pessoas presas, em 597 a.C. (2 Cr 36.9,10); e Zedequias, o rei entronizado por Nabucodonosor no lugar de Joaquim (2 Cr 36.10,11). Nesta lição, veremos Zedequias rebelando-se contra o rei de Babilônia, causando um novo cerco que durou dezoito meses e, finalmente, resultou na queda definitiva de Jerusalém, em 586 a.C.

1- O DECLÍNIO ESPIRITUAL DE JUDÁ

1. As advertências dos profetas. Os profetas do Antigo Testamento foram unânimes e incansáveis em denunciar as injustiças e as terríveis transgressões do povo e dos líderes da nação (Jr 11.9-12). Todos foram taxativos em dizer que aquelas vindicações, especialmente contra o pecado de idolatria, já estavam excedendo as medidas de Deus.

2. Previsão dos acontecimentos que levaram Judá ao exílio. O ministério de Jeremias foi o mais importante desse período. Ele iniciou suas atividades proféticas no reinado de Josias e deu continuidade durante os quatro reinos seguintes ( Jr 1.1-3).

No tempo desse grande profeta, havia muita discórdia e confusão sobre o que era a de Deus. Por isso precisamos estar atentos para discernirmos a Palavra do Senhor. Ao advertir o povo sobre os pseudo profetas, Jeremias o fez de modo tão peculiar, que parece estar se referindo aos falsos profetas dos nossos dias (Jr 23.16,17).

3. Motivos que levaram Judá ao cativeiro. O cativeiro aconteceu especialmente por causa da obstinada desobediência da liderança judaica. Essa posição é consolidada por vários outros profetas, dentre eles, Miquéias (Mq 3.9-11). Além da idolatria, pecados abomináveis foram cometidos contra Deus: derramaram sangue inocente (2 Cr 24.17-22); cometeram todo tipo de corrupção e injustiça social (Hc 1.2-4); não observaram o descanso sabático e ainda mataram muitos dos seus profetas (Mt 23.35).

A situação de Judá é uma triste realidade para um povo que recebeu tantas profecias, avisos e oportunidades de arrependimento, mas decidiu pela apostasia. Ao olhar para a história de Judá, cultivemos o sentimento de humildade em nosso coração (cf. Rm 20.21) para que o temor a Deus nos previne de toda apostasia (Hb 12.16,17). Andar com Ele é a melhor maneira de remover os obstáculos da alma. que nos atrapalham na caminhada cristā

SÍNTESE DO TÓPICO I

Os motivos da ruína de Judd foram: a idolatria, a rebeldia, a injustiça e a desobediência por parte da liderança

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

A fim de estimular o raciocínio e a participação em sua classe, leve seus alunos a discutir um ponto relacionado com a lição ou com um texto bíblico, usando o seguinte plano: De a cada membro da classe uma cópia do ponto a ser discutido ou texto a ser interpretado. De alguns minutos para que cada um possa escrever suas ideias Depois distribua a classe em grupos de três ou quatro, a fim de falarem do que escreveram. Cada grupo deverá escolher um membro para apresentar as opiniões do grupo, quando a classe se juntar novamente. Depois de quatro ou seis minutos, junte a classe e deixe que os grupos falem da conclusão a que chegaram. A medida que cada representante expuser suas ideias, anote-as no quadro de escrever. Conclua a discussão fazendo um resumo do trabalho apresentado pelos grupos. Esta dinâmica de grupo envolve toda a classe e promove valiosas ideias para o desenvolvimento da lição.

2 – A OBSTINAÇÃO DE ZEDEQUIAS E SUA QUEDA

1. A teimosia de Zedequias. Zedequias, o último rei de Judá, não entendeu bem a exata conjuntura em que a nação se encontrava; e, por sua própria conta, resolveu não dar ouvidos à voz do profeta (Jr 38.14-28). Zedequias fez constantes ameaças a Jeremias e até tentou mantê-lo submisso aos seus caprichos. Mas, Jeremias, como homem de Deus, não se deixou corromper, antes, proferiu toda a palavra do Senhor (Jr 38.17,18).

2. Surdos aos avisos dos profetas. Jeremias advertiu ao rei Zedequias dizendo que, caso se rendesse à Babilônia, sua integridade seria preservada. Todavia, o rei não deu ouvidos ao profeta, razão de acontecer o que estava previsto. O poderoso exército babilônico invadiu e destruiu Jerusalém (Jr 39.1). Zedequias e povo de Judá estavam tão confiantes em sua religiosidade e escolha divina em relação às demais nações, que nem pensavam na hipótese de serem quase aniquilados (3r 7.4).

SÍNTESE DO TÓPICO II

O erro de Zedequias e do povo de Judá estava em fechar os ouvidos aos profetas e não buscar o arrependimento de seus pecados diante do Senhor.

SUBSÍDIO HISTÓRICO

“Zedequias, entretanto, era o rei de facto de todo o Judá deixado na terra em 597. Mau como foram seus irmãos, ele não atentou para as admoestações do profeta Jeremias, para aceitar a soberania dos babilônios como a vontade de Deus para a nação. Rebelou-se contra Nabucodonosor, ocasionando o desastre fatal para o reino. Não é possível precisar esta data (ver Ez 17.11-18), mas em 588, Nabucodonosor lançou um ataque contra Jerusalém, por meio de um cerco que culminou na queda da cidade e no fim da monarquia judaica, em julho de 586 (2 Rs 25.2-7).

Zedequias conseguiu escapar por uma abertura na muralha da cidade e fugiu para os lados de Jericó, mas logo foi capturado e conduzido à presença de Nabucodonosor que, na ocasião, estava alojado na Síria, na cidade de Ribla. Nesta cidade, o rei de Jerusalém teve de presenciar a execução de seus filhos. Depois, vazaram-lhe os olhos e conduziram-no assim para Babilônia” (MERRILL, Eugene H. História O de Israel no Antigo Testamento: O reino • de sacerdotes que Deus colocou entre as nações. 6. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.480).

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Lição 12: O Reinado de Josias | EBD -Adultos | 3° Trimestre De 2021

 EBD | 3° Trimestre De 2021 | CPAD – Adultos – Tema Do Trimestre: O Plano Divino para Israel em meio à Infidelidade da Nação | Lição 12: O Reinado de Josias

Objetivos Geral 

Pontuar o Avivamento gerado por Josias.

Objetivos Específicos

Abaixo, os objetivos específicos, referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo refere-se aos tópicos com os seus respectivos subtópicos

Destacar a dedicação de Josias na destruição dos ídolos; 

Evidenciar o encontro de Josias com o livro da Lei

Identificar o retorno da celebração da Páscoa

Texto Áureo

“Então, disse o sumo sacerdote Hilquias ao escrivão Safã; Achei o livro da Lei na Casa do Senhor. E Hilquias deu o livro a Safã , e ele o leu ” (2 Rs 22.8)

Verdade Prática

Nos dias de hoje, Deus ainda levanta homens e mulheres dispostos a combater a cultura da idolatria que se perpetua através das gerações.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Mq 6.8 Deus adverte para que todos sejam obedientes e que amem uns aos outros

Terça – Sl 121.2-5 O Senhor Deus é aquele que sempre está ao lado do seu povo para socorrer e guardar

Quarta – Is 6.12,13 Deus, por sua infinita graça, sempre tem um recomeço para o seu povo

Quinta – Tg 1.22-24 Quem conhece a Palavra de Deus deve colocá-la em prática

Sexta – Lv 26.1 A Bíblia enfatiza que a idolatria deve ser abandonada

Sábado – 1 Pe 2.9 Deus usa os seus filhos para levar as Boa-Novas

Leitura Bíblica em Classe

2 Reis 22.3-5,8;23.2-5,21,22,25

3- Sucedeu que, no ano décimo oitavo do rei Josias, o rei mandou ao escrivão Safã, filho de Azalias, filho de Mesulão, à casa do Senhor, dizendo:

4- Sobe a Hilquias, o sumo sacerdote, para que tome o dinheiro que se trouxe à casa do Senhor, o qual os guardas do umbral da porta ajuntaram do povo,

5- E que o deem na mão dos que têm cargo da obra, e estão encarregados da casa do Senhor; para que o deem àqueles que fazem a obra que há na casa do Senhor, para repararem as fendas da casa;

8- Então disse o sumo sacerdote Hilquias ao escrivão Safã: Achei o livro da lei na casa do Senhor. E Hilquias deu o livro a Safã, e ele o leu.

2- O rei subiu à casa do Senhor, e com ele todos os homens de Judá, e todos os moradores de Jerusalém, os sacerdotes, os profetas e todo o povo, desde o menor até ao maior; e leu aos ouvidos deles todas as palavras do livro da aliança, que se achou na casa do Senhor.

3- E o rei se pôs em pé junto à coluna, e fez a aliança perante o Senhor, para seguirem o Senhor, e guardarem os seus mandamentos, os seus testemunhos e os seus estatutos, com todo o coração e com toda a alma, confirmando as palavras desta aliança, que estavam escritas naquele livro; e todo o povo apoiou esta aliança.

4- E o rei mandou ao sumo sacerdote Hilquias, aos sacerdotes da segunda ordem, e aos guardas do umbral da porta, que tirassem do templo do Senhor todos os vasos que se tinham feito para Baal, para o bosque e para todo o exército dos céus e os queimou fora de Jerusalém, nos campos de Cedrom e levou as cinzas deles a Betel.

5- Também destituiu os sacerdotes que os reis de Judá estabeleceram para incensarem sobre os altos nas cidades de Judá e ao redor de Jerusalém, como também os que queimavam incenso a Baal, ao sol, à lua, e aos planetas, e a todo o exército dos céus.

21- O rei deu ordem a todo o povo, dizendo: Celebrai a páscoa ao Senhor vosso Deus, como está escrito no livro da aliança

22- Porque nunca se celebrou tal páscoa como esta desde os dias dos juízes que julgaram a Israel, nem em todos os dias dos reis de Israel, nem tampouco dos reis de Judá.

25- E antes dele não houve rei semelhante, que se convertesse ao Senhor com todo o seu coração, com toda a sua alma e com todas as suas forças, conforme toda a lei de Moisés; e depois dele nunca se levantou outro tal.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Nesta lição aprenderemos que Deus não exige que sejamos bem-sucedidos em todas as coisas que fazemos para Ele, mas nos chama para sermos totalmente comprometidos e obedientes à sua Palavra. A despeito dos 31 anos de reinado de Josias, Judá não mudou de direção nem abandonou seus maus costumes. Entretanto, os constantes esforços desse grande rei para servir ao Senhor com fidelidade lhe renderam a honra divina. O castigo de Judá somente veio depois da morte de Josias.

Ponto Central: Não importa o quão  distantes estamos de Deus, sempre podemos nos aproximar.

INTRODUÇÃO

Josias foi o último dos reis justos de Judá. Nunca houve um rei como ele que se voltasse para o Senhor de todo o coração. Este grande monarca e fiel homem de Deus expurgou o país de todas as falsas divindades ali colocadas por seus ancestrais. E ao saber que o livro da Lei havia sido encontrado dentro do Templo, iniciou em seu reino a maior e mais impactante renovação espiritual vista entre todas as tribos de Israel.

I – JOSIAS REPARA O TEMPLO

1. “Achei o livro da Lei no Templo do Senhor”. Com seu desejo de realizar reparos na Casa do Senhor, Josias ordenou a Safã, o escrivão, e a outros assessores, que fossem ao encontro do sumo sacerdote Hilquias e arrecadassem todos os possíveis recursos financeiros (2 Rs 22.4). Pode-se imaginar a enorme surpresa que teve o escrivão do rei ao receber do sumo sacerdote Hilquias a notícia de que o Livro do Senhor havia sido achado dentro da Casa do Senhor (2 Rs 22.8). Por este relato percebe-se como era o nível de desinteresse das coisas de Deus por quem deveria zelar, não apenas pelo sagrado Livro, mas pelo cumprimento das leis divinas expressas nele.

2. O rei rasgou suas vestes. Ao saber do conteúdo do livro, Safã, o escrivão, levou-o imediatamente ao rei Josias (2 Rs 22.10). O rei lê o livro tão avidamente, e ficou tão fascinado diante da realidade de haver descumprido seu conteúdo, que não tardou em rasgar suas próprias vestes em sinal de profunda tristeza e consternação (2 Rs 22.11). Ao ser impactado pela mensagem do livro, Josias não se justificou em razão dos próprios pecados, como fazem os que não querem confirmar suas vidas à vontade Soberana de Deus. O reino ocupou a ninguém; simplesmente se humilhou rasgando suas vestes, demonstrando a piedade do seu coração.

3. Entendendo a vontade de Deus. Por ordem de Josias, o sumo sacerdote Hilquias e seus auxiliares foram consultar a profetisa Hulda para saberem se os pecados de Judá tinham atingido o nível do juízo divino (2 Rs 22.12-14; 2 Cr 34.22). Então a profetiza confirmou que Jerusalém realmente seria destruída, mas que por amor a Josias, isso aconteceria somente após a morte dele (2 Rs 22.18-20). Assim Deus demonstrou que ouviu a oração do rei; embora, a condenação de Judá estivesse sendo apenas adiada (Jr 11.9 17; 13.27).

SÍNTESE DO TÓPICO I

A prática da leitura e da meditação da Palavra de Deus nos conscientiza sobre os nossos pecados.

SUBSÍDIO DIDÁTICO -PEDAGÓGICO

Para alcançarmos os objetivos fundamentais que formulamos, quais deverão ser os nossos objetivos imediatos? O que planejamos fazer neste trimestre, neste mês, nesta lição? Esses planos variam com as situações. Os interesses e as necessidades de nossos alunos deverão determinar nossos objetivos para cada lição em particular, muitas vezes o comentarista da lição fundamental. Essas metas poderão  ou não coincidir com as necessidades da classe. Por isso, deve o professor determinar seus objetivos de acordo com a realidade de sua classe. Tendo em mente o assunto da lição a ser ensinada, o professor poderá perguntar se;

  •  Quais conhecimentos desejo que meus alunos adquiram?
  •  Quais situações desejo que eles enfrentam?
  •  Quais atitudes e decisões desejam que eles tomem?

II – A RENOVAÇÃO DO PACTO COM O SENHOR

1. A leitura do livro diante do povo. Josias, como um líder zeloso pelo cum primento da Palavra de Deus, sabia que a reforma não teria êxito se todos não fossem envolvidos. Por isso convocou todas as autoridades de Judá e de Jerusalém, e todo o povo; do mais simples ao mais importante, para se reunirem no Templo do Senhor e ouvirem a leitura da Lei de Deus (2 Rs 23.1,2). Ouvindo a mensagem, o povo preparou o coração para uma nova aliança com o Senhor. O verdadeiro avivamento começa com a escuta da Palavra de Deus. Quando a Bíblia passa a ser ouvida com seriedade, o coração é quebrantado, a nossa vida é avivada e o Espírito Santo faz morada. O avivamento por meio da Palavra é duradouro.

2. A destruição dos ídolos. No início de sua reforma, quando tinha completado oito anos de reinado, o rei Josias reparou o Templo, tirando todos os utensílios que tinham sido feitos para Baal (2 Rs 22.1; 23.2). Além disso, ele expurgou as s imundícies idolátricas de todas as cidades de Judá, e só voltou à Jerusalém quando e todo o trabalho de limpeza havia terminado (2 Rs 23.4-20). O coração de Josias fervia de amor pelo Deus de Abraão, tão ultrajado por seu povo. 

CONHEÇA MAIS

“Atualmente não podemos dizer que as Escrituras estão perdidas no sentido literal; ao contrário, a Bíblia é o livro de maior circulação. Contudo é um livro perdido para multidões em todo o mundo. Mas como foi perdido? Foi perdido por falta de lê-lo às crianças. É só fazermos perguntas aos nossos filhos e descobriremos que há uma ignorância surpreendente da Palavra de Deus entre eles. Pode se perder as Escrituras por causa do pecado. A experiência prova a veracidade do ditado: a leitura deste Livro evita o pecado, e o pecado evita a leitura deste Livro. Para saber mais leia: Coleção Lições Bíblicas. Vol. 04. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p. 615.

SÍNTESE DO TÓPICO II

O coração que transborda Deus não tolera ídolos ou qualquer outra prática que desagrade ao Senhor.

SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO

“O compromisso religioso inicial de Josias foi demonstrado por seus esforços para reparar o Templo do Senhor. Ele – estava desorientado, pois aparentemente durante o reinado de Manassés a maioria das cópias das escritura do Antigo Testamento foi destruída. Então na cópia da lei, que alguns acreditam compreender todos os cinco livros de Moisés, foi achada Um Josias abalado percebeu quão desobediente Judá tinha sido. Perguntas dirigidas a Hulda, uma profetisa, trouxe de volta a palavra de que o destino de Judá estava selado. Mas em razão de Josias ter sido humilde e sensível a Deus, o desastre viria apenas depois de sua morte. Deus ainda está à procura de pessoas que estão abaladas pelo abandono da sociedade sobre os princípios bíblicos de santidade e de justiça.

Quando formos humildes e sensíveis, Deus nos abençoará individualmente a despeito do que possa acontecer a nossa terra. O zelo de Josias era tão grande que ele começou a livrar Judá de todas aquelas práticas contra as quais a Palavra de Deus falava. A lista das suas ações sugere a extensão da apostasia de Judá. O que podemos apreciar sobre Josias é o seu exemplo de total compromisso. Nenhum de nós poderia fazer um pedido mais importante do que sermos como Josias, que ‘se [converteu] ao Senhor com todo o seu coração, e com toda a sua alma, e com todas as suas forças’ (23.25). 

O reinado de 31 anos de Josias sobre Judá não mudou a direção da sua nação. Mas os seus constantes esforços para servir ao Senhor lhe renderam a honra divina. Deus não exige que sejamos bem-sucedidos. Ele nos chama, porém, para sermos totalmente comprometidos” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, pp. 226,27)

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